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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

EBD 05 OBADIAS para 04/11/2012 CPAD


LIÇÃO 05 OBADIAS – O PRINCÍPIO DA RETRIBUIÇÃO.
EBD 04.11.2012. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A SOBERANIA DE DEUS.
II – O LIVRO DE OBADIAS.
III – EDOM, O PROFANO.
IV – A RETRIBUIÇÃO DIVINA.


Em tempo: Esta lição nos permite estudar os profetas menores e entre eles, OBADIAS. Um livro cuja mensagem, tem como endereço, os Edomitas. Os Edomitas, não são um povo comum, acompanham a vida de Israel por serem descendente de Esau. A rixa começou no ventre de Rebeca, Gn 25:22 “E os filhos lutavam dentro dela...” no verso 23 “E o Senhor lhe disse: Duas nações há no teu ventre...” e continuou o Senhor a dizer que dois povos se dividiriam das entranhas de Rebeca. A vida de Esaú e Jacó, sempre foi muito conflitante e culminou com o direito da primogenitura, vendido por Esau a Jacó.
Gn, 36:8 Portanto, Esaú habitou nas montanhas de Seir; Esaú é Edom.
A última referência que temos desse povo, repousa em sobre Herodes que era Edomeu.

I – A SOBERANIA DE DEUS.
Freqüentemente, leio discussões ou afirmações sobre o pensamento de Armínio como de Calvino. Considero-os válido às Escolas Teológicas, pois, tudo aquilo que influenciou a nossa geração, teve origem nas influentes palavras desses ministros. Vamos pensar, nós.
Deus é soberano o que significa que não precisa de conselheiros. Quando Deus agiu soberanamente sobre as nações, sentenciando-as pelas desobediências, exerceu-o de maneira plena. Em se tratando de pessoas, lembremo-nos que toda desobediência, na antiga aliança, foi devidamente sentenciada, nem Abraão conseguiu demover o Senhor de julgar Sodoma e Gomorra. Nesta dispensação, JESUS está entre o homem e Deus.


II – O LIVRO DE OBADIAS.
2.1 O contexto histórico, basta uma rápida leitura, considerando o que o autor escreve a respeito.

2.2 Estrutura e mensagem.

Toda mensagem se dirige básica e diretamente para Edom  que sempre se comportou como uma pedra no sapato de Israel. Tinha chegado a hora do acerto de contas e aí vemos, como Deus é paciente.

2.3 Posição no Cânon.
Considere-se o texto do autor.

III – EDOM, O PROFANO.
O termo profano em relação à Esau, encontramos no Livro de Hebreus 12:16 por ter vendido a sua primogenitura em troca de um prato de lentilhas ou um guisado feito por Jacó. Perguntar se tudo isso era plano de Deus? Tenho certeza que não, Quando um individuo tem no seu coração algo de mal, está sempre alimentando o prejuízo do seu semelhante e nesta dispensação, tanto bons quanto ruins, tem a mesma oportunidade de alcançar o perdão de Deus em Cristo.

3.2 O Deus soberano.
Nada demoveria Deus de julgar as ações de Edom, nisto está o exercício da sua soberania.

3.3 Preparativos do assédio a Edom.
O assédio ou cerco a Edom, se deu com o aviso do profeta: “Temos ouvido...” indicando um colegiado de profetas que certamente já tinham prevenido Edom, pregando contra ela. Deus nada fez sem prevenir as nações.

3.4 O rebaixamento de Edom.
Eis que te fiz pequeno.
O autor fala do recurso retórico existente na linguagem hebraica, que trata de um acontecimento futuro como se já tivesse cumprido.
Nesse caso, penso que temos aí, as ações sob a presciência de Deus em razão da própria vida de Esau. “Eis que te fiz pequeno...” não significando que Deus tenha sido o responsável pela vida insólita desse povo.

3.5 O orgulho leva a ruína.
O orgulho pela segurança que a topografia parecia garantir a Edom, mostra como pessoas também colocam a sua segurança na riqueza. Em qualquer situação, ninguém escapa da ação soberana de Deus.


IV – A RETRIBUIÇÃO DIVINA.
O principio da retribuição sofreu uma parada temporária com o advento do Messias. Ao término dessa dispensação e após o arrebatamento da igreja, Deus julgará tanto as nações quanto as pessoas que, primeiro no caso das nações, não deram de beber a Israel e no caso de pessoas, pelo endurecimento de coração diante da mensagem salvadora do Evangelho.

4.2 O castigo de Edom.
O autor cita o princípio da semeadura. Esse princípio funciona como uma lei moral permanente, independendo da ação de Deus em muitos casos. A nação ou o homem em particular, é responsável pelo que semeia e muitas vezes essa semeadura, traz como retorno o mal.

