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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

EBD/CPAD A VIDA PLENA NAS AFLIÇÕES para 30/09/12


LIÇÃO 14 A VIDA PLENA NAS AFLIÇÕES.
EBD 30.09.2012. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – VIVENDO AS AFLIÇÕES DA VIDA.
II – CONTENTANDO-SE EM CRISTO.
III – AMADURECENDO PELA SUFICIÊNCIA DE CRISTO.



Em tempo: Concluímos mais este trimestre e pudemos estudar as várias faces do sofrimento e da angustia na vida do crente, pudemos aprender ou renovar nosso conhecimento, que sofrimento é coisa de cristão, sim. A bem da verdade, não apenas o cristão, mas, todas as pessoas que buscam viver uma vida correta ou justa, sofrem algum tipo de tribulação. No caso da vida cristã, além dos problemas decorrentes da vida social intensa, do stress emocional, temos também a batalha espiritual pela defesa da nossa fé e pureza de vida. Com tudo isso, mantemos a nossa confiança no Senhor, pois, ele nunca abandonou os seus e nos sustenta em meio ao vendaval e o mar revolto para nos fazer descansar na sua graça. O quanto nos basta.


I – VIVENDO AS AFLIÇÕES DA VIDA.
1.1        As aflições de Paulo.
Percebam que Paulo não provocou qualquer perseguição sobre a sua vida. Nunca falou mal de ninguém, do governo ou líderes religiosos, nunca se amotinou contra quem quer que fosse. Toda sua luta consistia em pregar o Evangelho, aliás, predito pelo Senhor cf. Atos 9:16. Muitos se tem feitos apóstolos, mas, nenhum, tem a marca da legitimidade apostólica de Paulo.

1.2-3 Deixado por seus filhos na fé.
Reclama-se tanto de infidelidade e falta de colaboração nos dias de hoje. Basta ler as cartas do apostolo Paulo e perceber que ele experimentou mais que isso; o autor da lição cita vários que deixaram o apóstolo na mão e um deles, o Alexandre, latoeiro, causou muitos males, não detalhados no texto do apóstolo, apenas imaginamos o quanto deve ter machucado o apóstolo dos gentios.

II – CONTENTANDO-SE EM CRISTO.
2.1 Apesar da necessidade não satisfeita.
Muito interessante o texto do autor e quero tão somente colaborar com os professores, levando em conta outras questões da época. O Estado era absoluto, (Roma e suas possessões) não havia uma carta constitucional protegendo qualquer religião, não havia grupos de direitos humanos e nem uma mídia poderosa que pudesse denunciar qualquer agravo contra a pessoa, principalmente por questão religiosa. Paulo certamente teria sido vitimado mais rapidamente em qualquer prisão judaica, se não tivesse apelado para sua cidadania romana.

2.2 Livre da opressão da necessidade.
Saber ter fome e saber sofrer não é para muitos. Paulo entendia o motivo das suas aflições. Poucos há que sofram genuinamente pela causa do Evangelho em nossos dias, mas, temos aí, ditaduras e governos religiosos que massacram todos os que tentam levar o povo ao conhecimento de Cristo. Acho estranho, pregadores modernos auto intitularem-se apóstolos, quando estudo a vida de Paulo e vejo o grande diferencial.

2.3 Contente e fundamentado em Cristo.
Percebe-se pelo texto apostólico que a visão e a preocupação de Paulo, não estavam nas quantidades recebidas, mas, na importância que ele dava às contribuições bem como a aplicação dos recursos. Difere de hoje? Na verdade, tudo que se apresenta hoje, é diferente do comportamento tanto dos apóstolos como dos irmãos em Cristo.


III – AMADURECENDO PELA SUFICIÊNCIA DE CRISTO.
3.1 Através das experiências.
A palavra que considero chave e interessante em Fl. 4:12 é: “...em toda a maneira e em todas as coisas, estou instruído, tanto a ter fartura como a ter fome...”
Os frascos que devem conter essa essência parecem estar vazios; esse é a questão do presente século.

3.2 Não pela autossuficiência.
Um dos maiores problemas da atualidade nos meios evangélicos é a forma de ensinar, um evangelho muito estranho em que não se admite sofrimentos, necessidades e pior ainda, não se aceita que o crente sofra de stress emocional ou depressão, ignoram as fragilidades humanas, obviamente tais problemas, tendem a perder força na medida em que crescemos em Cristo. Paulo entendia desse assunto.

