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sábado, 31 de maio de 2014

EBD LC.9 O MINISTÉRIO DE PASTOR

EBD para o dia 01 de junho de 2014.
PONTOS A ESTUDAR:
I – JESUS O SUMO PASTOR.
II – AS CARACTERÍSTICAS DO VERDADEIRO PASTOR.
III – O MINISTÉRIO PASTORAL.



 Em tempo: Não posso dizer que não sei explicar por que esta lição é apaixonante. Em 46 anos de Assembleia de Deus, não me lembro de outra lição com esta abordagem. Dividir 46 anos por trimestres; vejam quantas lições fizeram parte do nosso aprendizado, todavia, posso estar esquecido. Damos graças a Deus por esta riquíssima lição em tempos de crise moral.

O Texto Áureo, começa com a declaração do Senhor: “Eu sou o bom pastor; o bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas”. Está fácil identificar pastores que dão suas vidas pelas ovelhas?


I – JESUS O SUMO PASTOR.

1.1 Jesus é o pastor supremo.

Se assim o reconhecemos, ser pastor dentro do nosso contexto, significa que somos coadjuvantes e não podemos sequer pensar, que somos mais importantes que o ator principal e querer brilhar mais do que ele.
“É necessário que ele cresça e que eu diminua”. Jo.3:30.
Tenhamos cuidado para que a vaidade não esteja ofuscando Jesus aos olhos daqueles que nos ouvem.

1.2 O pastor conhece as suas ovelhas.

Precisa conhecer de verdade, precisa conhecer suas casas e necessidades ou se a igreja for muito grande, dividir essa tarefa e cobrar o “feedback”. As coisas não podem cair no esquecimento. Considerem Mt. 25:35.

Fazia 15 dias que a irmã Eva estava hospitalizada na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e eu trabalhava em uma empresa com muitas ocupações. Nesse dia, o Espírito de Deus, sacudiu-me e atendi sua voz; programei-me e por volta das 13 horas saí para visita-la, já não aguentava mais essa impossibilidade. Quando me aproximei do leito, ela com um largo sorriso recebeu-me e disse: “Há pouco, um pastor passou por aqui e perguntou-me se queria oração e eu respondi que não, porque o meu pastor estava vindo...”

...Se você não vai visitar suas ovelhas, outros irão...

1.3 O pastor dá a vida pelas ovelhas.

Se não for assim, esqueça essa ideia de querer ser pastor.


II – AS CARACTERÍSTICAS DO VERDADEIRO PASTOR.

2.1 As características do verdadeiro pastor.

Excelente o comentário do autor nesse tópico.
Há uma grande questão. Se o pastor for um homem problemático, e infelizmente há muitos por aí, ele achará que tudo o que faz, está correto, mesmo quando muitos dizem com palavras ou no próprio silêncio que algo não vai bem.

A integridade moral do pastor é fundamental para um bom ministério, mas, há outras questões de igual importância para se considerar.

2.2 Exemplo para os fiéis e os infiéis.

Moderação é a palavra de ordem e nesse quesito, o pastor não pode falhar. Vale lembrar o cuidado com o que se ensina, sabendo que na igreja há os que acham que pode comer de tudo e os mais fracos.
Não basta ser moderado para sua igreja, moderado nas relações sociais completam o caráter e a personalidade de um pastor responsável.

2.3 Exemplo para a família.

A família do pastor é um capítulo a parte em qualquer discussão.

Exigir dos filhos que sejam tão brilhantes quanto é exigir demais, todavia, guardadas as devidas proporções, algo que não se pode admitir é uma família de pastor, dentro da igreja, debochando de tudo. Se o pastor é um homem de respeito e dá exemplo disso, sua família com certeza o acompanhará.
A presença do pastor na educação dos filhos, complementada com o trabalho de uma mãe responsável, que responde pela maior parte desse enredo, trará ótimos resultados e alívio à alma.

Nada pior para a família do pastor que sentir-se fiscalizada pela igreja.

Algo que nunca abri mão no meu ministério foi mostrar para a igreja que minha família é constituída de pessoas com iguais sentimentos, merece e precisa ser respeitada.

  
III – O MINISTÉRIO PASTORAL.

3.1 A missão do pastor.

A principal missão do pastor é cuidar do rebanho confiado por Deus.

Quando um jovem me procura para pedir aconselhamento sobre o seu interesse em servir no ministério, logo deixo claro, a importância do estudo e do estabelecimento de uma boa base econômica, social e familiar.

A principal razão disso é que a maioria dos pastores, não trabalha tempo integral na igreja e com certeza, o empenho pastoral vai tomar grande parte do seu tempo e preocupações. Não havendo cuidados nesta parte, a possibilidade de reclamar no futuro será muito grande.

3.2 Uma missão polivalente.

Leia e considere o tamanho do envolvimento pastoral em diversas áreas na vida da igreja, que faz o papel de paizão, avô, ensinador, conciliador, supridor e ainda precisa prestar contas a sua liderança, das finanças, da administração eclesiástica, dos candidatos ao batismo e ainda, atender os pedidos da sua sede.

3.3 O cuidado contra os falsos pastores.

Nessa questão, o pastor precisa ter pulso, pois, de vez em quando, um cooperador querendo fazer um bom trabalho nas festividades da igreja e impressionado com muitos “falastrões” que existem por aí, gostam de convida-los para participar e há pastores que nessa hora, para não desagradar, aceita que venham. O resultado nunca é positivo. Todo cuidado é pouco nessa área e isso vale também para muitos cantores.


Percebo que muitos desejam o ministério por acharem um vislumbre, ser pastor, ter assistência em torno dele. Não é o caminho justificável para uma tarefa árdua que depois de tudo, terá que apresentar os resultados do seu trabalho ao Sumo Pastor, podendo até ser por ele, reprovado.




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