Tradução deste blog

sábado, 26 de dezembro de 2015

EBD LÇ.13 JOSÉ, A REALIDADE DE UM SONHO.

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 27/12/2015.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A HISTÓRIA DE JOSÉ.
II –  UM ESCRAVO CHAMADO JOSÉ
III – UM LUGAR DE REFUGIO PARA ISRAEL.

 José orientou Faraó a que armazenasse os grãos e com isto salvou o Egito da fome.



I – A HISTÓRIA DE JOSÉ.

1.1 Filho da afeição.

Diferente do seu pai Jacó, do avô Isaque, José vivia numa casa de muitos irmãos onde naturalmente há desentendimentos fortuitos, principalmente pela diferença de personalidade de cada membro da família.

Eram ao todo 12 homens e uma mulher, Diná filha de Jácó e Léia Gn.30:21.

De Léia     – Ruben, Simeão, Levy e Judá.
De Bila     – Dã e Naftali.
De Zilpa    - Gad e Aser.
De Léia       - Issacar e Zebulon.
De RAQUEL – José e Benjamin.

Lembrando que José era filha da sua amada Raquel e daí, toda a diferença.

1.2 Filho da decisão.

As principais razões da tomada de decisão para o retorno à Canaã, foram: O crescimento da família, o enriquecimento e maior ainda, a certeza que Canaã era o lugar da bênção patriarcal.

1.3 Filho dos sonhos.

Com José  aprendemos que sonho é também uma forma de comunicação entre o céu e a terra, todavia, há muitos sonhos e sonhadores nos nossos dias em que na maioria dos casos, não passam de inquietação da alma ou seja, não tem qualquer significado.

Há sonhos que vêm carregados de imagens à semelhança de Paulo com relação aos macedônios, atos 16:9 há que chamamos de “visão”. O texto não indica que Paulo estivesse orando, assim, se temos que especular, prefiro pensar que ele estava dormindo.

A “visão” ocorre geralmente, quando estamos em oração. Não se inclui na lista dos dons espirituais como alguns ensinam, porém, podemos trata-lo como um dom. Atos 10:9-11.


II – UM ESCRAVO CHAMADO JOSÉ.

2.1 O preço de um jovem.

José teve seu preço estimado em 20 siclos de prata.
Jesus, 30 moedas de prata.
Não acho possível determinar o que esses valores poderiam representar na atualidade, salvo se soubéssemos o que teriam feito com esse dinheiro. No caso de Judas, alguma informação, mas, no caso dos irmãos de José, não temos qualquer informação, pois,  na verdade, apenas queriam o seu irmão longe, para não mata-lo.

Muitos são vendidos nos nossos dias para que outros tenham “sucesso” em seus ministérios. O preço é uma questão moral.

2.2 A pureza de um jovem.

Diante de qualquer acusação o mais importante é ter a consciência tranquila marcada pela sinceridade, isto sim, garante vitória nas tribulações.

Pastores, cantores e pregadores de uma forma geral, precisam ter cuidado e o melhor caminho é esconder-se atrás do Senhor. Deixe Jesus aparecer nas suas (nossas) vidas e as mulheres de Potifar sentirão dificuldades em aproximar-se, mas, se perceber que você adora ser o centro das atenções, “já era”.

O exemplo de José vale para muitos prestadores de serviços cristãos e pastores que circunstancialmente  entram nas casas e ficam expostos, isto quando os tais não se tornam os agentes ativos da tentação ou agentes do mal.

2.3 A prisão de um jovem.
A permanência de José na casa de Potifar atraiu a lascívia da sua mulher que jogava “charme” sobre José.

Há alguma especulação sobre as razões de Potifar não ter matado José e a mais forte delas é que no fundo, ele sabia a mulher que tinha ao seu lado.

A questão é simples, tanto para o homem quanto para a mulher, ter ou não ter moral.

A vida de José na prisão é um episódio à parte que mostra o governo de Deus sobre nossas vidas em quaisquer circunstâncias.


