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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

EBD LC.9 CONFRONTANDO OS INIMIGOS DA CRUZ DE CRISTO.

LIÇÃO 09 CONFRONTANDO OS INIMIGOS DA CRUZ DE CRISTO.
EBD para 01/09/2013. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – EXORTAÇÃO À FIRMEZA EM CRISTO.
II – OS INIMIGOS DA CRUZ DE CRISTO.
III – O FUTURO GLORIOSO DOS QUE AMAM A CRUZ DE CRISTO.


Em tempo: Com certeza, esta não é uma lição que dê prazer aos que pregam e os que aceitam prosperidade como base de um evangelho ufanista.

I – EXORTAÇÃO À FIRMEZA EM CRISTO.
1.1        Imitando o exemplo de Paulo.
Em tudo que realizamos na vida, se não nos colocarmos como exemplo, os resultados serão temerários.
Não penso que colocar-se como exemplo, seja presunção. Presunção é quando vaidosamente a pessoa tenta impor algo e manda soberbamente que olhem para ele.
1 – Tudo que fazemos à obra do Senhor;  seja oração, assistência aos pobres ou com o nosso trabalho pessoal, devem permanecer em oculto. Basta que o Senhor veja.
2       – Certas declarações não combinam com o espírito humilde: “...Façam como eu faço”.
Lembremo-nos da parábola do Fariseu e do Publicano. Lc 18:9ss
“Não sou como os demais homens”.
A inflexão de voz mostra o sentido e com certeza, Paulo falava de maneira amorosa, serena e cheio de fé.

1.2 O exemplo de outros obreiros fieis.
Temos na Palavra de Deus, os padrões de obreiros honestos, como também de tudo que é puro e está escrito para nossa justificação e sentido. Devemos e isso é até uma obrigação, ver como andam os de hoje, quais seus interesses e sua roda de amigos. Um homem de Deus precisa ser um homem de Deus para que o seu trabalho produza filhos de Deus.
Damos graças a Deus porque temos em nossa igreja, desde o seu princípio, nomes que lhe deram forma enquanto muitos tentam alterar a forma que Deus aprovou deixando um selo: Almas salvas e batismo com o Espírito Santo.

1.3 Tendo outro estilo de vida.
Excelente o texto do autor neste ponto e recomendo sua leitura para que todos entendam o que ele quer dizer: Há muitos crentes que se tornam reféns de pastores e a nós, pastores, cabe leva-los a Cristo. Mantê-los refém é algo perigosamente interesseiro. Somos apenas despenseiros da sua graça; tudo é do Senhor.

II – OS INIMIGOS DA CRUZ DE CRISTO.
2.1        Os inimigos da Cruz.
Hoje não temos a influência judaica que procurava engessar a igreja do Senhor nos dias primitivos, mas, temos muitos inimigos que tentam fazer crescer o seu reino a custa de mentiras, de mãos sedosas sobre a cabeça dos fieis. O difícil é combate-los, pois os seguidores aumentam quase que numa progressão geométrica.
É mais difícil seguir um pastor sincero, desinteressado, mas, pregador da verdade que muitos faladores que tem surgido nos nossos dias, banqueteando-se engordando sua conta bancária.
Judas em sua epístola dá o endereço eterno dessa gente e mostra o que representam para nos.

2.2        O deus deles é o ventre.
Lembro-me de ter lido na história de Lutero, o seu escândalo com os frades que viviam nos mosteiros de Roma, gordos e bonachões de tanto comerem caça e beber vinho.
Enquanto uns se entregam ao trabalho outros se divertem a custa de quem os sustenta.

EGOCENTRISMO – É a qualidade do individuo que remete para si mesmo, tudo o que faz e é o centro de tudo;  tem que estar satisfeito com tudo desde que ele seja o beneficiado. O problema é que uma pessoa com desvio de conduta moral, muitas vezes não se dá conta do prejuízo causado a outros para beneficia-lo, exceto, o “Malandro e bandido”.
Tem muitos púlpitos com gente assim, que só olha para o seu “umbigo”. Como dizem alguns: “Comamos e bebamos que amanhã morreremos”  Is.22:13.
2.3        A glória deles.
A glória do homem e toda sua recompensa terminam aqui mesmo e o julgamento no início da eternidade, da nova vida para os crentes. Disso, nenhum escapará, serão julgados por suas obras e Deus não será complacente o quanto tem sido hoje, pelo simples fato de Deus olhar para o homem através do único mediador, Jesus Cristo! A Bíblia afirma que nem sempre o ímpio é julgado nesta vida por suas obras e essa é a razão de muitos acharem que todos ficam impunes.  Sugestão de leitura Salmo 73.

