Tradução deste blog

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

EBD LÇ.10 A ORIGEM DA DIVERSIDADE CULTURAL DA HUMANIDADE.

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 06/12/2015.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A TORRE DE BABEL.
II –  A CONFUSÃO DE LÍNGUAS.
III – A MULTIPLICIDADE LINGUÍSTICA E CULTURA.
    
       SÍMBOLO DA TEIMOSIA E DA PROVOCAÇÃO  DO HOMEM



I – A TORRE DE BABEL

1.1 O monolinguismo.

Sobre este assunto, monolinguismo,  não há muito o que comentar, exceto que toda a terra convivia com uma única língua.

Pode parecer sem sentido, mas, quem conhece o AT de maneira panorâmica, percebe que a trajetória humana estava dentro do plano de Deus que conhecendo o resultado dos seus delírios, o fim seria mesmo a construção da Torre de Babel com a consequente confusão das línguas.


1.2 Uma nova apostasia.

É incrível como o homem beira a loucura quando algo não está de acordo com a sua vontade.

Veja-se o estado espiritual de hoje da maioria das pessoas que se entregam a todo tipo de prazer carnal rejeitando toda verdade que pode salva-los.


1.3 Um monumento à soberba humana.

Confesso que o espírito do homem moderno não é diferente daqueles. Contra Deus e contra tudo, queriam se manter centrados na região a achavam que a torre seria o marco zero ideal.

Não sou contra a construção de templos que ofereçam conforto, todavia, o gasto pela mega construção desafia a nossa inteligência e é uma forma de concentração de poder.

Muitos podem não gostar dessa palavra e aqui não vai um direcionamento proposital para atingir alguém ou algum ministério, mas, a maneira como muitos estabelecem o seu reino, nem parece que Jesus vem breve.

II -  A CONFUSÃO DE LÍNGUAS.

2.1 Uma cidade a prova d’água.

Qualquer coisa que fizessem não os pouparia da ira divina caso insistissem nas suas loucuras.

Fico pasmo quando alguém e já ouvi até de crente que o deus (assim escrevem) do AT era arbitrário, truculento e mandava matar.

Deus foi até muito paciente, quando levantando dados sobre a humanidade, li que as gerações antigas matavam seus filhos e os enterravam e em alguns casos, até vivos sob a construção para dar sorte. Isto foi descoberto nas escavações.

Deus não precisa de quem o defenda. Ele é soberano e quanto as crianças vitimas da desobediência adulta, não significa que caíram em perdição eternas. 

Deus não vê o mundo e as pessoas com o nosso sentimentalismo. Os homens choram até pela morte de um cachorro.

Deus vê e vive a eternidade.


2.2 A torre que Deus não viu.

Penso que o autor usa a expressão acima para falar da pequenez do projeto diante dos olhos de Deus. A torre que Deus não viu, na verdade, Deus vê todas as coisas, a expressão implica em confrontar a teimosia do homem.

2.3 Quando ninguém mais se entende.

Diante da confrontação à desobediência do homem, mais uma vez, o Senhor emendou: “Desçamos e os confundamos...”.

Sempre pensei nesse texto para comparar com a desobediência de muitas igrejas em não cumprir a vontade do Senhor. O Senhor os entrega em verdadeira confusão; ninguém se entende e consequentemente falta paz.

III -  A MULTIPLICIDADE LINGUÍSTICA E CULTURAL.

3.1 Línguisticas.

A questão da identidade linguística levou os homens a buscarem o entendimento pelo estudo do idioma alheio. Aquilo que foi de caráter físico territorial passa hoje a ser espiritual. Os  homens tentam unificar-se pela nova ordem econômica e social.  Nada dá certo quanto Deus é posto de lado.

3.2 Culturais.

Tão interessante quanto a fala, é a identidade cultural resiste ao tempo e lugar. Cada povo com sua característica peculiar.

A questão da identidade cultural é a que pesa mais no trabalho missionário, pois, esse  identidade não pode se trocada por qualquer outro conceito de vida, por mais interessante que seja.

3.3 Geográficas.

O autor fala das fronteiras geográficas naturais, mas, os homens criaram e demarcaram suas fronteiras por força política ou guerras de conquistas que devem ser respeitadas por força de leis e tratados.

O poder pertence a Deus e os nossos pensamentos viram água diante do Senhor.


Nenhum comentário:

Postar um comentário