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sábado, 30 de maio de 2015

EBD.LÇ.9 AS LIMITAÇÕES DOS DISCÍPULOS

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 31/05/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – LIDANDO COM A DÚVIDA.
II – LIDANDO COM A PRIMAZIA E O EXCLUSIVISMO.
III – LIDANDO COM A AVAREZA.
IV – LIDANDO COM O RESSENTIMENTO.
     


I – LIDANDO COM A DÚVIDA.

1.1       A oração da fé.

Quem vive a vida pastoral deve em algum momento da sua vida ministerial, ter sentido e vivido o mesmo drama dos discípulos.

Quando queremos acertar todas, falhamos e essa falha serve de remédio para nos aproximarmos mais de Deus, pois, somente nele encontramos a força necessária para quaisquer realizações.

Salvo melhor juízo, não vejo que Jesus tenha criticado seus discípulos, mas, censurou-os. Na maioria das vezes a crítica mata e a censura com amor edifica.

A autoridade não é um bem permanente em nossas vidas; ela precisa ser alimentada com oração e leitura bíblica, sempre.

O trabalho contínuo é também uma forma de fortalecer nossas ações no campo minado espiritual.

1.2 A Palavra de Deus e a fé.

Leia jornal diariamente escolhendo uma especialidade e todos ficarão maravilhados com a maneira talentosa com que conduzes as discussões sobre a matéria escolhida.

Leia a Bíblia com maior frequência e quando abrires a boca, os resultados aparecerão e todos dirão que foi milagre.

A intimidade com Deus é a manutenção da autoridade necessária a condução da vida cristã.

II LIDANDO COM PRIMAZIA E O EXCLUSIVISMO.

2.1 Evitando a primazia.

A grande perda em nossas igrejas é que muitos a buscam como um fim em si mesmo. Cargos, melhores assentos, melhores oportunidades que muitas vezes são conquistadas com prejuízo de outros, tem enfraquecido os ministérios.

A igreja precisa de homens e mulheres comprometidos com a verdade e a expansão do Reino de Deus. Basta a honra que Deus nos dá.

Homens laboriosos e humildes conquistam o coração das igrejas com mais facilidade. Firmam o seu ministério a ponto de neutralizar os que querem causar danos. O restante fica sob a potente mão de Deus.

2.2 Evitando o exclusivismo.

O texto de Lucas 9:49-50 é um refresco contra o espírito do exclusivismos em que pessoas se sentem proprietários da marca.

O exclusivismo não se dá apenas com os de fora; dentro das nossas igrejas ocorre isto com muita frequência causando sérios danos e obrigando o pastor correr e gastar tempo apagando incêndios.

A parábola do fariseu e o publicano também fecha para mostrar uma outra forma de exclusivismo; “somente eu”.  Lucas 18.



III – LIDANDO COM A AVAREZA.

3.1  Valores invertidos.

Inversão de valores é que não falta em nossos campos.
-Deus (para muitos) deixa de ser Senhor para ser servo.
-Antes, chorávamos pela alegria da salvação e hoje chora-se pela alegria das conquistas materiais.

O Senhor disse aos seus discípulos: “...alegrai-vos antes por estar o vosso nome escrito nos céus.  Lc. 10:20

3.2 Evitando a ansiedade.

“Cosmo visão” é o sentido que cada um dá às coisas, a existência, a vida e a morte de maneira         mais ampla e geral para obter informações e estabelecer o seu ponto de vista.

A cosmo visão equivocada e descontextualizada dos ensinamentos bíblicos que são perfeitos e equilibrados, levam pessoas a se torturarem pela expectativa de conseguir seus intentos.

“Lançando sobre ele toda vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vos.”  IPd. 5:7.

 A gente fala, mas, particularmente já convivi com a ansiedade e somente a confiança em Deus e nos cuidados que ele tem conosco nos leva a suplantar tudo isso, Graças a Deus, não sei o que é ansiedade na minha vida.

Vença em Cristo a sua ansiedade sabendo que ele se preocupa conosco mais do que merecemos.

AVAREZA – A proposta do ponto III é lidando com a avareza.

Já se sabe que a avareza é tratada na Bíblica como idolatria.  Cl.3:5.

O excessivo apego ou amor ao dinheiro.

Eu não consigo dissociar um individuo que é inimigo do dízimo e outras contribuições sem pensar na figura de uma pessoa avarenta.