III – O FUTURO GLORIOSO DOS QUE AMAM A CRUZ DE CRISTO.
3.1 “Mas a nossa cidade está nos céus”.
Causa-nos espécie que grande parte dos crentes aplauda homens e cantores, corram atrás de astros da pregação e da canção em detrimento a JESUS; dispensa comentários. A nossa mente não é tão generosa e fantasiosa para nos mostrar as riquezas celestiais, preparadas para os salvos em Cristo. Nada se compara e melhor ainda, são eternas.

3.2  “Que transformará o nosso corpo abatido”.
Este mesmo corpo em fraqueza ressuscitará em glória, para sermos semelhantes ao Senhor, portanto, resguarda-lo do pecado é também resguarda-lo para a vida eterna. “E todo o vosso espírito e alma e corpo sejam plenamente guardados  irrepreensíveis para vinda do Senhor. Its 5:23.

3.3 Vivendo em esperança.
Leia com atenção para os seus alunos este tópico, oferecido pelo comentador para concluirmos:
-Como fazer para mudar esse estado de coisas desanimadoras que acontecem em muitas igrejas.
-Que não comparemos as mega igrejas com as nossas, pois, não temos coragem de oferecer ao povo aquilo que eles oferecem e que muitos querem.
-Alguma coisa precisa ser feita, disso não temos dúvidas.
-Tudo começa no altar.
-Não basta pregarmos e esperança, precisamos viver em esperança.
-Uma das soluções é que o pastor reaprenda o caminho de encontro ao povo, das suas necessidades e ensine o povo a praticar também, este encontro, sem preconceitos e neuras.


sexta-feira, 23 de agosto de 2013

EBD - LC 8 - A SUPREMA ASPIRAÇÃO DO CRENTE.

LIÇÃO 08 A SUPREMA ASPIRAÇÃO DO CRENTE.
EBD para 25/08/2013. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – ASPIRAÇÃO PAULINA.
II – MATURIDADE ESPIRITUAL DOS FILIPENSES.
III – ASPIRAÇÃO CRISTÃ HOJE.


Em tempo: Por mais que amemos as coisas adquiridas nesta vida, inclusive família, filhos e o melhor conforto, nada se comparam ao prêmio reservado para nós, prêmio da soberana vocação em Cristo.
Lembrando que uma hora, seremos despojados de tudo isso para sermos revestido da vida eterna.

I - ASPIRAÇÃO PAULINA.
1.1        Prossigo para o alvo.
Se o sentido é aplicado por analogia ao esporte, os alvos são de vários tipos com um sentido único: Alcança-lo!
Para atingir o alvo é preciso: Treino ou exercício,  persistência e convicção do pretendido.
Percebi que tudo o que envolve os interesses na vida cristã, deve ser buscado com muito empenho. Nada vem sem esforço.
Talvez algum aluno diga: Jesus batizou a tantos com seu Espírito, nos dias primitivos da Igreja, sem muito esforço. Queremos lembrar que tudo no princípio, parecia mais fácil, apenas parecia!
A palavra de ordem para atingir o alvo é exercício, isto se aplica a: Fé, conhecimento e uso. O exercício para que tenha bom resultado exige renúncia.

1.2        O sentimento de incompletude de Paulo.
Quem conhece pela Bíblia a vida do Apóstolo, não sabe compreender o porquê desse sentimento. Comparem o trajeto de vida, o trabalho, os ensinamentos e as revelações de Deus em sua vida e concluiremos que tudo quanto ele escreveu sobre si, foi verdadeiro quanto a sua auto aplicação, todavia, bom se ele soubesse que suas palavras tem sido de muita utilidade para todos nós. Crescemos em Cristo, por ele.



