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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

EBD LÇ.8 MOISES - SUA LIDERANÇA E SEUS AUXILIARES


LIÇÃO 08 MOISÉS -  SUA LIDERANÇA E SEUS AUXILIARES.
EBD para dia  23/02/2014.
PONTOS A ESTUDAR:
I – O TRABALHO DO SENHOR E OS SEUS OBREIROS.
II – OS AUXILIARES DE MOISÉS NO MINISTÉRIO.
III – QUALIDADES DE MOISÉS COMO LÍDER.

Em tempo:  Autoconhecimento e autocrítica são sensores da nossa personalidade e do nosso caráter, elementos importantes na avaliação de quem lidera. Não deixemos de lado, pois, isso aumenta a oportunidade de outros nos criticarem.

I – O TRABALHO DO SENHOR E OS SEUS OBREIROS.
1.1        Despenseiros e não donos.
Este tópico incita discussão sobre o assunto que é vasto; exige cuidados do professor em manter o controle da classe; vejamos:

-Perceba-se que o monopólio de Moisés era carregado de boas intenções; boas intenções só atrapalham a obra do Senhor.

-Pensar que é dono da obra, dono da classe da EBD, dono do círculo de oração, do coro da igreja, dos instrumentos e por aí vai.

- Por vezes, o líder é liberal e divide as responsabilidades, mas, os problemas estão nas bases. O líder não pode transferir responsabilidades e virar as costas.

- Descuidar-se de acompanhar os liderados permitir a criação das chamadas panelinhas.

1.2        Falta de percepção do líder.
-Cobrir a falta de percepção comum a quem lidera é trabalho de  companheiros fiéis e bem intencionados, ajudam e muito nessa hora.

-É possível encontrar resistência no líder para promover mudanças nas suas decisões.

-Ruim, quando a falta de percepção do líder se torna perceptível a toda a congregação, por conta das decisões precipitadas.

-Um ato comum para mostrar a falta de percepção é o líder se deixar levar por um recém chegado na igreja e apoia-lo em prejuízo dos que ao seu lado, militam por muito mais tempo.

1.3        O líder necessita de ajudantes.
-O desgaste por excesso de trabalho destrói o líder.

-Ao escolher ajudantes, o líder não deve sobrecarrega-los de tarefas. É preciso lembrar que a família deles sofrerá e terá problemas de relacionamento no lar.

-Há casos de líderes e auxiliares cujas famílias, principalmente esposa, sofrem calados e as consequências virão com o tempo.


II – OS AUXILIARES DE MOISÉS NO MINISTÉRIO.
2.1 Deus levanta auxiliares.
-Ninguém pense que pelo fato do líder e seu auxiliar terem sido escolhidos por Deus, não venham a ter problemas. Exemplo disso está com Paulo e Barnabé por conta de João Marcos.  Atos 15:38.

2.2 Os auxiliares de Moisés.
Entre os auxiliares de Moisés, os olhos de Deus estavam sobre Josué; as razões? Basta acompanhar a vida de Josué ao lado de Moisés.

-Há muitos que querem ser vistos por Deus, todavia, tropeçam em um momento de infidelidade contra o seu líder. Mais tarde, as reclamações.

-“Não toqueis nos meus ungidos” é preciso ver com cautela. Um povo sofrido e auxiliares sofridos são provocados para fazer oposição ao líder.


III – QUALIDADES DE MOISÉS COMO LÍDER.
3.1 Mansidão e humildade.
T1 – SANGUINEO – Cordial e receptivo por natureza, impulsivo, egocêntrico.
T2 – COLÉRICO – Decidido, teimoso, autossuficientes, intolerante, vaidoso.
T3 – MELANCÓLICO – Habilidoso, perfeccionista, idealista, crítico e vingativo, inflexível.
T4 – FLEUMÁTICO – Calmo, eficiente, conservador, indiferente.

Os quatro tipos de temperamento e algumas qualidades, boas e más.

