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sábado, 8 de novembro de 2014

EBD LÇ.6 A QUEDA DO IMPÉRIO BABILÔNICO.

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 09/11/2014
PONTOS A ESTUDAR:
I – O FESTIM PROFANO DE BELSAZAR.
II – O IRREVOGÁVEL JUÍZO DE DEUS.
III – A SENTENÇA CONTRA BELSAZAR E A QUEDA DE BABILÔNIA.



PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO: A Bíblia recomenda que devamos viver neste presente século, justa, sóbria e piamente, Tt.2:12   
  
I – O FESTIM PROFANO DE BELSAZAR.

1.1 A zombaria de Belsazar.

Belsazar é o típico zombador, soberbo e insensato. Certamente não tinha noção do tamanho de Deus e o zelo pelos objetos de culto.

Ainda hoje, vemos muitos abusando daquilo que é utilizado nos cultos de adoração ao Senhor; riscam bíblias, harpas, colam chicletes nos bancos da igreja, colocam os pés na parede para descansar, não há o mínimo respeito pelo local de culto e tudo que diga respeito.
Já vi caso de uma harpa cristã, ter acréscimos tolos nos títulos de quase todos os hinos disponíveis.


1.2 A insensatez e a crueldade do autocrata Belsazar.

Todos os grandes impérios tiveram governantes tolos e até reinos como no caso de Israel após a divisão entre o norte e o sul.

O erro mais comum desses governantes assentava-se no tripé: Poder, riqueza e mulheres.

Nada mudou. Os três ou qualquer deles levam líderes à perdição.


1.3 Uma festa profana.

Quando um governante ignora os conselhos de Deus, não revela qualquer temor, não há limites para o que pretendam praticar.

Vejam que orgia não é coisa do lado podre da nossa sociedade que a tudo se entrega. Li o livro “Messalina” e deixei de ler outros por não convir, para ver o quanto um governante sem controle moral pode tentar comprometer toda a sociedade sob seus olhos.

Calígula por exemplo, rendeu filmes e livros.

Há uma banda podre no nosso governo que tenta de tudo para perverter os bons caminhos que a igreja vem tracejando para que  deixemos de receber as bênçãos do Senhor, como nação.



II – O IRREVOGÁVEL JUÍZO DE DEUS.

2.1 O dedo de Deus escreve na parede.

É possível imaginar o que de fato aconteceu naquele momento?

Bem! Eu imagino que a presença do Senhor naquele momento, aliada ao movimento da escrita na parede deve ter causado calafrios em todos os presentes, algo semelhante à morte dos primogênitos no Egito, um sentimento, um pavor.

- Seus pensamentos turbaram.
- Os lombos relaxaram.
- Os joelhos bateram um no outro Dn 5.6.

2.2 A rainha lembrou-se do profeta Daniel.

Falam mal dos pentecostais, mas, na hora do aperto, correm a chamar aquela “irmãzinha” que ora tanto e é capaz de buscar em Deus o entendimento dos problemas que parecem sem solução.

Daniel saberá entender isto e dar entendimento.

- Há no teu reino um homem que tem o espírito dos deuses santos; disse a rainha. Como é ruim desconhecer o tamanho do nosso Deus.

Um dia Jean Wyllys vai vê-lo de perto.

- Aparentemente Daniel não estava no palácio.


2.3 Daniel entra na presença de Belsazar.

Que santa ignorância do Belsazar, onde foi criado; não conhecia sequer a história dos seus pais? “...és tu aquele Daniel dos cativos de Judá que o rei meu pai trouxe de Judá?...”.

“Daniel era um homem que não fazia concessões a sua fé...” gosto dessa expressão, usada pelo autor da lição.
Não fazia concessões a sua fé, não queria e não recebia presentes por mais dadivosos que parecessem. E nós, pregadores, cantores e aqueles que receberam algo de Deus por sua graça?

- “...as tuas dádivas fiquem contigo e dá os teus presentes a outrem...”
Hummmm!!! Mal educado esse Daniel não?

Lembremo-nos de Eliseu e o general Naamã, outro grosso, não?

O maior problema é que temos muita gente fina e bem educada nos nossos dias, resguardadas as devidas proporções. É preciso saber o momento de falar assim como eles.



III – A SENTENÇA CONTRA BELSAZAR E A QUEDA DE BABILÔNIA.

3.1 Os sábios não decifraram...

Deus revelou o significado daquelas palavras.

Algo que não faço qualquer esforço para entender é o que chamamos de “línguas estranhas”. Quando recebi o batismo com o Espírito Santo, falei poucas palavras e nada inteligíveis, quando fui renovado, pois, buscava isso, falei palavras realmente estranhas diferente das primeiras.

O grande problema é que tem muitas pessoas que acham que batismo com o Espírito Santo é pronunciar sempre palavras longe do alcance da nossa inteligência, porém, em Atos 2, vimos que através do batismo, o Espírito de Deus que comanda tudo, pode nos movimentar na direção que queira.

Não esqueçamos de que o dom de interpretar foi concedido para isto mesmo, dar entendimento daquilo que está fora do nosso alcance e tudo para glorificação do nome do Senhor.

Assim foram as palavras escritas na caiadura da parede e assim, Deus deu a Daniel o entendimento das mesmas.
O que foi escrito na parede era realmente estranho, afinal de contas, na Babilônia estavam os sábios e certamente entendiam todos os idiomas e dialetos do seu tempo.


3.2 As quatro palavras misteriosas.

MENE, MENE, TEQUEL e PARSIM.

- Contou Deus o teu reino e acabou.
- Pesado na balança e achado em falta.
- Dividido foi o teu reino e dado aos medos e persas.

Com Deus não se brinca. Deus não se deixa escarnecer Gal. 6:7.

3.3 O fim repentino do império babilônico.

Recomendo a leitura em classe desse último ponto da lição, por cada aluno e levar em conta o último parágrafo: “...Deus não suporta uma vida de egoísmo, soberba e perversidade...”

“Nada fica impune diante dos seus olhos, quando alguém por puro egoísmo causa prejuízo ao seu irmão.”.


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