3.3 Tudo posso naquele que me fortalece.
Muito usado ultimamente, apenas como um chavão bíblico, sem a força empregada pelo apóstolo: “TUDO posso naquele que me fortalece”. (grifo meu).


sexta-feira, 21 de setembro de 2012

EBD13 A VERDADEIRA MOTIVAÇÃO DO CRENTE para Domingo 23/09/2012


LIÇÃO 13 A VERDADEIRA MOTIVAÇÃO DO CRENTE.
EBD 23/09.2012. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A VERDADEIRA MOTIVAÇÃO DO CRENTE.
II – NÃO FOMOS CHAMADOS PARA A FAMA.
III O ANONIMATO NÃO É SINÔNIMO DE DERROTA.



Em tempo: Motivação é quase uma palavra de ordem nesse mundo sofrido e descrente de tudo e de muitos, por conta da corrupção plantada na política, nas artes, na cultura na economia e até, infelizmente, na religião. O que nos faz motivados é saber que ainda há decência em muitos homens públicos, em governantes e em homens religiosos, pois, do contrário, seria o caos total. Tirando essas questões que enchem as páginas dos jornais, a nossa motivação é saber que temos o nosso nome escrito no livro da vida, é saber que nos momentos mais difíceis, contamos com o socorro de Deus que nunca nos desampara nem lança em rosto as nossas fraquezas. Para o homem comum, a motivação só existe com dinheiro e fama e sem dúvida, é exatamente esse o foco do comentador.

INTRODUÇÃO: Procurei todo sentido para motivação, definição e aplicação. Encontrei vários principalmente quanto à raiz da palavra, do latim, “motivus”, que significa mover ou movimento; motivação é muito mais que isto. Motivação é a palavra mais usada nas grandes empresas para discutir produção, no comércio, para manter as vendas aquecidas, nas instituições financeiras, as metas e assim por diante. Para mim, a melhor definição para motivação é: Manter animado ou manter em movimento. O que o autor apresenta na introdução é a percepção de que tudo o que o mundo apresenta para motivar, está preso a conceitos materialistas e da grande preocupação do ser e do ter, portanto, questões totalmente contrárias ao anonimato e a simplicidade promovida pelo Evangelho, pois, motivação está sempre ligado ao envolvimento coletivo e a publicidade do nome que se pretenda evidenciar.



I – A VERDADEIRA MOTIVAÇÃO DO CRENTE.
Penso que ao ministrar essa lição, o professor deve tomar cuidado para não se exceder em ideias que mantém o crente paralisado quando deve buscar as mesmas oportunidades que outros mortais, pois, assim fui ensinado na minha juventude e por anos, isso me manteve engessado. Quando pude avaliar melhor a questão, passei a promover motivação entre os jovens, mostrando-lhes a necessidade do preparo à luta.
1.1        O crente fiel dispensa a vaidade.
Em determinadas profissões a aparência é importante, pois, do contrário, suspeitarão que você seja uma pessoa mal sucedida na profissão que escolheu. A sobriedade é a palavra que caracteriza um seguidor de Jesus. Andar com bonito carro, roupas de fino corte nem sempre combina com o santo propósito de viver em comunhão numa igreja onde milhares de pessoas, vivem na base da pirâmide social e não conseguem uma aproximação, pois, o luxo, na maioria dos casos, nos separa do órfão e das pessoas carentes, via de regra, enche o coração do seu possuidor. Um coração cheio da graça de Deus está sempre motivado a tudo, principalmente a valorizar o próximo.

1.2        O crente fiel não deseja o primeiro lugar.
Novamente alerto para que não se misture a questão das conquistas sociais com a postura singela que deve caracterizar o crente verdadeiro.

1.3        O crente fiel não se porta soberbamente.
Um texto que me serviu e serve de deleite para essa questão e sempre funcionou como freio de mão está em Pv. 16:18 “A soberba precede a ruína e a altivez do espírito precede a queda”.
Feliz o crente que busca estar sempre  motivado pela Palavra de Deus.

II – NÃO FOMOS CHAMADOS PARA A FAMA.
Excelente, o texto do autor que você professor deve ler diante da classe com calma e reflexão.

2.1 O que é fama.
O meu pensamento é que a fama é inevitável na vida do homem público quer seja na vida civil ou pastoral, como pregador ou escritor; o que precisa é tomar cuidado para não cair no erro de Nabucodonozor, leia Dn. 4:30 ou como o príncipe na  visão de Isaias 14:13, “Como caíste do céu oh estrela da manhã, filha da alva...”. Outro (mau) exemplo foi o rei Ezequias, veja IICr 32:25.