4.3 Esau e Jacó.
Os nomes Sião e Jacó indicam Jerusalém e Judá respectivamente e José, o reino do norte.
Para entender bem este tópico e o que o autor quer dizer, precisa conhecer bem a história do povo de Israel.
Hebron foi a primeira capital do reino de Israel, transferido para Jerusalém após a conquista da fortaleza de Sião, lugar dos Jebuseus. Jerusalém que estava edificada em Sião, passou a representar não apenas a capital política de Israel, mas, a capital espiritual do Reino de Israel, onde o Messias esperado pelos judeus, restabelecerá, o reino e a unidade do povo. Graças a Deus que nós conhecemos bem e como tudo isto acontecerá. Quanto a Jacó, representa todas as promessas e bênçãos dirigidas por Deus ao patriarca, portanto, Jacó e Sião estão ligados pelas mesmas promessas. O povo escolhido por Deus e de Deus.
Apesar dos Edomeus terem sido absorvidos pelo povo de Israel, os povos que ocupam hoje as terras palestinas, possuem raízes em Esau.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

O EVANGELHO DAS RESPOSTAS RÁPIDAS

Este século deveria ser chamado o século da pressa.
Temos pressa para tudo, quantas vezes câmeras registram a movimentação de pessoas as quais, podemos assemelhar as formigas quando estão ajuntando para fugir de uma tempestade ou queda brusca de temperatura.
Vivemos correndo e isso tem sido a causa de muito stress e porta de entrada para doenças nervosas, pois, muitas vezes a correria prejudica os resultados, levando frustração a muitos.
Pior que essa correria invadiu as igrejas e púlpitos. Pregadores há que querem tudo na hora, consideram que  para o dia seguinte ou semana seguinte, é sinal de fraqueza espiritual ou falta de força para determinar que Deus também se apresse em cumprir em nós, nossas vontades.
Lembrei-me neste momento que o salmista, também considerou que  Deus não tem o seu próprio tempo e fez o seguinte pedido: "Apressa-te em meu auxilio, Senhor, minha salvação" Salmos 38:22 e mais os salmos 40:13 e 70:5. (Ressalvamos que nos Salmos citados, o pedido não tinha como causa, interesses materiais).
Nem sempre uma resposta apressada pode representar a vontade de Deus, principalmente quando o interesse é mais nosso.
O Rei Davi, intentou no seu coração construir uma casa para  Deus e como era hábito, foi consultar o profeta para saber se o Senhor estaria aprovando essa decisão e veja como tudo começou:

ICr 17:1-4.
"Sucedeu que habitando Davi em sua própria casa, disse ao profeta Natã: Eis que moro em casa de cedros, mas, a arca da Aliança do Senhor se acha numa tenda.
Então, Natã disse a Davi: "FAZE TUDO QUANTO ESTÁ NO TEU CORAÇÃO, POR DEUS É CONTIGO".
                                            "...DEUS É CONTIGO".

Porém, naquela mesma noite , veio a palavra do Senhor a Natã dizendo:  "Assim diz o Senhor: Tu não edificarás casa para minha habitação".

                                       "...ASSIM DIZ O SENHOR, TU NÃO EDIFICARÁS CASA PARA MINHA HABITAÇÃO".

Uma consulta e uma resposta apressada deu numa vergonhosa disposição do profeta procurar o Rei e desfazer suas primeiras palavras que não foram mandadas pelo Senhor.

Pensando nesse assunto  que tanto incomoda nossa mente e coração, fico a pensar quantas pessoas tomam   iniciativas precipitadas por ter consultado a quem se atribui ser usado por Deus e pessoas até sinceras mas que não são, os "oráculos de Deus".  Isso exige muito cuidado. O melhor é entregar os caminhos ao Senhor e confiar nele que o mais, ele fará Salmos 37:5, considerando ainda o que disse Jesus e está gravado em Mt. 6:33" Buscai em primeiro lugar o seu reino e a sua justiça e as demais coisas vos serão acrescentadas".

Errar por ignorar propositadamente as verdades Bíblicas, é algo que não tem desculpas quando nada funcionar a contento.



domingo, 21 de outubro de 2012

EBD/CPAD AMÓS - A JUSTIÇA SOCIAL COMO PARTE DA ADORAÇÃO


LIÇÃO 04  AMÓS – A JUSTIÇA SOCIAL COMO PARTE DA ADORAÇÃO.
EBD 25.10.2012. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – O LIVRO DE AMÓS.
II – POLÍTICA E JUSTIÇA SOCIAL.
III – INJUSTIÇAS SOCIAIS.
IV – A VERDADEIRA ADORAÇÃO.


Em tempo: Falar em justiça social na Escola Dominical que está sempre aberta a posicionamentos, é algo que exige do professor, muito pulso, ter realmente um controle perfeito da classe e principalmente sobre o temperamento dos “sanguíneos” e dos coléricos, caso contrário, haverá um grande desconforto e quando acontecem, os alunos vão para casa com a sensação de ter assistido a uma luta de defesa pessoal. Tristes.
A Psicologia classifica quatro tipos de temperamento e os dois citados correspondem a:
SANGUÍNEO – Tem como característica, entre outras, a impulsividade.
COLÉRICO – Intolerante e auto-suficiente entre outras qualidades.
Ambos citados possuem qualidades positivas excelentes e cabe ao professor descobrir essas qualidades nos seus alunos e usa-las para o bem.


I – O LIVRO DE AMÓS.
Foi um grito contra a Apostasia e a perversidade, um grito contra as injustiças sociais e um clamor para que Israel se voltasse para Deus.

