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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

EBD LC 5 A TRAVESSIA DO MAR VERMELHO

LIÇÃO 05 A TRAVESSIA DO MAR VERMELHO.
Subsídio para dia 19/01/2014
PONTOS A ESTUDAR:
I – A TRAVESSIA DO MAR VERMELHO.
II – O CÂNTICO DE MOISÉS. 
III – A PROTEÇÃO E O CUIDADO DE DEUS COM SEU POVO. 

Em tempo: Deus conduziu o seu povo pelas mãos de Moisés o que fortalece o nosso entendimento que Deus nunca desprestigiou o homem no tocante à sua obra e a vida da igreja. Deus precisa de cada um de nós. 

I – A TRAVESSIA DO MAR VERMELHO.


1.1 A saída do Egito (Êx. 12:11-37).


Nunca foi fácil conduzir o povo de Deus; faz-se necessário manter a fé viva dentro dos corações; fazê-los compreender que Deus reservou o melhor para todos nós, não é uma tarefa fácil. Tudo no mundo exerce fascínio, tudo o que o mundo oferece está diante dos olhos e não necessita de fé para alcançar. A tendência é que muitos sejam levados pelo engano do pecado.

1.2 A perseguição de Faraó. (Êx. 14:5-9).


Orar, confiar e esperar a hora de Deus agir é sempre o melhor remédio. Claro que a nossa paciência é sempre testada nessas horas. O resultado é compensador. Quando Deus promete uma bênção, não precisamos sempre associar as bênçãos com as intervenções do Diabo. Mas é o que vemos nos clichês e dou como exemplo: “Deus vai trazer sua vitória mesmo que o Diabo tente impedir...”. Sou do tempo em que o nome ouvido na comunidade entre os irmãos, era o nome de Jesus.

Perceba-se que nas cartas de Paulo que o nome menos citado é “Diabo” e as poucas referências, são altamente suficientes para saber que ele está operando no mundo pelo sistema a que chamamos de “sistema mundano”, e o resto o homem se encarrega de tentar fazer. O homem tornou-se um agente do inimigo.

1.3 Celebrando Deus.


Os bons momentos nunca devem ser esquecidos, a igreja deve ser o lugar de celebração das grandes vitórias do Senhor. Esta é a função e o motivo da existência da igreja. Agradecer, adorar a Deus e repartir com os nossos irmãos o que temos, além das experiências espirituais.

II – O CÂNTICO DE MOISÉS.


2.1 Moisés celebra a Deus pela vitória (Êx. 15:1-19).


A vitória não consiste na quantidade de bens que venhamos a possuir e sim o estarmos em pé diante de Deus. Devemos celebrar a Deus em todo o momento e publicá-lo diante da igreja para que a fé dos demais seja sempre confirmada.

2.2 Miriã juntamente com as mulheres louvam a Deus (Êx. 15:20-21)


O autor fala das habilidades de Miriâ (Nm.12:2). Além de profetisa, ela sabia conduzir o louvor no meio do povo. A mulher sempre teve presente e desempenha importante papel no meio do povo de Deus. Benditas sejam as mulheres que servem a Deus.

Nos dias atuais, a febre por título tem contaminado muitas mulheres como já contaminou muitos homens.  

2.3 Celebrando a Deus.


O líder entusiasmado leva o povo ao entusiasmo e é o que precisamos nestes dias. É preciso pontuar as causas da falta de entusiasmo no meio da liderança, sem que isso ocupe o tempo de exposição bíblica para esta lição. Não basta criticar.

III – A PROTEÇÃO E O CUIDADO DE DEUS COM SEU POVO.


3.1 Uma coluna de nuvem guiava o povo de Deus. (Êx. 13:21, 22).


Qual a importância de sabermos que Deus se movimentou na direção do povo através da nuvem para guiar o povo?

a) É inegável que a nuvem era a presença de Deus na condução do povo.
b) Apesar da igreja ter uma trajetória diferente (traçado bíblico) do povo de Israel, o crente de maneira particular pode desfrutar da ação de Deus para livrá-lo e conduzi-lo em situações especiais.
c) Deus e somente Deus opera por exceção e não podemos transformar as exceções de Deus em regras.

Exemplo: O fato de Deus falar por alguém pelo dom da profecia, a regra está na Bíblia e precisa ser obedecida. 