2.2 O problema.
Recomendo que o professor leia este tópico, na lição, com calma e reflexão, considerando a importância do texto do autor.
Tudo nesse mundo é pura ilusão e infelizmente muitos de nós só percebem isso, quando na velhice, as forças faltam e querem nos entubar em um hospital qualquer. Pensemos bem.


III O ANONIMATO NÃO É SINÔNIMO DE DERROTA.
3.1 A verdadeira sabedoria.
Há professores que desprezam o texto proposto na lição e se insurgem com explicações nada convincentes e muitas vezes descontextualizados daquilo que deveriam ensinar. Considere isto.
Tendo trabalhado numa empresa do ramo imobiliário por quase vinte anos e diante de muitos elogios pela minha atuação, sentia profunda tristeza quando deveria estar alegre. Achei a explicação em Pv. 1:10 “Filho meu, se os pecadores com blandícias te quiserem tentar, não consintas”; noutra versão temos: “... Se quiserem te atrair com agrados...”, ou com elogios baratos.

3.2 A simplicidade.
A coisa mais bonita é o homem crescer em popularidade ou profissionalismo, mas, manter a simplicidade sempre em alta. Glorificar a Cristo em todos os momentos, não deixar que nada ocupe o coração, não se afastando de quem realmente merece glória, JESUS.

3.3 O equilíbrio.
Não tente provar nada para ninguém, seja o que você é.
Isso está no texto 3.3. O maior mal deste século e tem destruído muitas vidas, está na busca incessante de ser e lutar para ser o que outros são.
O equilíbrio é uma grande virtude que deve acompanhar a nossa vida em qualquer circunstância.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

A IGREJA E A POLÍTICA

Já devo ter escrito sobre este assunto em outras ocasiões, mas, diante do avanço dos interesses que tentam engessar a igreja do Senhor contra a verdade que ela prega, nunca é demais retornarmos ao cenário das discussões.
Ao longo de 46 anos de cooperação e mais de 38 de pastorado, sempre tive cuidado em não me envolver com pessoas que buscam nas igrejas, apenas oportunidade de angariar votos para se eleger. Liderança religiosa não é produzida nas esteiras industriais; lideranças religiosas, não nascem as pencas.
Liderança é primeiramente e deve ser sempre, produzida pela vontade do Senhor, todavia, há os que são chamados e os oferecidos. Os oferecidos proliferam e entre esses, pessoas sem o mínimo de substrato, desorganizadas de idéias e princípios que em nada edificam pessoas e famílias e na maioria da vezes, ainda são: Péssimos esposos e pais, sem conteúdo e nada tendo a oferecer.
Um líder doente, usa a igreja para negócios ilícitos, para proveito próprio com aquela velha matemática: Este é do Senhor e aqueles dois são meus.
Um líder que não foi chamado por Deus, não tem escrúpulos, basta que os seus interesses sejam devidamente alcançados. 
Quando um líder, com princípios de justiça e ética se coloca diante do povo, ele tem o dever de orienta-los sobre o que for de melhor para a nação e consequentemente para o povo.
Hoje, lidamos com fortes correntes que tentam intimidar a igreja do Senhor, forçando o estabelecimento de leis de exceção que protegem pequenos grupos e não por questões de sobrevivência como de pessoas que não disponham das mesmas condições de concorrência no mercado livre de trabalho e condições físicas que os permitam se locomover e lutar pelos direitos da perfeita cidadania.
Falamos em leis que procuram consolidar o aborto como algo natural, de leis que procuram defender o que a Bíblia chama de imoral, as relações homossexuais, cujas relações  não nos leva a matar pessoas por terem esse tipo de opção de vida, mas, que não podem nos impedir de proclamar as verdades de Deus reveladas nas páginas sagradas, isso não.
Orientar, limita-se a chamar a atenção para os que destroem a nação, com ações corrompidas, para os que legislam sobre interesses escusos e em causas próprias. O líder não pode se furtar de dizer quais pessoas ou grupos, não merecem a confiança do povo evangélico.
Há os que se levantam e dizem que igreja não é lugar de política e tem razão, porém, esquecem que igreja é um ambiente de culto, mas, também ambiente de reunir pessoas e famílias, além de obviamente, jovens e crianças que esperam muito das lideranças, para poder enfrentar a competitividade do mercado de trabalho; também temos essa responsabilidade, lembrando que o Senhor Jesus, orou ao Pai: "Não peço que os tire do mundo, mas, que os livre do mal.
Como há os que se levantam para achar que não devemos opinar e formar opiniões, queremos lembrar que o próprio Deus interagiu com nações antigas, para estabelecer reinos e constituir governos a exemplo da Síria nos tempos do profeta Elias e Eliseu, quando mandou que este, ungisse Azael como rei da Síria e como abençoou Dário e Ciro, reis da Pérsia pela benevolência com o povo judeu.
O que não se admite como justo, é vender-se. Há os que fazem isto, há os que se presumem que façam isto porque afinal de contas, qualquer envolvimento tornado público leva a censuras,  fundadas ou não.
Hoje, temos a colaboração da imprensa que não deixa por menos. As derrapadas de homens públicos, tornam-se notórias e  dessa forma, temos  os ingredientes que precisamos para saber se um candidato é ou não persona grata para o exercício da função pública. 
Não podemos nos negar sob pretextos de que não somos da terra, de aprender a fazer escolhas pois governantes sérios, nos dão garantias de paz social e de equilíbrio econômico.
Não nos esqueçamos das lições da história. Homens como Adolf Hitler, tornaram-se poderosos e verdadeiras máquinas de destruição porque faltou entendimento ao povo por conta da desenfreada corrida ao imediatismo, lembremo-nos de Maurice Duvalier, o Papa Doc que manteve o Haiti na miséria dominados sob o estigma de Vodu e de outros nomes.
Sejamos coerentes e tenhamos o cuidado de não julgar igrejas e ministérios pela aparência das questões. Quando o limite não é observado, eles mesmos, acabam permitindo que a lama seja vista por todos. A nós, cabe sempre confiar na providência de Deus e fazer aquilo que está em nossas mãos para fazer.

