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segunda-feira, 2 de setembro de 2013

EBD Lc.10 A ALEGRIA DO SALVO EM CRISTO

LIÇÃO 10 A ALEGRIA DO SALVO EM CRISTO.
EBD para 08/09/2013. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – EXORTAÇÃO À ALEGRIA.
II – A ALEGRIA DIVINA SUSTENTA A VIDA CRISTÃ.
III – A SINGULARIDADE DA PAZ DE DEUS.

 Em tempo: Claro está que a alegria do nosso coração, é irremovível por motivos óbvios, mas, como podemos estar alegres quando vemos a igreja descer ladeira abaixo no relaxo das doutrinas mais elementares da Bíblia Sagrada? Não me refiro a costumes, mesmo reconhecendo a importância da “DOUTRINA DOS COSTUMES” que busca equilibrar a vida de maneira harmoniosa, evitando os excessos que o mundo prega e vive!
  
I – EXORTAÇÃO À ALEGRIA.
1.1        A alegria de Paulo.
O otimismo é algo bom, mas, a alegria de Paulo não era fruto do seu otimismo e sim da plena certeza da fé e do bom depósito em Cristo.
Nada poderia contentar mais o apóstolo que a firmeza dos crentes. Fico a me perguntar o porquê de haver tão baixo investimento na firmeza dos crentes.
O que fazer para acelerar e manter em boa posição a firmeza dos crentes? Investir nos ensinamentos bíblicos e na proximidade entre pastor e ovelhas. (pastor aqui, todo aquele que tem responsabilidade com grupos menores na igreja).

1.2        A alegria nas relações fraternas.
“Rogo a Evódia e rogo a Síntique que sintam o mesmo no Senhor”.
Sobre essas palavras pode-se definir o problema que as deixam a parte dos sentimentos comuns no convívio diário?
Temos certeza que se não fosse algo sério, o apóstolo não trataria com especialidade.
A alegria da igreja pode ser roubada por apenas duas pessoas cujos corações transgridam contra a comunhão dos santos; interesses escusos, política, liderança ou ciúmes pelas diferenças.

1.3        A alegria de ter os nomes escritos no Livro da Vida.
As lentes que permitem um foco perfeito da vida na eternidade, após o arrebatamento da igreja, precisam urgentemente de limpeza. O foco está muito distorcido na maioria dos arraiais.
Ama-se mais a criatura que o criador.
O conforto da casa e do automóvel  tomaram o lugar do conforto do amparo ao semelhante carente.
A alegria mudou de endereço e ficou morando nas festas das igrejas
As lágrimas deram lugar aos folguedos cristãos.

II – A ALEGRIA DIVINA SUSTENTA A VIDA CRISTÃ.
2.1 A alegria permanente no Senhor.
O autor faz menção do uso da palavra “regozijo” em vez de “alegria” na versão ARC – Almeida, revista e corrigida.
Todos sabem o quanto a linguagem se desdobra pelo uso e costume, todavia, há expressões que irradiam o verdadeiro sentimento; bendito vernáculo conservador!

2.2 Uma alegria cuja fonte é Cristo.
O que pode substituir o gozo sentido no coração por Cristo?
Rm 8:18 e ainda 8:35-39.

2.3 Uma alegria que produz moderação.
O autor explica o sentido de equidade. Muitos buscam atualizar a linguagem bíblica e isso é natural que ocorra, todavia, expressões como “equidade” falam mais alto por não se referir apenas a princípios de justiça e boa convivência entre irmãos, mas, também, com os de fora, pois o apóstolo diz: “...notória a todos os homens...”

III – A SINGULARIDADE DA PAZ DE DEUS.
3.1 A alegria desfaz a ansiedade e produz a paz.
O autor afirma que a ansiedade contraria a confiança que afirmamos ter em Deus.
a)   A ansiedade é o balão de ensaio do medo.
b)   O medo é em tese absoluta falta de confiança em Deus.
c)   A ansiedade reflete a proximidade daquilo que esperamos ou não.
d)   A Palavra de Deus oferece muitos conselhos para acalmar a ansiedade.
e)   Ansiedade, angustia, medo e depressão, são sintomas de inquietação e nessas águas, todos navegamos em algum momento e de alguma forma por algum motivo.
Que o Senhor fortaleça a nossa fé com sua doce palavra.

 3.2 Uma paz que excede todo o entendimento.
Qual a diferença entre a paz do mundo e a paz de Deus?
A paz do mundo é absolutamente recorrente, pois, depende de outros componentes para que a paz esteja com a pessoa ou individuo. A paz de Deus, não depende de absolutamente nada, salvo a manutenção da vida em Cristo. Ninguém pode compreender como um salvo, o significado da verdadeira paz.

3.3 Uma paz que guarda o coração e os sentimentos.
Você conhece crentes que perdem a paz por troco?
Você conhece crentes que não perdem a paz mesmo diante de ameaças?
A diferença está em que, mantendo a paz de Deus no coração, não nos inquietamos diante das mais tristes notícias e diante de ameaças, nos recompomos com mais facilidade que os demais.

Que o Senhor guarde o seu povo nessa alegria.

Convém lembrar que diante de uma matéria como esta, quando abordamos pontos negativos é comum, alguém baseado em suas próprias experiências, ignorar que um crente possa sofrer momentos dessa falta de alegria. A maior virtude é compreender a fraqueza do semelhante e ajuda-los a levar a carga.



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