O que não pode contribuir, não deve ser visto como avarento e é diferente uma pessoa que não pode contribuir de uma pessoa avarenta.


IV – LIDANDO COM O RESSENTIMENTO.

4.1. A necessidade do perdão.

Tenho por hábito avaliar se o causador do mal é um perfeito idiota provocador ou se o causador tem limitações intelectuais.

Perdoar é preciso e voltar a caminhar juntos não.

4.2. Perdão, uma via de mão dupla.

Neste ponto, o autor chama a atenção para as consequências de quem não é afeito a perdoar.

Conheci obreiros vingativos que marca o irmão ou um auxiliar de ministério por conta de algum caso mal resolvido ou mal interpretado.

Quem cultiva a falta de perdão, está sujeito a sofrer as mesmas consequências conforme Lucas 6:37.






domingo, 24 de maio de 2015

TUDO NOS PARLAMENTARES BRASILEIROS, ASSOMBRA; O QUE FAZER.

TUDO NOS PARLAMENTARES BRASILEIROS,  ASSOMBRA.

Frente parlamentar em defesa da família?


 O ex-jogador e atualmente deputado federal Romário afirmou em entrevista ao colunista Leo Dias, do jornal O Dia, que é a favor do casamento gay e que as pessoas tem direito de fazer suas escolhas.
“Perguntado pela mídia se ele é a favor do “casamento” gay, Romário respondeu: “Sou, pô. Eu sou a favor da felicidade. Cada um dá o que é seu e f...-se os outros.” Como é que uma criatura dessa vai parar na vice-presidência de uma iniciativa pró-família? Como é que ele vai conseguir defender a família natural se ele defende a família contra a natureza?”

  
 O QUE DIZER:
O Brasil ainda não sinalizou de fato, para o que se pode chamar de uma “Pátria Educadora”, nem em governos anteriores e muito menos nesse governo petista que gosta de usar títulos para os seus projetos que não passam de falácia, já que não tem dinheiro para bancar a sua máquina administrativa visivelmente aparelhada para cobrir interesses,  apesar dos bilhões arrecadados em impostos. Temos a maior arrecadação disponibilizada a um governo e tudo parece descer pelo ralo.

Quem elege deputados, somos nós, os brasileiros, escolhemos o que existe de pior para nos representar na Câmara Federal; nem vou citar de quais profissões que a bem da verdade não é pela profissão, mas pela falta de pudor e ética. As honrosas exceções são tão poucas que perdem o brilho das ações.

Vão para lá, com toda a bagagem daquilo que aprenderam nas esquinas dos seus bairros, com a visão de que a Câmara só tem corruptos, portanto, fazer parte do bolo virou sonho de consumo.
A linguagem é por vezes espúria, viciada e cheia de palavrões. Ganham fama quando defendem interesses de minorias sem a menor noção de que estão representando uma nação e não, um pequeno grupo social. Gastam verbas parlamentares, certamente usando meios ilícitos  para justifica-las como notas frias, pagando pessoas com a mão direita e tomando grande parte com a esquerda.

Um ex presidente da república que diante de uma plateia, debocha da fé cristã, zombando de pastores sem perceber que fala contra todos os crentes que defendem a fé cristã, como se tivesse em roda de bate papo de amigos.

Não são apenas os deputados;  senadores, prefeitos e vereadores de municípios e alguns cuja arrecadação, mal dá, para manter suas cidades funcionando.

Se para postular cargos em qualquer empresa privada, o candidato precisa ter curso superior, fazer exame de avaliação para o cargo que pretende, por que, não filtrar os que pretendem uma cadeira em tão importante órgão condutor da vida política e econômica nacional, da vida do país; por conta da Democracia? Democracia não é o que assistimos hoje em dia, quando os representantes não se dão ao respeito e o povo mostra que os respeita menos ainda.

No país verde-amarelo, a fama vem do fundo do quintal e não que falte pessoas de grande saber técnico e científico, mas, estes, não vão aos canais de televisão falar bobagens, não se expõem nos programas de reality shows a semelhança do BBB, não diz em rede nacional que é gay somente para ganhar fama e seguidores, não diz que já foi mulher de 400 homens e não desfilam pelados na Sapucai.

