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sexta-feira, 26 de abril de 2013

EBD LÇ.4 A FAMÍLIA SOB ATAQUE.


LIÇÃO 04 A FAMÍLIA SOB ATAQUE.
EBD 28.04.2013. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – OS ATAQUES DO INIMIGO.
II – ATITUDES MUNDANAS PARA DESTRUIR A FAMÍLIA.
III – O CUIDADO CONTRA A FILOSOFIA MUNDANA E A PORNOGRAFIA.


Em tempo: Os ataques às famílias vêm de diversas frentes. Os problemas internos são decorrentes dos problemas externos com poucas, mas, graves exceções. As pressões de fora tendo como alavanca, questões de ordem financeira, desestruturam as famílias, gerando sérios conflitos. As questões de ordem moral vem de outra frente, a corrupção que toma conta do sistema mundano capitaneado pelo Diabo. Nunca como em qualquer outro tempo, se investiu na sedução e na imoralidade. Há muitas batalhas que só podem ser vencidas com a Palavra de Deus e outras, com mudanças de atitudes.

I – OS ATAQUES DO INIMIGO.
1.1        Ataque às crianças.
A principal porta de entrada para aliciar as crianças e afasta-las das garantias familiares, são as escolas. Escolher professores para os filhos é impossível e se fosse possível, tratariam como preconceito e aí, todo tipo de ensinamento que visam afastar principalmente, de Deus.
As igrejas pecam nessa área, pois, apesar de termos em nossa lista de membros, pessoas academicamente capazes, a igreja não investe nessa área, uma das causas é o orgulho de cada bandeira.

1.2        Ataque à disciplina no lar.
Disciplina no lar não é espancamento.
Disciplina no lar não é rubricar o boletim escolar mensalmente.
Disciplina no lar não é bater no filho pensando no bagaço do marido.
Não confundir “vara”, muito citado em Provérbios com vara de marmelo para educar. “Vara”, também entendido como palavra.
O mundo e em particular os governos, alimentam a indisciplina, ao entender que umas chineladas, são uma forma de violência contra a criança.

1.3        Falsos ensinos.
O autor faz referência a teologia moderna que aliás, não é a teologia que é moderna e sim os que dela se utilizam.
É preciso tomar muito cuidado com quem lidera crianças e adolescentes, o grau de conhecimento e obediência a Palavra de Deus, deve ser posto a prova. Afinal de contas, a igreja tem um papel fundamental na formação das crianças e dos jovens.

II – ATITUDES MUNDANAS PARA DESTRUIR A FAMÍLIA.
2.1 O abandono aos filhos.
Há dois tipos de abandono:
a)   O abandono do recém-nascido que é uma atitude criminosa.
b)   O abandono do filho, dentro de casa que corresponde a não acompanhar as ideias em desenvolvimento dos filhos, para corrigir o curso, num momento em que eles gravam tudo que ouvem e já começam a elaborar juízo de valor.

2.2  Desrespeito aos pais.
Há várias formas de desrespeitar os pais:
a)   Tratar com grosseria dentro de casa e perante pessoas.
b)   Mentir para facilitar suas “saidinhas” e praticar o que não é convencional.
c)   Abandonar os pais na velhice.
d)   Arrumar filhos fora do casamento e achar que a mãe tem a obrigação de cuidar deles.
e)   Usar a sala de casa para namoro próprio de motel.
f)    Não compartilhar de maneira aberta sobre as dificuldades da família.
g)   Gastar muita água e energia elétrica nos banhos, quando não compartilha do seu pagamento.

2.3 O secularismo.
Para o autor, secularismo é ignorar os princípios espirituais para conduzir os negócios.
Demais definições encontradas a respeito:
a)   Espírito ou tendência secular.
b)   Sistema ético que rejeita toda forma de fé e devoção aceitas.
c)   Doutrina segundo a qual, devem ser excluídos da educação pública qualquer elemento religioso ou seu ensinamento.
No lar, o secularismo é a total influência do mundo na vida familiar bem como, colocarem-se como o centro de si mesmos em função dos ensinamentos fora dos padrões bíblicos.
   