1.1        Contexto histórico.
Dispensa qualquer comentário além das considerações do autor neste tópico.

1.2        Vida Pessoal.
Ótimo comentário do autor sobre a vida pessoal do profeta. Recomendo uma parada na parte final quando o autor faz menção dos pecados da nação, o esmagamento dos pobres, as desonestidades em prejuízo das viúvas e dos órfãos.
Quero considerar aqui, que em grande parte dos livros da Bíblia, encontramos advertências em relação aos menos afortunados e alguns, revestidos de profunda seriedade como em Pv. 21:13 “Aquele que tapa os ouvidos ao clamor do pobre, clamará e não será ouvido”.
Muitas igrejas (pastores) precisam aproveitar essa lição e rever sua atuação social com os membros menos favorecidos da igreja e parar com a vergonhosa “cesta básica” e atender de forma mais conveniente.

1.3        Estrutura e mensagem.
Na nossa linguagem, Amós não era um acadêmico, vivia em uma região montanhosa, 890 m de altitude, a 8 km de Belém e tinha como atividades, boiadeiro e tratador de sicômoros, uma espécie de figueira brava. Foi esse homem que Deus usou para advertir Israel e diversas nações vizinhas.
Primeira parte da mensagem o autor fala de oráculos que vieram pela palavra que significam, a profecia no sentido da comunicação dos desígnios e das advertências de Deus; na segunda parte, as visões dadas ao profeta.
Extraímos daqui, uma excelente lição, quando Deus quer usar, ele transforma o mais despreparado dos homens, como instrumento da sua vontade e ainda hoje, funciona assim,  não significando que o agente, não deva buscar meios para se preparar para o exercício da mais sublime missão.

II – POLÍTICA E JUSTIÇA SOCIAL.
2.1 Mau governo.
Após a divisão política, criando os reinos do norte e do sul, Israel experimentou uma vida de altos e baixos em matéria de péssimos governantes, cremos que o mais significativo deles, foi o período de Acabe, porém, o povo parecia ter tomado gosto pela situação.
Quem reclama das injustiças sociais, são os pobres que precisam sempre de uma voz para representa-los. Até dentro das igrejas, essa voz precisa ser ouvida, senão, tudo cai no esquecimento.
Um governo corrupto, é, via de regra, um governo imoral, pois, esta é a maneira de manter a vida corrupta da nação, através da imoralidade.

2.2 A justiça social.
“É nossa responsabilidade pessoal lutar por uma sociedade mais justa” diz o autor. Quando ouvíramos tais palavras? Isso é ótimo para informar que estamos no caminho certo em questionar o que for injusto, todavia, quem brada contra injustiças, precisa ter consciência e cuidado com as palavras. Normalmente, uma pessoa que tenha a vida confortável, não se preocupa muito com a situação dos necessitados. Louvo a Deus, pois, a rede social tem servido de plataforma para questionamentos sobre esses assuntos, mas, falam-se muitas bobagens também.

2.3 O pecado.
A medida do pecado de Israel tinha alcançado limites insuportáveis e a advertência, alertava para esse fato. Creio que a nossa sociedade, está acumulando muito pecado, o céu não está omisso quanto a isso.

III – INJUSTIÇAS SOCIAIS.
Decadências, nos três tópicos o autor trata da decadência social, moral e religiosa. Quem vem em primeiro plano?
Salvo melhor juízo, é a decadência moral que desencadeia as demais.
Quando caí o nível de moralidade de um povo, as consequências são percebidas na vida social e na vida religiosa.
A vida religiosa, assemelha-se a uma mulher bem produzida, que consegue com isso esconder algumas imperfeições.

IV – A VERDADEIRA ADORAÇÃO.
Há um texto muito forte nos oráculos de Isaias que vale a pena o professor ler, como sempre fiz, com impostação de voz, se entender necessário, pois, dirigidas a Sodoma e Gomorra, tinha como principal endereço, a Casa de Israel.
Is.1:11 “De que me serve a multidão dos vossos sacrifícios...”.
           “Estou farto dos holocaustos...”
     1:13 “Não tragais mais ofertas debalde...”
      1:15 “Quando multiplicais as orações, não as ouço...”.
E o verso 17:
“Aprendei a fazer o bem, praticai o que é reto; ajudai o oprimido; fazei justiça ao órfão; tratai da causa das viúvas...  E então, vinde e argui-me.
Adoração sem justiça social é o resultado daquilo que vemos hoje, tudo virou gospel.
Não adianta ficar entregando essas malfada cesta básica, para dizer que praticam boas ações que isso não convence o coração de Deus.

CESTA BÁSICA; Farinha de mandioca, fubá, latinha de sardinha, feijão e arroz.
Material de higiene pessoal? E as chamadas misturas? Somos grandes igrejas hoje. Isso que se faz, não tem sentido.