Sinto orgulho de ser brasileiro quando vejo jovens com 16 ou 17 anos conquistando espaço em universidades estrangeiras, técnicos e cientistas, lutando sem muitos recursos para a melhoria do setor primário da cadeia produtiva. Sinto orgulho quando vejo agricultores investindo maciçamente para melhorar a produção e a vida no campo.

Tenho vergonha de ser brasileiro quando vejo uma corja de bandidos acabando com empresas como a Petrobrás, surrupiando dinheiro público a tal ponto, de fazer fechar postos de saúde por falta de verbas.

Tudo no Brasil está sob flagelo; a saúde pública, a segurança e a educação;  nossas industrias estão sucateadas, o desemprego assusta a muitos e a nossa economia totalmente fragilizada.

Em que as igrejas podem contribuir para melhoria dessa situação?
Afastar-se da política, não deixar que ela entre no seu espaço, espaço que é dedicado a Deus, mas, pode contribuir politizando os crentes.

Politizar não é o mesmo que ensinar politica, mas, é contribuir para o crescimento social dos seus membros, conduzi-los de tal maneira que o coração seja elevado ao céu na esperança da vinda do Senhor e da ressurreição, sem perda da consciência social, descobrindo e apoiando jovens com potencial, estimulando-os a que busquem oportunidades grandiosas nos meios públicos sem comprometer a vida ministerial de pastores que acabam sendo levados ao engajamento político com prejuízo do rebanho do Senhor.

Enquanto ensino a Palavra de Deus, sobre como ser um cidadão do céu posso ensina-los a ter responsabilidades políticas e sociais como cidadãos que somos e vivemos neste planeta.
Infelizmente, por má orientação, quando criticamos os desmandos, logo aparecem os que buscam nos corrigir, dizendo que precisamos orar pelo governo e não falar mal dele, que para mim, “falar mal” tem outra conotação.

Um pastor sensato procurar estimular a juventude sob sua responsabilidade a estudar, buscar uma boa formação e em casos incomuns, auxiliar aquele que deseja, tem capacidade, mas, não tem recursos.
Sabemos que com todo esforço, nada fará recuar o avanço da impiedade por ser bíblico e profético, mas, que não sejamos encontrados dentro da caverna, escondidos sob o pretexto estarmos fazendo a vontade do Senhor.

No nosso silêncio, a morte dos inocentes.

Assim termino dizendo: Ora vem Senhor Jesus.

sábado, 23 de maio de 2015

EBD. LÇ.8 O PODER DE JESUS SOBRE A NATUREZA E OS DEMÔNIOS.

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 24/05/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – JESUS E AS FORÇAS SOBRENATURAIS.
II – JESUS E A REALIDADE DOS DEMONIOS.
III – JESUS E A OBRA DOS DEMONIOS.

I – JESUS E AS FORÇAS SOBRENATURAIS.

1.1 Poder sobre a natureza.

O capítulo 53 do Livro do profeta Isaias retrata a plenitude do ministério de Cristo entre os homens; debelar o mal físico e espiritual para mostrar o seu poder e salvar.

As obras demoníacas foram despertadas com a presença do Senhor; elas sempre existiram, mas, com o advento do Messias elas foram provocadas, saíram da toca e foram expostas para que o mundo percebesse o autor de todos os conflitos sociais e muitas doenças.

JESUS não tinha poder apenas sobre os males humanos; ele tinha o domínio das forças da natureza e mostrou isto ao mandar o vento se aquietar e o mar se acalmar.

Ele faz acontecer bonança em nossas vidas.

1.2 Poder sobre os demônios.

Eis um ponto que precisa ser visto com muita cautela por conta dos maus ensinamentos sobre essa matéria.

Há pouco vi em uma página no Facebook um pastor africano que segundo o relato e o vídeo, ele expulsava demônios até que foi atingido por uma enfermidade que o impossibilitou de andar com saúde, consequência da tentativa de expulsar demônios de uma mulher que ainda conforme o vídeo, tinha 7 demônios e o ameaçara de destruí-lo. Pelo que vi no vídeo, os cultos eram um show de endemoniados.

A presença de Jesus acalma e liberta o possesso.

Em todos os meus anos de vida pastoral, nunca ocorreu de um demônio fazer arruaças na igreja. Pela graça do Senhor, ficavam retidos nos bancos agitando-se, sem maiores consequências, mas, já vi coisas horrorosas e assustadoras, daí, o meu conselho:

- Não provoque como alguns fazem.
- Permaneça sempre debaixo da graça do Senhor.
- Esteja com a vida em ordem diante de Deus.
- A autoridade do Senhor, ele dispensa desde os céus para que não sejamos envergonhados.