III – O CUIDADO CONTRA A FILOSOFIA MUNDANA E A PORNOGRAFIA.
O autor apresenta 3 pontos importantes para se combater o estilo de vida libertino.
3.1. Observar a Palavra de Deus.
3.2 Templo do Espírito Santo.
3.3 Não porei coisa má diante dos meus olhos.
A princípio, toda orientação bíblica deveria ser, na vida de muitos,  o suficiente para deter o avanço da pornografia na vida de uma pessoa e certamente nos referimos a pessoas cristãs.
Temos argumentações na área das ciências humanas, a ciência dirigida por quem teme ao Senhor.
a)   Pornografia como alimento dos desvios de conduta e os crimes como estupro e os praticados dentro do lar contra esposas.
b)   Pornografia como forma de estímulo no casamento e os males decorrentes.
c)   Pornografia como forma de alimentar as chamadas opções.

A igreja gastou precioso tempo e perdas de vidas ao proibir televisão; agora, chegou o que é bem pior que televisão, a internet.
A internet em si, não é problema. A internet é uma página de comunicação com o mundo e muitos se aproveitam dela para vender o seu lixo, a pornografia.
Proibir não é a solução. Na verdade, não existe solução prática pois com ou sem internet, a pornografia toma conta do mundo em diversas formas.
O que os pais deve fazer, basta, ao entregar o computador para seus filhos, deixar bem claro que não podem ser utilizadas senhas impeditivas. Sabendo que ora ou outra os pais irão vasculhar o HD ou disco rígido, o receio limita as buscas pela licenciosidade.




  

sexta-feira, 19 de abril de 2013

EBD LC3 AS BASES DO CASAMENTO CRISTÃO


LIÇÃO 03 AS BASES DO CASAMENTO CRISTÃO.
EBD 21.04.2013. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A VONTADE DE DEUS PARA O CASAMENTO.
II – O AMOR VERDADEIRO NO CASAMENTO.
III – A FIDELIDADE CONJUGAL.


Em tempo:  Para que um casamento subsista no presente século, faz-se necessário compreender a sua importância e a pressão que vem de fora para dentro. É preciso olhar a velhice, com responsabilidade e temor, pois, exatamente nessa fase, não podemos ser lobos solitários, estes, morrem na neve.
Sempre que realizei cultos, com a presença de noivos, deixa claro que o casamento se divide em três períodos:
1º período, chamada de “lua de mel” é o período doce da vida conjugal, apesar de que, alguns conseguem torna-lo salgado demais. Com sabedoria, a duração dependerá de ambos.
2º período, ou período intermediário, de longa duração, quando acordamos pra vida, para o mundo real, com filhos, com os problemas recorrentes e decorrentes, pois toda atenção, principalmente da esposa se volta para estes.
3º período, quando ambos, já entenderam que o melhor é estarem juntos. Perdemos o vigor físico, perdemos muita coisa, mas, não perdemos o amor e isto sim, é o que vale na relação.

INTRODUÇÃO – O texto de Hb 13:4 é o texto áureo do casamento e deve ser lido com alguma frequência para que a responsabilidade de ambos, não caia no esquecimento.