É um jogo de gato e rato entre as boas e as más qualidades. Ao indicar um colaborador, não dá para achar que o conhece bem. Só o tempo tem a resposta na medida certa.

A MAIOR VIRTUDE DE UM LIDER É CONHECER-SE E ADMINISTRAR-SE PARA O BEM DOS LIDERADOS E PRINCIPALMENTE DA OBRA DO SENHOR.

3.2 Piedoso e obediente.
Conheço muitos líderes que não sabem exercitar a piedade; e a obediência, somente quando os interesses fluem favoravelmente.

Vida equilibrada qualquer que seja o temperamento alivia muitas críticas.


3.3 Fiel.
A fidelidade não deve ser resultado dos benefícios recebidos no ministério e sim, parte da natureza e do caráter, moldados pela Palavra de Deus.

Quantos colaboradores são rejeitados por conta de pendências e negócios mal resolvidos no seio da igreja?

Assunto para se pensar por longo tempo.

domingo, 16 de fevereiro de 2014

A ORIENTAÇÃO PENTECOSTAL E A DOUTRINA BÍBLICA

Se há quem diga que é pentecostal ostentando um certo orgulho, não me dou conta disso, assim como não me importo para tantas outras definições. 

Se digo que sou pentecostal, é a simples maneira de explicar ser esta a linha que sigo entre os evangélicos. 

Em minha juventude, vivia uma vida sem norte, até que entreguei minha vida ao Salvador em Agosto de 1966. Um ano e seis meses depois, na cidade de Caieiras tive a minha experiência com o batismo no Espírito Santo. Era Domingo, o culto acontecera em uma manhã fria, tinha a função de cantar no coral (coro) da igreja e era o que fazia quando fui envolvido pelo poder, algo como uma bola de fogo, um brilho rápido, e falei em línguas. 

Ninguém estava pregando naquele momento, portanto, ninguém orquestrava a situação. Não fiz qualquer estardalhaço, mas, as experiências, até a confirmação do fato, nunca mais saíram da minha lembrança.

E agora o que fazer com o batismo recebido? Para mim nada mudou dentro do plano salvívico.

Não confundir o batismo como a porta de entrada usada pelo Espírito de Deus no homem, que é pelo novo nascimento.

Jovem, cercado da igreja, de bons amigos, sinceros servidores de Cristo, explorei textos bíblicos o quanto podia. 

Sabia da existência da única escola teológica em Pindamonhangaba/SP. o IBAD, fundada pelo pastor João Kolenda Lemos, ficava muito longe das minhas possibilidades de frequentá-la, todavia, fui privilegiado ouvindo os grandes nomes da nossa igreja, que em nada ostentavam a não ser o prazer de servir a Cristo;  João de Oliveira, Eurico Bérgstein, Cícero Canuto de Lima, Alcebiades Pereira de Vasconcelos, Elyseu Queiróz de Souza e diversos outros pastores de todos os cantos do Brasil e do Exterior, entre eles, Lewy Petrus.

Era regra geral obedecer os pastores e a palavra de Deus. Por essas razões, afirmo que os pentecostais reconhecem a suficiência bíblica e vivem nela.

Ouvi de todos os pastores citados e dos meus, como também ensinei a duras penas, que os dons obedecem e se sujeitam aos ensinamentos da palavra de Deus. Digo duras penas porque ao longo dos anos de meu pastorado tive muito embate com pessoas desobedientes, elas queriam fazer tudo a sua maneira sob o pretexto de que ninguém podia controlar o Espírito Santo.

O Batismo no Espírito Santo outorga ao crente o revestimento de poder através dos dons espirituais, como descritos na primeira Epístola de Paulo a igreja de Coríntios. Quanto ao uso dos dons, ele exaure o assunto nos capítulos 12, 13 e 14 na mesma Epístola.

