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domingo, 21 de julho de 2013

EBD LC 4 JESUS, O MODELO IDEAL DE HUMILDADE.

LIÇÃO 04 JESUS, O MODELO IDEAL DE HUMILDADE.
EBD para 28/07/2013. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – O FILHO DIVINO: O ESTADO ETERNO DA PRÉ-ENCARNAÇÃO.
II – O FILHO DO HOMEM: O ESTADO TEMPORAL DE CRISTO.
III – A EXALTAÇÃO DE CRISTO.

 Em tempo: O que o autor quer dizer sobre o estado eterno da pré-encarnação? Vivemos na era da nomenclatura e por vezes, termos usados academicamente nas Escolas Bíblicas Dominicais, assustam os mais preparados, quanto mais os menos preparados, considerando que esta lição é distribuída nos grandes centros, mas, também, entre sitiantes.


I – O FILHO DIVINO: O ESTADO ETERNO DA PRÉ-ENCARNAÇÃO.
O título acima deve sugerir o reconhecimento humano de Jesus, da sua eternidade passada à futura.
1.1        Ele deu o maior exemplo de humildade.
A Palavra de Deus nivela os homens, independente de SER e TER.
Que soma de valores determina a humildade do ser humano, visto que há orgulhosos entre os que nada têm e isso é percebido quando você estende a mão para ajudar alguém e encontra resistência.

1.2        Ele era igual a Deus.
O estudo das igualdades e semelhanças sugere que dois elementos podem possuir identidades com muitas características comuns, sem ser a mesma pessoa. Imaginemos irmãos gêmeos univitelinos que tem cargas genéticas iguais! Nem isso pode explicar essa igualdade entre JESUS e DEUS ou entre o Filho e o Pai, quando disse: “SOMOS UM”.
JESUS, não era semelhante a Deus ele era IGUAL a Deus; só pode entender isto quem enxerga além do véu.

1.3        Mas “não teve por usurpação ser igual a Deus”.
É bom lembrar que quando Jesus assumiu a forma humana, assumiu como 100% homem, toda sua estrutura, física e mental, fazia-o sentir: Fome, sede, sono, dor e emoção.
Diferentes dele, pessoas que recebem porção do seu Espírito, manifestado através dos dons, por pouco, querem se impor contra a igreja, na vaidade e na soberba como se fossem prediletos, escolhidos por Deus e deixam passar longe a humildade.

II – O FILHO DO HOMEM: O ESTADO TEMPORAL DE CRISTO.
2.1 “Aniquilou-se a si mesmo”
Em matéria de erudição, aprecio os dois termos sendo “aniquilar” mais forte, tratando-se de Jesus e sua divindade, por mostrar o quanto ele “apagou-se como Deus” para que os homens pudessem vê-lo como homem e medir os valores por ele ensinados.
O autor coloca bem e de forma agradável quando diz que Jesus não trocou a natureza divina pela humana; ele manteve a natureza divina e mostrou isso em alguns momentos, em Jo. 8:38, 56  18:5 entre outros.

2.2 Ele “humilhou-se a si mesmo”.
O texto de Is 53 materializou-se na vida de Jesus.
A palavra “mártir” ou aquele que morre por sua fé religiosa ou mesmo involuntariamente por uma causa tida por muitos como justa, não cabe na pessoa de Jesus. Quando as portas eternas se abriram, ele entrou a este mundo com a sua história compilada nos anais da eternidade, destinado a pagar o preço da nossa redenção; isto é, ele se deu a si mesmo por peço de redenção.
Tudo o que Jesus fez, o fez consciente e pré-determinado a cumprir a sua missão. Não se exaltou em momento algum.

2.3 Ele foi “obediente até a morte e morte de cruz”
Se a obediência é uma característica de pessoas humildes? Não temos qualquer dúvida.
O falto de humildade é acima e além de tudo um arrogante e presunçoso.
É triste ver uma pessoa que por conta de um cargo, assume ares de todo poderoso.
Ao permitir que seu filho morresse na rude cruz, diante do pedido no Getsêmani, deixa claro que em alguns momentos, o sofrimento e a humilhação são inevitáveis, porém, os resultados na ressurreição, foram gloriosos.

III – A EXALTAÇÃO DE CRISTO.
3.1 “Deus o exaltou soberanamente”.
Lc 18:14 A parábola do fariseu e do publicano nos dá uma visão clara e um tranquilizador ensinamento de Jesus por conta daqueles que não tem humildade, que “se acham”, na linguagem dos jovens.
Há muitos que recebem seu galardão aqui, por desprezar maravilhosos ensinamentos.
O comportamento vaidoso de muitos, são percebidos nas Escolas Bíblicas Ministeriais, quando se reúnem, pastores, evangelista e presbíteros.
Nas igrejas locais, já se percebeu quanto o cidadão faz questão quwe todos percebam o seu valor e dá carteira para todos os lados.
A falta de humildade  é um terror aos olhos de quem aprendeu com Jesus a ser “manso e humildade DE CORAÇÃO”.
Hoje, zombam, escarnecem e vilipendiam o nome de JESUS, mas, um dia o verão, cara a cara.

3.2 Dobre-se todo o joelho.
Consta deste tópico, acerca de Jesus:
a – Diante dele, JESUS, todo o joelho se dobrará.
b - Se ainda não o fez, um reconhecerá a soberania do Senhor.
c – Ele é autoridade da igreja e do universo – por que não dobrar-se já?
d – É dele o Senhorio, nós somos servos. Não queiramos ser senhores.

3.3 “Toda língua confesse”.
É o que gostaríamos, que toda língua confessasse, todavia, a banalização do Evangelho, por conta de pessoas totalmente sem compromisso, acaba tornando-se um entrave, todavia, em meio a essa confusão, JESUS continua salvando.
O tema do bom pregador continua sendo o calvário.
A Palavra de Deus é a Palavra da revelação do nome de JESUS.
A melhor maneira de anuncia-la, não é pela televisão ou pelos modernos meios de comunicação, resguardadas as devidas proporções, mas, por corações agradecidos pela obra da redenção.

Sigamos o exemplo do Mestre. A humildade é uma grande arma par se conquistar corações. Ninguém aprecia um pregador soberbo e vaidoso, onde, o seu nome se impõe mais que o nome de Jesus.

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