III – UM LUGAR DE REFÚGIO PARA ISRAEL.

3.1 O intérprete dos sonhos.

Considere com seus alunos, o que diz o autor sobre:
a)     “Quem sonha, não despreza os sonhos alheios” isto é válido para pessoas que se acham “especiais”.
b)    “Quando atribuímos a glória a Deus, não nos tornamos arrogantes”. Temos o exemplo disso em Daniel.

O que mais se vê hoje são pessoas atraindo as atenções para si por aquilo que realiza como se fossem filhos prediletos de Deus. Guarde-nos o Senhor.

3.2  Um economista de excelência.

O sonho das vacas e das espigas cumpriu-se literalmente e isto, sob o monitoramento de Deus que aproximou José de Faraó para quem deu uma verdade aula de economia.

Se o Brasil pelo menos levasse em conta os conselhos de José, teria construído muitos silos para armazenamento de grãos, equilibrando o mercado em tempos de crise.

3.3 O salvador do seu povo.

Muitos associam a vida de José à de Cristo como salvador de um povo.

Perdoar os seus irmãos, outro exemplo ligado a Cristo que nos ensinou o sentido do perdão.
Assim, temos José como  um “tipo” de Cristo.

O reencontro com seus irmãos, a revelação e o encontro com o pai, com Jacó faz mover o mais duro coração.

José usa de muita habilidade para ter toda a família ao seu lado e posteriormente, sob ordem de Faraó, reserva um lugar, Gósen, onde viveriam por 400 anos.





quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

EBD LÇ.12 ISAQUE, O SORRISO DE UMA PROMESSA

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 20/12/2015.
PONTOS A ESTUDAR:
I – ISAQUE, O SORRISO TÃO ESPERADO.
II –  ISAQUE, O BEM MAIS PRECISIOSO DE ABRAÃO
III – O CASAMENTO DE ISAQUE.
IV – ISAQUE, O BENDITO DO SENHOR.

ABRAÃO PROVOU PARA ELE MESMO O QUANTO AMAVA AO SENHOR


I – ISAQUE, O SORRISO TÃO ESPERADO.

1.1 O nascimento do “riso”.

Poucas crianças vieram ao mundo sob promessa e com missão tão extensa quanto a Isaque e Cristo. Cada um no seu próprio contexto histórico.
Isaque para o povo judeu e Jesus para o mundo inteiro.


1.2 Isaque e Ismael.

ISAQUE – Uma nação – Com ele estabelecerei o meu concerto.
ISMAEL – Várias nações – Doze tribo gerará e farei dele uma grande nação  (Gn. 17:19).

As palavras de Sara a Abraão não soa bem ao nosso conceito de vida e convivência, levando-se em conta o contexto histórico e que ela mesma havia oferecido a alternativa ao marido, ter filho com a escrava.

Não é boa coisa esquecer-se das promessas do Senhor e Sara esqueceu, Gn. 17:19

É bom pensar que Deus não escreve certo por linhas tortas nem erradas. Deus tem os seus planos e os executa.

II -  ISAQUE, O BEM MAIS PRECIOSO DE ABRAÃO.


2.1 A provação das provações.

Deus pede a vida de Isaque, o bem mais precioso de Abraão e Sara.  A história de Abraão e o Monte Moriá, impressiona em todos os sentidos. Há que se levar em conta tudo o que conhecemos do casal, segundo as Escrituras, a idade, a promessa, o nascimento e agora depois de tudo, Deus pede Isaque em sacrifício.

A caminhada até Moriá, a indagação do jovem, o altar, o fogo, a lenha e o cutelo. Porém, nada impressiona tanto quanto a observação do “Anjo do Senhor”   à Abraão: “... Agora sei que temes a Deus,,.”  Gn 22:12.
- “Agora sei...”

Deus realmente prova a nossa fé.

Em Moriá, o sacrifício foi substituído, no calvário não.

2.2 O encontro de Isaque com Deus.

A submissão de Isaque diante do perigo da sua morte demonstra ter a mesma fé do pai, de Abraão. Saiu-se muito fortalecido.

