Tradução deste blog

sábado, 30 de junho de 2012

EBD 01/07/12 NO MUNDO TEREIS AFLIÇÕES


LIÇÃO 01 – NO MUNDO TEREIS AFLIÇÕES.
EBD 01/07/2012.
PONTOS A ESTUDAR:
I – AS AFLIÇÕES DO TEMPO PRESENTE.
II – POR QUE O CRENTE SOFRE.
III – O CREESCIMENTO E A PAZ NAS AFLIÇÕES.

1 – Antes de tudo, peço desculpas aos leitores pela demora na publicação da primeira lição deste trimestre. Para compensar, espero já publicar a lição do próximo Domingo: A Enfermidade na Vida do Crente.

Em tempo: Que assunto importante para este tempo. É preciso ter muita sensibilidade para entender o conjunto de ensinamentos da Palavra de Deus e para compreender as questões voltadas às nossas dificuldades como é preciso ser sensível à voz de Deus para compreender o que é sofrimento pela causa do Evangelho e o que resulta da nossa teimosia. Tentaremos o melhor possível.
  
I – AS AFLIÇÕES DO TEMPO PRESENTE.
No mundo tereis aflições. Tal e qual a sentença no Eden: “...por quanto és pó em pó te tornarás.
No Eden a sentença imutável pela desobediência e no texto de Jo 16:33 a advertência também imutável pela escolha em servir a Cristo.
Advertência porque as lutas decorrem em parte da nossa escolha e o mundo, inimigo de Deus é também o nosso inimigo, significa que Deus não nos sentenciou a sofrer pelo seu nome.

1.1        De ordem natural.
No tocante as calamidades naturais pelo desarranjo da natureza, provocada pelo homem e que tanto os injustos quanto os justos sofrem, qualquer escape concedido por Deus, chamamos de milagre e os milagres acontecem na vida de pessoas isoladamente para glória do Senhor. Nas serras fluminenses, muitos testemunhos foram dados pelo grande livramento do Senhor, porém, isso não é regra geral.

1.2        De ordem econômica.
Não dá para mensurar e dizer qual calamidade é mais devastadora; por que se alguém é vitimado em uma catástrofe, as de ordem econômica, vai matando aos poucos, pressionando o individuo e sua família. Não poder dar assistência à família é um grande flagelo também, predito no Apocalipse, na visão do cavalo amarelo, Ap. 6:8, sendo a fome, um dos flagelos.

1.3        De ordem física.
 Hoje em um programa de televisão, ouvia especialistas tratarem de problemas de labirintite e disseram que há mais de 200 causas dessa doença, além de câncer, hepatite, hipertensão arterial, depressão e obesidade entre outras. É possível o cristão desenvolver qualquer tipo de doença e nesse terreno, há os céticos que afirmam que o crente em Jesus, não pode ser vítima de qualquer dessas doenças.
Desde a queda do homem, no Edem, o homem ficou sujeito as doenças e a morte. A velhice traz consigo, muitas perturbações de ordem física e emocional.
Isaque experimentou a velhice e com ela, a deficiência visual, Gn.27.


II – POR QUE O CRENTE SOFRE.
2.1 A queda.
Rm 8:22 citado pelo autor, em cujo texto Paulo declara que toda criatura geme e está com dores de parto até agora, retrata a desordem física da qual o homem tem sido vítima.

2.2 A degeneração humana.
A degeneração da raça humana tem no corpo, o principal alvo de perdas: Visão, audição, olfato, mastigação, massa óssea e internamente, a ineficiência dos órgãos vitais, coração, pulmão, rins, fígado e as defesas do organismo, não obstante, vacinas e qualidade de vida, tem prolongado a vida do individuo. Essa degeneração, Paulo chamou de corrupção do homem exterior.  IICor 4:16 “...ainda que o homem exterior se corrompa, contudo,  o interior se renova de dia em dia”.

2.3 O novo nascimento e o sofrimento.
Muito interessante o comentário do autor neste tópico, incluindo a frase de Agostinho de Hipona, (Hipona, cidade onde foi Bispo) também conhecido como Santo Agostinho, o entendimento que os desejos que habitam em nós geram lutas interiores e prova do nosso amor a Deus.
No novo nascimento, resgatamos uma parte do Edem, porém, não resgatamos a eternidade, que só se dará na vinda do Senhor, nem tampouco a perfeição do corpo material e a morte é a maior prova disso.

III – O CRESCIMENTO E A PAZ NAS AFLIÇÕES.
O texto acima já sugere que temos paz NAS aflições e não DAS aflições.

3.1 A soberania divina na vida do crente.
Conforme o autor, a soberania divina na vida do crente, garante o acompanhamento de Deus em todas as nossas movimentações, menciona o vaso na mão do oleiro.
A soberania divina na vida do crente e as consequências da vida no tocante a sua finalização, mostra que Deus, não está disposto a mudar o curso da história porque aceitamos a Jesus, porém, nos garante a paz que o mundo não conhece mesmo em tremenda aflição.

3.2 Tudo coopera para o bem.
Para o bem daqueles que amam a Deus e são chamados pelo seu decreto, à nova vida em Cristo. As aflições nos fortalecem interiormente, quando aprendemos a tirar proveito das lutas e nas lutas.