3.2 Deus cuida do seu povo.


Quando Deus cobrou de Caim, a presença de Abel, mesmo sabendo do ocorrido, queria nos mostrar o quanto ele se preocupa conosco.

O melhor é deixar-nos guiar pelas mãos de Deus.

sábado, 25 de janeiro de 2014

EBD LÇ.4 A CELEBRAÇÃO DA PRIMEIRA PÁSCOA.

LIÇÃO 4: A CELEBRAÇÃO DA PRIMEIRA PÁSCOA. 
Subsídio para dia 26/01/2014. 
PONTOS A ESTUDAR: 
I – A PÁSCOA. 
II – OS ELEMENTOS DA PÁSCOA. 
III – CRISTO, NOSSA PÁSCOA.

Em tempo: Confesso-me constrangido, mas também, não tenho motivos para estresses quando alguém despedindo-se me diz: “Feliz Páscoa”, posso responder, igualmente, não sou “xiita”; se for crente cumprimentando-me assim, esbugalho os olhos. Gosto de explicar o verdadeiro sentido da páscoa.

I – A PÁSCOA


Nunca é demais, o professor ocupar um bom tempo explicando este assunto para os seus alunos, principalmente, para novos convertidos. 

O autor oferece esclarecimentos do sentido da Páscoa para os três grupos: 
Para Israel e Egito – Um protagonista e o cenário. 
Para a Igreja do Senhor – Os filhos que comem das migalhas que caem da mesa, mas, que faz excelente proveito dessas migalhas, tornando-as o verdadeiro alimento. 

1.1 Para os egípcios. 


Magnífica a exposição desse tópico que recomendamos ao professor, a leitura desse texto; não precisa acrescentar nada além do que está escrito, lembrando apenas. 
a) Com Deus não se brinca. Gl. 6:7.
b) O tamanho do amor de Deus é o tamanho do seu juízo e da sua justiça que são as bases do se trono: Sl. 89.14. 

1.2 Para Israel. 


Veja o que o autor fala sobre o assunto e a título de suplementação, visto que, o autor não dispõe de tanto espaço, oferecemos a seguinte colaboração: Por similaridade, hoje comemoramos a nossa páscoa a que chamamos de: “Ceia do Senhor” com os elementos que foram substituídos pelo próprio Senhor Jesus e a última ceia comemorada nesta terra, culminará com o arrebatamento da Igreja, sem saber qual dia ou hora em que isto acontecerá. 

1.3 Para nós. 


Não considero a “festa da páscoa” comemorada hoje como uma festa idolátrica por ser bíblica. O que rejeitamos, rejeitamos pelos fatos a seguir: 
a) A festa da páscoa é uma apropriação indébita para o povo gentio.
b) Se quiséssemos realmente comemorar a Páscoa, não poderíamos substituir os elementos usados na mesma: Um cordeiro para cada família, ervas amargas e pão sem fermento. 

II – OS ELEMENTOS DA PÁSCOA.


2.1 O pão. 


Recomendo a leitura do texto proposto pelo autor. Escrevo algumas coisas para alcançar quem não frequenta EBD nem tem a lição bíblica. 
a) O autor diz que o pão era sem fermento pela exiguidade do tempo entre a preparação e a saída do Egito. Fermentar o pão demandaria tempo.
b) O significado do pão sem fermento fala de uma vida pura, sem malícias.
c) Fermento fala da velha natureza. 

 2.2 As ervas amargas, Êx. 12:8. 

a) Segundo o autor, a erva amarga simbolizava todo o sofrimento da escravidão, marcadas pela dor, opressão e angustia de eternizarem essa escravidão.

2.3 O cordeiro. Êx. 12:3-7. 


Além de tudo o que o autor disse a respeito do cordeiro e seu significado numa relação direta com a morte de Cristo, anunciado por João como o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, podemos considerar.
a) Tinha que ser sem mancha nem defeito algum – Um crente fiel e leitor da Bíblia, deve saber que os cultos realizados pela igreja do Senhor, deve seguir a ordem dada por Paulo quando escreve aos Coríntios. 
b) Salmos, hinos, cantos espirituais sem qualquer invencionice ou teatros. 

III – CRISTO, NOSSA PÁSCOA.