O uso dos dons é uma ferramenta afiada e poderosa para facilitar o trabalho no mundo, para crescimento do Reino de Deus. Foi pelo poder que a igreja nascida em Belém do Pará rompeu com o domínio católico no Brasil, em lugares de quase impossível acesso. Regiões onde pastores eram expulsos, vencia-se com a pregação da fé: Jesus salva, cura e batiza com o Espírito Santo.

É sabido que a manifestação pentecostal, por estar 100% no campo espiritual, torna-se objeto do desejo para quem pretenda imitar ou criar uma aura em torno do assunto para manipular e dominar pessoas ou tirar proveito financeiro.

Apenas um breve comentário de uma passagem bíblica:

"Os apóstolos que estavam na igreja em Jerusalém, ouvindo o que Deus estava fazendo em Samaria, enviaram para lá Pedro e João, os quais tendo descido, oraram por eles para que recebessem o Espírito Santo (...) Então lhes impuseram as mãos, e receberam o Espírito Santo" - Atos 8.14-15, 17.

E assim foi. "E Simão, vendo que pela imposição das mãos dos apóstolos era dado o Espírito Santo, lhes ofereceu dinheiro, dizendo: Dai-me também a mim esse poder, para que aquele sobre quem eu puser as mãos receba o Espírito Santo. Mas disse-lhe Pedro: O teu dinheiro seja contigo para perdição, pois cuidaste que o dom de Deus se alcança por dinheiro. Tu não tens parte nem sorte nesta palavra, porque o teu coração não é reto diante de Deus. Arrepende-te, pois, dessa tua iniqüidade, e ora a Deus, para que porventura te seja perdoado o pensamento do teu coração; pois vejo que estás em fel de amargura, e em laço de iniqüidade" - Atos 8.18-23.

Simão, o mágico, vendo acontecer a manifestação do Batismo, tratou de oferecer dinheiro para que ele tivesse o poder. Pedro o exortou ao arrependimento. O que estava no coração de Simão, anda enchendo o coração de muita gente nos nossos dias.

Com as primeiras divisões da Assembleia de Deus, surgiram trabalhos de grande expressão, principalmente a protagonizada pela igreja O Brasil para Cristo, liderada pelo pastor Manoel de Melo, oriundo do meio assembleiano. Foi constatado que muitos radialistas, de tanto ouvir Manoel de Melo pregar, fundaram igrejas e esse crescimento trouxe como herança o movimento neopentecostal brasileiro.

Alguns lideres neopentecostais - "alguns" para não errar dizendo todos - não têm a menor noção do que é receber legitimamente o Batismo com Espírito Santo.

Afirmo sem qualquer vaidade que os pentecostais, que andam muito quietos, conservam os bons ensinamentos da palavra de Deus e quando um grupo surge trazendo inovações estranhas a doutrina bíblica, podemos afirmar: Não são pentecostais.

2 Tessalonicenses 3.6 "Mandamo-vos, porém, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que vos aparteis de todo irmão que andar desordenadamente e não segundo a tradição que de nós recebeu."

O pastor dirigente não precisa deixar de ser criativo para atrair o pecador ao culto e no culto, todavia, alterar a sua liturgia com peças teatrais, shows gospels e outras criações não próprias de quem conhece a Palavra de Deus, pode levar o povo a abraçar heresias e comprometer a própria salvação. 

O culto pentecostal tem uma regra bíblica para sua realização e seria muito bom que fosse observada. 1 Coríntios 14.26 descreve-o:  "Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação". 

Não precisamos inventar nada.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

EBD: LIÇÃO 7 - OS DEZ MANDAMENTOS.

LIÇÃO 07 OS DEZ MANDAMENTOS.
EBD para dia 16/02/2014.
PONTOS A ESTUDAR:
I – OS PROPÓSITOS DA LEI.
II – OS DEZ MANDAMENTOS.
III – A CONTINUAÇÃO DOS MANDAMENTOS DIVINOS.

Em tempo: Quando criança tinha curiosidade enorme para conhecer os dez mandamentos da lei de Deus. Conheci primeiramente pelo catecismo católico, achava-o muito estranho, e pior ainda, quando o confrontei com o que a Bíblia informava a respeito.