3.3 Desfrutando a paz do Senhor.
Não dá para não lembrar de Jó, dado para nós como escola de vida e submissão a vontade de Deus.
“Ainda que ele me mate, nele esperarei”  Jó 13:15 nem tão pouco esquecer a oração de Habacuque em Hc 3:17 em que ele declara que pode faltar tudo mas ele continuaria se alegrando no Senhor.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

CGADB. QUAL A SUA UTILIDADE?

Se alguém me pergunta para que serve e o que faz a CGADB, confesso não ter uma resposta convincente como também não sei exatamente o porquê de tanta disputa pela sua presidência e o que ela pode realmente oferecer.

A princípio, a CGADB sequer representa os anseios do povo Assembleiano nem de seus ministros por conta da diversidade de pensamentos. Lembro-me de muitas assembleias gerais em que pessoas bem intencionadas e com a palavra, apresentavam projetos audaciosos e interessantes que nunca vingaram; certamente esses propositores, acabaram desistindo.

Antigamente, as assembleias gerais, gastavam boas munições para resolver problemas de invasão de campo e desfiliação de ministros por motivos entendidos como necessários. Hoje, essa questão de invasão de campo é pura balela, pois ministérios saem das suas regiões e espalham seus ramos em outros estados, visivelmente por demonstração de poder e nessa, cresce o número de movimentação de fieis entre ministérios, aportando na que mais se adeque ao seu gosto.

Todos sabemos que existem espalhados pelo Brasil, muitos pastores e famílias que não gozam da boa ajuda de seus ministérios e acabam pagando um alto preço que para consolar, atribuem a sofrer pela causa do mestre.

A CGADB poderá se tornar uma ferramenta de grande utilidade e mudar os rumos da sua história no Brasil se acompanhar as disputas ideológicas em todos os campos e armando-se para ajudar os mais fracos que poderão se tornar vítima da máquina governamental e leis de exceção, espúrias.

A fórmula simples é a de criar delegacias regionais com suporte jurídico e social para atender seus ministros, podendo ainda com isso, simplificar os processos eleitorais hoje tão agitados e vergonhosos pelo mau comportamento de um bom número de participantes.


quarta-feira, 27 de junho de 2012

VENCENDO AS AFLIÇÕES DA VIDA

Por que tantos questionamentos? Porque temos uma sociedade empírica, quando se trata do auto conhecimento. A sociedade evoluiu em todas as direções, deixando o homem perdido dentro do elo social, fazendo com que este, trave lutas homéricas para encontrar o ponto ideal da sua existência no conjunto.
VENCENDO AS AFLIÇÕES DA VIDA é um conjunto de lições bíblicas, produzidas pela CPAD para o 3º trimestre de 2012. que trata de uma série de questionamentos como: Enfermidade, morte, traumas da violência social, as aflições da viuvez, angustias das dívidas e outras querelas.
Com certeza, mesmo não sendo um aluno de EBD qualquer pessoa, crente ou não, pode passar em qualquer igreja das Assembleias de Deus, procurado o coordenador da Escola Bíblica Dominical ou mesmo o pastor e pedir uma revista que pode ser lida facilmente, nos ônibus ou nos intervalos do trabalho e ainda mas minuciosamente em casa tendo ao lado um versão da Bíblia Sagrada.

Com a leitura dessas lições, encerraremos o estudo delas, compreendendo principalmente os efeitos nocivos da "Doutrina da Prosperidade" que é bíblica porém sem a conotação que ilustres pregadores principalmente na televisão queira aplicar.

Outra questão não menos importante e que foi alvo de um comentário meu no facebook é sobre a aplicação de jargões, usados de forma isolada para dar sentido diverso a algumas situações pelas quais passamos no dia a dia.

Recentemente, li no face esta frase: "Se você é cristão, não aceite o deserto" óbvio que entendi o que a autora quis dizer; que não devemos aceitar como um fato normal, determinados momentos da nossa vida. Ocorre que uma frase pode ter multiplicado o seu sentido e aplicação e o mais comum é: Não aceito o deserto e determino a vitória, pois os tele-evangelistas tentam fazer entender que temos que estar sempre por cima das situações por mais adversas que sejam, temos que pisar o Diabo, temos que determinar para Deus que cumpra suas promessas de abençoar, principalmente quando por trás, existe uma proposta de colaboração em dinheiro.

A maioria das lutas enfrentadas, estão ligadas aos conflitos no plano econômico, familiar e conjugal e a maioria dessas lutas, tem como raiz questões de ordem econômica, pois quando a crise financeira invade uma casa, geralmente pega  os seus moradores psicologicamente despreparados para enfrenta-los, pois a escola midiática, oferece: luxo, conforto e entretenimentos. Quando falta qualquer dessas coisas, em geral, rompemos com a nossa serenidade e passamos a fiscalizar uns aos outros, questionando os gastos de energia elétrica, água, pasta de dentes, papel higiênico e tudo vira motivo para guerras. 

A desestruturação emocional, abrem portas para enfermidades das mais diversas ordens, pois, fragilizam as defesas e o relacionamento inter-pessoal.

Quando se tem noção do lado real da vida e a que situações estamos sujeitos, deixamos de alvejar quem está do nosso lado, para ir de encontro as soluções.

A Palavra de Deus, nos proporciona serenidade, pois, Deus pela sua palavra, nos propicia uma condição de vida, não acomodadas, como alguns querem impingir, mas, conscientemente aceitável, pois o mundo limita o homem pelo sistema político e econômico e não dá para sair por aí guerreando como o personagem de Miguel de Cervantes, o Dom Quixote de La Mancha.


terça-feira, 19 de junho de 2012

AS ELEIÇÕES ESTÃO PRÓXIMAS, E AGORA?