I – A VONTADE DE DEUS PARA O CASAMENTO.
1.1        Um plano global.
O plano global não deixa espaço para qualquer outra forma de união conjugal. A sociedade corrompida, tenta desqualificar esse plano que foi estabelecido por Deus e não pelo Homem, para satisfação e legitimação dos seus instintos. Essa fuga, pode achar amparo nas leis dos homens, porém, jamais encontrará amparo na Palavra de Deus, não obstante, tentarem torcer as Escrituras, para sua própria perdição.
1.2        Os indicadores da vontade de Deus.
A questão da orientação aos jovens com respeito ao casamento parece ter chegado ao limite, dentro das igrejas, muitos já não querem aquele desgastado tema “namoro, noivado e casamento”. A razão para isto está na falta de bom testemunho por parte de muitos casais e até famílias.
O autor aponta quatro indicadores da vontade de Deus para o aconselhamento:
A paz de Deus no coração, o comportamento pessoal, a naturalidade e os princípios da santidade.
É melhor pensar no conjunto desses princípios, porém,  o comportamento do jovem solteiro, na família, no trabalho e na sociedade, dirão como será o esposo.
Não falo de comportamento dentro da igreja, pois, aqui, todos se comportam bem, engana muito.

II – O AMOR VERDADEIRO NO CASAMENTO.
2.1 O dever primordial do casal.
O autor afirma que o marido que não ama sua esposa, não pode dizer que obedece a palavra de Deus.
O marido que ama e protege sua esposa tem 100% de chances de ser ouvido em suas orações.

2.2 O amor gera união plena.
O autor cita textos e fala de pagar benevolência conjugal. A benevolência envolve todo tipo de relação a que o casal precisa se submeter para ter uma vida harmoniosa, não apenas no tocante a questões da sexualidade.

III – A FIDELIDADE CONJUGAL.
3.1 Fator indispensável à estabilidade no casamento.
Interessante a maneira intimista como o autor trata a questão da infidelidade. É  a visão que os pastores têm sobre a vida conjugal e familiar, diante de tantas experiências vividas em aconselhamentos e reajustamentos de vidas que os procuram na tentativa de manter o casamento a salvo da infidelidade que é um ato agressivo a seguridade matrimonial.
O edifício não foi construído para suportar o peso da infidelidade.

3.2 Cuidado com os falsos padrões.
Os padrões humanos visto nas telinhas e telonas não correspondem a um padrão válido.
O padrão social moderno, para o matrimônio também não correspondem a um padrão válido.
O homem pode correr, inventar e tentar algo novo, todavia, o padrão ideal para o casamento está no modelo abraçado por ISAAC e REBECA.

Gn.24:67 “E Isaque trouxe-a (Rebeca) para a tenda de sua mãe, Sara, e tomou-a por mulher e amou-a. Assim, Isaque foi consolado depois da morte de sua mãe”.

Que Deus abençoe os professores, que possam passar o melhor, do conteúdo dessa rica lição, muito bem comentada pelo pastor Elinaldo Renovato.