I – OS PROPÓSITOS DA LEI. 


1.1 O Decálogo. 

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As duas tábuas contendo o decálogo, ou os dez enunciados de caráter moral de Deus para o seu povo, é a primeira norma escrita expressando a vontade do Senhor. Para quem não gosta de regras, temos aqui as primeiras, escritas pelo próprio Deus.

Algo curioso chama a minha atenção. Por similaridade, reconheço que tanto Deus, na antiga aliança, quanto Jesus, na nova, deram ao homem o privilégio de escrever um verdadeiro compêndio de leis, normas e regras complementares.

Se o autor da carta aos Hebreus, no capítulo 6, chama os ensinamentos de Cristo de princípios rudimentares, não é muito que digamos que os dez mandamentos, foram os princípios rudimentares das ordenanças de Deus. Moisés fez o restante como Paulo na nova aliança.

1.2 Objetivos do Concerto divino. 

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Os textos citados pelo autor, na carta aos Romanos, precisam ser considerados para que os alunos tenham consciência do real significado da lei. Os judeus não podiam continuar vivendo das tradições morais do patriarcalismo, agora, constituíam uma nação e precisavam de leis para organizar a sociedade. Está claro que, os dez mandamentos não seriam suficientes para essa organização, basta conhecer as regras estabelecidas no Pentateuco, principalmente no livro de Levíticos.

 II – OS DEZ MANDAMENTOS.


2.1 O primeiro mandamento. 

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Perceba-se que o primeiro mandamento, quanto a literalidade, ficou na herança do passado. Todavia, a moral divina é imutável quanto a tempo e espaço, exigir culto somente a si mesmo não é abusivo, pois Deus é Deus e tem sido Deus em todo o tempo. Jesus pôs um tempero à mais; os verdadeiros adoradores adorarão o pai em espírito e em verdade.

Observação. Chamo de literalidade do texto, por que, quando chegar no quarto mandamento, alguém vai achar que precisa cumpri-lo ainda hoje.

Êxodo. 20.1 “Não farás para ti imagem de escultura nem alguma semelhança do que há no céu nem em baixo na terra nem nas águas debaixo da terra.”. Com essa definição, Deus põe de lado a figura de qualquer mediador no tocante a sua relação com o homem e o homem com ele, Deus. Isto vale para anjos, pois, há muitos adoradores de anjos como há de homens.

2.2 O segundo mandamento.

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“Não farás para ti imagens de escultura”. O autor mostra que essa adoração ou idolatria, é muito abrangente, não diz respeito apenas a imagem venerada nas missas católicas, mas, a tudo o que ocupa o coração e nessa questão, a coisa está muito feia. O fanatismo por clube de futebol equivale à idolatria, como também,  por astros e estrelas do mundo do filme e da música.

2.3 O Terceiro mandamento.

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“Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão”. É uma proibição a mencionar de forma banal, secular e irreverente, diz o autor. Todos nós já testemunhamos alguma coisa em lares cristãos de fazer-nos corar; talvez uma gozação no tocante a manifestações “pentecostais”, hinos e trejeitos de algum pregador. Tudo leva a banalização do nome do Senhor.

2.4 O Quarto mandamento.

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“Lembra-te do dia de sábado para o santificar”. Temos vários textos que garantem a ocupação em qualquer dia da semana para não ser pesado a ninguém. Levantar neste estudo o histórico dos motivos que levaram a estabelecer o Domingo como um dia de descanso, com objetivo de proteger o trabalhador é irrelevante, até por conta de tempo. O estabelecimento de um dia para descansar é legal.

 É possível que algum maluco da fé tenha pregado o Domingo como o dia maior para o cristianismo, porém, isso é interpretação pessoal. A Igreja nunca fez do Domingo um dia mais santificado que qualquer outro.