quinta-feira, 18 de outubro de 2012

COMPORTAMENTO PASTORAL EM MEIO AS CRISES

Para onde caminha a humanidade? Pelo andar da carruagem, rumo a perdição a passos largos.
Somos contestados e conferidos pela sociedade, por todos os lados e essa avaliação chega a ser, tridimensional, nada escapa aos olhos dos críticos.
É bem verdade que em tempos passados, já nos preocupávamos muito com o que os outros iriam dizer de nos. Isso provocava um certo stress emocional, pois, tudo na nossa vida se resumia na questão da avaliação dos amigos, vizinhos e do público em geral. Essa avaliação, decorria muito do fato de e por conta de uma má orientação doutrinária, falávamos a plenos pulmões que quem não fosse crente, iria para o inferno; os que fumavam, bebiam e praticavam tantas outras coisas, estavam irremediavelmente perdidos e nós salvos. Claro que as vidas eram investigadas e pagavam pra ver.
A igreja cresceu e é natural que os problemas cresceram na mesma proporção, daí a tridimensionalidade visível.
OS FATOS - A Bíblia é uma e única sobre qualquer tipo de assunto, se partirmos do geral para à Bíblia, o motivo é que tudo quanto se divulga no mundo, na cultura, na ciência ou nas artes, devem passar pelo crivo da Palavra de Deus e se partirmos da Bíblia para o geral é que esta, não confina o ser humano à relação com Deus, foi o próprio Senhor quem disse: "Pai, não peço que os tire do mundo, mas, que os livre do mal" Jo 17:15. A multiplicidade de igrejas criou uma multiplicidade de normas ou costumes onde umas proíbem tudo e outras proíbem o proibir e nessa confusão generalizada, encontramos crentes que odeiam tudo e outros que abraçam tudo indiscriminadamente e por aí, os pontos de confrontação.

VALORES - Sabemos da astucia de Satanás, o Apóstolo Paulo, legítimo pela sua chamada, declarou na carta a igreja de Coríntios duas facetas importantes sobre o inimigo das nossas almas: 1) "...E não é de admirar porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz; não é muito pois que os seus próprios ministros se transformem em ministros da justiça e o fim deles será conforme as suas obras". IICo 11:14-15. e 2) "Porque não ignoramos os seus ardis".  IICor 2:11.
Esse é o mundo não visível ou mundo espiritual sobre o qual, achamos conhecer tudo e não é verdade. Se conhecêssemos tudo, nossos problemas estariam todos resolvidos e não falo dos problemas que afetam a nossa relação social e sim, a nossa relação com Deus pela sua igreja que é o catalisador comportamental, que filtram as reações dos seres humanos, daí, não poder haver crentes sem igrejas, Jesus criou exatamente para isto, além da obra evangelizadora.

NORMAS - Muitos crentes deixam as igrejas, alguns por problemas de relação com qualquer dos seus membros, superestimam a relação e quando alguma coisa acontece, choca mais que a relação com não crentes e outros, pela perda de confiança no seu pastor ou líder.
Vale lembrar as palavras do Apóstolo Paulo, o legítimo escolhido pelo Senhor, "...Antes, subjugo o meu corpo e o reduzo à servidão, para que, pregando aos outros, eu mesmo, de alguma maneira, não venha ficar reprovado". ICo 9:27. Perceba-se assim que o ministro ou pastor ou líder, não se pertence; ele pertence primeiramente ao Senhor e depois, aqueles a quem se propôs servir. Não tem outra saída.
Finalmente, se o pastor não é capaz de separar as coisas, daquilo que o emociona, daquilo que o faz gravitacionar no prazer pessoal, deve desistir do ofício sob pena de causar danos a si próprio e a terceiros, terceiros estes, que ao aceitarem o evangelho e mediante o novo nascimento, passaram a ser propriedade do Senhor e a ele, daremos conta, de todos.
Cabe ao pastor, não ser seletivo na igreja, ser disciplinado em seus negócios, em família, na sociedade e perante as leis. Cabe ao pastor, evitar favorecimentos, expor a igreja em negociatas escusas com vistas a favorecer a quem quer que seja. Cabe ao pastor, agir com verdadeira diplomacia e lisura nas questões que envolvam os membros da igreja e com essas atitudes, manter firme a confiança dos que o seguem como líder e responsável pelo rebanho sobre os quais o Senhor os constituiu Bispos, para os apascentarem. Cabe ao pastor, ser fiel em tudo.









domingo, 14 de outubro de 2012

EBD JOEL - O DERRAMAMENTO DO ESPIRITO SANTO para 21/10/2012


LIÇÃO 03 JOEL – O DERRAMAMENTO DO ESPÍRITO SANTO.
EBD 21.10.2012. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – O LIVRO DE JOEL NO CÂNON SAGRADO
II – A PESSOA DO ESPÍRITO SANTO.
III – HORIZONTES DA PROMESSA.
IV O FIM DOS TEMPOS.


Em tempo: Que grande livro é esse do profeta Joel. Inspirou o Apóstolo Pedro na defesa esclarecedora da primeira manifestação do poder de Deus em cumprimento a Palavra e ordem de Jesus; “ficai, porém, na cidade de Jerusalém até que do alto sejais revestidos de poder” Lc 24:49. Nós também somos inspirados, quando temos que fazer defesa da fé e do poder de Deus.

I – O LIVRO DE JOEL NO CÂNON SAGRADO.
Cânon – O termo latino significa “modelo” que deriva do termo grego “Kanon” de cana, instrumento de medir, aferir, dando sentido a escolha dos livros considerados sagrados na composição da Bíblia.

1.1        Contexto histórico.
Considerar o que o autor escreve a respeito.
O contexto histórico serve para estabelecer datas e cenário dos acontecimentos. Alguns livros são claros pela referência a reis em exercício, este, porém, como o livro de Sofonias não oferece informações precisas.

