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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

EBD LC.7 CONTRAPONDO A ARROGÂNCIA COM A HUMILDADE.


LIÇÃO 07 CONTRAPONDO A ARROGÂNCIA COM A HUMILDADE.
EBD para 17/11/2013. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – O SÁBIO VERSUS O INSENSATO.
II – O JUSTO VERSUS O INJUSTO.
III – O RICO VERSUS O POBRE.
IV – O PRINCIPE VERSUS O ESCRAVO.

Em tempo: Senso e contrassenso é o espírito desta lição, mostrar os dois lados, da virtude e da contra virtude, do bem e do mal, do justo e do injusto, da humildade e da arrogância, momento para boa reflexão e permita Deus, momento para correção de percurso. Sempre é tempo de rever nossas posições e valores.

I – O SÁBIO VERSUS O INSENSATO.
1.1        Sabedoria e humildade.
O Evangelho é a porta de entrada ao terreno fértil da sabedoria, daí, a razão de entendermos que o crente que experimentou o novo nascimento, tem acesso fácil a esse campo, usufruindo da graça de Deus que nos permite circular nos meios sociais, com tanta facilidade, mesmo sem ser um acadêmico de qualquer ciência.
A sabedoria é o único antídoto capaz de neutralizar os efeitos da falta de humildade nos casos que se requeira e para o sábio, a humildade já está alojada no coração.

1.2        Insensatez, arrogância e altivez.
 O arrogante é portador de muitos predicados negativos.
Não valoriza o semelhante nem aquele que de alguma forma contribuiu para sua ascensão em se tratando de oportunidades recebidas.
O arrogante não se incomoda de humilhar o próximo.
Na terceira carta de João a figura arrogante de Diótrefes é reproduzida.
O arrogante no seu íntimo, não reconhece nem a graça de Deus sobre sua vida. O arrogante tem um comportamento facilmente identificável.
Vê-se muitos pregadores com sintomas de arrogante.
A insensatez é uma das características do arrogante.

II – O JUSTO VERSUS O INJUSTO.
2.1 Justiça e humildade.
A justiça é um dos atributos de Deus pelo qual ele ordena todas as coisas em favor dos homens em igualdade de número, peso e medida.
Assim deveria ser com todos os homens em relação ao semelhante, principalmente os que detêm alguma forma de poder.
Muitas parábolas de Jesus foram propostas como forma de mostrar a justiça de Deus. Ex. A dos trabalhadores e as diversas horas de trabalho, Mt.20.
O que age com justiça expõe o tamanho da sua humildade sem qualquer esforço para isso.

2.2 Injustiça e arrogância.
Sempre dizemos que a Bíblia em resposta para tudo e de fato, tem.
Injusto – A parábola do credor incompassivo em Mt.18:28-30 além de injusto, agiu com profunda arrogância contra o seu devedor.
Arrogante – Nabucodonosor, Dn 4:30 “Não é esta a grande Babilônia que eu edifiquei para casa real, com a força  do meu poder e para glória da minha magnificência?”.

III – O RICO VERSUS O POBRE.
3.1 Riqueza e arrogância.
O autor trata de forma equilibrada quando mostra situações e o inverso dela. Situação positiva para o homem que trabalha e de maneira justa adquire sua riqueza, nem por isso se torna arrogante, presunçoso, achando-se a figura mais importante do meio. Pelo menos, não deve.
Por outro lado, temos o pobre que não é maldição como alguns tentam impor por seus ensinamentos cheios de interesses. A pobreza pode ser culpa da indolência ou falta de criatividade e empenho nas tarefas.

3.2 Pobreza e humildade.
Há pobres arrogantes, quando recusa a mão que pode lhe socorrer.
A pobreza não é sinal que Deus beneficia a quem quer de maneira proposital, mas, inconsequente, todavia, a Bíblia nos mostra que Deus não nega bem algum àqueles que amam a sua Palavra, o maior exemplo é a vida de Abraão.

IV – O PRINCIPE VERSUS O ESCRAVO.
4.1 Realeza: Arrogância e humildade.
Israel viveu sob uma monarquia com características muito peculiares pelos compromisso com Deus. Mesmo com todas as considerações, Israel teve reis absolutamente ímpios. Para Israel, considerava-se a impiedade em relação a Deus e em relação ao povo.
Após a morte de Salomão, seu filho Roboão ou Reoboão começou a reinar com 41 anos e começou mal, (IRs 11:43) e tomou posição em prejudicar o povo 12:10.

4.2 Escravidão: humildade e realeza.
O servo prudente dominará sobre o filho... Pv 17:2.
Não há dúvida que este assunto é vasto e rico em acontecimentos históricos. Sempre que um governante age com impiedade, procuramos conhecer o seu histórico de vida e logicamente o que se depreende é que há governantes humildes e justos, tendo origem pobre como também alguns de origem abastada.

O razoável seria que pessoas tendo vindo de camadas humildes da sociedade, encontrando seu lugar ao sol, estendesse a mão àqueles, semelhantes,  na proporção exata das possibilidades, ajudar tantos quanto pudesse, mas, infelizmente muitas vezes vemos acontecer exatamente o contrário.

 

 

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