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sábado, 30 de março de 2013

EBD CPAD13 A MORTE DE ELISEU


LIÇÃO 13 A MORTE DE ELISEU.
EBD 31.03.2013. Subsídio.
I – A DOENÇA TERMINAL DE ELISEU.
II – A PROFECIA FINAL DE ELISEU.
III – O ÚLTIMO MILAGRE DE ELISEU.
IV – O LEGADO DE ELISEU.

Em tempo: As últimas obras de um homem devem ser sempre maiores que as primeiras, mas, nem sempre isto ocorre. Imaginemos um rio cuja desembocadura seja no mar. Somos o rio que serpenteamos pela trajetória, produzindo vida e lazer; quando nos aproximamos do grande mar, despejamos nossas águas, já cansados de toda trajetória e encontramos uma multidão, com todo vigor, com nova maneira de ver as coisas e somos assim questionados. Não tem sido incomum que pastores e líderes que fizeram um excelente trabalho, chegaram à velhice enfrentando choque cultural e consequentemente, sofrendo pesadas críticas. Podemos afirmar que Eliseu foi uma exceção como existem muitas exceções? Podemos sim, felizmente, há muitos que chegam a uma boa velhice, fazendo excelente trabalho, mas, isso, exige cautela e sabedoria para sair fora quando for percebida a forte diferença entre líderes e liderados. Eliseu chegou a uma boa velhice com o mesmo vigor e projeção espiritual. Vamos ver isto na lição.

 

I – A DOENÇA TERMINAL DE ELISEU.

1.1        A velhice de Eliseu.

O comentário deste tópico é fantástico e por si só, daria para compartilhar excelente comentário com os alunos.

a)   Reconhecer que homem de Deus é humano.

b)   Reconhecer que homem de Deus se afadiga.

c)   Reconhecer que homem de Deus adoece e morre,  alguns em boa velhice e outros nem tanto.

 

1.2        O sofrimento de Eliseu.

Alguns acham que Deus tem a obrigação de cuidar dos servos, poupando-os da velhice e das enfermidades e não o fazendo, possa parecer um Deus injusto.

Um pensamento sempre me acompanhou; Deus nos abandonou no planeta terra. O sol serve para justos e injustos e muitas vezes, pagamos por existir.

Deus nos abandonou no planeta terra, mas nos recebe em sua glória. Chamemos de “meios”, o tempo que vivemos do nascimento a morte e “fins”, a nossa esperança na eternidade. Assim foi com Eliseu e assim é conosco. Ninguém se envaideça por conta de tudo quanto Deus nos confiou. Sejamos servos fieis.

 

II – A PROFECIA FINAL DE ELISEU.

2.1 A ação de Deus na profecia.

Muito bom, o pastor José Gonçalves nos lembrar dos jargões em voga na boca de muitos que usam a palavra de Deus para impressionar e tirar alguma vantagem: “Eu profetizo sobre a tua vida”.

a)   Quem experimentou o novo nascimento e conhece a Palavra de Deus, não vive na busca dessas profecias.

b)   O que uma pessoa precisa profetizar sobre a nossa vida que a Bíblia já não nos console e oriente para o melhor caminho.

c)   Eliseu não vendia profecia como produto de Supermercados.

d)   Deus honrou Eliseu até depois da sua morte e isso é o que basta.

 

2.2 A participação humana na profecia.

  a) Deus sempre interagiu com o homem desde o Eden.

  b) Deus confiou tanto na participação do homem nos processos      que disse: Não ocultarei isto (destruição de Sodoma) a Abraão, meu servo.

   c) O homem não deve ensoberbecer-se e apropriar-se da palavra como sendo sua propriedade. A palavra é de Deus.

 

III – O ÚLTIMO MILAGRE DE ELISEU.

3.1 A eternidade e fidelidade de Deus.

Bom lembrar aos alunos a passagem de Jer.1:11 quando o Senhor pergunta a Jeremias o que via e ele, respondeu: “vejo uma vara de amendoeira” e o Senhor tornou a dizer-lhe: “Viste bem porque eu velo pela minha palavra para cumpri-la”.

Com o milagre sobre o corpo morto de Eliseu, Deus queria mostrar que a morte não é impedimento para cumprir o seu designio.

 

3.2 A honra de Eliseu.

Leia o tópico para seus alunos e merece uma leitura atenta, com calma. Com ele, aprendemos a entender o valor de cada um dos servos do Senhor. Há muitos que sofrem por querer se comparar com outros. Isto não é necessário. O tamanho espiritual de cada um é com Deus e ele nos usa como quer. Sejamos fieis e seremos honrados e visto com honra pelo povo do Senhor.

 

IV – O LEGADO DE ELISEU.

4.1 Legado sócio-cultural.

Nossas igrejas perdem muito por não acreditar na importância e peso de influência de um homem de Deus sobre a nação, sempre acham que um homem de Deus não pode se envolver com política. Com politicalha certamente não, mas, aproveitemos a oportunidade. Poderíamos nos lembrar da ação de José no palácio de faraó, de Esdras sob a realeza Persa e Daniel sobre a Babilônia.

4.2 Legado espiritual

O legado espiritual é a riqueza dos atos praticados sob a superveniência de Deus.

A lembrança de que somos assistidos em quaisquer circunstâncias, nos tranquiliza e nos coloca em boa posição de fé diante do Senhor.

Deus seja louvado por tudo o que faz e o homem sempre honrado por compreender que tudo é dele, por ele e para ele. Amém.

 

Finda-se o conjunto de lições sobre esses dois grandes profetas.

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