1.3        O engano da presunção espiritual.
O engano da presunção é o mal mais cometido nos nossos dias, quando a pessoa, notadamente, por falta de ensinamento bíblico, se considera completo em Cristo.
Presunção espiritual – Manter o relacionamento próximo com o mundo, “convertido”, mas, sem qualquer compromisso com a igreja do Senhor, exceto com respeito aos cultos que mais parecem um grandioso passa tempo.
 No tempo de hoje, muitas igrejas oferecem uma sensação de espiritualidade capaz de convencer os mais sinceros servidores da vida cristã verdadeira.

II – MATURIDADE ESPIRITUAL DOS FILIPENSES.
2.1 Somos perfeitos.
Apesar de estarmos rodeados de fraquezas, estas fraquezas em Cristo, nos permite considerarmos como perfeitos nele.
Perfeitos, desfrutando plenamente da sua graça.
Perfeitos, no amadurecimento da vida cristã.
Perfeitos no conhecimento basilar.

2.2 O cristão deve andar conforme a maturidade alcançada.
Quais os sentidos em que se aplicam as regras ditas por Paulo?
Pode-se simplificar a resposta dizendo que a igreja tem regras assinaladas para não perdermos o alvo.
Canso de ler e ouvir pessoas falando que “costumes” são regras das igrejas, que não é doutrina.
A doutrina na sua completude, diz respeito às doutrinas basilares em primeiro e imutável lugar e depois, as regras morais que determinam o passo cristão, no sentido de glorificar a Cristo no corpo.

2.3 Exemplo a ser imitado.
Jesus foi modelo não apenas no sentido obediência ao pai, foi modelo em todos os sentidos, amar, perdoar, produzir, relacionar-se, suprir e amante da justiça,  da verdade e do bem.
Difícil imita-lo?
Não podemos beber o cálice que ele bebeu, todavia, em muitas coisas, imita-lo não é uma tarefa difícil porque, recebemos do seu Espírito. Todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, são filhos de Deus, Rm 8:14.
III – ASPIRAÇÃO CRISTÃ HOJE.
3.1 A atualidade do desejo paulino.
Quando lemos os conselhos do Apóstolo, procuramos aplica-los em nossa própria vida e seremos felizes, se aceitarmos os seus conselhos, quando disse aos anciãos de Éfeso que não os tinha privado de nenhum conselho.

3.2 O cristão deve almejar a maturidade espiritual.
Deve ser o desejo de cada crente, crescer em tudo, na graça e no conhecimento de Cristo,  IIPd 3:18.

3.3 Rejeitando a fantasia da falsa vida cristã.
Há os que nascem sob uma falsa vida cristã e muitos que tornam para ela, fugindo daquilo que chamam de “igreja muito rigorosa”.
O obreiro não deve se enganar nem deixar o povo enganado. Os ensinamentos devem cobrir as regras bíblicas na sua totalidade, quer gostem ou não.
Vou dar um pequeno exemplo: Há pessoas que fogem do adultério, da prostituição e do roubo, porém, são viciados em adquirir coisas falsas a pretexto de o preço ser mais em conta. O maior exemplo desse procedimento é a aquisição de CDs e DVDs piratas.
Há muitas outras coisas, porém, o espaço e o motivo da EBD dispensa comentá-los.









sábado, 17 de agosto de 2013

NÃO TOQUEIS NOS MEUS UNGIDOS E SUAS FRONTEIRAS.

Não se toca no ungido de Deus. Desde a minha juventude, como novo converso, ouço essas afirmações em forma de conselho e isso tem como origem, o texto de ICr 16:22, ação de graças e cântico de Davi bem como no Salmos 105:15 que numa boa leitura, observar-se-á que as recomendações não são específicas em relação à aqueles que por estrita ordem legal, recebem a unção com óleo, no caso, os sacerdotes e mais tarde, os profetas e reis.
IRs 19:15-16 "E o SENHOR lhe disse: Vai, volta pelo teu caminho para o deserto de Damasco, vem e unge  a Hazael rei sobre a Síria, também a Jeú, fillho de Ninsi ungirás rei de Israel e também a Eliseu filho de Safate, de Abel-Meolá, ungirás profeta em teu lugar. Considere-se também, a unção de Acabe, como rei em Israel e depois dele,  Davi.