Isaque consentiu com tudo, até a ameaça final.


III – O CASAMENTO DE ISAQUE.

3.1 Uma esposa para Isaque.

Extraímos muitas lições que vai, dos cuidados do pai, sobre a origem da moça, muito próprio para o seu tempo, bem como os sinais requeridos pelo mordomo.

Mesmo tendo ocorri a tantos anos ou melhor, milênios, faço as mesma considerações; uma moça educada, de boa índole, de boa família e com personalidade deve ser a mulher idealizada por homens de valor.

Isso vale também para quem escolha um homem honrado.


3.2 O casamento de Isaque.

O encontro com a família o consentimento e a atitude da jovem demonstra fé por alguém que não conhecia, não havia fotos ou selfies.

Isaque se consolou da morte da sua mãe. O casamento tem essa entre outras finalidades, para ambos os sexos, consolação das perdas.
3.3 Os filhos que não vinham.

Alguns caminhos de Abraão foram percorridos por Isaque, mas, souberam esperar na ação divina, na promessa que nunca falha.


A insistente oração de Isaque por Rebeca mostra aquele lado que buscamos nos homens de hoje. Marido que ora por sua mulher. Gn.25:21.

IV – ISAQUE, O BENDITO DO SENHOR.

4.1 Príncipe de Deus.

Tanto Abraão quanto Isaque cresceram sobremaneira diante dos cananeus e impuseram respeito, a presença de Deus na vida deles era sentida por todos.

EXPERIÊNCIA DE ABRAÃO – Desce ao Egito e por pouco perde Sara para o Faraó. A mão de Deus pesou e ele reconheceu que Sara seria intocada. Gn. 20.

EXPERIÊNCIA DE ISAQUE. Desce a Gerar por causa da fome e por pouco perde Rebeca para Abimeleque. Gn. 26.


Os “cambalachos” são tantos nos nossos dias que o povo perde o respeito por líderes cristãos. Já não causam boa influência e nessa, os bons pagam pelos maus.


4.2 Profeta de Deus.

Atribui-se uma linguagem profética toda evidencia de sinais que apontam para o futuro. Neste caso, não se trata apenas de uma evidência; é uma mensagem de cunho profético e a razão é clara:

Em Jacó, a constituição do Estado de Israel ou simplesmente Israel.

Em Esaú, a ascendência do povo árabe, também  semitas.

A palavra de bênção sobre Jacó declara a total submissão de Esaú e sua descendência.

  

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

EBD LÇ.11 MELQUISEDEQUE ABENÇOA ABRAÃO.

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 13/12/2015.
PONTOS A ESTUDAR:
I – MELQUISEDEQUE, REI DE SALÉM.
II –  ABRAÃO, O GENTIO.
III – A OCASIÃO DA BÊNÇÃO.


         MELQUISEDEQUE E CRISTO - ALIANÇAS ETERNAS.



I – MELQUISEDEQUE REI DE SALÉM.

1.1 Rei de Jerusalém.

Atribui-se aos Jebuseus, tribo cananeia a fundação da cidade também conhecida como Sião. Não considero tarefa fácil, determinar a data da sua fundação, mas,  a confusão da Torre de Babel, proporcionou a migração da tribo para essa região e temos aí, a futura capital do povo hebreu.
Nesse lugar, que também ostentava o nome de “Salém” reinava Melquisedeque, sem pai, sem mãe e sem genealogia, aponta para Cristo que também é rei e sacerdote.  Hb 7:1.

1.2 Sacerdote do Deus altíssimo.

O fato e o encontro com Abraão se dá antes da lei, portanto, bem antes do estabelecimento como instituição na vida de Israel, quando não existia a tribo de Levi, como base para esse corpo de intercessores.

Não há na história, salvo melhor juízo, nem como referência bíblica algo que diga respeito a um ou grupo de sacerdotes, excetuando-se a referência a Melquisedeque.