Aproximam-se as eleições quando, escolherão prefeitos e vereadores em todas as cidades brasileiras. Rostos, aparecem na televisão a todo instante prometendo coisas das quais, sabemos, não irão cumprir. Projetos sonhos. É o momento de buscarem articulações dentro das igrejas, cabendo aos pastores e principalmente os líderes, que detém um domínio maior sobre pessoas, manter firme o entendimento que a igreja, não é uma propriedade do pastor nem do ministério, que não podemos manipular o povo, que pela simplicidade, acaba cedendo aos apelos para eleger um ou outro diante de promessas de ajudar igrejas e particularmente, a vida de alguns.
Há uma outra questão que nunca abordei que trata dos cabides de emprego ou de outras oportunidades que garantam algum retorno financeiro. É comum, líderes ou pessoas oferecem apoio usando o povo para depois, exigir do candidato, a realização de atos impróprios pelo fornecimento de bens e serviços para entidades ou pessoas, inclusive empregos. 
Fica bastante confuso definir se o pastor ou líder, pode ou não fazer indicações de candidatos. Poder não pode, mas, deve. Deve informar a igreja, quais candidatos não merecem o voto do povo e porque. Ao excluir pessoas que tem uma plataforma de propostas, contrárias a Palavra de Deus ou que tenha como finalidade perseguir a igreja ou ainda atrapalhar suas atividades, sobraram aqueles que merecem algum respeito, cabendo ao povo, fazer a escolha.
Não deve a igreja ou líder usar o púlpito para defesa de políticas partidárias, pois assim, algum membro militante poderá também se sentir no direito de agir da mesma forma, levando para dentro da igreja algo que certamente entristecerá o Espírito do Senhor, pois a igreja não foi chamada para esses embates.
Nossa missão é muito sublime e foi-nos confiada pelo próprio Deus; assim, não podemos trair aquele que nos convocou para tal missão.
SEJAMOS FIEIS A QUEM NOS CONVOCOU!!!
SP20/06/2012.

EBD13 A FORMOSA JERUSALÉM


LIÇÃO 13 – A FORMOSA JERUSALÉM.
Para o dia 24/06/2012.
PONTOS A ESTUDAR:
I – O QUE É A JERUSALÉM CELESTE.
II – AS CARACTERÍSTICAS DA NOVA JERUSALÉM.
III – O PERFEITO ESTADO ETERNO. 

Em tempo: A última lição do trimestre, fecha o precioso estudo com chave de ouro, ao explicar a moradia dos salvos. Confesso que temos assuntos na bíblia, inacabados do ponto de vista literário e teológico, certamente, o autor, Deus, assim o quis.
Quando isto acontece, a única coisa que podemos fazer é conjecturas a respeito do tema. O que vou escrever a seguir é fruto das minhas indagações a respeito da eternidade.
Começo falando sobre a igreja do Senhor. Hoje todos nós os salvos, formamos um só corpo em cristo, iremos para a mesma habitação celeste na primeira ressurreição dos mortos e juntos, julgaremos o mundo. Termina o Milênio e conforme as palavras de Pedro, o céu que agora existe está entesourado para ser fundido como elemento no fogo e Deus fará novos céus e nova terra, IIPd 3:7-13 Ap.21.
Para mim, pessoalmente, seremos visto como conjunto, como igreja somente até o fim do milênio completando-se o governo de Cristo. A partir daí, no estabelecimento de novos céus e nova terra, voltaremos à individualidade, habitando em casas, agora feitas pelo próprio Senhor, em um mundo em que nunca mais se falará de violência e isto, para toda eternidade.


I – O QUE É A JERUSALÉM CELESTE.
1.1 Mais sublime que os céus.
O autor deixa muito próximo e inclusivo o novo céu e a nova terra para receber a igreja por considerar que este céu é insuficiente para receber a noiva do cordeiro. Penso que este trecho, precisaria de maior esclarecimento visto que, os céus que agora existem e sua expansão foge a nossa compreensão matemática. Já recebe a cidade santa, que acolherá a igreja, a noiva do Cordeiro. Não parecendo ter qualquer relação com o novo céu e a nova terra, para habitação dos justos e após o milênio.

1.2 A casa de meu Pai.
É a promessa do Senhor que declara, há muitas moradas. Jo 14:2.

1.3  A nova Jerusalém.
Dizem que uma certa igreja é a igreja mãe e agora achamos a verdadeira mãe em Gl. 4:26, a que é mãe de todos nós que cremos no Senhor. É preciso muito cuidado para não criar figura onde não existe, sendo isto pura vaidade. Apenas pela descrição bíblica, não conseguimos estabelecer uma grandeza para essa cidade.

II – AS CARACTERÍSTICAS DA NOVA JERUSALÉM.
2.1 É um lugar real.
O capítulo 21 do Apocalipse, descreve o lugar que impressiona como também impressiona saber que o rio da água da vida dessa cidade, sarará as nossas águas no milênio. Ez. 47:7-9 e Ap. 22.

2.2 Arquitetura.
Nenhuma das maravilhas deste mundo serve de comparação para a beleza arquitetônica da cidade e sua forma geométrica.

2.3 Formato.
A cidade na forma plana era um quadrado perfeito e considerando as medidas de altura fornecidas, a descreve como um cubo perfeito. Hoje, impressionam-se com as medidas das pirâmides do Egito e elas nem se comparam com a cidade celestial.