Muitos crentes trabalham em serviços essenciais e comércio no Domingo, labor que em nada prejudica a sua fé.  O irmão que pede as contas na empresa sob o pretexto que trabalhar no Domingo, prejudica a sua fé, precisa mudar o argumento.

III – A CONTINUAÇÃO DOS MANDAMENTOS DIVINOS.


3.1 O quinto mandamento. 

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“Honra a teu pai e a tua mãe”. Bem disse o apóstolo Paulo, o tempo é mesmo trabalhoso. Onde está o amor, o carinho e a atenção devidos aos pais nestes dias? Nem convém comentar sobre assassinatos de pais e familiares, pois, isto já é creditado a distúrbios mentais.

3.2 O sexto mandamento.

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“Não matarás”. Excelente o comentário do autor, recomendo a leitura paulatina do texto, fazendo as seguintes considerações pontuadas:
a) Sacralidade da vida humana significa dizer que a vida é sagrada e deve ser intocável.
b) As cidades de refúgio foram criadas para proteger o homicida não intencional, comumente falado em nossas mídias de “homicídio culposo”, quando não há intenção de matar; acidental.
c) Tão sério quanto a morte física é a moral e espiritual, o que destrói a autoestima, para mim, tem peso igual.
d) Aborto. Há dois tipos de aborto; o físico,  a morte do feto ou nascituro e o aborto espiritual, aqueles que destroem a fé do novo convertido. 

3.3 O sétimo mandamento. “Não adulterarás”. 

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Perceba-se que Jesus tratou do assunto com muita graça, considerando aqueles que desconheciam o seu amor, a exemplo da mulher samaritana. Jesus bateu forte contra os adúlteros escondidos nas religiões. Não adianta chamar pessoas de adúlteras pelo ato e desconsiderar o que Jesus ensinou sobre o matrimônio. Ler com muita atenção o capitulo 19 de Mateus dando ênfase aos versos 10, 11e 12.

3.4 O oitavo mandamento. “Não furtarás”.

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Inclui: Atestados falsos para ganhar o dia de trabalho. A caneta Bic do patrão levada do ambiente de trabalho para casa. Deixar de pagar honestamente o trabalhador pelo seu labor e mais objetivamente, subtrair o que é de outro.

3.5 O nono mandamento. “Não dirás falso testemunho”. 

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Fazer falsas afirmações ocorrem com frequência em qualquer lugar onde grupos de pessoas se reúnam: Igreja, trabalho, família ou vizinhos, principalmente os que moram em condomínio. O autor cita Tiago 4.11. Nessa questão, todo cuidado ainda é pouco. Muitos ganham dinheiro até provocando opiniões para pegar na fraqueza dos comentários preconceituosos através de ações de danos morais.

3.6 O décimo mandamento. 

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A cobiça é um grande mal neste século, pois, a mídia contribui para despertar desejos nas pessoas, das mais variadas ordens. Quem olha para Jesus não escorrega nesse pecado.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

EBD LC 6 A PEREGRINAÇÃO DE ISRAEL NO DESERTO ATÉ O SINAI.

LIÇÃO 06 A PEREGRINAÇÃO DE ISRAEL NO DESERTO DO SINAI. 
Subsídio para dia 09/02/2014. 
PONTOS A ESTUDAR: 
I – ISRAEL PEREGRINA PELO DESERTO. 
II – ISRAEL NO MONTE SINAI. 
III – A IDOLATRIA DOS ISRAELITAS.

Em tempo: Não é momento de olhar para os outros apontando-lhes os seus erros. Devemos nos examinar a nós mesmos. 

I – ISRAEL PEREGRINA PELO DESERTO.


1.1 Chegada em Mara. 

A principal questão abordada neste tópico é a murmuração contra Moises em que o comentarista chama a atenção para dizer que a murmuração não era contra Moises e sim contra Deus e fecha; quando pensam que estão falando mal do líder, estão falando contra Deus que o delegou. Muitos e por conta dos abusos, atacam e de forma jocosa lembram o texto em que diz: “Não toqueis nos meus ungidos...” e falam o quanto podem contra os seus pastores acusados de algum ilícito. O problema maior é que muitos misturam o justo com o ímpio. Deus sempre defendeu os seus ministros fieis. Todo cuidado é pouco. 