domingo, 9 de setembro de 2012

EBD - AS DORES DO ABANDONO - CPAD para 16/09/2012.


LIÇÃO 12 AS DORES DO ABANDONO.
EBD 16/09.2012. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – O ABANDONO FAMILIAR.
II – O ABANDONO EM SITUAÇÕES DIFÍCEIS.
III O DEUS QUE NÃO ABANDONA.



Em tempo: O abandono provoca uma sensação muito ruim; medo, insegurança, tristeza, sensação de impotência, incapacidade, complexo de inferioridade, inconveniência entre outras. Há casos em que a pessoa abandonada, não é a causa em si, por vezes, uma pessoa corajosa, ousada, pode ser abandonada em seus planos, porque as pessoas escolhidas não tem coragem ou ânimo de acompanha-lo. Penso que os colaboradores de Paulo o abandonaram por terem percebido que a missão era por demais árduas e o apóstolo não estava para brincadeiras, mas, sentiu o baque, deixa entrever isso em suas palavras.
Pastores e líderes precisam ter a consciência de quão importante são os colaboradores. Muitos são literalmente abandonados no meio do caminho e isso causa um sério dano ao liderado e sua família.
Veremos a seguir as muitas situações abordadas pelo autor.


I – O ABANDONO FAMILIAR.
Dada a importância das situações abordadas, acho melhor conveniente, seguir o passo a passo acompanhando o raciocínio do autor.
1.1        Na doença.
Penso que a mídia nos leva a pensar que tudo está perdido, por conta da ampla divulgação de pessoas abandonadas pelos familiares em crises de doenças. Ao longo da vida, vi pessoas se anularem, prejudicarem o casamento e outras oportunidades, tudo para estar perto de uma mãe ou um pai enfermo.
Em se tratando de vida conjugal, também já vi, tanto homens quanto mulheres, pagando alto preço para estar com o cônjuge enfermo.
Em Abreu e Lima/PE visitei uma família conhecida de São Paulo, numa boa idade, ela amputada e ele, cuidando carinhosamente dela e o fez até a hora em que o Senhor resolveu leva-la ao descanso eterno.
Abandonar pessoas numa hora dessas é puro ato de covardia e despreparo diante de situações adversas. Há os que realmente não tem estrutura.

1.2        No vício.
Fazer críticas diante de um quadro que envolva uma família com um viciado, não parece ser boa coisa. Nunca tive experiência pessoal com isso, mas, já vivenciei muito essa questão no meu ministério pastoral. O primeiro passo da igreja é virar as costas para o viciado, lamentavelmente, por total falta de preparo desta, para cuidar de casos assim, oramos e despachamos. Quando você está diante de uma pessoa que deseja a recuperação e se empenha para alcança-la, anima, porém, quando esta, parte para os furtos e depois assaltos ou crimes de qualquer natureza, torna-se um fardo para a família. Claro que abandonar não é um bom negócio, é como lançar o viciado na fronteira da morte. O viciado soma o abandono com o vício e acaba por destruir-se mais depressa ainda.