2.4 Materiais.
Será a primeira vez em toda história que em toda uma cidade, não se verá igrejas nem pregadores pedindo contribuições. Esta cidade será o santuário do próprio Deus e o nosso conhecimento será pleno.


III – O PERFEITO ESTADO ETERNO.
3.1 Um governo perfeito.
A nossa mente voa na imaginação quanto a forma de governo dessa cidade, bem, podemos descansar porque não existe na terra qualquer sistema econômico ou regime político comparável. O governo será exercido pelo próprio Deus e aqui, quando falo em Deus, refiro-me a pessoa de JESUS também. Disse ele, eu e o pai somos um Jo 10:30 que retoma a glória que tinha com o pai antes da fundação do mundo Jo 17:24.

3.2 Habitantes perfeitos.
Pela primeira vez na história, teremos uma cidade cujos habitantes não são bebedores de cerveja, nem mulherengos e nem divididos em classes sociais. A cidade dos justos e justificados em Cristo.


3.3 Conhecimento perfeito.
Com todas as descrições bíblica acerca do homem com Cristo, após a morte, ainda restam algumas visões humanas a respeito, dadas a nossa limitação de compreender, todavia, dispensadas as fragilidades da mente humana, o conhecimento de Deus será pleno. Não teremos escolas teológicas para aprendizado. Estaremos eternamente diante do Criador, agora sim, em estado de perfeição.

3.4 Comunhão perfeita.
Considere o texto do autor e só quero acrescentar o que a minha fé recomenda: Não tenho qualquer dúvida quanto a similaridade que nos permita conhecer uns aos outros mesmo em corpos celestes.

3.5 Amor perfeito.
Ficam dispensados todos os sentimentos que envolvem o ser humano, todavia, não dispensados, o amor,  ao novo ser, pois Deus, não sendo humano, tem na sua essência o amor.

terça-feira, 12 de junho de 2012

EBD12 O JUIZO FINAL


LIÇÃO 12 – O JUIZO FINAL.
Para o dia 17/06/2012.
PONTOS A ESTUDAR:
I – O QUE É O JUIZO FINAL.
II – O JULGAMENTO DA BESTA.
III – A INSTALAÇÃO DO TRONO BRANCO.
IV – O JULGAMENTO DOS MORTOS.
V – O JULGAMENTO DA MORTE E DO INFERNO.


Em tempo: O texto mais forte de todo este capítulo e até mesmo dos demais do novo testamento semelhantes é: “Mas, quanto aos tímidos e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre, o que é a segunda morte”.

Muito bem! Se pensarmos no comerciante que compra e vende sem nota fiscal ou a preço reduzido, o que negocia o imóvel com valor mais barato, o que recebe propina, o que propositadamente erra no peso, o que inclui produtos falsos no bom para redução dos custos.
O que diz para o seu conservo: “Irmão estou fazendo isto por que senti de Deus”, apenas para afastar quem não interessa. O que mente pra esposa e esposa que mente pro marido.

 Diga-me; quem se salva de verdade?

“As misericórdias do Senhor são as causas de não sermos consumidos porque as suas misericórdias não tem fim”.     Lm.3:22

  
I – O QUE É O JUÍZO FINAL.
O autor considera que todos tem certa preocupação com o que acontecerá no final. Apenas os ímpios, por não avaliar o dano da impiedade e os que dizem não crer na existência de Deus. Juízo final é algo para se pensar e não esquecer em momento algum.


1.1        O juízo final.
É a hora da verdade em que os não justificados, receberão o salário do pecado.

1.2        As bases do juízo final.
O autor considera como base primordial, a inquestionável justiça de Deus. O tribunal terreno ouve a acusação, a defesa; a réplica e até a tréplica. No juízo divino, tudo isso e até, testemunhas, serão dispensáveis.

1.3        A ocasião do juízo final.
No término do milênio – E acabado os mil anos – Ap.20:7-10.
Observe-se como o cumprimento da Palavra de Deus, tem uma cronologia irretocável.


II – O JULGAMENTO DA BESTA, DO FALSO PROFETA E DO DRAGÃO.
A besta e o falso profeta em primeiro lugar, porque são homens. O Dragão ainda terá um tempo, quando terminar o milênio.
Segundo o Capítulo 18 e 19, segue-se esta ordem:
a)   A queda da grande babilônia que sempre embriagou a humanidade com suas idolatrias.  
b)    A besta e o falso profeta e
c)    Satanás, o Dragão, que será solto no final do milênio, reunirá uma grande multidão para combater Israel e o governo de Cristo.

2.1-2 O juízo sobre a besta e o falso profeta.
Serão sentenciados antes do final do milênio, considere o que escreve o autor nos pontos 2.1 e 2.2.

2.3 O juízo sobre o Dragão.
Peço que o professor faça uma leitura rápida deste tópico 3 na lição; ele apresenta o assuntos na sua ordem, como realmente acontecerão.
Apenas algumas considerações:
O autor chama a atenção para o fato de as nações se deixarem seduzir pelo Diabo, no final do milênio, tendo experimentado o melhor governo que a terra já conheceu. Isso mostra como o homem é volúvel.
O meu pensamento a respeito é que apesar do governo de Cristo, ser o melhor em tudo, haverá algo que não ocorrerá no milênio, a prostituição e o erotismo, certamente, os homens suportarão bem o milênio sob o governo de Cristo, mas, se derreterão por dentro, pela falta do carnaval, da bebida e da prostituição, creio que isto pesará no julgamento deles.