1.2        Posição de Joel no Cânon Sagrado.
Não vejo conveniência em repetir o que o autor considera nesse tópico, portanto, recomendo a leitura do texto, também não creio que os alunos farão perguntas a respeito.
Segundo o autor, o Cânon Judaico e a Vulgata Latina, apresentam a mesmo ordem encontrada nas nossas versões, Almeida; a Septuaginta apresenta numa ordem diferente.

1.3        Estrutura e mensagem.
Considerar também o texto da lição que dispensa comentários, pois, está muita clara a divisão do livro.
II – A PESSOA DO ESPÍRITO SANTO.
Eu não vejo motivo para grandes debates sobre a pessoa do Espírito Santo que é a terceira na doutrina da trindade, mas, o Espírito é de Deus. A sua atuação no velho testamento e muito mais nesta dispensação é que o torna distinto em personalidade e ações, cuja atribuição e momento de sua atuação entre nós, foi predito pelo Senhor Jesus que o chamou de “OUTRO CONSOLADOR” Jo 14:16.

2.1 Sua personalidade.
O autor comenta e expõe como está na Bíblia. O Espírito está presente em toda Bíblia e não dá margem para que seja considerado uma mera influência. Caso isso fosse possível, poder-se-ia dizer que Deus é uma mera influência, pois, Deus é espírito. Deixo claro que não sou unitarista.

2.2 Sua divindade.
Não acho simpático promover qualquer contestação contra o autor desta lição quando afirma que o Espírito Santo é objeto da nossa fé e adoração. Precisamos ser cuidadosos no ensinamento deste importante tema doutrinário, pois, há muitos crentes e já li isto no facebook, alguém pedindo ao Espírito Santo que vá ao pai e interceda por si, portanto, quando nos dobramos para adorar a Deus, não poderíamos faze-lo sem a indispensável ajuda do Espírito Santo cuja tarefa é glorificar o Pai e o Filho entre os homens. As nossas orações dirigidas a Deus são feitas, porque o Espírito Santo intercede por nós com gemidos inexprimíveis e nos ajuda na fraqueza.
Se glorifico a Deus, se glorifico a Jesus, devo tudo isso a pessoa do Espírito Santo que nos conduz ao altar da oração para adoração.

2.3 Como uma pessoa pode ser derramada.
Realmente, uma pessoa não pode ser derramada. No sentido aplicado, compreendo que ao dizer, “derramarei do meu Espírito...” há duas informações importantes, uma delas já consignada logo atrás: 1) O Espírito é de Deus e também é de Cristo. 2) Trata-se de derramar as virtudes do Espírito do Senhor sobre toda carne; sua graça, seu poder, seus dons.
2.4 Uma linguagem metafórica.
O autor explica o tipo de linguagem como “derramar”, tratando-a de linguagem metafórica ou, uma linguagem figurada.



III – HORIZONTES DA PROMESSA.
3.1 Ponto de partida.
O que foi dito acerca do derramamento do Espírito Santo significa dizer que o Senhor inaugurou a obra evangelizadora da igreja  no pentecostes e disponibilizou os dons espirituais, sem os quais, o trabalho da igreja, seria extenuante e sem o impacto sentido não somente entre os daquela geração, mas, para os da nossa geração.
O que tem tornado difícil é a falsificação do uso dos dons em proveito próprio, todavia, isso não anula as promessas e realizações de Deus.

3.2        Comunicação divina.
Não devemos nos esquecer neste espaço que no Antigo Testamento, Deus já falava de muitas maneiras aos pais, consideremos Hb. 1:1; sonhos, visões, profecias e de modo muito particular, por  Urim e Tumim, Ex. 28:30, Lv 8:8 cujo significado era luz e perfeição.
(Urim e Tumim – Duas Pedras? Alguns acham que era apenas um objeto com duas faces, colocadas no peitoral do sumo sacerdote, entendendo-se que a resposta era direta e concisa; sim ou não, culpado ou inocente e assim por diante.
Isso tudo prova o quanto Deus investiu para falar com o ser humano.

IV O FIM DOS TEMPOS.
Sinais, etapas e resultado.
Não fica difícil, o professor ler para o aluno; uma leitura dinâmica para não desconcentrar os alunos, explicando cada ponto desta última seção.
As profecias de Joel são tão ricas quanto à clareza e cumprimento como as de Isaias, quanto o advento vida e morte do Messias. Interessante que tudo isso, Deus poderia ter confiado a Isaias, mas, isso vem demonstrar que Deus não valoriza o homem pelo tamanho, pela cultura ou pela ciência, mas, Deus valoriza o homem pela disposição em ser usado, em estar à disposição dele. Isso nos faz lembrar que no tocante as revelações da sua Palavra, ele confia a cada um, de acordo com a responsabilidade assumida diante do rebanho, razão pela qual, os pastores ou pregadores, se diferem em grandeza e isso precisa ser respeitado, não significando que Deus considera um maior que o outro, como não considerou Isaias maior que Joel ou qualquer outro profeta. Assim, vemos a personalidade e a dimensão ministerial de cada apóstolo do Senhor nas Escrituras.










sábado, 13 de outubro de 2012

EBD/CPAD A FIDELIDADE NO RELACIONAMENTO COM DEUS 14/10/12

LIÇÃO 02 OSEIAS – A FIDELIDADE NO RELACIONAMENTO COM DEUS. EBD 14.10.2012. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – O LIVRO DE OSEIAS.
II – O MATRIMÔNIO.
III – A LINGUAGEM DA RECONCILIAÇÃO.
IV O BANIMENTO DA IDOLATRIA EM ISRAEL.