O que podemos afirmar é que Deus nunca ficou sem testemunhas e que sempre houve justos que agradavam ao Senhor.

O plano de Deus contava com esse maravilhoso sinal, O Rei de Salém e Abraão.


1.3 Figura de Jesus.

Figura = jeito.
Características que apontam para o Senhor, grande semelhança.
No caso em estudo, não se trata apenas de uma semelhança ou similaridade no tocante a questões físicas ou pela atuação, mas, o que ele Melquisedeque, representa.


II -  ABRAÃO, O GENTIO.


2.1 O pai da nação hebraica.

 É possível compreender o que o autor quer dizer ao referir-se ao patriarca Abraão como gentio.

Logicamente que do ponto de vista teológico e mesmo histórico, a nação de Israel saída da tribo dos Hebreus ainda não estava constituída no modelo que o próprio Deus criou. Assim a figura do gentio tomou forma somente a partir de Jacó cujo nome fora mudado para Israel. Gn. 32:28.

2.2 O pai dos crentes.

A história de Abraão é a mais longa da Bíblia e a mais bela, com riqueza de detalhes, a comunhão com Deus e as vitórias alcançadas pela fé.

A história de Abraão é também a história dos crentes fieis, daqueles que tudo fazem para agradar a Deus e não há coisa melhor.

III -  A OCASIÃO DA BÊNÇÃO.

3.1 Objetivo da visita.

Fico imaginando como ocorreu esse encontro considerando a vastidão daquelas regiões; sem GPS, sem estradas com sinalizações. A mão de Deus estava sobre Abraão como está para nós se nos mantivermos fieis.

Imagino também a sensação de Abraão neste encontro e saber com quem estava conversando naquele momento para dar o dízimo de tudo.

3.2 A autoridade de Melquisedeque.

Autoridade para abençoar Abraão (Hb 7:1)
Feito semelhante ao filho de Deus (????). Meu coração teria derretido. (Hb 7:3).
Considerai como era grande para que o Patriarca tirasse do melhor do despojo e lhe desse o dízimo (Hb 7:4).

Quem quiser contra argumentar minhas palavras que o faça, assim digo que Melquisedeque cujo princípio de vida não se tem registros, apareceu a Abraão para inaugurar o tempo da antiga aliança como Cristo inaugurou a nova. Moisés consolidou a antiga aliança com a lei.


3.3 A simbologia da visita.

O pão e o vinho trazidos por Melquisedeque para dá-los a Abraão, sendo os mesmos elementos usados pelo Senhor ao comemorar a páscoa com seus discípulos é mais profundo do que se possa imaginar.

O pão e o vinho trazidos por Melquisedeque é símbolo da aliança entre o velho e o novo, entre aquele Sacerdote Rei e o nosso Sacerdote Rei. Ambos, eternos.


sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

EBD LÇ.10 A ORIGEM DA DIVERSIDADE CULTURAL DA HUMANIDADE.

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 06/12/2015.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A TORRE DE BABEL.
II –  A CONFUSÃO DE LÍNGUAS.
III – A MULTIPLICIDADE LINGUÍSTICA E CULTURA.
    
       SÍMBOLO DA TEIMOSIA E DA PROVOCAÇÃO  DO HOMEM



I – A TORRE DE BABEL

1.1 O monolinguismo.

Sobre este assunto, monolinguismo,  não há muito o que comentar, exceto que toda a terra convivia com uma única língua.

Pode parecer sem sentido, mas, quem conhece o AT de maneira panorâmica, percebe que a trajetória humana estava dentro do plano de Deus que conhecendo o resultado dos seus delírios, o fim seria mesmo a construção da Torre de Babel com a consequente confusão das línguas.


1.2 Uma nova apostasia.

É incrível como o homem beira a loucura quando algo não está de acordo com a sua vontade.

Veja-se o estado espiritual de hoje da maioria das pessoas que se entregam a todo tipo de prazer carnal rejeitando toda verdade que pode salva-los.