III – A INSTALAÇÃO DO TRONO BRANCO.
O trono em que Deus julgará os ímpios no final do milênio.

3.1 O Trono Branco.
O autor considera que nele não haverá qualquer falha. Será irretorquível ou seja: Irrefutável, como já dissemos lá em cima e comentado na lição, não será necessários, defesa, acusação réplica ou tréplica.

3.2 Os tronos dos justos.
Ap 20:4 E vi tronos.
Disse João que nesses tronos, assentaram-se aqueles a quem foi dado o poder de julgar.
O Trono Branco, parece ser real e não um simbolismo, mas, no caso dos tronos visto por joão, é possível aceitar como simbolismo do julgamento que caberá aos remidos de todas as épocas como aqueles que sofreram no milênio e alcançaram a redenção.

3.3 O Supremo juiz.
Dispensa comentários, basta o texto da lição e saber que o próprio Deus conduzirá o julgamento.

3.4 Os livros do Juízo Final.
A existência dos livros que relatam as obras de cada um, é tão real que Moises pediu ao Senhor: “Perdoa esse povo ou risca o meu nome do livro que tens escrito”. Ex. 32:32.
  
IV – O JULGAMENTO DOS MORTOS.
O julgamento será pessoal. Deus tratará com cada um individualmente para firmar sentença.
4.1-2  A segunda ressurreição e os mortos.
Chamamos de ressurreição geral, pois todos voltarão a vida para serem julgados. Acrescento aqui, o pensamento que os ímpios ressuscitarão no corpo do pecado, diferente dos justos da primeira ressurreição. No corpo do pecado serão julgados e condenados.

4.3 A segunda morte.
Morte não significação aniquilação e sim, separação, assim, considere o que diz o autor a respeito.

V – O JULGAMENTO DA MORTE E DO INFERNO.
Aquilo que era um terror para os homens, também foram lançados no lago de fogo.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

EBD 11 O EVANGELHO DO REINO NO IMPÉRIO DO MAL


LIÇÃO 11 – O EVANGELHO DO REINO NO IMPÉRIO DO MAL.
Para o dia 10/06/2012.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A PALAVRA DE DEUS APÓS O ARREBATAMENTO.
II – A PROCLAMAÇÃO DOS MÁRTIRES.
III – A PROCLAMAÇÃO DOS 144 MIL.
IV – A PROCLAMAÇÃO DAS DUAS TESTEMUNHAS.


Em tempo: Fecha-se o cerco, de todos os lados, a ameaça contra a igreja é muito grande, principalmente as perseguições ideológicas, contrárias ao posicionamento da igreja em relação ao movimento gay, aborto e drogas. Há ainda o problema da quebra de moralidade no âmbito da política e da religião, quando ambas deixam o princípio da contribuição em serviços para se tornarem rentáveis por meio da corrupção.
Nesta hora, vale lembrar que a arca de Noé, era toda fechada e betumada, para não entrar água, porém, havia uma janela no alto, para o céu; essa janela representa o escape da igreja, antes que a iniquidade tome o poder em sua totalidade.

I – A PALAVRA DE DEUS APÓS O ARREBATAMENTO.
Na introdução deste tópico, o autor fala que muita gente supõe que a Bíblia Sagrada perderá sua inspiração pela crença em teologias e narrativas extravagantes. Particularmente, penso que essa discussão é totalmente descabida, pois a Bíblia foi produzida por inspiração e não precisa de inspiração para o entendimento, salvo, a atuação do Espírito do Senhor nos corações e mentes, permitindo-se maior compreensão do texto sagrado ou revelando a vontade do Senhor na vida dos homens; sabendo que há pontos difíceis de entender, IIPd 3:16
Todos sabemos de duas coisas:
a)   Que muitos crentes irão ficar. Dentro da probabilidade bíblica, um será tomado e outro será deixado. Corresponde a 50%, todavia, não usamos isso como doutrina e a citação feita pelo Senhor, cf. Lc. 17:34 certamente não tem o propósito de mensurar o número de arrebatados, isto é puramente conceitual e nosso. Ap. 7:1 fala de uma grande multidão a qual ninguém podia contar.

b)   Que muitos desses que ficarão, lutarão para alcançar a segunda parte da primeira ressurreição, (Bem aventurado e santo o que tem parte na primeira ressureição Ap.20:6) recusando-se a patrocinar o Anticristo, certamente usando a Palavra de Deus para admoestar a outros. São os rabiscos da vindima Ap.20:4 e Ap. 7:13,14 que não participarão das Bodas do Cordeiro, porém, reinarão com Cristo no Milênio.


2.1 A Palavra de Deus é eterna.
Quanto a perenidade da Palavra de Deus e o seu cumprimento até o final, é questão fechada.

2.2 A Palavra de Deus é o fundamento do Juízo Final.
O homem será julgado pelas coisas escritas no livro Lc.21:22. O que está na Bíblia e mais os livros abertos no tribunal de Deus, darão sentença aos homens, portanto, não há o que se falar em perda de inspiração.

2.3 O Espírito Santo após o arrebatamento da igreja.
O que se convencionou chamar de Ministério do Espírito Santo, ao período que vai do sopro divino sobre os discípulos (Jo.20:22) e o pentecostes (Atos 2:2) até o arrebatamento da igreja, como promessa de Jesus em não nos deixar órfãos, com o arrebatamento da igreja, termina a missão consoladora.