quinta-feira, 11 de abril de 2013

EBD/CPAD O CASAMENTO BÍBLICO

LIÇÃO 02 O CASAMENTO BÍBLICO.
EBD 14.04.2013. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – O PRINCÍPIO DA MONOGAMIA.
II – O PRINCÍPIO DA HETEROSSEXUALIDADE.
III – A INDISSOLUBILIDADE DO CASAMENTO.
Em tempo: Chegamos a um ponto muito interessante da nossa lição, abordando um tema com o qual, a juventude está sempre acesa para ouvir e discutir,  todavia, muitos jovens esperam ouvir o que satisfaça as suas inquietações, principalmente no tocante aquela mocinha linda, que mora ao lado, com quem troca umas paqueras, mas..., mas, ela não é crente e como gostariam que a igreja fosse mais aberta, mais tolerante com a questão. Intolerância já não é uma palavra de ordem no nosso meio, aprendemos a flexibilizar, tudo em nome da diplomacia e desejo de não perder um membro ou toda uma família.
Ao escrever estas linhas espero que alguém não se zangue e diga: Minha igreja não flexibiliza...”; Mantenha a calma, pois, não estou falando de maneira específica, mas, de forma genérica.
Quanto a mim, penso que ao longo dos anos, perdemos muitos jovens e por vezes famílias por questão de intolerância, quando deveríamos amar e ensinar. Estabelecíamos a regra como lei, dura e impiedosa.
I – O PRINCÍPIO DA MONOGAMIA.
1.1 Monogamia x Bigamia.
A Bíblia não deixa brecha para a bigamia. Qualquer argumentação tentando justificar essa conduta fica entendida como ofensa a Deus e a sua palavra.
Muitas coisas têm sido toleradas como objetivo de acomodar situações contrárias aos ensinamentos bíblicos quer seja com base no antigo ou no novo testamento, em nome da amizade ou quanto vale o membro da igreja. O princípio está na criação e ordenação das coisas e principalmente as razões pelas quais, Deus criou a mulher.
1.2 A poligamia torna-se comum.
No ponto 1.1 o autor fala em bigamia e neste, em poligamia. Qual a diferença? Como se trata de vocábulos gregos, bi (dois) poli (muitos). Muitas vezes dissemos que Deus havia tolerado a conduta de Abraão em nome da sua posteridade, ora, Deus já tinha feito promessa ao patriarca de fazer dele uma grande nação, bastava esperar, mas, a inquietação foi maior e Sara consentiu que Abrão gerasse filhos de Agar. O resultado, tanto familiar quanto histórico, todos conhecemos. Na família, as constantes brigas de Sara  acabou com a expulsão de Agar,  concubina e o filho dela.
Há em nosso país e é de conhecimento público, pessoas vivendo sob o regime de bigamia e até de poligamia. Satanás tem usado a sexualidade como arma para seduzir pessoas e afasta-las de Deus.
1.3 No novo testamento a poligamia é condenada por Jesus e pelos apóstolos. O autor usa o texto de Mt. 19:3 onde se faz menção de repudir “sua mulher”, no singular e a resposta do Senhor, citando o que lemos  no texto de Gn 2:24 “...apegar-se-á à SUA MULHER” (grifo meu). 3 pontos amparam esta argumentação, segundo o autor:
a)   UMA ESPOSA E UM MARIDO - ICo 7:1-2 “Cada um tenha a sua própria mulher e cada uma o seu próprio marido”. Quando o apóstolo diz que isso é por causa da prostituição, deixa claro que esse comportamento equipara-se a prostituição.
b)   A HARMONIA CONJUGAL – Cita Ef. 5:25 e Cl.3:19 textos que tratam do compromisso conjugal, sempre com “SUA MULHER e nunca com “SUAS MULHERES”. A monogamia contribui para uma vida harmônica.
c)   A MONOGAMIA NA LIDERANÇA CRISTÃ – Tanto o bispo como o diácono são confrontados diante dos textos de ITm 3:2 e 4:12 que sejam maridos de uma mulher. As coisas andam muito estranhas nessa área, todavia, não convém ao professor jogar esse assunto para os alunos, que em nada edifica, mas, lutar pela causa da verdade, cada um da maneira como puder contribuir para o bem do Reino de Deus.
 
II – O PRINCÍPIO DA HETEROSSEXUALIDADE.
2.1 “Macho e fêmea os criou”.
Entramos no terreno da homofobia e na verdade a maior demonstração de homofobia tem vindo dos que defendem as práticas homossexuais. Deus fez o homem para a mulher e vice versa e os homens têm mudado o curso da ordem divina. A Bíblia condena os atos homossexuais e nós condenamos porque amamos a Bíblia e a temos como Palavra de Deus. Obviamente que condenamos todo tipo de preconceito e até o preconceito que os movimentos gays têm dos heterossexuais. Basta levantar o histórico dos agressores e assassinos de gays que nenhum frequentou igrejas, tampouco agiram sob força de qualquer texto bíblico, portanto, é pretexto argumentar que as igrejas estimulam o preconceito.
 2.2 “E se unirá a sua mulher”.
A Bíblia tanto condena as relações homossexuais como condena as chamadas perversões sexuais mesmo se praticadas por heterossexuais. A maior vontade do ser humano é achar alguém que lhes interprete a Bíblia de tal forma que os coloque em situação confortável diante de toda condenação prevista na Palavra de Deus.
 