A vida de Saul, foi uma vida tumultuada, de desobediências e reprovações. Desde o início do seu reinado, já seria possível compor o tipo de personalidade de Saul. As coisas foram a cada período, se complicando quando ele demonstrava não ter qualquer habilidade para cuidar dos problemas do seu reino, tampouco, coragem para confiar em Deus e afastar seus inimigos, até a intervenção de Davi, a morte do gigante Golias e a perseguição de Saul sobre Davi, totalmente cego pelo ciumes contra o brilho de Davi, diante do povo por suas constantes vitórias.

Ameaças e perseguições pautam a vida de Saul. Davi foge da presença de Saul e vai para o Deserto de Zife, faz aliança com Jônatas, filho de Saul. O palco das perseguições se deram nos desertos de Zife e En-Gedi. Em En-Gedi, Saul chegou com 3.000 homens de guerra para prender Davi e estou o soube. 

ISm 24:4-11 Davi corta a orla do manto de Saul, porém, com grande arrependimento, ele diz que jamais tocaria no "ungido do Senhor" mesmo sabendo da situação espiritual do rei e a sua fraqueza. Gritou para Saul, mostrou-lhe a orla do manto e repetiu as palavras, o que jamais faria.

Antes de entrar no mérito do assunto. Algo que sempre me indignou nas igrejas é a posição de crentes murmuradores que falam mal do seu pastor, por todo e qualquer motivo, sendo a principal razão, o sentir-se excluído de alguma maneira, ou de uma oportunidade na liturgia do culto para pregar e ou cantar, ou ainda pela falta de oportunidade de  ascensão ao ministério.Sempre que uma pessoa se sente excluída, ela passa para o lado contrário, desprezando amizades e benesses a ela dispensadas ao longo dos bons tempos  e torna-se uma ferrenha inimiga do seu pastor, que antes, era aos seus olhos; "homem de Deus". 

Quando há uma ruptura ou divisão decorrentes de alguma ação contra o pastor, a igreja se divide em três grupos:  1/3 fica com o pastor, considerando as ações contra ele injustas, 1/3 vai para uma nova igreja com o líder da rebelião que no geral, nunca se trata de pessoa bem intencionada e 1/3 perdem a fé, preferem não ir a qualquer igreja. Claro que esses números são hipotéticos e não estão embasados em qualquer pesquisa, mas, algo assim acontece sempre.

Quem primeiro precisa cuidar do "ungido" é o próprio pastor ou líder, preservando o máximo possível a sua imagem diante do povo, vivendo uma vida correta, honesta no trato das coisas e finanças da igreja e cuidando para que não haja prevaricação da doutrina esposada pela igreja, sempre com base na Bíblia Sagrada.

Há recomendações bíblicas de como se deva agir em caso de prevaricação? Sim, a Bíblia nos ensina que não devemos aceitar acusações contra os presbíteros ou bispos da igreja, se não for por boca de duas ou três testemunhas. Quando falo em presbítero ou bispos aqui, refiro-me ao pastor da igreja que tem extensão administrativa em suas atividades, ITm 5:19.

No novo testamento e logicamente na vida da igreja, não encontramos qualquer referência que diga que não se deve denunciar desmandos do pastor, todavia, isso exige extremo cuidado, pois, há muitos interesseiros cujo objetivo é derrubar o pastor por pura vaidade pessoal e interesses pessoais, leiam o texto da terceira carta de João quando falam acerca de Diótrefes.

Claro que entendemos que o presente século tem projetado em muitos homens de Deus, ganância, vaidade e  interesses pecuniários além do necessário a uma sobrevivência digna para uma vida feliz e capaz de manter e educar a família, envolvimento com políticos e políticas que ferem a harmonia, tão necessárias a igreja e não apenas nas igrejas evangélicas; vimos como a coluna da igreja católica, mega estrutura religiosa, está apodrecida, por ministros gananciosos, pedófilos, corruptos e isso, tem-se tornado público, não escapando as críticas que não poupa sequer, o  papa.

Conheço muitos casos de ministros subordinados, que sofrem com suas famílias, por falta de assistência por parte dos ministérios a que servem.

Quando a igreja deixa de cumprir suas metas de assistência aos pobres e aos fins a que se destina, isto por si, já é um sinal de afastamento do eixo central que é Cristo e logicamente, fica uma ferida aberta, atraindo os devoradores de toda classe e ordem.