II – A PROCLAMAÇÃO DOS MÁRTIRES.
Sempre houve tribulação para todos os cristãos, notadamente no terreno onde domina o Islamismo. A grande tribulação terá como epicentro, o povo de Israel, com extensão a todas as nações sobre os que se não aceitarem a marca da besta ou o número correspondente ao seu nome Ap13:17.

2.1 A identidade dos mártires.
Impressiona quando a Bíblia fala de multidões em relação os santos da grande tribulação, isso prova mais ainda o grande amor de Deus, Ap. 7:9.

2.2 A fé sob o martírio.
A nossa postura hoje deve ser firme como a deles. O martírio que sofremos hoje é a degradação de valores, dentro das igrejas.

III – A PROCLAMAÇÃO DOS 144 MIL.
Ainda hoje, perguntei a uma Testemunha de Jeová, como viam os 144 mil e a posição deles, continua a mesma, declarando que 144 são pessoas de todos os povos e que estes sim, pisarão o solo da nova terra. Claro está que é uma visão distorcida, equivocada.

3.1 A identidade dos 144 mil.
Israelitas que esperam a redenção de Israel.

3.2 A elevada posição dos 144 mil.
Os 144 mil, representarão a nação de Israel, como ministros de Cristo no seu governo milenial. Se um aluno perguntar o que acontecerá com os outros israelitas que morrem antes e na graça, diga-lhes que eles serão um só povo com a igreja. Eles sem nós, não serão aperfeiçoados, Hb.11:40.

IV – A PROCLAMAÇÃO DAS DUAS TESTEMUNHAS.
O peso dos dois grandes profetas que se levantarão em Israel para combater o Anticristo e alertar o povo de Deus para o engano a que estão sendo submetidos.

4.1. A identidade das duas testemunhas.
Considere o texto do autor, nada temos a acrescentar apenas que, se a Bíblia não dá os nomes deles quanto a origem, também não temos que divulga-lo com precisão. O que sabemos deles é que  virão no espírito de Moisés e Elias, com poder para chacoalhar o reino do Anticristo, como Moisés se impôs diante de Faraó e Elias diante de Acabe e Jezabel.

4.2-3 A morte e ressurreição das duas testemunhas.
O mundo festejará a morte desses dois profetas, mas, no terceiro dia, Deus os tornará à vida a vista dos olhos de toda humanidade, a cidade será abalada pelo primeiro terremoto e daí pra frente, os ais.

V – A PROCLAMAÇÃO DO ANJO.
Nesta parte final, dispensa repetir o comentário do autor que está bem esclarecido sobre:

5.1 O papel do anjo, proclamando o evangelho eterno em busca de alcançar o povo, mais uma grande oportunidade em que Deus mostra o seu amor e veja que a essa altura, o mundo já esgotou o seu vocabulário de zombaria contra Deus e os movimentos gays, certamente terão uma participação ativa nisso, porquanto, hoje é praticamente o único movimento que se utiliza de símbolos religiosos a pretexto de manifestar outra forma de cultura, como dizem, na verdade, escarnecem de Deus como a escolha que fizerem de um gay tipificado para representar Jesus em suas manifestações públicas, além de outros santos e símbolos religiosos utilizados.

O Subsídio Teológico da lição ainda oferece ótimos detalhes sobre a figura desses dois profetas ou duas oliveiras. Para que se perceba que o Espírito Santo não desaparece do cenário, estes farão as obras, cheios do Espírito de Deus.

terça-feira, 5 de junho de 2012

O PREGADOR E O MESTRE DE MÚSICA (texto corrigido e atualizado em 06/06)


O PREGADOR E O MESTRE DE MÚSICA.
SP2012JUN.
Qual a relação entre o pregador e o mestre de música. Se pensarmos rapidamente não perceberemos qualquer semelhança, dadas as funções e as ferramentas de trabalho de cada um. A bem da verdade, a semelhança quanto a forma de produzir, é muita e é sobre isso que pretendo, segundo a graça de Deus, mostrar, assim, nenhum tele-pastor, vai nos desafiar a contrapor-se aos seus ensinamentos, por considera-lo absolutamente e indiscutivelmente certo.

“Porque, se a trombeta der sonido incerto, quem se prepara para a batalha?” ICo 14:8.
1.       O instrumento deve estar afinado assim como o pregador.
2.       O mestre de música precisa ser criativo assim como o pregador.
3.       No caso do sagrado, o mestre de música precisa estar e permanecer sob a graça assim como o pregador.
4.       A mensagem deve ter sentido para o raciocínio humano assim como a música.

Recentemente o tele-pastor Silas Malafaia, resolveu pregar sobre a doutrina da prosperidade, pela ótica bíblica, segundo ele e desafiava qualquer outro a censurar a sua pregação. Até aí, nada de mais. Milhares de pregações são produzidas pelas mais diferentes mentes e há até livros com pregações ou mensagens, a disposição de quem não tem muita graça.

Nossos ouvidos, quando a disposição do Espírito de Deus, possuem uma afinação celestial para saber quando uma pregação está realmente afinada com os céus e com a palavra de Deus escrita no livro que tanto amamos e chamamos de Bíblia Sagrada, como os mestres, nas matérias musicais estão afinados para perceber quando uma nota está dissonante.

Dois ou mais pregadores, podem usar o mesmo texto bíblico e pregarem a mesma verdade assim como os mestres de música, podem alternar  a mesma letra musical e dar-lhe a roupagem que mais interesse, em matéria de melodia, harmonia e ritmo, sem alterar o sentido da mensagem musical e isso ocorre muito nessa área.