“Aquele que Deus é gerado conserva-se a si mesmo e o maligno não lhe toca.”.  IJo 5:18b.

II JESUS E A REALDADE DOS DEMÔNIOS.

2.1 Uma realidade bíblica.

Os seres espirituais não tendo corpos materiais, assumem alguns para determinadas tarefas, para conduzi-los ao vício e para destruí-los.

Sabemos da interferência dele na oração de Daniel, (Dn.10:13) e pelo tempo decorrido nota-se que uma grande batalha fora travada até que Deus enviou quem precisava, para desobstruir o caminho.

Conheci caso de pastores que leram livros do baixo espiritismo para entender essas coisa e usar os nomes atribuídos a algumas espécies de demônios.

Fiquemos apenas com o que a Bíblia nos ensina e nos fala a respeito.

A vaidade, a fome de poder e dinheiro, têm transformado muitos homens ocupantes de púlpitos em agentes a serviço de Satanás e muitos “crentes” que não vigiam levam outros à perdição com seus “pequenos” vícios.

Satanás estabeleceu o seu reino, um reino cheio de vícios e perdições, sexo, prazeres mundanos e com essa arma, tem atraído muitos para si.

2.2 Uma realidade experimental.

Atente para a riqueza do comentário do autor neste tópico e por ele, percebemos que em algumas regiões essas possessões se tornam mais frequentes e mais densas, certamente, não por conta da pobreza, mas, por conta da espiritualidade a que seus moradores se submetem.

III – JESUS E A OBRA DOS DEMÔNIOS.

3.1  Jesus e a oposição dos demônios.

O cristão e o ministro de vida limpa e honrada, de uma vida entregue a oração, sem as bravatas que muitos publicam até em redes sociais, de maratona de oração e maratona de leitura da Bíblia, uma vida singela, singela, de frutos que agradam a Deus, é um atropelo aos demônios.

Toda glória pertence a Jesus, mas, muitos ganham dinheiro com essas manifestações.

3.2 Jesus e a libertação de endemoninhados.

A mulher que fora curada por Jesus, segundo o próprio Senhor, tinha um espirito de enfermidade que a deformara, mas, Jesus a libertou e ao longo da vida, somos testemunhas das muitas libertações que o Senhor faz.

Espírito de enfermidade é, portanto, segundo a Bíblia, uma enfermidade de origem espiritual maligna.

Esta lição oferecida aos alunos das EBDs. veio a tempo para que uma boa análise bíblica, reavive em nossa memória o dever de manter-se em constante oração e vigilância, pois, o Diabo tem enganado a muitos com seus ardis.

O Apóstolo Paulo conhecia bem as suas artimanhas e nós, não podemos seguir o desenfreamento mundano, permitindo que nossos casamentos e  famílias sejam destruídas.


Um olho na Bíblia e outro na espada. 

sábado, 16 de maio de 2015

EBD.LÇ 7 PODER SOBRE AS DOENÇAS E MORTE.

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 17/05/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – DOENÇAS, PERDÃO E CURA.
II – RAZÕES PARA CURAR.
III – AUTORIDADE PARA CURAR.
IV – A REDENÇÃO DO NOSSO CORPO.
  



I – DOENÇAS, PERDÃO E CURA.

1.1 Culpa, perdão e cura.

Há três tipos de fontes de enfermidades  que se instalam no corpo de uma pessoa.
a)  Física que se evidencia pelos distúrbios físicos desde um simples mal estar por conta de má alimentação até as doenças graves como o câncer.

b) Psíquicas – Distúrbios psíquicos desde uma simples dor de cabeça ocasionada por estresses emocional até a loucura e as síndromes como o pânico.

c) Doenças de caráter e procedências malignas, negadas por muitos.

Alguns casos de doenças psíquicas que atuam no campo  emocional e até outras, são decorrentes da falta de perdão, ódio e ressentimentos a que podemos chamar (sem generalizar e criar doutrina) de cura espiritual.

Muitas doenças se instalam no corpo pela fragilidade ocasionada por dramas emocionais; as guerras diárias pela sobrevivência.

O amor e o perdão agem beneficamente, mas, as doenças graves, Jesus ainda cura.