1.2 Rumo ao Sinaí. 

No deserto, Deus alimentou o seu povo. Deus não mudou; nós mudamos e ainda reclamamos de tudo. 

II – ISRAEL NO MONTE SINAI. 


2.1 O monte Sinai. 

Podemos dizer que o Sinai foi o ponto alto do encontro com Deus por Moises. O autor da carta aos Hebreus trata desse momento de maneira sublime Hb.12:18-21 a visão erra terrível; o monte fumegava e tremia diante da presença de Deus. Ex.19:18 “O monte tremia grandemente...” ARC. Deus não mudou, nós e que mudamos. 

2.2 A permanência no Sinai. 

Todo pecado começa com a desobediência mais elementar; “eu não acho” dizem alguns e como o pecado não tem sintomas imediatos, tudo parece bem. 

Paulo quando escreve aos Coríntios mostra as etapas da morte espiritual. I Co.11.30: "Há entre vós muitos fracos e doentes e muitos que dormem". São estágios: Fica fraco, fica doente e dorme. A Bíblia nos adverte para que não caiamos nos mesmos erros. “Que não haja em nós o mesmo coração endurecido” Hb.3.8 sgts. 

III – A IDOLATRIA DOS ISRAELITAS.


3.1 O bezerro de ouro. 

Muitas vezes não entendemos como um povo com uma grande visão dos milagres de Deus, deixam de servi-lo para adorarem deuses que conheceram no Egito. Que diferença faz com o que se vê hoje? 

3.2 Cuidado com a idolatria. 

Podemos e devemos amar o cônjuge, os filhos, os amigos, os pastores, todavia, ninguém é maior nem mais importante que Deus. Há pregadores e cantores que tem tomado lugar especial no coração de muitos crentes. 

3.3 A idolatria no coração. 

Do coração procedem as saídas da vida. Depende do que há no coração. Quando João nos exorta: Não ameis o mundo nem o que no mundo há, significa que nada deste mundo pode suplantar o amor devido a Deus pela grande salvação que ele providenciou para nós. Falamos tanto da idolatria dos católicos e muitos crentes agem da mesma forma nos nossos dias. Cantores e pregadores, ocupam lugar em muitos corações levando-os ao fanatismo.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Em Busca dos Pentecostais.


Gostaria de iniciar este assunto citando uma palavra do Apóstolo Paulo que considero a matriz de todo o seu pensamento apostólico.

“A minha palavra e a minha pregação, não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas, em demonstração de Espírito e de poder” 1 Co 2.4.  

Como pastor ou como crente em JESUS, esse texto sempre balançou muito a minha figueira, sempre representou para mim um divisor de águas.

Eu me sinto balançado sim,  quando penso nas coisas que realizei ao longo de quarenta e seis anos servindo o Senhor, cooperando ativamente na obra e dirigindo igrejas, quando também penso em como deveria ter realizado mais e o que faltou. Contra fatos não existem argumentos, ao tentar argumentar para justificar nossas fraquezas a coisa fica mais feia ainda.

Todos os avivamentos da história da igreja, a partir dos últimos dois séculos, produziram muito fruto, enquanto uma chama apagava aqui Deus levantava outra ali. 

E fico me perguntando, se Deus ainda está disposto a estender o seu braço para outro grande avivamento, visto que ele não trabalha sem o homem. O homem é a ferramenta de Deus, não obstante sabermos que Deus nunca fica sem testemunha. Engana-se quem pensa que o céu está de férias.

Nunca se ouviu tanto som e ruídos nesses últimos dias. Mas, ficamos a procurar os resultados e o que vemos são igrejas crescendo sem uma resposta adequada às necessidades humanas.