III – A INDISSOLUBILIDADE DO CASAMENTO.
3.1 Uma só carne.
O que Deus ajuntou, não separe o homem. Muitas pessoas perguntam se o casamento de uma pessoa descrente, espírita ou de qualquer outra religião é  ajuntado por Deus. O casamento está acima de qualquer instituição, filosófica, religiosa ou de conceitos que tentem qualificar o casamento como um simples contrato de avenças conjugais. Com razão, o apóstolo Paulo declarou que aquele que se ajunta a uma meretriz, faz um só corpo com ela. Assim é o matrimônio, um só corpo.
Para mim, qualquer ajuntamento entre um homem e uma mulher, caracteriza o matrimônio. A igreja exige o casamento civil por ser uma prática legal exigida em nosso país. Somente o casamento na esfera civil, responsabiliza o homem ou a mulher caso abandonem o compromisso e migrando para outro lugar, compareçam como solteiro, principalmente nas igrejas.
3.2 A porta de entrada para o divórcio.
O autor fala em casamento de fachada e a cada dia, essa questão cresce nos relacionamentos. Muitos são os fatores que contribuem para o esfriamento da relação até o ponto de profunda inimizade e até o ódio:
a)   Ciúme doentio.
b)   Falta de confiança.
c)   Casal sem orientação para enfrentar os naturais conflitos.
d)   Casamento constituído por interesses puramente carnal.
e)   Diferença sócia econômica.
f)    Falta de educação e de berço de qualquer dos cônjuges, só percebido após a convivência e
g)   Violência doméstica, bebida e drogas entre outras.
O QUE FAZER – Dar vazão ao divórcio, entender que tudo isso merece ser apreciado pela igreja de forma benevolente? O melhor caminho é orientar os casais a lutarem por repaginar suas vidas de tal maneira a consolidar o matrimônio, pois, as crianças são as maiores vítimas.
 

sexta-feira, 5 de abril de 2013

EBD LC1 FAMÍLIA - CRIAÇÃO DE DEUS.


LIÇÃO 01 FAMÍLIA, CRIAÇÃO DE DEUS.
EBD 07.04.2013. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A FAMÍLIA NO PLANO DIVINO.
II – A QUEDA E SUAS CONSEQUÊNCIAS P A FAMILIA
III – A CONSTITUIÇÃO FAMILIAR AO LONGO DOS SÉCULOS

 Em tempo: Neste segundo trimestre de 2013, somos brindados com uma série de lições sobre a família. As famílias representam pequenas formações, também chamadas de núcleo familiar, elas constituem a sociedade. A base da família é o casal, entendendo-se como casal, um homem e uma mulher, assim criados para se completarem mutuamente. A ciência isolou em laboratório a semente humana da reprodução; se essa semente fosse usada apenas para salvar situações de casais não produtivos, até seria plausível, pois, há casais que por circunstâncias alheias às suas vontades, desejam filhos e não pode tê-los. Mulheres solitárias resolveram tomar posse dessa semente e achar que não precisa mais do macho reprodutor. Assim, tenta-se descaracterizar a família e a forma mais sublime de reprodução da espécie humana; o amor entre duas pessoas, o amor entre um homem e uma mulher.

 I – A FAMÍLIA NO PLANO DIVINO.
1.1        O propósito de Deus.
O texto é simples e esclarecedor, falando acerca de um assunto sobejamente ensinado, nos encontros com casais e em reuniões da igreja.

a)   Tirar o homem da solidão – Não é bom que o homem esteja só.
       b)   Dar a luz filhos, construindo uma família e consequentemente uma sociedade e nações.
c)   Criar vínculo de relacionamento familiar cujos efeitos fossem altamente positivos, principalmente na velhice.
d)   Criar vínculo economicamente produtivo, situação mais percebida na vida rural.
e)   Dar sustentabilidade emocional ao ser humano.