1.2 A ação de Satanás.

O autor relata neste tópico o que de fato todos sabem, que a queda do homem no Eden, fragilizou-os e como consequência, passou a estar sujeito as doenças e morte.

Quando o autor diz que nem toda doença pode ser atribuída a Satanás, é bom que o professor se dedique a mostrar aos alunos pois,  muitos generalizam os fatos perturbando muitas vidas com,  “tudo é do Diabo”.


II RAZÕES PARA CURAR.


2.1 A compaixão.

O autor explica o que é compaixão e declara que Jesus sempre foi cheio de compaixão e o que nos chama a atenção no ministério do Senhor é que aproximava-se dos homens sem questionamentos, salvo, por razões que nos levassem a compreender a relação de causa e efeito.

Provocou a seguinte interrogação: Quem pecou, este ou seus pais. João 9:2.

A resposta do Senhor também não dá margem a que se diga que Deus pôs a doença para depois cura-la. João 9:3


2.2 Manifestação messiânica.

As promessas da vinda do Messias traziam consigo as propostas de salvação e cura tanto na alma quanto no corpo. Is. 53.

Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si.

Pelas suas pisaduras fomos sarados – Da maior doença, o pecado.

Muitos maldosamente podem querer tomar esse texto para determinar a cura de muitos, todavia, convém lembrar que a proposta de cura era o maior sinal da obra que ele viera fazer entre os homens.

Nem todos no seu tempo foram curados e o poder da sua Palavra não se universalizou sarando todos os homens como acontecerá no milênio.

Cura – Sinal da presença de Deus na obra do Evangelho.

Paulo declarou que sua pregação não consistiu em palavras, mas, em demonstração de poder e assim deve ser a nossa. ICo. 2:4.

III – AUTORIDADE PARA CURAR.

3.1  Autoridade recebida.


Algum aluno poderá perguntar: “Se ele era Deus, porque, fora provido do poder do Espírito Santo?  Da mesma forma que nós hoje recebemos e a única, singular e maior diferença é que nele habita(va)  corporalmente toda a plenitude da Divindade, isto é; Deus estava em Cristo... Cl. 2:9.

Foram os dons espirituais principalmente os milagres que alavancaram a obra de Deus pelas Assembleias que foram marcando terreno em todo o Brasil, onde predominava o catolicismo, protegida pelas autoridades desde os tempos do reinado.


3.2 Autoridade delegada.

A mesma autoridade de Jesus para curar é dada aos seus discípulos Lc. 10:19.

O que lamentamos profundamente é que em nossos dias, quando alguém manifesta ser dotado de dons espirituais, logo se descobre ou percebe que o seu portador usa isto para sua glória e vaidade pessoal e outros engordam as contas bancárias, todavia, a Palavra de Deus permanece para sempre.

Se alguém deseja servir a Deus de forma bíblica, submeta-se a saia a campo para o trabalho por que os dons não se manifestam na rede ou na espreguiçadeira, mas, nas visitas ou nas evangelizações.

Os dons ainda são delegados aos fieis.

IV – A REDENÇÃO DO NOSSO CORPO.

4.1 O reino presente.

Certamente o autor se reporta a todas as manifestações tanto a cura  das enfermidades quanto os milagres de ressurreição.

Filho; perdoados são os teus pecados. Se fosse apenas isto, todos continuariam sem entender muita coisa, porém, Jesus completou a obra quando disse: “toma tua cama e vai para tua casa...”. Lc. 5:24

Não seria possível dar conhecimento aos homens da chegada do Reino de Deus sem as manifestações pela demonstração de poder. São as ferramentas de trabalho da igreja.

Não se pode generalizar por conta das exceções. Jesus salva com ou sem curas e a salvação é o milagre mais importante.

O reino presente é o reino que a igreja torna visível ao homem pelos seus atos.

4.2 O reino futuro.

Todos os que o esperam, esperam para a redenção completa dos nossos corpos. Tomaremos posse do reino futuro, sem doença, sem mortes e sem violência.

É preciso fortalecer esse pensamento no meio dos irmãos, pois, a esperança no reino futuro é o que sustenta em pé os que herdarão a vida eterna.

Jó 13:15 – “Ainda que ele me mate, nele esperarei, contudo, os meus caminhos defenderei diante dele”.