3.1 Jesus, o Pão da Vida. 


O autor declara que a fome de salvação só pode ser saciada por Jesus, o verdadeiro pão da vida. Por que há tantos cristãos que mesmo não tendo sido gerados de forma bíblica e correta, não podemos julgar a salvação deles, todavia, os meios comprometem em longo prazo. 
a) Enquanto apenas ouvintes, a situação não chega ao ponto crítico.
b) Quando aprendem e começam a ensinar heresias, a salvação fica comprometida. Mt. 24. 
c) Milhares são arrastados para as diversas igrejas por puro sentimento religioso, são os tais que afirmam que Deus só quer o coração e Deus está em todo lugar; são ecumênicos. 

 3.2 O sangue de Cristo – 1 Co. 5:7; Rm.5:8-9. 


Louvo a Deus por este tópico. Devo dizer que quem tem um olhar equivocado para a doutrina da Eleição e Predestinação, não pode ensinar o que está proposto neste item; Razões:
a) O pensamento dos reformadores, por mais que os respeitemos, não são absolutos em correição. 
b) O autor afirma que o sangue de Jesus não alcança somente os judeus, como o sangue do cordeiro pascal; atinge a judeus e gentios. 
c) Se a afirmação em “b” é verdadeira, fica claro que o homem vive sob o arbítrio. 
d) Um homem sendo bom, pode morrer na sua condição de pecador, se não receber Cristo como Senhor em sua vida. 
e) Disse Jesus: “Vinde a mim TODOS os que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei” Mt 11:28 (grifo meu). Rejeitemos toda brincadeira e invocação do sangue de Jesus que acaba banalizando a sua eficácia em muitos corações. 

3.3 A Santa Ceia.


A Ceia do Senhor, também chamada de Santa Ceia, pela sua importância na vida dos crentes, não é um símbolo nem tão pouco um sacramento; é uma ordenança direta do Senhor como memorial à sua morte, consequentemente, não cabem nesse memorial, a doutrina da consubstanciação nem transubstanciação. Símbolo – Há uma diversidade de aplicação e sentido e o mais comum é: Figura ou imagem que representa o abstrato, podendo ainda ser a figura representativa de um povo, um país, uma cidade ou ainda uma atividade desportiva e etc.

domingo, 5 de janeiro de 2014

EBD LC 2 UM LIBERTADOR PARA ISRAEL


LIÇÃO 02 UM LIBERTADOR PARA ISRAEL.
EBD para dia  12/01/2014.
PONTOS A ESTUDAR:
I – MOISÉS – SUA CHAMADA E SEU PREPARO.
II – AS DESCULPAS DE MOISES E A SUA VOLTA PARA O EGITO.
III – MOISES SE APRESENTA A FARAÓ.


Em tempo:  Compare esses dois textos:
Ex. 6:30 – “Sou incircunciso de lábios...” ARC.

                  “Não tenho facilidade para falar...” Nova Versão Intern.

                   “I am of uncircumcised lips...” Versão AVS.

Prevalece o adjetivo “incircunciso” que nos leva a pensar sobre uma pessoa sem o devido preparo para falar sobre “aquele assunto específico”.

Atos 7:22 “E Moisés foi instruído em toda a ciência dos egípcios e era poderoso em suas palavras e obras.

A questão é simples; Moises fez o que hoje não se faz: Reconhecer que a obra de Deus não está na mão de quem tenha estudado qualquer ciência humana e a isso chamamos de humildade.

I – MOISÉS – SUA CHAMADA E SEU PREPARO.
1.1        Deus chama o seu escolhido.
É notório que Deus só chama pessoas comprometidas com o seu trabalho ou ofício, portanto Moisés é mais um exemplo.
Não é possível julgar pessoas pelas circunstâncias que as envolva e nesse sentido podemos dizer que há exceções:
Mt. 20:6-7 “E, saindo perto da hora undécima, encontrou outros que estavam ociosos e perguntou-lhes: Por que estais ociosos todo o dia? Disseram-lhe eles: Porque ninguém nos assalariou. Diz-lhes ele: Ide vós também para a vinha e recebereis o que for justo”.
Não posso fazer julgamento comportamental nessa área quando o próprio homem acaba assumindo um importante papel entre Deus e os convocados à obra que envolve à igreja do Senhor.
Nota: A verdadeira chamada está acima de todo e qualquer interesse ministerial.