1.3        Na melhor idade.
O autor leva em conta o conceito social de “melhor idade” para os que estão acima dos 60 anos. Tenho 65, me considero feliz por tudo que o Senhor tem me dado, mas, já começo a pensar em como serei tratado quando não mais puder me movimentar como o faço agora. Procuro pensar sempre no melhor.  É lamentável ver uma pessoa com muita idade e sem forças, sendo abandonado por quem deveria sustenta-lo.



II – O ABANDONO EM SITUAÇÕES DIFÍCEIS.
2.1 No desemprego.
Quem gosta de desempregado que é sinônimo de necessitado. Discretamente, todos, salvo, raras e honrosas exceções, mudam de calçada ao ver um irmão nessa situação. Uma pessoa desempregada vive em constantes sobressaltos com situações e pessoas.
Aprendamos a cuidar dos nossos irmãos. A recompensa vem do Senhor. Muitos preferem convidar para uma pizza, quem tudo tem a convidar um desempregado para um momento feliz.

2.2 Da amizade.
O melhor é nunca ser demasiadamente exigente. Muitos se sentem abandonados por amigos, por exigirem o que a outra parte não pode oferecer. Do lado de cá, conservar um amigo, é uma coisa saudável e percebam que construir uma amizade não é tarefa das mais fáceis. Aprendamos a honrar os amigos e nunca abandona-los principalmente troca-los por alguém que achemos mais importante.
Se não gostamos de nos sentir abandonados, não abandonemos também.

2.3 Da igreja.
A igreja é o lugar onde devemos manter sob cuidados, os que conosco convivem. O crescimento da igreja tem tornado tudo muito impessoal. Há muitas igrejas cujos pastores, nunca têm tempo em sua agenda para visitar os necessitados ou dedicar-lhes maior atenção. Imagino como Deus os vê. Já vi, muita viúva abandonada, muito pobre abandonado. O evangelho não exclui ninguém. Precisamos tomar muito cuidado para que o Senhor também, não nos abandone como preço da nossa irresponsabilidade.

III O DEUS QUE NÃO ABANDONA.
Nesta última parte, o autor nos alenta, lembrando-nos da Elias, quando se sentia abandonado e Deus pessoalmente foi vê-lo, conforta-lo e renovar as suas forças. Verdade que haviam outros na mesma angustia, assim, nunca estamos sós nas lutas, outros lutam a nossa luta e Deus assiste a todos.

3.2 O amigo.
Ao chamar Abraão de amigo, Deus chama a nossa atenção que nisso ele se dá como exemplo também, de questões ligadas a vida humana, mas, o sentimento de Deus, manifestou-se no seu filho que também nos chama de amigo, como considerou seus discípulos.
Ficamos sem entender por vezes, como o ser humano não alcança esta mensagem para investir na área do relacionamento humano, principalmente, nós, os crentes que em tudo, devemos imitar o nosso mestre.
Sejamos mais amigos em tudo.

A igreja é além de tudo, uma concessão do próprio Deus para que não nos sentíssemos sós nesse mundo e, além disso, a sua promessa de não nos deixar órfãos. Ele o Consolador está conosco, mesmo que nos faltem os melhores amigos.




segunda-feira, 3 de setembro de 2012

EBD INVEJA, UM GRAVE PECADO para 09/09/2012

LIÇÃO 11 INVEJA, UM GRAVE PECADO.
EBD 09/09/2012.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A INVEJA NO PRINCÍPIO DO MUNDO.
II – A INVEJA E SUA CONSEQUÊNCIA.
III – A DESTRUIÇÃO ADVINDA DA MALDADE.



Em tempo: Considero a inveja, um dos mais perversos dos sentimentos calados no coração e na alma do ser humano, prejuízo apenas para quem o possua. Cristo liberta o homem desse e de outros sentimentos ruins e danosos. Como a inveja interfere na vida dos outros? Apenas pelo comportamento do invejoso. O invejoso não tem alcance na vida de terceiros, salvo se, esse terceiro estiver muito próximo e se deixar levar pelo jogo da inveja; se isso acontece, perigo a vista e o melhor caminho é mostrar a verdade para o invejoso ou afastar-se o quanto possível.
O problema do invejoso é ignorar a sua capacidade de realizar e contentar-se com o que tem e estar sempre vendo nos outros, potencial maior que o seu.