Quando tomamos em nossas mãos, a responsabilidade de tentar mobilizar pessoas com vistas a fazer guerra contra aqueles que tem responsabilidades na condução da igreja, devemos observar se os danos das nossas ações, não serão muito mais prejudiciais ao povo e a obra que os fatos que exijam reparos. Fica sempre a pergunta: Quem pagará a conta pelas vidas perdidas. A outra questão, ainda mais importante é: Quando tomamos em nossas mãos o direito de justiça, chamamos Deus de cego, surdo e mudo e para isso, quero lembrar que o próprio Deus, vendo as ações de Saul, conduziu por Davi o seu afastamento do trono. Quando o povo de Israel se sublevou contra o sistema e pediram um rei, o Senhor lhes disse por intermédio de Israel que ele sim, era o rejeitado.

Finalmente, não devemos fazer coro, principalmente contra os que não sabendo conduzir questões, preferem achincalhar pessoas que como prova, ao invés de serem abandonados pelo povo, cercam-se de maiores carinhos e os incomodados, acabam indo procurar outra igreja que os acolha.

Com tudo que escrevemos, não significa que nos acovardamos diante de situações que exijam reparos. Com sabedoria, faz-se uma melhor guerra.

Um pastor sensato, tem diante de si, inúmeros sinais de reprovação do seu ministério e atuação frente a igreja que pastoreie: Perda e conflitos  frequentes de membros, conflitos entre os membros da sua diretoria e a falta de espiritualidade nos cultos. 



    

domingo, 11 de agosto de 2013

EBD LC7 A ATUALIDADE DOS CONSELHOS PAULINOS

LIÇÃO 07 A ATUALIDADE DOS CONSELHOS PAULINOS.
EBD para 18/08/2013. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A ALEGRIA DO SENHOR.
II – A TRÍPLICE ADVERTÊNCIA CONTRA OS INIMIGOS.
III – A VERDADEIRA CIRCUNCISÃO.

 Em tempo: As mesmas orientações do apóstolo, endereçadas as igrejas do seu tempo, pelas epístolas, são para nós, o tratado de orientação único da igreja do Senhor ainda, nos nossos dias.

I – A ALEGRIA DO SENHOR.
1.1        Regozijo espiritual.
Resta irmãos meus:
a)   Os crentes precisam ser ensinados a suportar o dia da adversidade e não perder a sua alegria no Senhor.
b)   Não devemos julgar os fracos e muito menos despreza-los. Há incontáveis irmãos que nas dificuldades buscam recorrer a quem lhes dê uma palavra de consolação e conforto, principalmente os indicados como portadores de dons espirituais.
c)   O regozijo é sinal de preservação da fé no Senhor.

1.2        Exortação ao regozijo.
Em meio a tantas doenças, principalmente as de caráter psicológico como: temores noturnos, casos mais graves como depressão e a síndrome do pânico, fundo do poço do agravamento dessas doenças, podem ser superadas pela fé no Senhor, pela alegria de servi-lo. Os pastores em primeiro plano e os membros da igreja no segundo devem estar atentos aos membros da igreja, quando se afastam da comunhão por mais tempo que o compreensível em situações de adversidade, principalmente com o desemprego e os conflitos no lar.  
Nas horas difíceis, o amor é uma forte aliada da manutenção do regozijo.

1.3        Alegria em meio às preocupações e aflição.
Observar os textos da leitura diária que nos remetem a uma vida alegre e contemplativa.
Não somos fãs das pregações de auto estima, mas, entendemos que é necessário promover essa alegria pela palavra bem como os desafios exigidos pela fé no nome do Senhor.

II – A TRÍPLICE ADVERTÊNCIA CONTRA OS INIMIGOS.
Muito interessante este tópico que trata das advertências contra os que exploram a igreja para proveito próprio.

2.1 Guardai-vos dos cães.
Seria uma linguagem figurada? Não acredito, para mim, a palavra é dura e é a maneira como o apóstolo vê os obreiros aproveitadores como os judaizantes que viviam perturbando a igreja do Senhor.
Se usássemos essa linguagem, certamente seríamos expulsos de alguma igreja, pois, o que não faltam em nossos dias, são os intocáveis cães e seus admiradores.

