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sábado, 18 de abril de 2015

EBD.LÇ 3 A INFÂNCIA DE JESUS

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 19/04/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – JESUS CRESCEU FISICAMENTE.
II – JESUS CRESCEU SOCIALMENTE.
III – JESUS CRESCEU PSICOLOGICAMENTE.
IV – JESUS CRESCEU ESPIRITUALMENTE.




I – JESUS CRESCEU FISICAMENTE.

1.1 A dimensão corpórea de Jesus.

Quando o autor se refere a dimensão corpórea ele mostra que o texto original se repete ao fazer menção de outros personagens, tratando do tamanho físico como no caso de Mateus.

Um pensamento religioso doentio, tentar esconder a ideia de que Jesus não era tão gente, tão humano quanto se pretenda mostrar ou o que dele, a Bíblia fala.

Lc 2:42 “E tendo ele já com doze anos”.  – Por acaso alguém pensa que ele não teve um desenvolvimento humano (intelectual) e corporal como qualquer dos nossos filhos?

O homem é  tendencioso ao dar uma expressão mística aos fatos; isto é da nossa natureza. Tendo sido salvos pelo Senhor, nos inclinamos à Palavra de Deus para entender de forma racional o aspecto humano de Jesus.

Jesus era 100% humano, física e intelectualmente com todas as necessidades que qualquer de nós temos.

A Bíblia declara que não lhe foi dado o Espírito por medida e aqui reside a diferença entre ele e os demais.

1.2 O cuidado com o corpo.

Já que o autor abriu espaço para falar deste assunto e ao final questionando-nos se não deveríamos também cuidar do nosso corpo.

Vamos primeiro compreender as necessidades de Cristo:
Tinha fome, sede, cansaço, abatimento de espírito, enfim, tudo o que um ser humano normal tem, portanto, não era um anjo, mas, um homem.

Não era um homem qualquer e desde a sua infância, certamente a sua mente foi povoada pela ideia de compaixão pelo ser humano.

Nós.
Percebi que na academia onde faço meus exercícios (68 anos exige mais cuidados) tem um horário em que as moscas voam. Por conta disso, pensei em conversar com a diretoria para que no horário da tarde, pudéssemos promover atendimento à mulheres com uma boa idade para que sob preço acessível,  abrisse espaço para senhoras.

Pensei nas irmãs da igreja, muitas sem condições financeiras para frequentar uma academia, que sofrem com a idade,  obesidade e naturalmente perda de massa óssea; fale com o seu pastor sobre esse assunto e aguarde a resposta. A maioria acha que é coisa do Diabo, por que conhece academia pela televisão ou revistas,  sediadas na zona sul do Rio de Janeiro ou nos jardins em São Paulo que fornecem material abundante para as revistas da categoria. 

II JESUS CRESCEU SOCIALMENTE.

2.1 Jesus e a família.

O contexto social e familiar da época de Cristo é disso que o autor fala e introduz muitas palavras pouco usadas no vocabulário diário e menos ainda em uma Escola Dominical; vejamos:

a) Endógama ou endogamia – Penso que na época do Senhor o casamento entre parentes, primos, principalmente, eram comuns; cercava-se a família pelo casamento, como forma  de preservar a riqueza adquirida.

b) Patrilinear – Em que  a descendência obedece uma ordem de valor em que sob o pai, pesa o governo da casa ou da família, patriarcalismo e o pai transmite esse poder ao filho mais velho.

c) Patriolocal – Quando a família convive no mesmo local.

O maior exemplo de tudo isto é a família dos patriarcas de Israel, inclua-se Elcana.

Queremos lembrar que há muita especulação sobre a infância de Jesus e até mesmo, produzida por “teólogos” nossos.  O que temos é pouca informação e muita presunção.  A razão de tudo isto foi para evitar que religiosos construíssem oráculos e histórias.

2.2 Jesus e a cultura local.
Não é de duvidar que Jesus tenha absorvido não somente a cultura do local, mas, a linguagem e os trejeitos. A mulher samaritana identificou-o,  como dizem: “De bate pronto”;  vejo que tu és judeu.

O autor aponta para duas questões importantíssimas sobre a vida de Jesus:
A leitura (não podia como judeu desprezar a leitura da Torá) e a profissão. Incompreensível ouvir declarações de que Pedro o pescador era analfabeto. 


III – JESUS CRESCEU PSICOLOGICAMENTE.

3.1 A dimensão psicológica de Jesus.

Perfeita a abordagem do autor neste tópico. Certamente os alunos terão somente neste mundo, muito a compreender sobre o Senhor e sobre nós mesmos, principalmente os ministros da sua causa.

a)     Na maioria das vezes, oramos e pregamos dentro dessa dimensão psicológica e erroneamente dizemos; Deus mandou-me falar esta palavra e da parte do ouvinte, Deus falou comigo.

b)    A Palavra de Deus é a semente que procuramos plantar no coração do homem com a ajuda do Espírito de Deus.


c)     Dentro do campo da razão e da psique, temos todo o texto sagrado e o uso que dele fazemos para convencer os contradizentes e os pecadores ao arrependimento.

d)     O que sai do campo da razão e passa ao campo das revelações, chamamos de mensagem ou profecia; quando Deus por intermédio de quem esteja usando, fala com mais calor nos corações, alegrando a alma dos ouvintes.

Assim Jesus crescia em sabedoria, e em estatura e em graça para com Deus e os homens. Lc. 2:52.

Jesus crescia; física, intelectualmente, psicologicamente, com graça e sabedoria.

3.2 Jesus e as emoções.

Alguém pode questionar que Jesus era tudo o que o autor cita por que era Jesus. Na verdade Jesus não podia ser contado entre os “sem parafusos”, porém, isto não basta para que se identifique uma pessoa equilibrada.

O Espírito de Deus concede o que não temos ou complementa; sabedoria para entrar e sair no meio deste tão grande povo.

Jesus tinha a missão gravada no seu coração, sabia a razão do seu viver e isto o aproximava das pessoas de forma amorosa. Não queria perder nenhum.

Tem muita gente que permite que a sua emoção seja dominada pelas circunstâncias, razão pela qual, muitos perdem esposa, família e até igreja.


IV – JESUS CRESCEU ESPIRITUALMENTE.

4.1 Crescendo na graça e fortalecendo o espírito.

Gostaria de oferecer como contribuição para esta aula e tópico o seguinte pensamento.

Crescer na graça é:

Conquistar a confiança do ministério a que servimos, sem usar de meios ilícitos, transmitir paz, segurança e confiança.

É estar com uma vida cheia de entranháveis afetos de tal maneira que a igreja sente prazer quando nos vê adentrando ao templo para cultuar a Deus. Aquele ar de satisfação em apertar nossas mãos, de nos cumprimentar, o mesmo acontecendo com as crianças e os jovens; ser amado por todos, não por que temos dinheiro e compramos a atenção da igreja.

Ser sem graça é quando se entra no templo para adorar e o povo olha no corredor e pensa: Lá vem o chato.

4.2 Jesus e sua maioridade.

Concluído o papel de filho em família e consciente da missão que o esperava,  deduzimos sem muito esforço que ele deve ter chamado os pais e sem revelar muito detalhe, despediu-se para ir ao encontro de João Batista, ser batizado e iniciar o seu ministério terreno.

Fl.2:8 Achado na forme de homem Jesus humilhou-se mais ainda, daí a sua vida de oração entregando ao pai toda a sua dependência e esta é a resposta para nós; sem oração, não tem ministério que resista, não tem vida cristã.






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