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quinta-feira, 26 de junho de 2014

EBD LÇ.13 A MULTIFORME SABEDORIA DE DEUS

EBD para o dia 29 de junho de 2014.
PONTOS A ESTUDAR:
I – OS DONS ESPIRITUAIS E MINISTERIAIS
II – BONS DESPENSEIROS DOS MISTÉRIOS DIVINOS.
III – OS DONS ESPIRITUAIS E O FRUTO DO ESPÍRITO.


Em tempo: Última lição do trimestre que por sinal, foram muito instrutivas. Esta última parece-me um pouco mais complexa exigindo cautela e conhecimento dos professores para que fique bem clara a existência de muitos outros dons e alguns que podem levar os beneficiários deles, acharem-se “todo poderoso” quando na verdade, a nossa capacidade, inteligência e visão, vêm de Deus.

  I – OS DONS ESPIRITUAIS E MINISTERIAIS

1.1 São diversos.

Rm.12:6-8  - De modo que, tendo diferentes dons segundo a graça...
ICo. 12:28-30 – Apóstolos, profetas, doutores, milagres, dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas.
IPd. 4:10-11 - Cada um administre o dom como o recebeu.
Hb. 2:4 – Sinais, milagres, maravilhas e dons do Espírito Santo.

Pelo que vemos, há muitos dons e outros ainda que não estão pontuados acima, pois, tudo que nos lança na dianteira com melhor condição de percepção e comunicação, vem de Deus.

1.2 São amplos.

Quando o apóstolo fala da multiforme sabedoria de Deus, significa que o mortal não tem alcance para julgar os atos divinos pela sua bondade em conceder algo ao homem, Tudo está acima da nossa capacidade.

1.3 Dádivas do Pai.

Além dos dons, o autor cita três grandes dádivas pelas quais nos tornamos aptos a: Pelo amor,  alcançar os homens, pela filiação, a condição de filhos de Deus e do Reino e pelo ministério da reconciliação, aproximar os homens a Deus. Tudo isto é dom de Deus.


II – BONS DESPENSEIROS DOS MISTÉRIOS DIVINOS.

2.1 Com sobriedade e vigilância.

Recebendo dons e sendo ministeriais ou não, devemos usa-los com sobriedade, vigilância e acima de tudo, glorificar o doador da graça.

2.2 Amor e hospitalidade.

Amor e hospitalidade são elementos que não podem faltar a quem exercita o ministério.
O amor é a medicação que combate o legalismo e a intolerância.
A hospitalidade não significa que devemos abrir a casa para todos que chegam sem os cuidados necessários para não ser vítima de bandidos. O servo de Deus sabe pela graça do Senhor a quem deve conceder hospitalidade. Nem todos tem coração aberto e dedicado para o exercício deste dom.


2.3 O despenseiro deve administrar com fidelidade.

Essa fidelidade deve ser a cartilha de todos; de quem lidera e de quem é liderado, pois, há muitos que sabem cobrar fidelidade, mas, não sabe oferecer.

Outro aspecto da fidelidade é com relação a não ultrapassar os limites impostos pela própria Palavra de Deus, sob nenhum pretexto. Deus não é Deus de confusão.

Na nossa fidelidade a Cristo e a sua igreja, nossas conquistas espirituais; nas muitas almas e no reconhecimento dos que nos assistem.


III – OS DONS ESPIRITUAIS E O FRUTO DO ESPÍRITO.

3.1 A necessidade dos dons espirituais.

Que a igreja não pode olvidar ou prescindir dos dons espirituais, isto deve ser um pensamento sempre presente.

Quanto jovem andava por caminhos, hoje sim, perigosos para ir a uma vigília. Nessas vigílias, geralmente em locais afastados, nos derretíamos em lágrimas buscando o batismo com o Espírito Santo. O mundo evoluiu o conforto aumentou e ao invés de lágrimas, temos pessoas falando alto aos ouvidos do crente: “...Fala reteté reteté reteté, enrola a língua...”  e quando a pessoa consegue emitir um som estranho, eles levantam a mãozinha e dizem: “Mais um” e o pastor, em cima do púlpito confirmando: “...Jesus batizou mais um aqui...”.
A falta de o genuíno poder, deu lugar a muita invencionice.

A falta de poder no seio da igreja está no púlpito,
  
3.2 Os dons espirituais e o amor cristão.

Os dons de Deus são dados sem arrependimento e não são concedidos por seletividade; quem pede recebe e quem busca acha, mas, sem o amor, acreditem, conheci isto muito bem, não produzem bons resultados.

Os dons de Deus sem o amor assemelham-se a alguém que tendo preparado uma excelente receita, convida os amigos e na hora de servir, lembra-se de não ter posto sal.

3.3 A necessidade do fruto do Espírito.

“Portanto, procurai com zelo os melhores dons e eu vos mostrarei caminhos mais excelentes”. ICo 12:31.

Qual a visão que o apóstolo Paulo teve para dar essa informação?

Quem precisa deleitar-se diante dos dons não são os crentes e sim os descrentes. O caminho mais excelente pelo qual, os crentes precisam deleitar-se é realmente o caminho do amor. Tudo se realiza a contento quando existe amor.

Tudo o que temos provém de Deus como um dom dado aos homens; da força a sabedoria, de Sansão a Salomão, de José no Egito a Daniel entre os Caldeus.






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