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domingo, 24 de maio de 2015

TUDO NOS PARLAMENTARES BRASILEIROS, ASSOMBRA; O QUE FAZER.

TUDO NOS PARLAMENTARES BRASILEIROS,  ASSOMBRA.

Frente parlamentar em defesa da família?


 O ex-jogador e atualmente deputado federal Romário afirmou em entrevista ao colunista Leo Dias, do jornal O Dia, que é a favor do casamento gay e que as pessoas tem direito de fazer suas escolhas.
“Perguntado pela mídia se ele é a favor do “casamento” gay, Romário respondeu: “Sou, pô. Eu sou a favor da felicidade. Cada um dá o que é seu e f...-se os outros.” Como é que uma criatura dessa vai parar na vice-presidência de uma iniciativa pró-família? Como é que ele vai conseguir defender a família natural se ele defende a família contra a natureza?”

  
 O QUE DIZER:
O Brasil ainda não sinalizou de fato, para o que se pode chamar de uma “Pátria Educadora”, nem em governos anteriores e muito menos nesse governo petista que gosta de usar títulos para os seus projetos que não passam de falácia, já que não tem dinheiro para bancar a sua máquina administrativa visivelmente aparelhada para cobrir interesses,  apesar dos bilhões arrecadados em impostos. Temos a maior arrecadação disponibilizada a um governo e tudo parece descer pelo ralo.

Quem elege deputados, somos nós, os brasileiros, escolhemos o que existe de pior para nos representar na Câmara Federal; nem vou citar de quais profissões que a bem da verdade não é pela profissão, mas pela falta de pudor e ética. As honrosas exceções são tão poucas que perdem o brilho das ações.

Vão para lá, com toda a bagagem daquilo que aprenderam nas esquinas dos seus bairros, com a visão de que a Câmara só tem corruptos, portanto, fazer parte do bolo virou sonho de consumo.
A linguagem é por vezes espúria, viciada e cheia de palavrões. Ganham fama quando defendem interesses de minorias sem a menor noção de que estão representando uma nação e não, um pequeno grupo social. Gastam verbas parlamentares, certamente usando meios ilícitos  para justifica-las como notas frias, pagando pessoas com a mão direita e tomando grande parte com a esquerda.

Um ex presidente da república que diante de uma plateia, debocha da fé cristã, zombando de pastores sem perceber que fala contra todos os crentes que defendem a fé cristã, como se tivesse em roda de bate papo de amigos.

Não são apenas os deputados;  senadores, prefeitos e vereadores de municípios e alguns cuja arrecadação, mal dá, para manter suas cidades funcionando.

Se para postular cargos em qualquer empresa privada, o candidato precisa ter curso superior, fazer exame de avaliação para o cargo que pretende, por que, não filtrar os que pretendem uma cadeira em tão importante órgão condutor da vida política e econômica nacional, da vida do país; por conta da Democracia? Democracia não é o que assistimos hoje em dia, quando os representantes não se dão ao respeito e o povo mostra que os respeita menos ainda.

No país verde-amarelo, a fama vem do fundo do quintal e não que falte pessoas de grande saber técnico e científico, mas, estes, não vão aos canais de televisão falar bobagens, não se expõem nos programas de reality shows a semelhança do BBB, não diz em rede nacional que é gay somente para ganhar fama e seguidores, não diz que já foi mulher de 400 homens e não desfilam pelados na Sapucai.

Sinto orgulho de ser brasileiro quando vejo jovens com 16 ou 17 anos conquistando espaço em universidades estrangeiras, técnicos e cientistas, lutando sem muitos recursos para a melhoria do setor primário da cadeia produtiva. Sinto orgulho quando vejo agricultores investindo maciçamente para melhorar a produção e a vida no campo.

Tenho vergonha de ser brasileiro quando vejo uma corja de bandidos acabando com empresas como a Petrobrás, surrupiando dinheiro público a tal ponto, de fazer fechar postos de saúde por falta de verbas.

Tudo no Brasil está sob flagelo; a saúde pública, a segurança e a educação;  nossas industrias estão sucateadas, o desemprego assusta a muitos e a nossa economia totalmente fragilizada.

Em que as igrejas podem contribuir para melhoria dessa situação?
Afastar-se da política, não deixar que ela entre no seu espaço, espaço que é dedicado a Deus, mas, pode contribuir politizando os crentes.

Politizar não é o mesmo que ensinar politica, mas, é contribuir para o crescimento social dos seus membros, conduzi-los de tal maneira que o coração seja elevado ao céu na esperança da vinda do Senhor e da ressurreição, sem perda da consciência social, descobrindo e apoiando jovens com potencial, estimulando-os a que busquem oportunidades grandiosas nos meios públicos sem comprometer a vida ministerial de pastores que acabam sendo levados ao engajamento político com prejuízo do rebanho do Senhor.

Enquanto ensino a Palavra de Deus, sobre como ser um cidadão do céu posso ensina-los a ter responsabilidades políticas e sociais como cidadãos que somos e vivemos neste planeta.
Infelizmente, por má orientação, quando criticamos os desmandos, logo aparecem os que buscam nos corrigir, dizendo que precisamos orar pelo governo e não falar mal dele, que para mim, “falar mal” tem outra conotação.

Um pastor sensato procurar estimular a juventude sob sua responsabilidade a estudar, buscar uma boa formação e em casos incomuns, auxiliar aquele que deseja, tem capacidade, mas, não tem recursos.
Sabemos que com todo esforço, nada fará recuar o avanço da impiedade por ser bíblico e profético, mas, que não sejamos encontrados dentro da caverna, escondidos sob o pretexto estarmos fazendo a vontade do Senhor.

No nosso silêncio, a morte dos inocentes.

Assim termino dizendo: Ora vem Senhor Jesus.

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