Quanto à preparação de Moisés, entendemos que a vida de comunhão com a igreja é o melhor preparo para quem quer servir o Senhor. Ninguém melhor que a igreja para aprovar ou reprovar os nossos frutos.

1.2        O preparo de Moisés.
Há algo que considero importante do ponto de vista da observação de todos os personagens da Bíblia.
O que temos conosco? Peixes, pães, teologia, conhecimento científico em outras áreas do saber, facilidade de comunicação? Deus usa o homem com aquilo que ele tem.

1.3        O objetivo da chamada divina.
Tirar o povo do Egito.
O autor aplica isto nas questões que envolvem muitas igrejas no tocante a ter o Egito dentro do seu território (Egito = mundo) ou tirar realmente pessoas da escravidão.
A história do Êxodo tem muita similaridade com a vida da igreja nos nossos dias no tocante a questão do mundanismo e a vontade do povo em voltar ao Egito; basta ver as aplicações que o autor da carta aos Hebreus faz:
Cap. 3:8 “Não endureçais o vosso coração”.
Cap. 4:1 e sgts. “...deixada a promessa de entrar no seu repouso, pareça que algum de vós fique para trás”.

II – AS DESCULPAS DE MOISES E A SUA VOLTA PARA O EGITO.
2.1 O receio de Moisés e suas desculpas.
O autor pega no ponto principal, as desculpas de Moisés chamando a atenção dos que são chamados pelo santo ministério das nossas igrejas.
Uma pessoa sem chamada genuína, não tem esses traços de Moisés. Que conhece o valor da obra, faz exatamente o que Moisés fez.

2.2 Deus concede poderes a Moisés.
Sempre que Deus chama o homem para o seu trabalho, independendo da doutrina dos dons do Espírito Santo, ICo 12,  Deus dá graça e poder para o exercício do ministério.
Não tenho o dom de curar, nunca tive, todavia, muitos milagres, Deus operou no exercício do meu ministério.
O que digo acima, não quer dizer que o ministro venha a desprezar os dons espirituais e suas diversas formas de manifestação.

2.3 O retorno de Moises.
O autor fala da bênção da família no retorno de Moisés ao Egito. Este tem sido o maior dilema para muitos pastores e nesse campo, não me atrevo a fazer qualquer crítica. Muitos pastores têm sido vítimas da sua própria entrega. Tenho uma respeitável família e sei bem o que essa questão significa. Ensine seus alunos a orar por todos os pastores.

III – MOISES SE APRESENTA A FARAÓ.

3.1 Moisés diante de Faraó.
Essa aproximação entre Moises e Faraó, só vem consolidar a ideia de que nada sai barato no tocante ao Reino de Deus. Custou caro para os apóstolos, custa caro para nós também. Só quem não sabe dessas coisas, são os mercantilistas de plantão que usam o povo para proveito próprio.

3.2 A queixa dos Israelitas.
A princípio, nenhuma murmuração é aceita, todavia, o homem de Deus precisa minimizar as causas da murmuração.
O que tem de gente que trabalha “em surdina”, no meio da igreja para desestabilizar o seu pastor, é coisa horrível.

3.3 Deus promete livrar o seu povo.
Todas as promessas de Deus cumprem-se para nossa alegria; tanto as promessas da vida eterna quanto as promessas da vida presente no tocante a cuidar de cada um de nós.
É preciso estimular a fé dos irmãos para esse entendimento. Vejam quanta lição de vida tiramos dessa lição que com certeza será uma bênção para todos nós.


 

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

EBD LC 01 O LIVRO DE ÊXODO E O CATIVEIRO DE ISRAEM NO EGITO.


LIÇÃO 01 O LIVRO DE ÊXODO E O CATIVEIRO DE ISRAEL NO EGITO.
EBD para dia  05/01/2014.
PONTOS A ESTUDAR:
I – 0 LIVRO DE ÊXODUS.
II – 0 NASCIMENTO DE MOISÉS.
III – O ZELO PRECIPITADO DE MOISES E SUA FUGA.

Em tempo: Enquanto o livro “Atos dos apóstolos” está mais para Atos do Espírito Santo, o livro de “Êxodos” está mais para Atos de Deus.