I – A INVEJA NO PRINCÍPIO DO MUNDO.
Os sentimentos comuns nos seres humanos tais e quais, vistos e sentidos, vieram à luz com a queda do homem no Eden. Originalmente, o homem criado a imagem e semelhança de Deus não portavam sentimentos e vícios ruins. A igreja Católica com seus dogmas classificou os sete pecados capitais e entre eles, a inveja: Vaidade, inveja, ira, preguiça, avareza, gula e luxúria. O reconhecimento ou a classificação se deu com o papa Gregório I e mais tarde, no século XVII teólogos e entre eles, São Tomás de Aquino, referendaram essa classificação. Não há muito o que discutir sobre isso porquanto, todos os vícios da natureza humana, tem origem nesses sentimentos. Para saber-se quanto a origem deles, basta considerar o texto de Isaias 14:12-20 e veremos aí, o pai de todas as mazelas humanas.
Eu penso que Cristo nos libertou desses sentimentos, no sentido de reforçar nossas defesas pela sua Palavra, porém, eles estão intrinsecamente filiados a natureza carnal. Certamente Paulo o apóstolo do Senhor, tenha entendido isso e dito: “Subjugo o meu corpo e o reduzo a servidão...”  ICo 9:27.
O autor da lição fala em I.2 sobre a maldade como ação maligna, assim, podemos compreender que a maldade é a consequência da inveja para destruir aqueles a quem o invejoso vê como um obstáculo ou sombra na sua carreira e vida.

II – A INVEJA E SUA CONSEQUÊNCIA.
2.1 Na vida de Caim.
Em Caim, temos o exemplo do que escrevemos acima, a inveja pela aceitação da oferta de Abel em prejuízo da sua, por culpa dele mesmo, gerou no coração de Caim um ódio que só se aplacaria com a morte de Abel e assim, executou o seu mau intento.

2.2 Na vida dos irmãos de José.
Tremenda lição de vida e o importante disso tudo é que a inveja e o ódio dos seus irmãos foram responsáveis pelos prejuízos na vida de José e de seu pai, porém, fica para nós uma grande lição que Deus está a monitorar, todas as ações humanas e pronto a proteger os que ele ama, os que têm por filho.

2.3 Na vida do crente.
Alguém pode perguntar se um crente convertido pode ter inveja; certamente que não, mas, há os que não conseguem controlar esse sentimento e aí, vai depender da intensidade em sua vida. O invejoso fica sempre amargurado e são os que causam divisões na igreja, pulam etapas para alcançar o ministério e por vezes não tem limites para afastar do seu caminho os que para ele, parecem ser um impedimento. Guarde-nos o Senhor disso tudo, pois quando a inveja apenas corrói por dentro sem causar danos a quem quer que seja, tenho certeza que Deus será complacente, mas, quando ela se projeta no sentido de causar danos, fico com as palavras de João, o apóstolo do Senhor quando diz: “Qualquer que odeia seu irmão é homicida e vós sabeis que nenhum homicida tem a vida eterna permanecente nele.” IJo 3:15

III – A DESTRUIÇÃO ADVINDA DA MALDADE.
 3.1 No âmbito familiar.
Quando se fala em família, certamente o peso maior não é para pais e filhos e sim parentes, estes sim, podem levar grandes problemas para o lar, não ignorando que às vezes, entre irmãos possa haver qualquer manifestação e por isso, temos grandes exemplos na Bíblia.

3.2 No trabalho.
Como vivi grande parte da minha vida dentro de empresas e sofri muitos ataques por esse sentimento, posso recomendar o que segue:
a)   Nunca confie demasiadamente nos “amigos”.
b)   Nunca se deleite em elogios por conta dos seus acertos.
c)   Nunca facilite, abrindo o coração para falar tudo o que sabe em relação à empresa e pessoas.
d)   Nunca esqueça que a vida na empresa é uma corrida constante para atingir metas e é o que chamamos de capitalismo selvagem e nessa corrida, muitos traspassam os limites da sobriedade e da boa convivência.

3.3 Na igreja.
Só posso começar com “rssssss” 46 anos comendo caviar, já vi de tudo e já passei por coisas das quais, nunca havia pensado em passar, daí, só posso repetir o que acima escrevi sobre empresas, ressalvando:     
a)   Muitas pessoas dizem não gostar de fazer negócios com crentes e eu nunca me furtei disso, mas, sempre aviso: Há crentes e crentes.
b)   Devido a muita proximidade, os cuidados devem ser redobrados.
c)  
d)   Não podemos nos esquecer que em todas as áreas da vida, a presença do ser humano mistura sonhos com realidade.