Em tempo: A linguagem usada por Deus com Oséias é muito interessante e precisa que seja compreendida, do ponto de vista de um grande desabafo de Deus pela infidelidade do seu povo. As palavras de Deus dadas a Oséias, nos faz compreender que o amor de Deus para com o seu povo Israel, foi algo imensurável, assim como foi o amor de Deus para conosco, declarado em João 3:16.
Qual a diferença entre nós e eles.
Israel era tratado como povo de Deus no pleno sentido da palavra, nação de Deus, no sentido natural e esposa de Deus no sentido figurado.
Nós, fomos gerados de novo, formando um corpo. Se 10, 20 30 ou mais igrejas caírem, isso não muda a natureza desse corpo formado por pessoas que resistem ao pecado.
O que Deus queria através de Oséias e do desafio dele casar-se com mulher prostituta era para mostrar o quanto Deus estava ressentido com os filhos da promessa.
Assim, entendemos que a linguagem é toda ela, simbólica e metafórica, todavia, tão forte que parece real ou alguma coisa tem de real?
Na condição de pastor, quando cuidamos de uma igreja e com pureza, damos o melhor alimento, querendo o bem estar espiritual do povo e esse povo, não reage de maneira positiva, ficamos muito tristes, creio ser este o sentimento de Deus em relação a Israel.
Apesar de haver entre os judeus, homens e mulheres absolutamente sinceros  cujo entendimento está fechado para compreender o que aconteceu há pouco mais de 2000 atrás, causa-nos espécie que um povo que aguarda o Messias, tenha se ocidentalizado tanto para permitir em Jerusalém, a cidade do grande Deus, passeatas gays e movimentos musicais que em nada diferem dos nossos, com conteúdo, apelativamente sexual em suas manifestações.

I – O LIVRO DE OSEIAS.
1.1        O Contexto histórico e estrutura.
Não há o que comentar relativo aos itens 1.1 e 1.2 por tratar-se de informações históricas do período ministerial de Oseias, cabendo ao professor, dar conhecimento ao aluno, sempre há os que se interessam pelo aspecto histórico e geográfico.

1.3        Mensagem.
A mensagem transmitida por Oseias ao povo de Israel, não é diferente das dos demais profetas, exceto, pelo estilo, porém, a decadência do povo, foi denunciada pelos demais profetas. Chamamos a atenção para o mesmo tipo de advertência em questão de estilo, como a que lemos em Ezequiel 22, 23 e principalmente o capítulo 16 a meretriz e as abominações de Jerusalém entre outros.
Estudando a história do povo que não dá para separar da história religiosa e espiritual, a decadência começou pela rejeição ao governo teocrático. Samuel já tinha dado falado ao povo com respeito as transformações e a partir do período regencial, a vida do povo foi cheia de altos e baixos, mais baixo que altos.

II – O MATRIMÔNIO.
2.1 Etimologia. (Estudo do sentido e origem das palavras).
Deus fala de casamento com Israel em Oséias 2 como forma de atrair o seu povo e afasta-los do romance vivido com os baalins. O autor fala desse casamento mostrando que tem o mesmo significado de bodas ou leito conjugal. Em relação a Israel, Deus quer atrair e segurar o seu povo como quem atrai uma mulher tornando-a esposa, segura pelo dever matrimonial e seus valores.

2.2 Simbolismo. (Elementos ou figuras usadas para representar algo).
Intimidade, amor e beleza são elementos que dão vida ao casamento, reciprocidade é o que se espera dessa relação e vínculo. Será que Israel seria reciproco com o seu Deus? O tempo mostrou que não, Israel cresceu os olhos para nações pagãs e seus cultos idolátricos.

2.3 A ordem divina para o casamento de Oseias.
O autor diz parecer uma contradição, Deus, Santo e Justo, determinar que o profeta se case com mulher de prostituição, alegando que “temos” dificuldade em aceita-la, mas, qualquer interpretação contra o caráter literal do texto é forçada.
Não posso dizer que cada um, dê a interpretação que achar razoável  à questão do casamento de Oseias com uma prostituta por ordem de Deus.
Ficção e realidade se fundem para dar ideia do propósito de Deus em demonstrar através do profeta como é difícil ter uma esposa em quem não se possa confiar abertamente. Assim era a relação de Israel com Deus. Deus não podia agradar-se de quem vivia no caminho, nua e despojada, em tempos de amores, Ez 16.


III – A LINGUAGEM DA RECONCILIAÇÃO.
3.1 O casamento restaurado.
A lição trata de algo específico com Israel, mas, aproveito para pedir ao Senhor que restaure os casamentos abalados, lembrando que a linguagem deve imitar a de Deus, linguagem amorosa e convincente.
Do ponto de vista da atuação da igreja nesta dispensação, precisamos urgentemente rever nossos valores e aprendermos a praticar conquistas humanas, com linguagem amorosa.