O Senhor abençoe a todos.




quinta-feira, 7 de maio de 2015

EBD.LÇ 6 "MULHERES QUE AJUDARAM JESUS".

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 10/05/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – JESUS, O JUDAÍSMO E AS MULHERES.
II – MULHERES COM DISPOSIÇÃO PARA OBEDECER.
III – MULHERES COM DISPOSIÇÃO PARA SERVIR.
IV – MULHERES COM DISPOSIÇÃO PRA OFERTAR.





I – JESUS, O JUDAÍSMO E AS MULHERES.

1.1 A presença feminina no ministério de Jesus.

A presença feminina tem gerado discussão que faz muito barulho nos nossos dias e é com respeito a presença da mulher no ministério que escrevo no final.

Há pastores que tem medo da presença da mulher na igreja, medo de que esta ofusque a sua falta de criatividade e pelos exemplos, mostre a inépcia do ministro. Melhor afasta-las nesses casos.

Quanto a presença da mulher no ministério do Senhor, não da forma ostensiva como se pretenda  e o carinho dispensados pelo Senhor é visível nas páginas dos evangelhos.

1.2 Jesus valorizou as mulheres.

O autor descreve como a mulher era tratada pelo judaísmo e não somente pelo judaísmo, mas, em muitas culturas a mulher não passa de um objeto.

O diálogo com a mulher samaritana mostra o respeito com que Jesus tratava a todos e principalmente as mulheres.

A despeito de acharem que Paulo, apóstolo do Senhor era machista, não é o que se depreende do texto de Efésios 5:28-29. O texto impõe o dever do homem em relação à mulher.
  

II MULHERES COM DISPOSIÇÃO PARA OBEDECER.


2.1 Maria, a mãe do Salvador.

A maneira como a Igreja Católica reconhece Maria pelos seus dogmas e doutrinas marianas têm-na como:
1 - Maria mãe de Deus.
2 - Virgindade Perpétua – Antes e depois do parto.
3 - Elevação de Maria em corpo e alma ao céu.
4 - Maria mãe de Deus que nem ela própria aceitaria.

A maneira como a vemos à luz da Bíblia:
Agraciada, mãe do Salvador e jovem virtuosa na sua mocidade.

Quando o autor fala em: “Rejeição (...) que prevalece entre muitos protestantes por conta do anticatolicismo deve estar se referindo a rejeição dogmática, pois, jamais rejeitaríamos aquela que deu a luz ao nosso Salvador.   


2.2 Isabel, a mãe do precursor.

Disse Zacarias ao anjo: “Como saberei isto? pois eu já sou velho e minha mulher avançada em idade.”. Muita semelhança com o anúncio do nascimento do Messias exceto que no o aviso foi primeiramente dado a Maria.

Traz a lembrança o anúncio do nascimento de Isaque no caso, Abraão e Sara.

Leva-nos a refletir sobre a providência de Deus e os seus planos; não há quem impeça.


III – O TREINAMENTO.
Os tópicos II e III podem passar a impressão que o autor classifica as mulheres em dois grupos: As obedientes (passivas) e as que servem (ativas), mas, não é.

3.1 Mulheres servas.

O autor carrega bem o texto com referências bíblicas e essas referências fortalecem a ideia que temos do importante papel da mulher na vida do Mestre, dos próprios apóstolos e finalmente, do Reino, todavia, Jesus escolheu doze homens  para acompanha-lo e servi-lo no compromisso da evangelização ou nem diria da evangelização para que ninguém diga que a mulher não pode evangelizar; diria ação ministerial por caber aos apóstolos fazerem discípulos em todas as nações. Mt. 28:19.

Não me lembro de alguém ter achado que o Senhor era machista como dizem de Paulo.


3.2 Mulheres abnegadas.

O autor mostra duas situações semelhantes, mas, distintas pelo lugar, tempo e personagens envolvidas. Muito bom.

Elas gastaram dinheiro na obra, acompanharam os passos do Senhor e quem sabe não tenham influenciado seus maridos, alguns, figuras importantes do cenário político.


IV – MULHERES COM DISPOSIÇÃO PARA OFERTAR.

4.1 O trabalho rabínico.

Lendo Lc 10:7 sobre a instrução de Jesus aos doze, fico extasiado. Seguir o modelo que ele deixou é abençoar e ser abençoado.