Nunca houve uma época tão difícil para a igreja como a que vivemos hoje. Em todo tempo houve problemas dessa ordem, a inveja que mata e quer dominar o meio. Lembremo-nos de Diótrefes e aprendamos uma lição: O homem carrega no seu intimo todos os sentimentos desagradáveis, enquanto permanecer sob o controle do Espírito de Deus, nada de prejudicial será lançado contra o semelhante e muito pelo contrário, um homem ou mulher guiados por Deus, saberão ser úteis e praticantes das obras que glorificam o nome do Senhor.

domingo, 2 de setembro de 2012

IGREJA, VOCÊ ENTENDE?

Leio muitos comentários via facebook sobre igrejas, pastores,  ministérios, dons espirituais, vinda do Senhor, avivamento e outros assuntos pertinentes. Fico triste em perceber que mesmo com formação teológica,  muitos demonstram não conhecer de igreja pelo menos o necessário para evitar discussões vazias que bate rebate sem desfecho que produza edificação. O mesmo vale para o mundo musical.
Quero me deter na questão igreja pois sobre ela, há muito tumulto sem o devido esclarecimento. Quando se pergunta o que é igreja, quase todos respondem de maneira correta apelando para o sentido original da palavra, ajuntamento ou chamados para fora. O outro aspecto da igreja, também conhecido pela maioria dos cristãos é a igreja no sentido ou plano espiritual, em cuja Bíblia, encontramos nas diversas figuras, o real sentido da igreja e o que ela representa.
A igreja, não deve ser conhecida apenas pelo aspecto estrutural, ela deve ser conhecida pelo plano divino cuja existência, estava pré definida assim como a morte do Cordeiro de Deus, seu nascimento com os primeiros discípulos, seu desenvolvimento e sua existência no milênio. No milênio, ela se insurge no cenário mundial como a esposa do Cordeiro e no final do milênio, todos retomamos a individualidade para habitar novos céus e nova terra.
A igreja, tal e qual se conhece pela Bíblia, tem uma estrutura natural e organizada, com diáconos e presbíteros. Os pastores são presbíteros envolvidos em dons ministeriais para cuidar do rebanho. O apostolado ainda que contado entre os cinco dons ministeriais conforme Efésios 5, tem uma característica diferente e nada convence que os muitos chamados de apóstolos em nossos dias, tenham o selo do apostolado.
Quando discutimos sobre a possibilidade de um novo grande avivamento ou reforma, já sinalizamos pela fragilidade de conhecimento. Há quem diga que a igreja deste século, experimentará glória semelhante a vista na igreja chamada primitiva ou primeva (primevo), os acontecimentos daquela igreja, tinham como objetivo principal, derrubar o impedimento imperial ou estatal em cujas legislações, não se contava com qualquer apoio a igreja como nos dias atuais. O poder estava nas mãos dos politeístas e saindo disso, dos inimigos corruptos. Enfrentar o momento de pregar o evangelho naqueles dias, não bastava, amor a obra e coragem, precisavam de sinais e esses sinais sobejaram pelo amor a eles e nós.
Hoje, vejo a igreja e a comparo como um leque aberto e sua trajetória de dentro, do núcleo para fora, esbarrando nas pontas, com o grande mar. 
O grande mar a que me refiro, é uma figura que preciso identificar com: Corrupção, depravação, egoismo, ganância, proveito próprio, venda de milagres, imitações baratas dos dons, perda do primeiro amor, aumento da iniquidade, mercantilização e banalização do que é sagrado ou divino, musicalidade barata que rima com lucro e encharcamento das emoções.
Para a igreja do Senhor vencer tudo isso que Lutero com certeza nem imaginava fosse a sobra do seu gigantesco trabalho, salvo apenas pela graça e bondade do Senhor por todos nós, eu posso afirmar que a igreja não precisa de avivamento e reforma, a igreja precisa de ânimo e apoio bíblico para não derrapar e cair na contaminação do grande mar, visto que muitos, já se contaminaram pelas águas sujas e do espojadouro de lama.
A mim só resta duas orações, "Ora vem Senhor Jesus..." e "Deus, mantenha a salvo os crentes fieis e verdadeiros..."



sábado, 1 de setembro de 2012

EBD/CPAD A PERDA DOS BENS TERRENOS para 02/09/2012


LIÇÃO 10 A PERDA DOS BENS TERRENOS.
EBD 02/09/2012.
PONTOS A ESTUDAR:
I – JÓ E A EXPERÊNCIA DAS PERDAS HUMANAS.
II – A PERDA DOS BENS.
III – MESMO NA PERDA PODEMOS DESFRUTAR O AMOR DE DEUS.