As pregações são muito bem elaboradas, deveriam balançar o coração, a alma e o entendimento. Os corações balançam, porém quando retornam da igreja ao lar se deparam com os mesmos problemas, as mesmas frustrações. 

Três reações:

1- Tentam aplacar essas investidas, acomodando-se nos braços do Mestre pela sua palavra, o que já representa um alívio muito grande.
2- Outros, mais impacientes, correm para orar nos montes em busca de aquecimento espiritual.
3- E outros, correm para os grandes templos, procurando quem lhes ofereçam maiores possibilidade de vitórias sobre os males.

Qual a principal causa? Quando leio as grandes discussões levantadas nas redes sociais, percebo que, sobejamente, há conhecimentos bíblicos, mas, faltam ações concretas. Aprendemos muito nas escolas de teologia e não conseguimos aplicar esse aprendizado de forma eficaz para o bem do Reino de Deus, representado pelas diversas igrejas.  

Quem sabe, lembrando alguns fatos despertemos nossa consciência, para nos ajudarmos mutuamente na busca daquilo que é mais necessário que o conhecimento? Afinal de contas, “a ciência incha, mas, o amor edifica” (1 Co 8.1). Aí, o que vemos são muita discussões vazias, muita crítica, cada vez mais dando munição para aqueles a quem criticamos; os pregadores da televisão, onde tudo parece se resumir. 

Quando os missionários Gunnar Vingren e Daniel Berg aportaram no Brasil, (hoje muita gente se intitula missionário ou missionária) sem sequer conhecer o idioma, encontraram muitos inimigos entre crentes e o clero romano. Eles trataram de pregar a palavra de Deus, de forma completa, ou seja, com o poder sobre o qual Paulo tanto falou em suas palavras. Muitos pastores foram expulsos de cidades pela igreja católica, que até então, tinha domínio sobre as autoridades locais. Bíblias rasgadas, igrejas queimadas e perseguidas, crentes sendo chamados jocosamente de “canelas de fogo” e “bodes” entre outros adjetivos depreciativos. Quanto mais perseguiam, mais os crentes e pastores, se movimentavam ao encontro das almas, e JESUS curava, batizava com Espírito Santo e havia muitas maravilhas entre o povo. Pouco se sabia sobre escolas de teologia, aliás, sequer falavam bem o português, razão de zombarias de crentes mais estudados que não suportavam o “nós fumus pregar em tal lugar...” Estávamos ficando muito espertos.  

Chegamos à era da inteligência artificial, das escolas teológicas, do conhecimento do grego e do hebraico, e o que sobrou? Gente despejando sabedoria em todo canto, e a igreja inchando. Muitos falam sobre o pentecostalismo sem sequer ter noção do verdadeiro significado. Uns zombam, debocham descaradamente no sentido de atingir os vazios barulhentos, e acabam ofendendo até o Espírito da Graça de Deus.

A política e os interesses materiais tomaram conta dos púlpitos. Os debates se avolumam, estamos sempre a postos para defender e honrar a nossa doutrina nas réplicas e tréplicas. O povo, oras o povo, correm para as mundiais e universais e outros movimentos que arrogam para si, o verdadeiro avivamento, que na verdade só “incendeiam” o bolso deles. 

Vingren e Berg foram felizes porque não fizeram do evangelho, nem do poder de Deus, suas agências de publicidade. Ensinaram o povo e estes, com toda simplicidade, souberam usar muito bem o que lhes foi confiado. Até que... Chegamos aqui. Hoje somos corintianos, flamenguistas, são paulinos e ainda, falamos com tanto orgulho, dando graças a Deus por isso.  

Confesso que não entendo essa relação, e o fim que muitos de nós estamos buscando. Particularmente, não me inclino para qualquer nome de clube esportivo, não me importo se ganham ou perdem.

Bom seria se pudéssemos voltar atrás. Parece-me que está ficando mais fácil encontrar pentecostais atrás dos teclados de computador que em atuação nas igrejas.