1.3 Um monumento à soberba humana.

Confesso que o espírito do homem moderno não é diferente daqueles. Contra Deus e contra tudo, queriam se manter centrados na região a achavam que a torre seria o marco zero ideal.

Não sou contra a construção de templos que ofereçam conforto, todavia, o gasto pela mega construção desafia a nossa inteligência e é uma forma de concentração de poder.

Muitos podem não gostar dessa palavra e aqui não vai um direcionamento proposital para atingir alguém ou algum ministério, mas, a maneira como muitos estabelecem o seu reino, nem parece que Jesus vem breve.

II -  A CONFUSÃO DE LÍNGUAS.

2.1 Uma cidade a prova d’água.

Qualquer coisa que fizessem não os pouparia da ira divina caso insistissem nas suas loucuras.

Fico pasmo quando alguém e já ouvi até de crente que o deus (assim escrevem) do AT era arbitrário, truculento e mandava matar.

Deus foi até muito paciente, quando levantando dados sobre a humanidade, li que as gerações antigas matavam seus filhos e os enterravam e em alguns casos, até vivos sob a construção para dar sorte. Isto foi descoberto nas escavações.

Deus não precisa de quem o defenda. Ele é soberano e quanto as crianças vitimas da desobediência adulta, não significa que caíram em perdição eternas. 

Deus não vê o mundo e as pessoas com o nosso sentimentalismo. Os homens choram até pela morte de um cachorro.

Deus vê e vive a eternidade.


2.2 A torre que Deus não viu.

Penso que o autor usa a expressão acima para falar da pequenez do projeto diante dos olhos de Deus. A torre que Deus não viu, na verdade, Deus vê todas as coisas, a expressão implica em confrontar a teimosia do homem.

2.3 Quando ninguém mais se entende.

Diante da confrontação à desobediência do homem, mais uma vez, o Senhor emendou: “Desçamos e os confundamos...”.

Sempre pensei nesse texto para comparar com a desobediência de muitas igrejas em não cumprir a vontade do Senhor. O Senhor os entrega em verdadeira confusão; ninguém se entende e consequentemente falta paz.

III -  A MULTIPLICIDADE LINGUÍSTICA E CULTURAL.

3.1 Línguisticas.

A questão da identidade linguística levou os homens a buscarem o entendimento pelo estudo do idioma alheio. Aquilo que foi de caráter físico territorial passa hoje a ser espiritual. Os  homens tentam unificar-se pela nova ordem econômica e social.  Nada dá certo quanto Deus é posto de lado.

3.2 Culturais.

Tão interessante quanto a fala, é a identidade cultural resiste ao tempo e lugar. Cada povo com sua característica peculiar.

A questão da identidade cultural é a que pesa mais no trabalho missionário, pois, esse  identidade não pode se trocada por qualquer outro conceito de vida, por mais interessante que seja.

3.3 Geográficas.

O autor fala das fronteiras geográficas naturais, mas, os homens criaram e demarcaram suas fronteiras por força política ou guerras de conquistas que devem ser respeitadas por força de leis e tratados.

O poder pertence a Deus e os nossos pensamentos viram água diante do Senhor.


quarta-feira, 25 de novembro de 2015

EBD LÇ.9 BÊNÇÃO E MALDIÇÃO NA FAMÍLIA DE NOÉ

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 29/11/2015.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A VINHA DE NOÉ.
II –  O JUÍZO DE NOÉ SOBRE A IRREVERÊNCIA DE CAM.
III – CUMPRE-SE A MALDIÇÃO DE CANAÃ.

  
             Ela se cumpre, responde por si; é a Palavra de Deus.


I – A VINHA DE NOÉ.
  
1.1       A destemperança do Patriarca.

O fato que envolve a embriaguez de Noé, sua nudez e a consequente maldição sobre seu filho é o único fato bíblico que desafia a nossa inteligência, pois, nunca teremos uma resposta, do ponto de vista teológico: Que falta de cuidado de Noé, um homem de Deus se expor dessa maneira? Que nos sirva sempre de exemplo.