Em tempo: Para levar este assunto dentro de uma boa perspectiva, o texto não poderia ser outro senão o próprio livro de Jó, por tudo que ele representa em nossas vidas, nos bons e maus momentos. Saber ter para não sofrer muito nas perdas; disse não sofrer muito, pois quem não sofre com suas perdas? Lembro-me de ter conversado com um irmão exatamente a dois dias atrás deste comentário que é bom quando temos algumas coisas e não perdemos o controle da situação. Há pessoas que prosperam rapidamente e não suportam a perda. Muitos já deram cabo da vida por não aceitarem situação adversa. Nada neste mundo é eterno, pode até ser duradouro e confortável, mas, devemos aceitar situações reais e não fantasias, pois, só assim, a dor será menor.

I – JÓ E A EXPERIÊNCIA DAS PERDAS HUMANAS.
1 A 3 Seu gado, servos e seus filhos.
A história de Jó difere de todas as histórias que conhecemos no âmbito das vidas, das provações e das perdas.
É preciso usar toda sensibilidade para buscar entender as razões de provas em nossas vidas. Vivemos no século das calamidades, tornados, tsunamis, deslizamentos de terras, guerras isoladas e violência urbana. Milhares de pessoas têm sido vítimas das calamidades com destruição coletiva ou isoladamente, vítimas da violência do trânsito ou dos latrocínios, falando ainda em guerras civis que tem destruído países notadamente no continente africano.
Quando alguma coisa nos aperta, procuramos logo em nosso interior, onde está a causa.
UM AJUSTE DE CONTAS – Se alguma coisa não anda bem nas nossas vidas, o Senhor como pai, corrige o que ama e a correção de Deus, pode se refletir de várias maneiras, inclusive nos permitindo vitimar por algo que possa impactar e nos despertar; isso é perfeitamente possível como em Hb. 12:6 “O Senhor corrige o que ama e açoita a qualquer que recebe por filho”.
RAZÕES DIVERSAS – Nem sempre o sofrimento e a perda têm como causa, a desobediência pessoal contra Deus podendo ser:
a)   Realização de maus negócios.
b)   Acidentes naturais em que todos pagam a sua cota de sacrifício.
c)   Violência urbana em que tanto o ímpio quanto o justo, são vítimas.

II – A PERDA DOS BENS.
Esse tópico aborda três tipos de perda:
De ordem material, afetiva e espiritual.
DE ORDEM MATERIAL – Qualquer perda assusta e leva tensão a família. Nas perdas materiais, além das comentadas no tópico da lição, temos o desemprego e a falência empresarial. As duas produzem outras perdas materiais, casa, carro e outros valores.
DE ORDEM AFETIVA – Perder o amor da esposa e dos filhos, talvez seja pior que perdê-los por falecimento.
DE ORDEM ESPIRITUAL – Os bens espirituais que possuímos, assentam-se na da fé, na esperança e no amor. Sobre esse tripé, procuramos estabelecer uma qualidade de vida interior, porém, quando há perdas materiais e afetivas, muitos se deixam abater e a vida espiritual entra em declínio.


III – MESMO NA PERDA PODEMOS DESFRUTAR O AMOR DE DEUS.
3.1 Sua graça.
Considere o argumento do autor, muito interessante e sempre bom lembrar que somente a graça de Deus, pode nos manter fortalecidos e capazes de superar qualquer perda, não podendo nos esquecer da importância da conformação entre a perda e a graça de Deus, que pode perfeitamente nos consolar sem, contudo, restituir o que foi perdido. Esta última frase é rejeitada pela teologia da prosperidade.

3.2 Seu amor.
Rm.8:35 também não cabe na boca dos pregadores da prosperidade, pois para esses, a perda pode representar uma derrota espiritual e o crente não veio para perder e sim, para determinar, todavia, o apóstolo dos gentios, nos leva a entender que o amor de Deus está acima de tudo e todos. Nem a altura nem a profundidade, nem a fome, nem a nudez, nada pode nos separar do amor de Cristo.

3.3 Deus intervém na história.
O autor nos faz entender que em qualquer circunstância, podemos contar com a intervenção de Deus em nossa vida, apenas, precisamos compreender que essa intervenção, não caminha junto com a nossa vontade. A vontade de Deus é soberana. Bom lembrar que esse raciocínio não deve ser fatal nem absoluto. Deus pode devolver o que foi perdido e muito mais. Glorifiquemos pois a Deus, pelo bem ou pelo mal.