1.2        Um lugar de proteção e sustento.
O autor refere-se ao Jardim do Eden como lugar aprazível e seguro, com tudo o que o casal precisava para sobreviver e contando ainda com a presença de Deus.

a)   O jardim do Eden, certamente não acomodaria todas as famílias da terra.
b)   Deus ao planejar a família, propiciou-lhes terras férteis cultiváveis, conhecendo o coração do homem.
c)   O propósito de Deus é que o homem tivesse garantida a sua sobrevivência. Pelo pecado, a ganância e o egoísmo tomaram conta do coração do homem criando as diferenças sociais.
d)   Cuidar da família nos dias atuais exige habilidade e muito empenho. 

1.3        A primeira família.
O primeiro casal, a primeira família e a forma como foram criadas.
      a)   O argumento bíblico é para nós os crentes, algo inquestionável.
b)   Não temos (não tenho) a menor noção do tempo vivido pelo casal no período da inocência, apesar de serem atribuídos os anos de vida.
c)   O primeiro ato de desobediência deu base a todos os conflitos existenciais, até os nossos dias.


II – A QUEDA E SUAS CONSEQUÊNCIAS PARA A FAMILIA

2.1 O ataque do inimigo.
O inimigo atacou a primeira família, usando a mesma estratégia de hoje: Confrontar as verdades divinas.
a)   Com relação aos valores familiares.
b)   Com relação à fidelidade.
      c)   Com relação à segurança.

Os valores foram modificados para o mal, a fidelidade é discutida e questionada de forma pública e a segurança, praticamente não existe mais.

 2.2 Os resultados da queda no relacionamento familiar.
Que este importante tópico da lição, seja lido com calma aos alunos.
Todas as nossas lutas, tem causa, nome e origem.
Uma das ciências que muito evoluiu para tentar entender o mecanismo humano foi a psicanalítica. O cérebro humano já foi totalmente mapeado para explicar o seu comportamento. Sabemos que além do comportamento pelo caráter, há uma forte influência satânica para seduzir e afastar o homem de Deus. Essa influência e sedução têm tido êxito e as consequências, mais nocivas que no princípio, comprometendo a permanência daquilo que Deus criou.

2.3 A vida familiar depois da queda.
a) Expulsão do Jardim do Eden.
b) Dores de parto.
c) Trabalho árduo (espinhos e cardos).
d) Velhice e morte.
e) Depressão e frustração por sonhos interrompidos ou não realizados.

 
III – A CONSTITUIÇÃO FAMILIAR AO LONGO DOS SÉCULOS

3.1 Família patriarcal.
O autor cita neste tópico, 3 tipos de família:

a)   FAMILIA PATRIARCAL – Tipo de família em que o pai era soberano em suas palavras; todos obedeciam rigorosamente, todas as decisões da casa, as questões de ordem econômica e até os casamentos, dependiam da decisão do patriarca.
b)   FAMÍLIA MONOGÂMICA – Tipo de família que permanece até os dias de hoje, com exceção em algumas culturas. Uma esposa e um marido.
c)   FAMÍLIA CONSANGUINEA – Tipo de família mantida pelos laços de sangue é a família ampliada por parentes diretos e indiretos, mas, do mesmo sangue. Não há relação mais extensa por questões de afinidade com outras pessoas.

3.2 A família nuclear.
Certamente o termo nuclear foi tirado da estrutura dos átomos onde o núcleo é a parte central, homogênea e maciça.
A família nuclear se caracteriza pelo casamento monogâmico, um homem e uma mulher seguidos dos filhos.

Na sociedade moderna, outras estruturas familiares têm surgido no cenário em total desacordo com a Palavra de Deus, como a chamada, família alternativa, formada pelo grupo GLBT.