3.2 O Vale de Acor e a porta de esperança.
Nos lugares de terror, Deus aplainará os caminhos para que sejam conhecidos como  “porta de esperança”. 
Vale dizer que todo o que é nascido do Espírito, sabe exatamente qual é a esperança do crente, dispensando as buscas incessantes através do homem por melhor que seja. Infelizmente, os homens tem tomado o lugar de Deus. Não o glorificam quando procurados, o fato de se aproveitarem da projeção para enriquecimento prova o que dizemos.

3.3 A reconciliação.
A sentença de divórcio será anulada, assim como para os gentios, havia o que se chamou de “plenitude dos tempos” na Bíblia, para Israel essa plenitude não tardará a ocorrer, quando o Senhor voltar das bodas com a sua igreja, o Senhor provará para o mundo todo, o tamanho do seu amor por aquela nação.

IV O BANIMENTO DA IDOLATRIA EM ISRAEL.
A restauração de Israel contempla uma verdadeira limpeza que Deus fará não apenas nessa nação, mas, no mundo todo.
Fala-se muito em idolatria e via de regra, apontamos o dedo para os católicos e a razão está na adoração das imagens de escultura, todavia, não estamos tão isentos assim, pois, qualquer tipo de dedicação exacerbada, caracteriza-se por uma forma de idolatria e damos alguns exemplos:
-Valorizar pregadores e cantores, seguindo-os e aplaudindo-os sem  lembrar-se que eles nada possuem, tudo é do Senhor, é idolatria ao homem.
-Culto ao corpo caracterizado pela excessiva preocupação e investimentos na busca de aperfeiçoar sua estima como forma de agradar socialmente, é uma forma de idolatria.
-Dedicar afeto excessivo aos filhos, não se importando com as regras Bíblicas que tratam do dever de amar a Deus sobre todas as coisas, também é idolatria, como, amando nossos filhos, sem crer na providência de Deus de garantir um futuro certo para eles.
-Amar o emprego e o empregador, esquecendo-se que Deus é Deus da provisão, há idolatria nisso.
O fim do baalismo, será geral e os crentes devem se antecipar fazendo essa limpeza em suas vidas e em suas casas, como exemplo para os que estão de fora.


sábado, 6 de outubro de 2012

EBD CPAD LC 1 A ATUALIDADE DOS PROFETAS MENORES


LIÇÃO 01 A ATUALIDADE DOS PROFETAS MENORES.
EBD 07.10.2012. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – SOBRE OS PROFETAS MENORES.
II – MENSAGEM DOS PROFETAS MENORES.
III – A INSPIRAÇÃO DIVINA DOS PROFETAS.



Em tempo: O conjunto de lições do último trimestre de 2012 nos remete ao estudo bibliográfico sobre os profetas menores. Seja para os mais antigos na fé ou novos convertidos, essas lições são de suma importância, pois, irá mostrar como, todas as coisas recorrentes em relação ao evangelho e conteúdo das cartas apostólicas, assentam-se em bases pré anunciadas pelos profetas. há uma perfeita harmonia entre o que anunciaram, ora batendo de frente para denunciar as injustiças sociais e o endurecimento de Israel, ora mostrando o futuro pela vinda do Messias  e a constituição da Igreja, tal qual, nós a conhecemos. Daí, a importância do texto de 2Pd.1:19 “...temos mui firme a palavra dos profetas...” para mostrar ao mundo que a igreja não é uma religião filosófica e espiritualista.


I – SOBRE OS PROFETAS MENORES.
A lição oferece ao leitor, a relação dos profetas chamados menores, onde também se encontra explicado à origem do termo e o cenário dos doze.
Por se tratar de assunto puramente pedagógico bibliográfico ou seja, assunto que nas escolas teológicas ocupam muito mais tempo que o possibilitado em nossas Escolas Dominicais, faço aqui um breve resumo dos três tópicos desse capítulo I. Geralmente os alunos se mostram apáticos diante de lições como essas, cabendo ao professor, leva-los a se interessar pela matéria, mesclando a teoria com aplicações práticas, tanto quanto possível.

Em todas as consultas que fiz sobre maior e menor, as respostas são quase sempre as mesmas, tratando-se apenas do volume dos escritos de cada um em relação aos chamados profetas maiores como Isaias, Jeremias ou Ezequiel.
Segundo o autor da lição, esse reconhecimento de limitação literária, já tinha o reconhecimento na literatura judaica, corroborada pelo Talmude, antiga literatura religiosa dos judeus, que inclui suas tradições.
Para muitos de nós, maiores e menores respeitam a questão de grandeza e isto precisa ficar muito claro para os alunos, que na Bíblia, todos os profetas são nivelados pelo mesmo grau de importância. A Bíblia é um conjunto de livros combinados entre si.



II – MENSAGEM DOS PROFETAS MENORES.
2.1 Procedência.
“Nós mesmos, vimos a sua majestade...”
O autor chama de colégio apostólico, o pensamento e a obra de cada um. Até pela dimensão ministerial, poderíamos também separar apóstolos maiores e menores, todavia, graças a Deus, nem se cogita disso, felizmente, A mensagem fixada pelos mestres que viveram com o Senhor e o “quase abortivo Paulo” constituem a carta testamentária da igreja do Senhor, de forma plena e inequívoca, dispensando-se e condenando-se qualquer tentativa de acréscimos ou subtração de textos.