Na pregação, o pregador também pode modular sua mensagem, de acordo com seus objetivos, se puro ou impuro, sem ferir a hermenêutica.Como há andamentos musicais, até nisso encontramos semelhança, pois a movimentação sobre o púlpito bem como a impostação de voz, visam alcançar metas. 

A doutrina da prosperidade pode ser aplicada com bons e maus propósitos.
Não se pode firmar um ensinamento bíblico e dá-lo como verdadeiro, apenas pela preservação da hermenêutica. É preciso considerar o conjunto dos ensinamentos bíblicos para determinadas matérias.

Dou como exemplo a própria doutrina da prosperidade:
“Dai e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordante vos deitará no vosso regaço...” Lc. 6:38 (Não deixe de observar  a importância do pronome “vos” para perguntar que é esse “vos”.

“E todo aquele que tiver deixado casas,( ...) por amor ao meu nome, receberá cem vezes tanto e herdarão a vida eterna” Mt. 19:29

“O pão nosso de cada dia nos dá hoje” Mt. 6:11.

“...Mas, buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão acrescentadas” Mt.6:33 Obs. Estas coisas você as tem, lendo o texto completo e em momento algum, a Bíblia nos lança no conformismo da vida. Todos nós temos o direito de nos lançarmos em busca das oportunidades.

Desafio qualquer igreja que tenha nos seus celeiros, gente dizimista fiel, como tem nas Assembleias de Deus, fidelíssimos, leiam a minha matéria, “O DÍZIMO DA IRMÃ MARIAZINHA”  no blog “http://www.prgenivaldo.blogspot.com. Dizimistas fieis, assalariados de todas as áreas da produção, que passam necessidade e não deixam de entregar o seu dízimo. Vivem felizes e nunca mudaram o estilo de vida para o que prometem hoje nos púlpitos e na televisão, mas, os tele-evangelistas e notáveis pastores mudaram e muito.

sábado, 2 de junho de 2012

EBD 10 O GOVERNO DO ANTICRISTO


LIÇÃO 10 – O GOVERNO DO ANTICRISTO.
Para o dia 03/06/2012.
PONTOS A ESTUDAR:
I – QUEM É O ANTICRISTO.
II – O APARECIMENTO DO ANTICRISTO.
III – O SUSTENTO DO GOVERNO DO ANTICRISTO.
IV – A PLATAFORMA DE GOVERNO DO ANTICRISTO.



Em tempo: Que desafio escrever sobre o anticristo. Eu nunca desprezo os comentários e temos grandes escritores nos nossos celeiros que tratam da matéria; gente maravilhosa na nossa igreja, todavia, para não me deixar influenciar, não quero pesquisar nesses textos, atento-me a puxar o comentário da lição, mas, apresentar a minha visão pessoal sobre o assunto. Segundo a graça de Deus, quero compartilhar o subsídio desta lição, que, como já explicado, ao escrever, faço da forma como daria aula para os meus alunos.

I – QUEM É O ANTICRISTO.
Por muito tempo, o anticristo a mim, pareceu uma figura enigmática, refiro-me a ele mesmo, o que se define teologicamente. No ápice da chamada guerra fria ou guerra de intenções, onde prevalecia a ideologia e o poder militar entre Estados Unidos e União Soviética, o mundo viveu em sobressaltos, parecia que o comunismo tomaria conta do mundo, estabeleceria a sua ordem econômica capitaneada pelas URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas). Essa mobilização levou muitos “profetas da última hora” a esboçar raciocínios teológicos pouco apurados e ilógicos. Caíram as “cortina de ferro” e os muros de Berlim, mas, ficou uma grande coluna chamada China. Há 35 anos, assistindo a tudo isso, perplexo, esperava por uma palavra, que designaria a NOVA ORDEM ECONÔMICA MUNDIAL e ela veio como uma onda impetuosa invadindo os continentes e sem intenções de volta.  
Essa onda veio abrindo espaço para o estabelecimento do mundo globalizado. Hoje, o que foi semeado, já está dando fruto e cada dia mais se solidificando para apresentar ao mundo, a única solução, o anticristo. Figura central do período entre o arrebatamento da igreja e a vinda do Senhor para o período milenial. O Messias aguardado por Israel.

O enigma estava exatamente nas palavras de Daniel e referendadas pelo Senhor em Mt.24:15, lia repetidas vezes esse texto:
Dn 9:24 As setenta semanas reveladas a Daniel. Como um relógio que parou e reiniciou a sua contagem no princípio do fim. Estava selada a sorte do povo de Israel para o sofrimento e as assolações sofridas.
Dn: 9:27 Sobre a asa da abominação, virá o assolador. O movimento gay é uma dessas abominações e a sua força contribuirá para confirmar a plataforma do assolador; isto será inevitável.
Dn. 11:31 Braços que profanarão o santuário. Quando soube que fariam em Israel, uma parada gay, pensei nos grandes reis e profetas que iluminaram aquele pedaço de chão. Todo mundo queria saber quem eram as duas bestas e o falso profeta? O falso profeta está personificado na segunda besta. Não será uma terceira pessoa.
Nos idos de 1960, tomei conhecimento pela imprensa que uma criança em Israel, recebia influência ao anoitecer e sob essa influência, formava o templo de Jerusalém, com brinquedos de montar.