Caso semelhante em outro contexto e tempo, temos o voto inconsequente de Jefté.  Jz. 11.

1.2 A irreverência de Cam.

As informações são poucas para uma avaliação ou questionamento da atitude de Cam, o fato de,  tendo visto a nudez do pai, não tê-lo amparado como fez os irmãos só nos permite ver a irritação de Noé.

De certa forma, Noé deve ter educado seus filhos ensinando-os o que podiam ou não fazer. Não havia lei alguma que desse limite para as ações de cada um.  Em Lv. 18 a vida fica legalmente organizada.

Há pais modernos (cristãos?) que andam desnudos  dentro de casa, parcial ou totalmente. Há coisas que nem precisamos falar quanto à improbidade. Preservar os valores em família é preciso. A faculdade de agir de cada um mesmo não estando escrito. O Direito Subjetivo e o Objetivo (facultas Agendi, norma Agendi).

1.3 O respeitoso gesto de Sem e Jafé.

Os irmãos agiram de maneira coerente mantendo o respeito pelo pai. Pela forma como agiram, entende-se que Noé educou seus filhos ao longo da vida deles, pois, sabiam como nessa situação.

Quanto aos escândalos mencionados pelo autor, o mesmo se vale do gesto de Sem e Jafé exortando-nos a agir com a mesma prudência para preservação da dignidade do semelhante faltoso.

Notei ao logo dos anos e no exercício pastoral que o nosso povo entende pouco do real sentido do perdão. Vez por outra ficam relembrando nos corredores da igreja de fatos que macularam a vida de alguém, passados muito tempo.

Sempre achei muito sem gosto, “àquela” de perguntar à igreja: “Os irmãos querem perdoa-lo? Levante uma das mãos”. Isso era conversa para 100 quilômetros depois. (Há casos e casos).

II -  O JUÍZO DE NOÉ SOBRE A IRREVERÊNCIA DE CAM.

2.1 A maldição de Canaã.

O autor pesou a mão neste tópico (rsss)  está       muito rico e  merece um capítulo à parte o que não é possível    neste momento, mas, vamos tentar entender o que está  a nossa disposição.

Caso semelhante, tivemos com o filho de Jacó, o Esaú que perdeu a primogenitura. Gn 27:30 e sgts; a perda da primogenitura e consequentemente dos direitos.

“... o mais notável descendente de Sem, depois de Jesus Cristo”. Confesso que não entendi sobre quem o autor fala; “o mais notável...”.

2.2 A bênção de Sem e Jafé.

A bênção concedida aos dois novos patriarcas mostra a grandeza e o significado dessas bênçãos na antiga aliança do que temos apenas uma sombra nas grandes famílias hoje, com relação ao filho mais velho.

“Seja-lhe Canaã por servo”. Não dava para brincar de viver.


III -  CUMPRE-SE A MALDIÇÃO DE CANAÃ.

3.1 Canaã perde a sua herança.

Aproximadamente 700 anos é o tempo que vai do reinício da civilização a posse da terra prometida ao Patriarca Abraão, semita.

A sobra dos filhos de Cam  na terra prometida, viria a ser  a causa do conflito mais longo, penoso e interminável dos nossos dias entre Israel e o povo palestino.

3.2 A bênção de Sem a pessoa de Israel.

Os semitas foram considerados nômades por toda a terra habitável daqueles dias, mas, os olhos de Deus estavam sobre um único homem e Deus se interessou por ele, Abraão, o pai da fé.

Mostrar aos alunos a importância da fidelidade com Deus.

3.3 Jafé participa da bênção de Sem.

Gn 9:27 “Alargue Deus a Jafé...”

Jafé deu origem ao povo indo-europeus ou arianos. Não será um desvio de ensino dizer que são os povos gentios dos quais fazemos parte.

O autor oferece na conclusão, um conselho que deve ser aplicado em nossas vidas para que haja (sempre) paz dentro das igrejas.



domingo, 15 de novembro de 2015

EBD LÇ.8 O INÍCIO DO GOVERNO HUMANO.