2.2 A palavra dos profetas.
Pode-se considerar a palavra dos profetas, como a âncora, baixada para manter a embarcação em prumo e parada, qualquer que seja o tempo. Como âncora, as palavras dos profetas garantem o quanto a palavra dos apóstolos estão consubstanciadas sob as promessas da antiga aliança, não deixando qualquer margem de dúvida quanto ao tempo e final dos tempos.

2.3 Como luz que alumia em lugar escuro.
Impressiona, a precisão dos fatos vaticinados no antigo testamento em relação ao cumprimento no novo e logicamente também com respeito a questões escatológicas,

III – A INSPIRAÇÃO DIVINA DOS PROFETAS.
3.1 A iniciativa divina.
O autor torna a remeter ao pensamento do apóstolo Pedro, nos versos 16 a 18 que a mensagem dos profetas não se resume a uma retórica, nem tampouco a própria palavra dos apóstolos, todavia, não é o que vemos em nossos dias quando tudo que se prega na maioria dos púlpitos e na televisão, é pura retórica; deixam a Palavra de Deus para ensinar outro evangelho, a margem das verdades bíblicas.

3.2 A inspiração dos profetas.
Todas as mensagens dos profetas encontram eco na própria escritura, daí a garantia, o selo da inspiração divina.

3.3 A autoridade dos Profetas Menores.
Da mesma forma que nos submetemos à autoridade dos verdadeiros apóstolos do Senhor, devemos dar a mesma atenção e credibilidade aos escritos dos Profetas Menores.
Não somos contra a tudo que se escreve acerca do Evangelho e da Palavra de Deus, mas, algo está errado, quando as pessoas passam a dar mais credito a um livro apenas por que o autor é cristão, sem se dar conta que existe muita falsificação com aparência de piedade, em sabedoria e devoção.
Com certeza, teremos muito que aprender neste trimestre.



segunda-feira, 1 de outubro de 2012

DESTRUIRÁS TAMBÉM O JUSTO COM O ÍMPIO

Destruirás também o justo com o impio? Gn 18:23.
Essa pergunta Abraão a fez para Deus na tentativa de salvar alguns dos moradores de Sodoma e até porque, o seu sobrinho Ló e família haviam se estabelecido nessa cidade. A destruição também alcançaria a cidade de Gomorra por conta do pecado delas, a luxúria, a perversão sexual, o orgulho e o descaso com os pobres, encheram as medidas.

Quero tomar essa passagem bíblica, para refletir sobre um assunto que tem sido muito comentado na rede social e é preciso separar o joio do trigo.

A Igreja Evangélica Assembleia de Deus é uma das maiores bandeiras  dentro do nosso território nacional e o seu crescimento se deu pela postura em seus trabalhos evangelísticos que nunca foram elitistas; em qualquer vila, morro, sítios ou fazendas, lá estava a "plaquinha" anunciando sua presença e essa presença era algo tão significativo que um chargista certa ocasião, reproduziu um vilarejo onde haviam: uma farmácia, um botequim e uma Assembleia de Deus.

O nome "Assembleia de Deus" não tem registro de domínio, qualquer pessoa pode abrir uma igreja e colocar esse nome, bastando acrescer algo que a diferencie juridicamente de outras.

Como saber quem é Assembleia de Deus no meio de milhares de Assembleias de Deus?
Eu não saberia responder pela imensidão territorial do nosso país e das milhares de AD existentes, mas, posso com tranquilidade garantir que tem muitas Assembleias de Deus que não são Assembleias de Deus; tem placa, tem o título, tem o registro jurídico mas, não tem:

Alma de Assembleia de Deus.
Doutrina de Assembleia de Deus.
Pastor de Assembleia de Deus.
Jeito de Assembleia de Deus.
Não tem o DNA de Assembleia de Deus.

A Assembleia de Deus que veio do NE enfrentando perseguições  e dificuldades de todas as formas,  principalmente financeira por não ter esse caráter mercantilista, tão comum em nossos dias, preparando pastores e fazendo a obra do Senhor.

Já fui consultado por pessoas que não tinham sequer, jeito  de crente que queria instruções de como abrir uma Assembleia de Deus. Quando tem cara de abusado, eu desvio a conversa.

Elas estão por aí;  espalhadas, como erva daninha entre as demais.

Essa é a razão por que posso garantir que as Assembleia de Deus, continuam sendo, a mesma que iniciou seus passos na cidade de Belém, no Estado do Pará resguardadas as devidas proporções, pois a sociedade de hoje, nada tem a ver com aquela.

Por esses e outros motivos, posso garantir e com serenidade que a Assembleia de Deus permanece a mesma e assim será até a vinda do Senhor.

É também por esse motivo que ouvi de uma jovem senhora, pela rede me dizer: "Pastor, tenho saudades de um culto e uma igreja Bleia.

Bendito seja o nome do Senhor.

Não se mata o justo com ímpio, não obstante, em se tratando do juízo divino sobre a terra, Deus é soberano e saberá preservar o justo do julgamento eterno o que é mais importante.