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sábado, 22 de junho de 2013

EBD LC 11 A FAMÍLIA E A IGREJA.

LIÇÃO 11 A FAMÍLIA E A IGREJA.
EBD para 23.06.2013. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – FAMÍLIA: O ELEMENTO BÁSICO DA IGREJA.
II – A IGREJA, ACOLHENDO AS FAMÍLIAS.
III – A FAMÍLIA NA IGREJA LOCAL.
  
Em tempo: A relação família x igreja sempre exigiu por parte dos pais de família, uma atenção muito grande. Entendo que o maior problema entre ambos é a questão do respeito a cada grupo familiar. Há famílias invasivas e famílias que se deixam invadir, por conta de pessoas que não atentam para os conselhos da Palavra de Deus, principalmente este: “Retira o pé da casa do teu próximo antes que ele se enfade de ti e te aborreça. Pv. 25:17.
ESTA LIÇÃO DESAFIA A NOSSA INTELIGÊNCIA E NOS IMPÕE CORAGEM PARA FALAR O QUE É VERDADE NESTE ASSUNTO.

I – FAMÍLIA: O ELEMENTO BÁSICO DA IGREJA.
1.1        Sem a família a igreja não funciona.
Nem pode ser diferente que na abordagem de uma lição importante como esta, devam-se desprezar os pontos negativos da relação família x igreja, todavia, se não abrirmos o comentário para que muitas coisas negativas sejam percebidas e comentadas, fica difícil a correção. Ao professor, pesa a responsabilidade de transmitir estes ensinamentos, cuidando para que qualquer palavra com referência negativa a famílias, não venha magoar um aluno ou dar a entender que a observação tem direcionamento que envolva famílias conhecidas da igreja local.
O fortalecimento das famílias nas igrejas, dependem de uma série de fatores: 1) Os cuidados pastorais com as famílias em geral e com os seus filiados em particular. 2) Preservar a dignidade das famílias. 3) Não expor famílias a constrangimento pelo comportamento de um membro e 4) Não executar juízo de valor publicamente quando poderia tratar particularmente sobre causas que envolvam membros das famílias.
  
1.2        A família como extensão da igreja.
A família é uma extensão, para o bem ou para o mal, dependendo do comportamento. Poucas pessoas ou famílias se dão conta do importante papel do testemunho pessoal ou familiar. Como anda a sociedade, os cuidados precisam ser redobrados.

II – A IGREJA, ACOLHENDO AS FAMÍLIAS.
2.1 A natureza humana da igreja.
Na igreja, a vontade humana se manifesta de acordo com o perfil de cada um. Tiramos de dentro, os melhores, mas, também, os maus desejos. Convivemos dias e anos juntos e isso é uma ordem de Cristo, para o nosso amadurecimento espiritual O Senhor nos colocou juntos para crescermos juntos.

2.2 A dimensão relacional da igreja.
Idiossincrasia é a característica peculiar de cada individuo, assim, pela fé somos e devemos ser um em Cristo, na maneira de pensar e agir, mas, temos a nossa natureza e convivemos com ela e ela com os demais. Não podemos negar a nós mesmos, mas, podemos corrigir o que possa causar prejuízo a terceiros.

2.3 O relacionamento familiar na igreja.
O autor aponta 3 princípios a serem observados pelas famílias.
1 – A família não deve se fechar em si mesma e isso por vezes, ocorre.
2       – Não deve haver motivações que desrespeitem a liderança da igreja ou qualquer outra pessoa.
3       – A família deve investir para se relacionar com outras famílias.
No tocante ao ítem dois, lamento que muitos ministros, não se deem o devido valor para evitar conflitos com as famílias na igreja.

2.4 A família do obreiro.
Parabenizo o autor pelo que escreveu sobre a família do obreiro.
Sempre digo que os filhos não pediram para nascer em casa de crente e muito menos de pastor, mas, nasceram; não podem a vida toda amargar isso, pelo desprezo e críticas a que são comumente submetidos. Para mim, o pastor só não pode admitir atos de impiedade da família a exemplo da família do sacerdote Eli.


III – A FAMÍLIA NA IGREJA LOCAL.
3.1        A comunhão da família.
A família deve usufruir de todas as bênçãos do Salmo 133 e essa comunhão deve ser entre si, com seus familiares bem como com outras famílias. A comunhão é uma exigência do Senhor que disse: “Pai eu quero que eles sejam um” Jo. 17:21. Não podemos permitir que os defeitos de uma pessoa venha prejudicar toda relação.

3.2        Envolvendo-se com o Corpo de Cristo.
Entendemos como fundamental, que as famílias construam em casa, a vida de adorador, para que na igreja, possam influenciar e junto com outras famílias criar o clima perfeito de culto a Deus. Infelizmente, muitas famílias deixam vazar seus conflitos nos corredores da igreja, causando tumultos e prejuízos para esta.
A casa de Deus é casa de oração e lugar de comunhão.

3.3        Toda família na casa de Deus.
Compartilhar de todos os trabalhos na casa de Deus, cada um com o dom recebido do Senhor, ajuda a fortalecer a comunhão da família.

A própria família deve fiscalizar seus membros, quando perceber que qualquer deles esteja tentando prejudicar esse compartilhamento por qualquer dissabor. Na multidão de conselhos, há segurança Pv. 11:14.

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