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sábado, 6 de julho de 2013

EBD LC 1 PAULO E A IGREJA EM FILIPOS

LIÇÃO 01 PAULO E A IGREJA EM FILIPOS.
EBD para 07/07/2013. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – INTRODUÇÃO A EPÍSTOLA.
II – AUTORIA E DESTINATÁRIOS.
III – AÇÃO DE GRAÇAS E PETIÇÃO PELA IGREJA DE FILIPOS.


Em tempo: Voltamos a uma série de lições de conteúdo não tão prático quanto a anterior sobre famílias. Todas as abordagens contidas nas epístolas paulinas exige cuidado na interpretação e aplicação textual, portanto, amparar-se é preciso, para transmitir aos alunos, algo que fortaleça a fé e o entendimento da Palavra de Deus.
  
I – INTRODUÇÃO A EPÍSTOLA.
1.1 A cidade de Filipos.
O autor dá uma descrição resumida da cidade, no norte da Grécia e Leste da macedônia,  tendo como vizinhos, as conhecidas cidades de Beréia, a região da Macedonia, Anfipolis, Apolonia  e Tessalônica (atos 17:1); foi transformada em colônia do Império Romano por Augusto.
Conhecer a localização das cidades bíblicas do Novo Testamento  fortalece a fé nos escritos que relata os fatos ocorridos nas mesmas bem como dimensiona para o aluno o que representou o trabalho da igreja dos primeiros dias; o trabalho verdadeiramente apostólico.

1.2 O Evangelho chega a Filipos.
Ao ler o comentário deste tópico, a maneira como Paulo, Silas e Timóteo lançam a rede nessa cidade, é impossível não lembrar da história das AD no Brasil, criticam, mas, as AD no Brasil, tornou-se a maior igreja evangélica, sem televisão, sem uso da mídia moderna, abrindo congregações nas casas e isso precisa voltar. Crente precisa gerar crente, sendo esta a única maneira de voltarmos ao princípio e o primeiro amor.
O encontro com Lídia, comerciante de púrpura, abriu as portas para constituição da igreja naquela cidade.
Não se pode estabelecer prioridades sociais na pregação do Evangelho, todos, ricos e pobres tem a mesma oportunidade; ambos oferecem a sua força uns com dinheiro e outros com a possibilidade de trabalhar na obra.

1.3 Data e local da autoria.
Li algumas fontes e confesso que não é possível aceitar todas as versões sobre o início da igreja naquela cidade, mas, também não se pode desprezar qualquer informação a respeito; são questões de menos importância se considerarmos a grandeza da obra daquela igreja.
O Manual Bíblico de Halley  informa como sendo o ano 50 e que Lucas foi seu primeiro pastor nos primeiros seis meses. Havia uma estreita relação de Lucas, o médico amado, com Filipos.

II – AUTORIA E DESTINATÁRIOS.
2.1 Paulo e Timóteo.
Ótima a descrição do comentador, que cita fontes, mostrando a co- participação de discípulos amados na empreitada de escrever alguns textos,  sem que tomassem para si, o pensamento e a  inspiração do texto que eram do Apóstolo Paulo. Hoje, não dá para contar muito com essas ajuda, logo, apareceriam livros copiados nas livrarias.
No AT temos a figura de Baruc ou Baruk bem Neriá (Baruk filho de Neriá) foi a mão de Jeremias em alguns dos seus escritos no exilio, Jr. 36:4 e sgts.

2.2 Os destinatários das cartas: “Todos os santos”.
Paulo chama os cristãos de Filipos de “santos” assim o autor da lição, mostra como as igrejas eram tratadas, citando inclusive o exemplo de Jesus. Nos dias atuais, o respeito tem passado longe, quer alguns mereçam ou não, o pregador não pode perder a linha, por questão de ética e demonstração de temor ao Senhor.
O grande mal do nosso tempo é que as pessoas só conseguem ver a igreja “ajuntamento” com os seus problemas seculares, não conseguem ver a riqueza espiritual do Reino de Deus que está entre nós.

2.3 Alguns destinatários distintos: “bispos e diáconos”.
Essa referência é muito importante, pois, com ela o apóstolo endossa a estrutura ministerial da igreja do Senhor:
Diáconos – os que servem à mesa.
Bispos, presbíteros ou ainda, anciãos – Aquele que administra o trabalho, como pastor ou simplesmente administrador.
Não existe um terceiro escalão, exceto os que tinham o selo do apostolado nos primeiros anos da igreja. Hoje, já não existem mais, a não ser pelo reconhecimento dos dons ministeriais que são cinco e estão nomeados em Efésios 4:11ss.
No exercício do ministério, o presbítero (leiam IPd 5:1) recebe o título de pastor, estando no comando de uma igreja.


III – AÇÃO DE GRAÇAS E PETIÇÃO PELA IGREJA DE FILIPOS.
3.1 As razões pela ação de graças.
Recomendo ao professor, ler com vagar ou ler devagar, este tópico.
Se uma igreja não possuir as características da igreja de Filipos, fica difícil chama-la de igreja.

3.2 Uma oração de gratidão.
Neste ponto, o autor cita o coração aberto da igreja de Filipos em contra partida, a dureza da igreja de Coríntos.
Tenho a lamentar que muitas igrejas não acordam para um bem viver, por se assemelharem ao seu pastor.
Assim como é o sacerdote é o povo.
Quando o pastor é displicente quanto a certas práticas que elevam o moral da igreja perante os homens, todos, exceto aqueles que têm o coração voltado para Deus, deixam de exercitar a mordomia cristã.
Sem o empenho da igreja de Filipos, as igrejas perdem com facilidade as ações do “primeiro amor”.

3.3 Uma oração de petição.
Fico muitas vezes pensando como o dinheiro, a opulência e a vaidade pessoal, mudaram o perfil dos obreiros em nossos dias, que só pensam em sapatos vistosos,  ternos de marca,  carros do último ano, aviões e propriedades.
Temos um apóstolo, vituperado pela obra do Senhor.
Temos um apóstolo, preocupado com a grandeza interior das igrejas.
O espírito que norteava os pensamentos de Paulo, tem fugido para bem longe.

Deus, levante pastores e abençoe os que realmente são pastores, que não usam a igreja para proveito próprio.



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