Digno é o trabalhador do seu salário, que sirva de lição para as centenas de pastores espalhados pelo Brasil que convoca obreiros para a seara do Mestre e larga-os pelos cantões sem lhes dar a devida assistência.

A falta de assistência a um pastor e sua família, leva os filhos a crescerem revoltados com a igreja.

Conheço um amigo que quando criança, crescia os olhos pela quantidade e qualidade de comida na casa do pastor presidente.

Guarde-nos o Senhor.

  
4.2 Apoio feminino.

Não apenas na cultura judaica que na verdade é o que importa no presente estudo, mas, a mulher sempre pagou um alto preço por ser mulher em todo o tempo e em todos os lugares.

A mulher erra e acerta em tudo o que faz. Acerta por ser mais sensível e obstinada e erra por colocar a emoção acima de tudo o que faz.

O presente século abriu uma enorme fenda nas relações sociais que envolvam homens e mulheres e estas, conquistam cada vez mais espaço; reclama seus direitos e nos países em que prevalece o fanatismo religioso elas são sempre as maiores vítimas.

O Evangelho de Cristo, o verdadeiro Evangelho notabilizou a mulher e acerca de uma delas disse Jesus: “Onde quer que o evangelho seja pregado, o que ela fez será contado para sua memória.”. Mc 14:9.

                                                           "APÊNDICE"
A MULHER E O MINISTÉRIO.

Há muitas coisas que estão acontecendo no mundo das igrejas por pura permissão de Deus, por conta do abandono doutrinário a que essas igrejas têm sido relegadas como por conta de homens com o coração endurecido.

Os dons ministeriais descritos em Efésios 4:8-13; a instituição dos diáconos em Atos 6; o estabelecimento do presbitério com o objetivo de organizar e manter a boa administração das igrejas Tt. 1:5 seguido da orientação no verso 6 para que fossem maridos de uma mulher e não as mulheres com a recomendação; aquelas que tenham apenas um marido e etc.

Não há nos dons e ofícios acima, cargos que honrem os homens tão somente para ocupa-los, mas, dons e ofícios para servir a igreja do Senhor.

Que não tentem subverter a Palavra do Senhor.

O que digo acima, não significa desprezo ao trabalho feminino e vou ainda mais longe; as mulheres a quem Deus usa são por vezes, mal assistidas na maioria dos ministérios e muitas trabalham sem qualquer apoio financeiro visto que, muitos acham que por ser mulher, não se deve assalariar para a realização de missões que cumprem de maneira exemplar.

Se acho horrível ver homens nos púlpitos, cheios de si, vaidosos, e soberbos sentindo-se os donos do poder e filhos prediletos de Deus, quanto mais a mulher.

Infelizmente deixaram-se corromper pelo poder, pelo dinheiro e pela popularidade.





sábado, 2 de maio de 2015

EBD LÇ.5 JESUS ESCOLHE SEUS DISCIPULOS

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 03/05/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – O MESTRE.
II – O CHAMADO.
III – O TREINAMENTO.
IV – A MISSÃO.

                             Poucos querem seguir os verdadeiros ensinamentos 


Caro professor.
A lição é muito importante e aborda questões ligadas ao dever ministerial, não deixe que alunos contenciosos tomem as rédeas da sua classe.

I – O MESTRE.

1.1 Seu ensino.

Quanta falta faz hoje, o estilo de trabalho feito pelo Senhor; pregação com autoridade que não significa pregar com gritos histéricos como fazem a maioria dos pregadores principalmente os mais jovens que tiram o paletó para impressionar e correm o púlpito de canto a canto para repousarem os cotovelos sobre o parlatório com pose de astros de primeira grandeza.

A autoridade de Jesus era a fala + a ação; pregava com poder, com resultados.

Em Hebreus 6:1-1 O autor da carta deixa claro que os ensinos de Jesus não tiveram caráter de doutrinação e organização de igrejas, mas, na salvação, cura e alimentação das almas sob todos os aspectos.

A igreja, no tocante ao ensino é secundária e tem um único objetivo: Reunir as pessoas em torno de si mesmas e todas em torno de Cristo.


1.2 Seu exemplo.

Quem tenta embelezar seus ensinos com retóricas e demonstração de conhecimentos perde um enorme tempo e com certeza, nunca atentaram para os ensinos do Mestre.

Na causa do Reino vale a força do exemplo e não o exemplo da força e muito menos do convencimento visando vantagens.

