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sábado, 18 de outubro de 2014

EBD LÇ.3 O DEUS QUE INTERVÉM NA HISTÓRIA

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 19/10/2014
PONTOS A ESTUDAR:
I – O SONHO PERTURBADOR DE NABUCODONOSOR.
II – A ATITUDE SÁBIA DE DANIEL.
III – DANIEL CONTA O SONHO E INTERPRETA-O



PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO: Sempre digo que Deus trabalha por exceção e nós por regras. Nas exceções, Deus faz como quer, usa quem quer e nunca perguntaremos por que.

 I – O SONHO PERTURBADOR DE NABUCODONOSOR.

1.1 O tempo do sonho.

O autor explica a aparente divergência de datas considerando o tempo de permanência de Daniel no palácio e a declaração bíblica do tempo de reinado de Nabucodonosor. A forma de contar o tempo à semelhança do terceiro dia da ressurreição de Cristo.


1.2 A habilidade dos sábios é desafiada no palácio.

É comum esquecermos um sonho, talvez não um sonho como o de Nabucodonosor pela sua magnitude, já que muitos sonhos decorrem das preocupações diárias, porém, esse, devia conter alguma informação a mais e o rei queria saber, pior que ele tinha se esquecido do conteúdo do sonho. Não é forçar o sentido para perceber que a mão de Deus estava sobre esse sonho e principalmente sobre o esquecimento. Deus queria usar uma das suas exceções; fazer como queria.

1.3 O fracasso da sabedoria pagã.

Em todo tempo, nunca faltou adivinhos para todos os gostos e a adivinhação era uma das proibições da parte de Deus ao seu povo, daí, a razão de Daniel buscar em Deus a precisa revelação e não contar com a habilidade humana para agradar a quem quer que fosse principalmente o rei. Quantos há que gostam de dar interpretação a sonhos e acabam induzindo pessoas ao erro.



II – A ATITUDE SÁBIA DE DANIEL.

2.1 A cautela de Daniel.

Prudência e conselhos nessa hora servem de bom remédio. Durante o meu ministério, era comum ser procurado por irmãos que contavam seus sonhos e sempre procurei primeiro; desmontar as preocupações em torno dos sonhos e depois, avaliar se realmente havia algum sentido e na maioria das vezes, não havia sentido, portanto, nada de enrolação em uma hora dessas.

2.2 Deus ainda revela mistérios.

O sonho é uma forma ou canal de comunicação de Deus para o homem e quando Deus quer revelar algo através dos sonhos, ele o faz. Há sentido na revelação.

2.3 O caráter profético do sonho de Nabucodonosor.

O sonho continha a revelação de acontecimentos dos quais, ainda aguardamos o cumprimento final ou total. Daniel adorou a Deus e fez o rei compreender que tudo aquilo procedia de Deus a quem deveria ser dada toda glória e honra.
Nestes dias, muitos agem com a aparência de quem quer glorificar o Senhor, todavia, babam na expectativa de serem reconhecidos como homens de Deus. Lamentável.


III – DANIEL CONTA O SONHO E INTERPRETA-O

3.1 A correta descrição do sonho.

O autor descreve neste ponto, o sentido de cada parte do corpo da estátua como está na Bíblia, dando ênfase a pedra que foi cortada, sem mãos e lançada contra a estátua despedaçando-a por completo de tal maneira que se fez um montão e encheu toda a terra.

3.2 A interpretação dos elementos materiais da grande estátua.

Neste ponto o autor comenta sobre cada parte da estátua e seu significado;
a) Cabeça de ouro, o império babilônico.
b) Peito e braços de prata, império medo-persa.
c) Ventre e quadris retratam o império grego de Alexandre magno.
d) Pernas de ferro e os pés,  parte de ferro e outra de barro, representando o império romano.

Quanto aos pés da estátua, temos alguma coisa a mais, pois, Daniel diz ao rei o sentido dessa aproximação de matérias, mas, perceba-se no verso 43 do capítulo 2 que Daniel fala que a parte de ferro misturada com barro de lodo significa a mistura com semente humana. O que o profeta queria dizer sobre isso?

Já vimos que noutro sentido, ferro e barro falam da força e da fragilidade do mesmo reino, o romano.

O que vou falar a seguir, não obriga a ninguém acompanhar o meu pensamento de muitos e muitos anos, todavia, espero em Deus que seja realmente útil e isso, exigiria não seis linhas, mas, quem sabe um livro sobre essa abordagem.

O império romano foi diferente de todos os anteriores; cresceu, criou a capital do império romano oriental em Constantinopla, antiga Bizâncio.

O império romano agigantou-se exatamente no período do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo e antes de ser totalmente destruído, abriu as portas para o cristianismo, assim, podemos dizer que o império romano não tinha apenas duas capitais, tinha o sentido político e o espiritual que se misturou com semente humana através do papado. Foi ferido de morte, mas, reviveu e tem dado mostras da sua influência no mundo religioso dos nossos dias, até que Cristo venha e consuma a sua destruição sobre esse reino ou império romano espiritual.

3.3 “A pedra cortada, sem ajuda de mãos”.

A pedra cortada, muito bem explicada pelo autor, mostra o poder de Cristo vindo para o domínio final pelo seu reino.



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