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sábado, 23 de março de 2013

EBD LC12 ELISEU E A ESCOLA DOS PROFETAS


LIÇÃO 12 ELISEU E A ESCOLA DOS PROFETAS.
EBD 24.03.2013. Subsídio.
I – A INSTITUIÇÃO DAS ESCOLAS DE PROFETAS.
II – OS OBJETIVOS DAS ESCOLAS DE PROFETAS.
III – O CURRÍCULO DAS ESCOLAS DE PROFETAS.
IV – A METODOLOGIA DAS ESCOLAS DE PROFETAS.


Em tempo: Certamente que não vamos pensar         que todos os que frequentaram a escola de profetas, mesmo tendo um mestre como Eliseu, saíram de lá profetas. Da mesma forma, nem todos os que frequentam um curso de teologia saem de lá pastores, mas, é o que a maioria pensa. A função de uma escola é esclarecer, educar e formar, todavia, quando se trata das coisas de Deus, cabe a escola dar todo subsídio para que uma pessoa bem forma seja útil a outros, mas, no tocante a ser mais que uma pessoa esclarecida, só compete a Deus. O maior diploma só pode ser assinado pelo Senhor, caso contrário, como acontece, muitos ficam reprovados. Quando o apóstolo Paulo diz que se alguém deseja o episcopado excelente obra deseja, isso nos mostra que não é pecado desejar e que a aprovação, Deus sempre tem ao homem sincero e trabalhador, o que primeiramente serve.

 
I – A INSTITUIÇÃO DAS ESCOLAS DE PROFETAS.
1.1 Noção de organização e forma.
A urgência de evangelizar levaram a construção de templos e grande parte, salões, inadequados para o uso e ensino das nossas escolas dominicais e a criatividade é a melhor companheira nessas horas. Já usamos escolas públicas e até os corredores da igreja para manter cada classe, o mais isolado possível. Que este não seja um ponto para polêmicas nesta aula de Domingo. Temos nossas realidades e o melhor é tirar proveito delas. Falar menos e agir mais, com decência para não criar clima entre os alunos e membros da igreja, pois isto, não edificaria. O melhor é manter estreita e respeitável relação com o pastor, em busca de soluções.


1.2 Noção de organismo.
É bom saber que no tocante as coisas de Deus, o conjunto da obra faz um corpo, quer seja no antigo quanto no novo testamento e no novo somos tratados como membros em particular. Entendamos que a escola de profetas não era um corpo dominante sobre o sacerdócio, pois, ambas as funções, bebiam da mesma fonte, de Deus, porém, se completavam com suas diferenças. A escola de profetas visava levar o corpo discente ao entendimento que a voz profética sob a orientação de Deus, tinha a missão de deter o avanço dos eventuais desvios e assim, deve funcionar hoje. As escolas Bíblicas têm a missão de preparar vozes proféticas (não confundir com essas vozes que profetizam vitórias e bênçãos desmedidas), vozes que despertem a nação contra todo tipo de imoralidade e perversão e principalmente o povo de Deus para se desviarem dos abismos dos enganos.

 

II – OS OBJETIVOS DAS ESCOLAS DE PROFETAS.

2.1 Treinamento.
Sair para qualquer obra sem ter experimentado um bom treinamento no trato e convívio com as pessoas e a liderança na congregação, expõe o aluno a um possível fracasso no seu ministério. Quando se fala em treinamento tanto na escola de profetas quanto nas nossas visando o ministério, não significa que o aluno saia aprovado. A aprovação é um ato de Deus.

 2.2 Encorajamento.
Não se pode influenciar se não estiver sob forte influência. Tanto Elias como Eliseu viviam sob a influência de Deus e, portanto, podiam transmitir confiança. Um professor ou um líder precisa transmitir confiança. Há líderes e professores que se apegam mais nos erros e falhas humanas que nos bons propósitos.


III – O CURRÍCULO DAS ESCOLAS DE PROFETAS.

3.1 A Escritura.
A Bíblia deve ser para todos nós, a ferramenta de toque e referência. Tudo deve girar em torno dela e nela. Há muitos estudiosos e formados em teologia que se apegam demasiadamente nas proposituras dos reformadores como se tudo passasse a existir após a reforma. O instrumento do bom professor é a Palavra de Deus; assim foi com eles nas escolas de profetas e assim deve ser conosco. Se considerarem isto um fundamentalismo, somos fundamentalistas.

 
3.2  A experiência.
A experiência faz parte do processo, declarou o autor. Com certeza, a experiência fortalece o vínculo e isto vale para todas as áreas da vida humana. Vidas são salvas quando o “salvador” tem experiência no manuseio das suas ferramentas. A convivência tanto nas escolas quanto na igreja, constroem vidas fortalecidas para o exercício da sua missão. Há muitos que fogem desta escola. A experiência me conduziu a uma ótima condição de descanso nas ações pastorais.

 IV – A METODOLOGIA DAS ESCOLAS DE PROFETAS.

4.1 Ensino através do exemplo.
Todo professor e líder precisa entender a importância do exemplo nas suas palavras, atitudes coerentes e envolvimento com o povo fortalecem todos aqueles que pretendem contribuir com o Reino de Deus. Eliseu não se furtou de estar junto com o povo. Se você professor é daqueles que terminando o culto, sai da igreja as pressas por achar que lá fora tem algo melhor para fazer, o melhor a fazer é dar lugar a quem ame a Palavra e o povo de Deus.

 
4.2 Ensino através da Palavra.
Não se pode desprezar o conhecimento; isso fez de Paulo o apóstolo que foi. As expressões de desprezo que Paulo deu aos seus próprios conhecimentos eram tão somente para exprimir o amor pela palavra de Deus e pela obra. O resumo de tudo isso é a humildade. Há pessoas que fazem bons cursos de teologia, se aplicam nas línguas originais, cultivam excelente biblioteca e quando chegam diante do povo, querem despejar toda sua cultura e conhecimento. O povo pede menos. O povo quer um líder e um professor que lhes fale ao coração. Eliseu sabia lidar com estas coisas. Permita Deus que muitos professores tenham se inspirado com estas lições nas escolas de Elias e Eliseu.

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