Dá-lhe vós de comer Mc.6:37.


II O CHAMADO

2.1 O método.

A indicação de João citado conforme Jo.1:35-39 é o que todos devemos – em tese – fazer a qualquer que queira ingressar nas fileiras do ministério.

Consideremos como muito sério apresentar alguém para o santo ministério, pois, com certeza, há muitos que são levados ao ministério sabendo-se de antemão que o tal não jeito nem para ser crente quando mais um pastor. Assim veremos a razão de Jesus ter separado Judas Iscariotes.

Não precisaríamos dizer que Jesus ao escolher os doze, tenha feito com base nas “revelações dos montes”. Havia algo de muito racional nessas escolhas como há nas escolhas de hoje e daí, o cuidado que temos que ter.

Mesmo com todos os cuidados, podemos errar, porém, temos a obrigação de minimizar esses erros, eliminando as probabilidades de erro tais como:

Conhecendo a família do candidato.
Conhecendo o histórico profissional do candidato. Há pessoas que apenas olhando a sua CTPS perceber-se-á que não leva jeito.

Foi ótimo Jesus ter escolhido Judas e certamente o fez para aliviar as críticas em nossas próprias escolhas.
  

2.2 O custo.

Quem está preocupado com o custo quando usam o ministério para estabilizar sua vidas.

Meu avô? Sim, saia com colher de pedreiro e a bíblia na outra mão evangelizando, deixando sua família sob as graças de Deus, para conquistar vidas para Cristo.

Ensinemos o que realmente é ser discípulo de Jesus e o julgamento sobe os maus que poucos se darão a tanto ânimo para querer ser um ministro.


III – O TREINAMENTO.

3.1 Mudança de destino.

Quem conhece profundamente o ministério e os riscos, foge dele e quem ama a Cristo de todo o coração, abraça-o com todo vigor e desejo por saber que recompensa o Senhor trará na sua vinda.

Is. 40:10 O galardão vem com ele e o salário diante da sua face. Ninguém precisa abrir conta bancária para fazer dela o relicário do seu ministério.

As obras de cada um serão julgadas no tempo próprio e aí se verá a diferença entre o justo e o ímpio. ICo 3:13.


3.2 Mudança de valores.

Os exemplos que temos visto tem sido a mudança de valores para pior. Cada um quer defender o seu território não importando os meios para isto.

Alguns sugerem que a família deva ser a primeira na visão do ministro e nunca pude encontrar na prática, essa possibilidade salvo se, o ministro for mais executivo que pastor e família acaba entendendo o lado da missão.

Muitas famílias sofreram o ministério pastoral em razão da falta de entendimento de muitos ministros que família de pastor deve ser tratada com o mesmo carinho e respeito com que o pastor trata as famílias na igreja, respeitar o tamanho espiritual dos seus filhos e não conduzi-los para agradar os olhos da igreja.


IV – A MISSÃO.

4.1 Pregar e ensinar.

Segundo o autor pregar e ensinar deve ser o foco da igreja e a falta de empenho nessa área compromete a vida de muitos que poderiam ser alcançados pela mensagem salvadora.

Pode ser duro querer responsabilizar o pastor da igreja para a responsabilidade da grande missão de pregar o evangelho, mas, cabe ao pastor, abrir espaço e oportunidade para os que queiram transitar por este terreno.

O apoio não deve ser apenas no sentido de franquear a igreja para o livre trânsito, mas, aproximar-se de todo aquele que mostra estar instruído e carregado de paixão pelas almas.

4.2 Libertar e curar.

Por muito tempo conduzi as igrejas da qual fui pastor de maneira rigorosa atentando para as instruções do ministério, mas, tarde, as circunstâncias me mostraram que era necessário impor a minha própria personalidade ao trabalho, sem contudo,  negar ou contestar os que confiaram os trabalhos em minhas mãos.

 Vale dizer que temos que confiar na Palavra do Senhor e não negar em nossas pregações, o lado real da demonstração de poder. Considere o que Paulo diz a igreja de Coríntios em sua primeira carta 2:4.

Os crentes precisam ser provocados em sua fé para que aprendam a recorrer ao Senhor e em alguns casos, as orações dos santos.

Percebam como funcionam os desafios da fé nas igrejas daqueles que querem alcançar objetivos com os quais não compactuamos. O povo acorre em busca.