I – 0 LIVRO DE ÊXODO.
1.1 Seu propósito.
O Êxodo é por semelhança de movimentação, o “Atos dos Apóstolos” do Antigo Testamento, resguardadas as devidas proporções e nomenclaturas. O livro de Gênesis termina com a morte de José cuja família já vivia com estabilidade no Egito e o Êxodo começa com o nascimento de Moisés. O Manual Bíblico de Halley informa um tempo de 300 anos entre os fatos. Seja lá como for, os números de tempos dos fatos bíblicos, não devem representar a maior preocupação nas EBD exceto para avaliação da história.

1.2 A escravidão.
Com certeza, não era plano de Deus que o povo de Abraão permanecesse no Egito, mas, também, não podemos afirmar que Deus usou os exatores para forçar a saída deles. Muitos em nossos dias atribuem ao chicote, a maneira como Deus nos conduz no caminho da obediência e nem sempre, toda prova representa o peso da mão de Deus. Ex.2:24; lembrou-se Deus do seu povo ou lembrou-se da aliança é o momento em que Deus começa a agir para tirar o seu povo do Egito.

1.3 Clamor por libertação.
A ação de Deus preparando o nascimento e a vida de Moisés é a prova de quanto Deus ama e cuida do seu povo.
A expressão “Esperemos o agir de Deus” ou “É no agir de Deus” tem sido muito e exageradamente usada em nossos dias na contra mão da observância dos ensinamentos bíblicos do Novo Testamento. Esses termos foram espiritualizados dando lugar a vícios e costumes para-eclesiásticos. Deus entregou ao seu povo o Novo Testamento ou a Nova Aliança para andarmos nela, claro que, isso não significa que nas circunstâncias, Deus não entre com providências em favor dos que hão de herdar a vida eterna.

II – 0 NASCIMENTO DE MOISÉS.
2.1 Os israelitas no Egito.
A causa da perseguição foi exatamente o crescimento populacional, medo dos egípcios de como Israel poderia interferir no futuro deles.
Exatamente como acontece em nossos dias, apesar do crescimento meio desordenado da população evangélica no Brasil, esse crescimento tem preocupado seguimentos religiosos notadamente a Igreja Católica que tendo sido tão avessa no passado, hoje, realiza suas missas com cânticos chamados hoje de cânticos gospels e até pregações com muita semelhança aos nossos pregadores, tudo, visando a manutenção da sua base.

2.2 Um bebe é salvo da morte.
A ação dos egípcios já entrava no crime de infanticídio e em meio a tudo isso, Deus não somente guarda a vida de Moisés como direciona-o ao palácio de Faraó onde seria criado.

2.3 A mãe de Moisés.
Como teria sido a vida de Moisés sem a sua mãe por perto?
Deus sabia que os resultados não seriam nada positivos e preparou para que uma ama hebreia cuidasse do menino e ninguém melhor que ela própria. Nisto vimos a mão de Deus conduzindo a história.

2.4 A filha de Faraó.
Não foram os horóscopos que determinaram toda benevolência sobre a vida de Moisés e até mesmo que a princesa assumisse a maternidade de uma criança hebreia cuja vida,  interferiria na história dos faraós.

III – O ZELO PRECIPITADO DE MOISES E SUA FUGA.
3.1 Moisés é levado ao palácio.
Tudo no tempo de Deus. Acabamos de estudar o livro de Eclesiastes onde aprendemos que há tempo para todas as coisas, todavia, a ação de Deus é uma ação livre e age de maneira diversa. Deus não pede licença para operar como queira.

3.2 O preparo de Moisés.
A história de Moisés mostrou que ele era egípcio por fora, mas, o seu coração recebeu o ensinamento da fé em Deus por sua mãe Joquebede.  Ensinar os filhos no caminho do Senhor fará com que eles aprendam em que porta bater quando o  futuro sombrio se aproximar de suas vidas.

3.3 A fuga de Moisés.
Novamente nos deparamos com um momento inusitado na sua vida que começa a movimenta-lo em direção ao povo hebreu de maneira mais eficaz e coloca-lo no centro da vontade do Senhor para realizar a obra esperada.
Cabe aqui outra vez a pergunta: Deus teria preparado aquele momento em que Moisés até contra a sua vontade teria matado o egípcio obrigando-o a fugir?
Há fatos que ocorrem nas nossas vidas não por que Deus queria que assim fosse, mas, Deus usa das circunstâncias para nos conduzir ao aprendizado da vida e a solução dos mais intricados problemas de natureza humana.