1.1-2   Definições etimológicas e Teológicas.
É possível manter a definição etimológica para o texto de I Jo 2:18 “Muitos se tem feito anticristos”.
Não dá e não é bom, fazer julgamentos sobre pessoas, pois, podemos nos equivocar, não com movimentos, mas, com pessoas sobre quem produzimos juízo enquanto Deus vê e fala de modo diferente do nosso. O movimento de caráter anticristão ou na forma de anticristo fica transparente pelas falsas doutrinas e dissolução da graça de Deus, facilitando um céu que não é o da Bíblia. Quanto a definição teológica para o Anticristo, o autor fecha bem a questão.

II – O APARECIMENTO DO ANTICRISTO.
2.1 Tempo.
Quando o relógio profético voltar a cronometrar o tempo e isto já na última semana ou na septuagésima semana, o que está meio oculto  aos olhos da humanidade, se materializará, felizmente, não estaremos aqui para qualquer comentário. Ele surge no cenário mundial dizendo-se o Messias, a partir de Israel e para Israel como o grande libertador, estendendo as mãos a todas as nações.

2.2 Lugar.
Percebe-se que o autor avança corajosamente para definir os campos de atuação do anticristo, chamando Roma de sede política do seu governo e antes que alguém rebata de maneira intempestiva, convém raciocinar o seguinte:
Haverá duas sedes de governo, uma de caráter político e outra religiosa. Não esqueçamos que, duas bestas foram vistas por Joao, uma que emerge da terra e outra do mar.
Terra circunscreve Israel e mar, as nações.
Outra questão que sempre preservei é quanto a indubitabilidade de o Anticristo ser judeu e o seu governo nascer a partir de Israel.

III – O SUSTENTO DO GOVERNO DO ANTICRISTO.
Mesmo se colocando no lugar de Cristo é bom saber que apenas Israel, pela perspectiva desse povo, abraçará o Anticristo como sendo o Messias, já as nações, conservarão a influência do evangelho que aponta para JESUS DE NAZARÉ como o messias que já veio, foi morto e ressuscitou, portanto, o anticristo precisará do grande apoio da segunda besta.

3.1 O Dragão.
O Dragão ou a antiga serpente operará como o Antiespírito Santo
E dará poder as duas bestas para que exerçam o seu domínio sobre a terra. Satanás ainda luta pela adoração e fará isto, pelo Anticristo, saiba-se que hoje ele já atua para desviar, toda adoração devidas a Cristo transferindo-as para si próprias ou para o homem.

3.2 O Falso Profeta.
Sarar a ferida mortal da primeira Besta e fazer com que a estatua erguida em louvor dessa mesma besta, ganhe vida, levará a humanidade ao êxtase da admiração e louvação. Isso ocorrerá simultaneamente em todo o mundo.



IV – A PLATAFORMA DE GOVERNO DO ANTICRISTO.
É possível perceber-se que o mal avança é toda sorte de iniquidades cometidas sob os céus; abortos, homossexualismo, violência e corrupção. A plataforma de iniquidade do Anticristo alimentará ainda mais em razão da mais absoluta liberdade em que viverá a humanidade nesse período quando, nada será vergonhoso.

4.1 A ideologia socialista implantada nos países do Leste Europeu ou mais conhecido como Europa Oriental, no período de 1945 a 1989
tratou de execrar toda referência ao cristianismo, isto levou muitos teólogos a acreditar que a plataforma do Anticristo já estava montada, porém, aquilo tudo era apenas uma pálida demonstração de como será essa plataforma quando ele realmente começar a governar. O Apóstolo Paulo o chama de: O homem do pecado e filho da perdição cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, 2Ts. 2.1sgts.
EFICÁCIA DE SATANÁS – Será um período em que certamente Deus permitirá que o inimigo dos homens, atue com liberdade total sobre o planeta terra, influenciando a todos para a prática do mal.
Obs. Essa é uma das razões pelas quais a nossa luta contra o mal por qualquer das mídias disponíveis (Radio, Televisão, Rede Social) pareça provocação de criança da nossa parte.

4.2 A promoção do pecado.
Nunca o pecado foi tão promovido como se faz hoje. Qualquer letra musical, novela, teatro, shows humorísticos, só ganham luminosidade quando apresentam mulheres seminuas, piadas e letras musicais com obscenidades, promove riso histérico na plateia. Qualquer coisa séria não lhes é dado o devido valor. Veja por exemplo, igreja que o pastor prime pela seriedade da doutrina.

4.3 A promoção do culto a Satanás.
O que ocorre hoje é a preparação do cenário em que o Anticristo será louvado por todas as religiões, cujos membros fieis foram levados.
Não quero e nem gosto de ficar tripudiando sobre questões musicais, área em que os adeptos do novo, lutam para defender, todavia, o verdadeiro louvor, não tem ritmo de samba, nem de rock nem de lambada, nem de axé e tampouco os modernos rap e hip hop, em que a verdadeira adoração, não está contida, exceto algumas citações do nome do Senhor.

4.4 A promoção de uma economia única.
Os governos não conseguem perceber o sentido de digitalizar o código do homem para que este possa comprar ou vender dentro de uma economia única e global. Recentemente os EUA adotaram a implantação de chips sob a pele e o caminho está aberto para instalação da marca da besta ou o número do seu nome.
Finalizando, desprezamos todo e qualquer ensinamento que empurre a igreja para o cenário da grande tribulação, exceto que ela passará por algums tribulações e já estamos vivenciando isto.
ORA V