2.2 Guardai-vos dos maus obreiros.
Falar em maus obreiros é lembrar-se de Diótrefes e perceber que esse fez escola, pois, não faltam os maus obreiros a sua semelhança.
a)   Os que querem dominar a igreja do Senhor.
b)   Os que buscam isolar-se da igreja que lhe confiou trabalho.
c)   Os que inescrupulosamente ensinam erros para manter o domínio sobre os crentes. Considere Atos 15:24.
d)   Os egocêntricos, só têm olhos para si mesmos.
e)   Por último, obreiros que não buscam boa formação, consideram-se autossuficientes.

2.3 Guardai-vos da circuncisão.
Paulo ensina o que é verdadeiramente circuncisão e nessa, encontramos, cantores que se dizem levitas, outros que se autodenominam de profetas, tudo com o objetivo de alimentar a própria vaidade.

III – A VERDADEIRA CIRCUNCISÃO CRISTÃ.
3.1 A circuncisão no Antigo Testamento.
A circuncisão que é a retirada da prega cutânea que envolve a glande.
Motivos: Culturais, profiláticos e religiosos.
Para Israel era um sinal de obediência a Deus que havia ordenado a circuncisão para todos os meninos, no oitavo dia de nascido.
Recusar a circuncisão  significaria recusar o domínio do Senhor sobre suas vidas.
Como profilaxia, considera-se importante por impedir a formação do esmegma ou um sebo que se forma na região.
Lembrar que Moises não tendo circuncidado seu filho Gerson, Zípora o fez para evitar um dano maior a Moises e consequentemente a família, Ex. 4:25.
Do ponto de vista da ordenança, como sinal de propriedade de Deus, tinha ficado para trás com a Lei.

3.2 A verdadeira circuncisão.
Na carta aos colossenses 2:11-12 Paulo mostra o verdadeiro sentido quanto ao aspecto religioso ou espiritual.
Em Atos 16:3 Paulo circuncida Timóteo para que este tivesse livre trânsito entre os judeus e nada mais que isto.

3.3 A verdadeira circuncisão.
A circuncisão somos nós, declara o apóstolo com vistas a neutralizar a ação dos judaizantes.
Hoje, causa-nos espécie que ensinadores consigam desenterrar hábitos que ficaram no passado, pois, em Cristo e nos ensinamentos do Novo Testamento, temos o reconhecimento de uma vida livre de usos e costumes.
Algumas seitas, usam o título de sacerdote para os seus líderes e cantores, assumem o título de levitas.
Apenas a graça de Cristo, nos basta. Que saibamos reconhecer isto.






domingo, 4 de agosto de 2013

EBD LC6 A FIDELIDADE DOS OBREIROS DO SENHOR.

LIÇÃO 06 A FIDELIDADE DOS OBREIROS DO SENHOR.
EBD para 11/08/2013. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A PREOCUPAÇÃO DE PAULO COM A IGREJA.
II – O ENVIO DE TIMÓTEO A FILIPOS.
III – EPAFRODITO UM OBREIRO DEDICADO.

 Em tempo: Não se pode afirmar que a igreja dos dias primitivos ou como queiram; a igreja primitiva  era grande em número, o suficiente para que os apóstolos já pudessem ter o seu gabinete pastoral, todavia, está bem evidenciado que os pés dos apóstolos, transitavam no meio do povo e sem carro blindado, mesmo diante de tantas ameaças. A ostentação de riqueza atrai os que praticam o mal.

I – A PREOCUPAÇÃO DE PAULO COM A IGREJA.
1.1        Paulo, um líder comprometido com o pastorado.
a)   O texto de Atos 20:29 mostra que o compromisso de Paulo saia fora das portas do templos.
b)   A preocupação com a continuidade da obra.
c)   A preocupação em preparar novos obreiros através de conselhos e ensinamentos, dando-nos Timóteo como modelo.
d)   Era visível o desinteresse de Paulo em manter o domínio sobre a igreja. Consideremos IPd 5:2-4.

1.2        Paulo, o mentor de novos obreiros.
 A igreja não é uma empresa, todavia, é preciso investir em novos obreiros e essa preparação em muitos casos, começa com a juventude da igreja, uma atenção redobrada pode descobrir valores entre eles.
Não capacitar obreiros com ensinos que alcancem os aspectos morais, intelectuais e principalmente o conhecimento da Palavra de Deus é comprometer o futuro da igreja na condição de comunidade, prejudicando os caminhos da salvação do povo.