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 22/11/2015.
PONTOS A ESTUDAR:
I – UM NOVO COMEÇO.
II – O ARCO DE DEUS.
III – O PRINCIPIO DO GOVERNO HUMANO.

                      "Nunca mais destruirei o mundo com águas.


I – UM NOVO COMEÇO.

Discute-se tanto sobre quem eram as pessoas encontradas por Caim, origem deles e agora, temos tudo zerado para o recomeço a partir de uma única família, a família de Noé.


1.1       Um novo relacionamento com a natureza.

No período anterior ao diluvio, apesar da queda do homem e a expulsão do jardim, Deus não havia declarado ainda a forma de sobrevivência deles, todavia, agora a situação ficava mais clara e no capítulo 9:3 Deus entrega todos os animais para sua alimentação com ressalvas; não comer a carne com o seu sangue por representar a vida.

No milênio, essa harmonia será restaurada. Is 11:5 e sgts.

1.2 Uma nova dieta.

Deus sempre interferiu na dieta do seu povo. Tudo indica que antes do diluvio, a alimentação do homem consistia em vegetais e depois do diluvio, Deus se lhes indica uma dieta rica em proteína animal.

A advertência quanto ao sangue, foi reformulada sob a lei, Lv. 17:10 e sgts, Dt. 12:16 e  Atos 15:29.

Quanto a diet no Novo Testamento, não há qualquer restrição exceto a já citada em At.15:29

1.3 A bênção divina.

Não sabemos exatamente quanto tempo durou  a reconstrução do mundo daquele tempo com todas as possibilidades de sobrevivência, mas, novamente temos aqui a questão do tempo de vida dos homens naquele período; Noé viveu exatos, 350 anos depois do diluvio, Gn. 10:28.

SEM, CÃO E JAFÉ deram origem às raças posteriormente conhecidas inclusive o lugar de habitação desse povo e o idioma de cada um deles, isto, após a tentativa de construir a Torre de Babel.

II -  O ARCO DE DEUS.

2.1 Um novo pacto com a humanidade e o sinal 2.2

A promessa de não mais subverter a terra com águas é marcada permanentemente  pela presença do sinal na nuvem, que tanto gostamos de ver em dias de chuva e sol, quando os raios atravessam as gotículas de água formando o fenômeno ótico com as cores: Vermelho, laranja, amarelo, verde, azul e violeta.

III – O PRINCÍPIO DO GOVERNO HUMANO.

3.1  O governo humano.

Deus  delegou ao homem, o ato de governar tudo o que estivesse à sua volta, com apenas uma e única rudimentar recomendação:
“Requererei a vida de cada um, do seu irmão”. Gn,9:6.

Essa era a forma de governo geral que devia prevalecer. Com o crescimento, a tribo semita se sobressai na obediência a Deus e dela, o Patriarca Abraão; o patriarcalismo e depois o governo teocrático.


3.2 O aperfeiçoamento do governo.


A vida pós-dilúvio deixou lacunas, aliás, nem diria lacunas, pois, a expansão da  lei cresce e toma forma de acordo com a complexidade da sociedade e assim, pela mão de Moisés, uma lei completa é entregue no Sinai.

sábado, 14 de novembro de 2015

EBD LÇ.7 A FAMILIA QUE SOBREVIVEU AO DILÚVIO


PONTOS A ESTUDAR:
I – DEUS ANUNCIA O DILÚVIO.
II – A CONSTRUÇÃO DA ARCA.
III – O DILÚVIO.
IV – O JUÍZO DE DEUS.


  O mal desta sociedade tem-se multiplicado grandemente. O fim vem.


I – DEUS ANUNCIA O DILÚVIO.

1.1       O anúncio do dilúvio.

O autor faz referência à integridade de Noé, a condução da sua família como exemplo para nossas famílias e o anúncio do diluvio por ter achado graça diante do Senhor.

Ignoraram a iminência do juízo divino apesar das constantes advertências de Noé e aqui novamente, apontamos para o arbítrio. As escolhas de cada um.

