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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

EBD LC9 ELIAS NO MONTE DA TRANSFIGURAÇÃO


LIÇÃO 09 ELIAS NO MONTE DA TRANSFIGURAÇÃO.

EBD 03.03.2013. Subsídio.

I – ELIAS, O MESSIAS E A TRANSFIGURAÇÃO.

II – ELIAS, O MESSIAS E A RESTAURAÇÃO.

III – ELIAS, O MESSIAS E A REJEIÇÃO

IV – ELIAS, O MESSIAS E A EXALTAÇÃO.

 

Em tempo: Esta nona lição, conforme sua introdução, pode ser considerada um apêndice do estudo sobre a vida de Elias e assim,  o autor, o considera como figura secundária já que o foco é JESUS. Elias que ao lado de Moisés, são vistos com o Senhor, torna o texto, cercado de mistérios visto que nada é dito além da menção dos seus nomes. Há muita especulação por parte dos estudiosos, principalmente as que buscam vincula-los aos acontecimentos escatológicos; por esta causa, dizemos que a lição é bem vinda.

 

I – ELIAS, O MESSIAS E A TRANSFIGURAÇÃO.

1.1        Transfiguração.

A transfiguração, não foi um momento criado pelos discípulos e sim pelo Senhor. Ao subir ao momento levando consigo apenas Pedro, Tiago e João, sabia exatamente o que queria mostrar-lhes. Esse fato, cujo detalhamento o autor explica muito bem, além da exuberância e revelação da divindade do Senhor, mostrou aos discípulos e a todos nós que amamos sua palavra, que JESUS, estava vinculado à lei e aos profetas, na pessoa de Moisés e de Elias, portanto, temos aí revelado, A LEI, OS PROFETAS E A GRAÇA, Jo.1:17 – “A graça e a verdade vieram por Jesus Cristo”.

 

1.2        Glória Divina.

A nuvem e o fogo, sempre estiveram presentes nos momentos de intimidade entre Deus e os homens. A nuvem como elemento moderador da visão, considerando que o homem jamais viu a Deus e o fogo como manifestação da sua glória. Assim foi no Sinai com Moisés, Ex.3, no momento de aprovação da tenda da congregação Ex. 40:34-38 e no próprio texto de Mt. 17:1-8. Se os discípulos não tivessem tido tal experiência, certamente seriam como muitos, meros escritores ou historiadores, mas, João disse: “Nós vimos a sua glória como a glória do unigênito do pai, cheio de graça e de verdade”, Jo.1:14.

 

II – ELIAS, O MESSIAS E A RESTAURAÇÃO.

2.1 Tipologia.

É bom saber que conectamos os tipos e figuras bíblicas por aquilo que foram, como Abraão, Moisés, José e tantos outros. O reconhecimento dos tipos e figuras bíblicas fortalece a cadeia da verdade, mostrando-nos como Deus monitorou o plano da redenção até o cumprimento no calvário. A epístola em que o autor faz uso dessas conexões pode ser lida na carta aos Hebreus. A presença de Elias foi um destaque a mais, no sentido de ser ele, o que melhor representa os profetas, cheios de atitudes corajosas para fazerem cumprir a vontade de Deus em meio a um mar de lama de corrupção e heresias.

 

2.2 Escatologia.

A conexão entre Elias e João Batista em relação a vinda do Messias, não foi produzida por vontade de estudiosos da Bíblia, mas, tem referência na Palavra de Deus, Lc 1:13-17. João não é a reencarnação de Elias como os kardecistas gostariam que fosse. João nasceu sob promessa e cheio do Espírito Santo, “no espírito de Elias”, fala do caráter, da sua força e ousadia tal como Elias em seu tempo como bem fala o autor, profeta de confrontos. O professor deve frisar bem essa questão de Elias e João Batista, lembrando sempre que em alguma classe, há novos convertidos.

 

III – ELIAS, O MESSIAS E A REJEIÇÃO

3.1 O Messias esperado.

O texto de Ml. 4:5-6 sobre a promessa do envio de Elias antes do advento do Messias e hoje, pela palavra, entendemos que Deus lança sobre João Batista a mesma intrepidez de Elias e quem sabe também, não lançará a mesma intrepidez, sobre algum justo, escolhido como as duas testemunhas do apocalipse que combaterão teologicamente o Anti Cristo, Ap. 11:3.

A crença do povo judeu nos profetas, nos deixa suspenso, pois, como não observariam o capítulo 53 do livro do profeta Isaias para crer na Cabala?

3.2 O Messias rejeitado.

O fato de Lucas falar em quase oito dias depois, para o evento da transfiguração é uma mostra clara que a visão dos fatos era totalmente independente entre os evangelistas. Não entendo o porquê de tanta preocupação dos tais eruditos e de muitos que tentam criar factoides de alguns textos bíblicos e isto vale para doutrinas como: Selo da promessa, eleição e predestinação entre outros.

Podemos procurar dar sentido a um texto não muito claro, mas, temos que tomar cuidado em forçar interpretações que não casam com a geral informação da Bíblia sobre seus próprios assuntos.

 

IV – ELIAS, O MESSIAS E A EXALTAÇÃO.

4.1 Humilhação.

Recomendo a leitura em classe, do texto de Mt. 17:10-13 para perceber como os “estudiosos” sempre atrapalham com suas nefastas interpretações e hoje, não tem sido diferente, quando pessoas passam a tomar conhecimento das línguas originais e acabam por colocar em dúvida, muitos textos traduzidos para o português e que são do nosso domínio. Prefiro os nossos pastores que mal conheciam a língua portuguesa, todavia, nos ensinaram coisas valiosíssimas, nas escolas bíblicas e nunca forçaram interpretações perto de homens como Pr.Cícero Canuto de Lima entre outros.

 

No evento da grande tribulação, o Senhor mostrou aos seus discípulos, três, o suficiente segundo a lei para comprovar a verdade dos fatos, que: 1) Ele era Deus e como filho de Deus, mostrou o domínio que tinha sobre o mundo espiritual do após a morte, trazendo-lhes Moisés e Elias e 2) Ainda permitiu que ouvissem a confissão do Pai: Este é o meu filho amado. O verbo se fez carne e habitou entre nós.

 

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