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sábado, 20 de junho de 2015

EBD LÇ.12 A MORTE DE JESUS

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 21/06/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – AS ÚLTIMAS ADVERTÊNCIAS E RECOMENDAÇÕES.
II – JESUS É TRAÍDO E PRESO.
III – JULGAMENTO E CONDENAÇÃO DE JESUS.
IV – A CRUCIFICAÇÃO E MORTE DE JESUS.



I – AS ÚLTIMAS ADVERTÊNCIAS E RECOMENDAÇÕES.

1.1       Aflição interior.

Os últimos dias de Jesus foram terríveis para não dizer cruciais. Quando a morte não é esperada, penso que o sofrimento é menor, mas, no caso do Senhor, não apenas sabia da sua morte como também da forma.

Jesus estava na condição humana e como tal, se ressentia daquele momento: “... a minha alma está profundamente triste...”.

1.2 Aflição exterior.

Realmente o texto de Lc. 22:35-38 é preciso ser compreendido dentro de um grande contexto que é a própria vida do Senhor e sua pregação. Ao mandar “um seguidor”  guardar a espada (Mt. 26:52) com que feriu o serviço do Sumo Sacerdote, mostra o espírito com que conduziu seus discípulos.

Entendendo Lc. 22:36-38, parafraseando ficaria assim: A situação é esta e é perigosa, tratem de se defender os que não puderem resistir na fé; compre uma espada se não tem, não é assim que os homens sem Deus agem?


II JESUS É TRAÍDO E PRESO.

2.1 A ambição.

 Imaginemos o clima entre os discípulos quando Jesus declara que alguém do grupo haveria de trai-lo.

Judas Iscariotes, ambicioso, amava o dinheiro e totalmente vazio de qualquer sentimento mostra como existem pessoas no mesmo espírito no meio do povo de Deus. Ganância, egoísmo é o que se conhece.

2.2 A negociação.

Fica claro que o astuto inimigo busca os que têm forte inclinação pela natureza humana doente.

O homem moderno foi ferido pelo orgulho, soberba e vaidade; não hesitariam em entregar seu valor moral, se é que tem, para tirar vantagem da posição. 

III – JULGAMENTO E CONDENAÇÃO DE JESUS.

3.1  Na esfera religiosa.

Que texto excelente do autor que deixou bastante claro a relação de Jesus com o povo e o desconforto do poder religioso que perdia espaço diante dos milagres feitos pelo Senhor. Não somente dos milagres, mas, dos ensinamentos.

Não convém mexer com o poder religioso em qualquer tempo?  Perfeito, é uma guerra “santa” denunciar mentiras e abusos.

3.2 Na esfera política.

A religião joga Jesus contra o Estado, ou melhor, o Estado contra Jesus ao induzi-los a pensar que Jesus queria combater a dominação romana.

O homem não muda o seu modo de agir diante da possibilidade de perder espaço e ganho.

Tudo terá um fim e esperamos muito esse fim.

IV –  A CRUCIFICAÇÃO E MORTE DE JESUS.

4.1 O método.

Recomendo a leitura do texto do autor, completíssimo e claro.

INSTRUMENTOS DE TORTURA E EXECUÇÃO.
Dá pena e entristece quando se vê os diversos instrumentos de tortura e execução entre eles:
Cadeira inquisitória -  Cadeira de ferro com espetos ou assentos que seriam aquecidos.
Garrote vil – Matava por enforcamento aos poucos.
Forquilha de herege – Empregada com objetivo de penitenciar o hereje.
E outra dezenas de instrumentos.

A cruz, o tipo usado em Jesus, com mãos e pés pregados, matava aos poucos, além de aterrorizante, era muito humilhante. Jesus a suportou por nossa causa.


4.2 O significado.

O significado, temos no capítulo 53 de Isaias que mostra o real motivo de forma primorosa, dando-nos uma visão da verdadeira profecia e o seu cumprimento da forma mais literal possível.

Lembrei-me neste momento das palavras do vice presidente da república senhor Michel Temer quando comparou o sacrifício do economista Joaquim Levy com o sacrifício de Jesus na cruz.

“Ele (Joaquim Levy) tem de ser tratado como Jesus cristo, que sofreu muito, foi crucificado, mas, teve uma vitória extraordinária e que deixou um exemplo magnífico e extraordinário para o mundo”. Fonte: imprensa.

Os homens veem Jesus dessa forma, simplista, mas, nós o vemos com o filho de Deus, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.



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