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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

EBD LC 6 A PEREGRINAÇÃO DE ISRAEL NO DESERTO ATÉ O SINAI.

LIÇÃO 06 A PEREGRINAÇÃO DE ISRAEL NO DESERTO DO SINAI. 
Subsídio para dia 09/02/2014. 
PONTOS A ESTUDAR: 
I – ISRAEL PEREGRINA PELO DESERTO. 
II – ISRAEL NO MONTE SINAI. 
III – A IDOLATRIA DOS ISRAELITAS.

Em tempo: Não é momento de olhar para os outros apontando-lhes os seus erros. Devemos nos examinar a nós mesmos. 

I – ISRAEL PEREGRINA PELO DESERTO.


1.1 Chegada em Mara. 

A principal questão abordada neste tópico é a murmuração contra Moises em que o comentarista chama a atenção para dizer que a murmuração não era contra Moises e sim contra Deus e fecha; quando pensam que estão falando mal do líder, estão falando contra Deus que o delegou. Muitos e por conta dos abusos, atacam e de forma jocosa lembram o texto em que diz: “Não toqueis nos meus ungidos...” e falam o quanto podem contra os seus pastores acusados de algum ilícito. O problema maior é que muitos misturam o justo com o ímpio. Deus sempre defendeu os seus ministros fieis. Todo cuidado é pouco. 

1.2 Rumo ao Sinaí. 

No deserto, Deus alimentou o seu povo. Deus não mudou; nós mudamos e ainda reclamamos de tudo. 

II – ISRAEL NO MONTE SINAI. 


2.1 O monte Sinai. 

Podemos dizer que o Sinai foi o ponto alto do encontro com Deus por Moises. O autor da carta aos Hebreus trata desse momento de maneira sublime Hb.12:18-21 a visão erra terrível; o monte fumegava e tremia diante da presença de Deus. Ex.19:18 “O monte tremia grandemente...” ARC. Deus não mudou, nós e que mudamos. 

2.2 A permanência no Sinai. 

Todo pecado começa com a desobediência mais elementar; “eu não acho” dizem alguns e como o pecado não tem sintomas imediatos, tudo parece bem. 

Paulo quando escreve aos Coríntios mostra as etapas da morte espiritual. I Co.11.30: "Há entre vós muitos fracos e doentes e muitos que dormem". São estágios: Fica fraco, fica doente e dorme. A Bíblia nos adverte para que não caiamos nos mesmos erros. “Que não haja em nós o mesmo coração endurecido” Hb.3.8 sgts. 

III – A IDOLATRIA DOS ISRAELITAS.


3.1 O bezerro de ouro. 

Muitas vezes não entendemos como um povo com uma grande visão dos milagres de Deus, deixam de servi-lo para adorarem deuses que conheceram no Egito. Que diferença faz com o que se vê hoje? 

3.2 Cuidado com a idolatria. 

Podemos e devemos amar o cônjuge, os filhos, os amigos, os pastores, todavia, ninguém é maior nem mais importante que Deus. Há pregadores e cantores que tem tomado lugar especial no coração de muitos crentes. 

3.3 A idolatria no coração. 

Do coração procedem as saídas da vida. Depende do que há no coração. Quando João nos exorta: Não ameis o mundo nem o que no mundo há, significa que nada deste mundo pode suplantar o amor devido a Deus pela grande salvação que ele providenciou para nós. Falamos tanto da idolatria dos católicos e muitos crentes agem da mesma forma nos nossos dias. Cantores e pregadores, ocupam lugar em muitos corações levando-os ao fanatismo.

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