Não há como fugir desse pensamento, o homem é avisado nos nossos dias e não se dá conta e pior ainda é ver pessoas plantadas em muitas igrejas e não atentam para os escritos sagrados com relação ao final dos tempos.

Estou muito pensativo por conta do aumento do divórcio no nosso meio, da prostituição e das loucuras que tem tomado conta do povo.


1.2 Um juízo que parecia improvável.

Ficamos a imaginar a reação do povo diante de Noé e sua arca. Para que uma arca?

Na maior secura espiritual, um profeta anuncia a vinda do Messias e com ele, o renovo; quem creria em João Batista?

Na maior dor dos nossos sentimentos por todo o mal praticado em nossos dias, (heresias, mentiras, corrupção nos púlpitos, prostituição e etc.) quem de fato crê na iminência da vinda do Senhor?


II -  A CONSTRUÇÃO DA ARCA.

2.1 A planta da arca.

Recomendo a leitura do texto aos seus alunos e observar que a planta foi dada pelo Senhor a Noé e ele fez conforme o modelo, assim como Moisés fez a Arca.

Uma pergunta não quer calar. A igreja do Senhor tem uma planta devidamente aprovada em Atos, I e II Timóteo e na carta de Paulo a Tito, assim, pergunto, por que distorcem tanto a nossa arca?

Devemos ser fieis ao que está escrito e não transformar nossas igrejas em área de lazer.

Quanto a questão do leme; o diluvio foi universal e não havia portos, portanto, há casos que convém esperar no Senhor, na maioria dos casos, ele nos leva ao porto desejado.

2.2 A construção da arca.

Noé construía a arca e apregoava. Como nossa arca está pronta, apenas aguardamos a chamada para a partida, devemos construir nossas vidas e obras sobre base segura.

Noé foi chamado pregoeiro da justiça. O que fazemos para que os homens vejam as nossas obras e glorifiquem a Deus?


III – O DILÚVIO.

3.1  O diluvio.

O diluvio não foi um sonho ou uma fantasia da mente de qualquer ser pensante. As águas cobriram a terra e oito pessoas deveriam refazer a população, dar continuidade à espécie, assim como, às espécies de cada animal salvo na arca por casal.


3.2 O diluvio foi universal?

O diluvio foi universal e não duvidamos do relato bíblico conforme Gênesis, 7:19.

Sempre criei a minha própria imagem para esse fato, vendo a pessoa dentro de casa para se proteger da chuva e de repente, as águas invadindo as casas, as pessoas correndo em direção a Arca, mas, já era tarde demais.

Quando Jesus voltar, a porta da graça se fecha em seguida e então, será o caos. Os que ficarem após o arrebatamento comerão de verdade, o pão amassado pelo Diabo.

Guardemos nossas almas na fidelidade em Cristo.
  
IV – O JUÍZO DE DEUS.

4.1 Um juízo universal.

A dois julgamentos feitos por conta da desobediência.

O pecado pode ser julgado na carne nesta vida e a alma no  julgamento final, no juízo do trono branco. Ap. 20:11 e sgts.

Nesta vida, a cessação dos atos praticados pela morte. Morte  na verdade não significa aniquilação, mas, separação, pois, na ressurreição, tudo se junta outra vez para ser apresentado diante de Deus em juízo e o seu juízo será sem misericórdia.  Tg. 2:13.

Nem sempre o ímpio é julgado nesta vida e essa é a razão da descrença de muitos.

No diluvio como mais tarde em Sodoma e Gomorra o juízo foi coletivo.

4.2 O juízo divino no inferno.

Bem apreciada a visão do autor com relação ao texto de  IPd 3-18:20. Quando ocorreu o dilúvio, não havia lei, exceto a lei moral, que sempre respeito a Deus e as coisas desta vida sempre foram passadas oralmente, assim, sem lei foram julgados na carne e serão condenados para a eternidade.  Pecado é pecado como sempre foi.  Hb 2:2-3.