1.3        Paulo, um líder que amava a igreja.
O autor discorre sobre a relação de Paulo com a igreja, de maneira leve, sensível e altamente compreensível; o suficiente para entendermos quais as diferenças de uma administração verdadeiramente pastoral do gerenciamento de uma igreja e por vezes quando se faz um péssimo gerenciamento.
A Palavra de Deus nos informa que Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela. Muitos se entregam por si mesmos.

II – O ENVIO DE TIMÓTEO A FILIPOS.
2.1 Paulo dá testemunho por Timóteo.
Há duas questões a serem consideradas neste ponto:
a)   A confiança de Paulo sobre Timóteo enviando-o a Filipos.
b)   A reciprocidade dessa confiança, saber que haveria retorno.
c)   Timóteo não agiu como Diótrefes (3Jo) não foi falso com aquele que o enviou.
Um professor de Escola Dominical é um enviado de confiança do pastor da igreja a um grupo dos seus membros. Agir com lisura, não inflamando os corações contra o pastor nem usando linguagens sutis para desacredita-lo é prova que você, professor, é um homem ou mulher de Deus.
Conheci muitos casos de professores que não cumpriam o seu papel por conta de maus propósitos e alguns até querendo dominar o grupo.
Que tenhamos total comprometimento na obra do Senhor ou peçamos desculpas ao pastor para não assumir e estragar o que existe.

2.2 O modelo paulino de liderança.
Considerações gerais:
a)   Fomos chamados para servir e não para sermos servidos.
b)   Dedicação e humildade dão autenticidade e reconhecimento ministerial.
c)   O obreiro precisa saber o que se passa na vida das ovelhas, as doentes e as desempregadas.
d)   Não basta exigir fidelidade, precisa ser fiel à igreja.

 2.3 As qualidades de Timóteo.
Tanto nos exemplos bíblicos como nos dias atuais, ainda acreditamos que a igreja é o melhor aferidor de reconhecimento pastoral. Há muitos que se dizem “sou pastor” e a igreja o ignora, porque, não vê frutos do seu ministério. Fazer bonitas pregações nos cultos do Domingo, quando a igreja está cheia, não dá selo de aprovação; aprovação é quando o obreiro auxilia o seu pastor, nos cultos da semana, nas visitas e no encaminhamento para solução dos problemas surgidos.
Que falta faz um Timóteo em muitas igrejas dos nossos dias.

III – EPAFRODITO UM OBREIRO DEDICADO.
3.1 Epafrodito, um mensageiro de confiança.
a) Sejamos sempre um mensageiro de confiança.
b) Nunca traiamos a confiança daquele que nos enviou.
c) O mais importante de tudo é ter a aprovação de Deus pela nossa fidelidade.
d) Epafrodito gozava dessa confiança e a alimentava.
e) Epafrodito, foi fiel cooperador do Apóstolo, suprindo as suas necessidades.
Sejamos fieis e nunca deixemos de assistir os nossos pastores. Há igrejas que sugam toda energia do pastor e são incapazes de acompanhar suas carências e supri-las.
Toda igreja precisa ter um Epadrodito, aquela pessoa que se movimenta junto à membresia quando tiver que socorrer o pastor nas suas necessidades ou esfriar o ânimo dos exaltados.

3.2 Epafrodito, um verdadeiro missionário.
Não há galardão para os que fazem apenas o que se manda. Alguns se limitam a fazer apenas o necessário, para culpar o pastor da falta de confiança e apoio.
Há deveres cristãos que independem da autorização do pastor, aliás, a maioria dos nossos deveres, foram impostos pelo Senhor e sua Palavra.
O que não é correto, é querer mostrar autoridade sem que pra isso, tenha sido designado.

3.3 Paulo envia Epafrodito.
A doença de Epafrodito certamente tiveram como causa, o desgaste emocional pela obra, percebe-se que ele era atuante assim como os demais.
Há os que entendem não haver necessidade de tanto empenho na obra, mas, só pode compreender isto, quem realmente foi chamado pelo Senhor e dá valor as almas.
A igreja não é um produto manipulável, ela é o corpo de Cristo e precisa de tratamento carinhoso e firme para não ser enganada pelos que tomam a honra de ministros, de forma indevida.