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sábado, 15 de dezembro de 2012

EBD LC 11. AGEU -O COMPROMISSO DO POVO DA ALIANÇA


LIÇÃO 11 AGEU – O COMPROMISSO DO POVO DA ALIANÇA.
EBD 16.12.2012. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – O LIVRO DE AGEU.
II – RESPONSABILIDADE E OBRIGAÇÕES.
III – A EXORTAÇÃO DIVINA.



Em tempo: Ageu, o profeta da restauração da ordem do culto, do templo e da maior promessa vaticinada, sobre a glória da última casa. Fala-se muito na rede social sobre uma nova reforma, nas dimensões das realizações de Martinho Lutero? É o que se depreende. Temos um cenário perturbador no âmbito das igrejas, de um lado, igrejas ociosas, paradas, sem qualquer proposta para uma geração doente e carente da Palavra de Deus; de outro lado, igrejas pescando de tarrafa, sem respeitar o tamanho ou a qualidade do pescado, sem qualquer compromisso com a verdade bíblica, pois prevalece o interesse comercial.
O profeta Ageu é um profeta do nosso tempo e prega a restauração e reconstrução do templo, perceba-se que Deus não despreza os que de boa vontade, investem na sua obra, mas, o vaticínio de Ageu é o suficiente para compreendermos como tudo vai terminar e a glória da última casa.
Daniel abriu as janelas, Esdras e Neemias lançaram as bases e os profetas menores edificaram sobre ela.


I – O LIVRO DE AGEU.
1.1        Contexto histórico.
O autor convida a leitura dos seis primeiros capítulos de Esdras, que tratam do retorno a Jerusalém, a reedificação do templo e restauração dos muros, com apoio de Ciro, Dario e Artaxerxes.
No capítulo cinco, a intervenção de Ageu e Zacarias, na recondução das obras e a moralização do povo.
A política de Ciro, de expansão do império e a maneira fraterna com que tratava os povos dominados, respeitando as religiões, impondo impostos mas concedendo liberdades, foram decisivas para os judeus.
1.2        Vida pessoal.
As informações sobre Ageu neste corpo é muito rica e na verdade, assim é a biografia de Ageu, sem muitos detalhes, porém com excelentes referências principalmente no livro de Esdras. Apresentar-se como profeta, era a revelação do seu ofício como foi de Habacuque e Zacarias.

1.3        Zorobabel.
Zorobabel filho de Sealtiel, foi o alvo das profecias de Ageu; descendente direto de Davi, sendo portanto um canal messiânico, foi o primeiro governador nomeado por Ciro e juntamente com o sacerdote Josué filho de Josadaque, cuidaram de acompanhar o restante dos judeus que ainda estavam no cativeiro. Este Josué é o mesmo do capítulo 3 de Zacarias, acusado por Satanás e justificado por Deus em uma visão que representava o estado espiritual do povo de Israel.

1.4 A estrutura da mensagem.
Basicamente, as mensagens entregues por Deus a Ageu, em tempos identificados, meses correspondentes, tratam da restauração da cidade, mas, principalmente do templo, cujos oráculos ou profecias, falam fortemente para a glória da última casa e sabemos que esta última casa é uma referência à Nova Jerusalém, que desce do céu atavia a um marido, a saber, a Cristo, glória que será testemunhada por todos os povos.

II – RESPONSABILIDADE E OBRIGAÇÕES.
2.1 A desculpa do povo.
Não querer realizar a obra de Deus, sempre foi problema em todos os tempos, nunca foi fácil e o povo, arranjou uma desculpa para a não realização, apenas que, não funcionou e esperamos que as muitas desculpas usadas hoje em dia, também sejam afastadas do nosso vocabulário.

2.2 Inversão de prioridades.
No capítulo primeiro, a linguagem que encontro é que Deus deu uma lavada no seu povo que preferiram cuidar dos seus interesses que da Casa de Deus e o resultado? Tudo o que fizessem, seria em vão. Salário recebido em saco furado. Será que isso também não está acontecendo em nossos dias? Fazemos a nossa própria regra de vida e Deus se mantém firme com as suas, pois, Deus não muda, mas, está pronto a perdoar o seu povo e abençoa-los, se voltarem atrás e abraçarem a obra.

2.3 Um convite a reflexão.
Momento de repensar nossos valores. O problema de Deus é salvar os perdidos e os nossos? São muitos e demasiadamente grandes para afastarmos Deus da nossa convivência. Qual será a nossa escolha? As coisas de Deus em primeiro lugar ou as nossas? Questão de escolha, Mt 6:33.

III – A EXORTAÇÃO DIVINA.
3.1 Crise econômica.
Claro que nem sempre a crise econômica é uma ação direta de Deus para castigar o seu povo, como já aconteceu. A nossa rebeldia, alimenta crises em todas as áreas. Não devemos aceitar que qualquer dificuldade econômica tenha uma relação direta da nossa desobediência com Deus, vivemos num regime capitalista, mas, é sempre bom, parar e refletir sobre as causas que nos inquietam.

3.2 A solução.
Foi voltarem-se para Deus e experimentarem um avivamento que certamente começou pela valorização da casa de Deus. O que vemos hoje em muitas igrejas é um total abandono, crentes correndo para todos os lados, menos para a casa do Senhor em busca do perdão e do amor. As redes sociais nos dão uma dimensão da maneira equivocada, como a igreja é vista por muitos.

3.3 O Segundo Templo.

O segundo templo foi inaugurado com o apoio financeiro de Dario, com uma glória maior que a primeira casa, mas, sempre com glória. Quando procuramos construir na direção do Senhor, ele não nega sua presença.
Vale lembrar que hoje, quando falamos em construir a casa do Senhor, não nos referimos a materiais que o tempo destrói. O material usado para construir igreja, deve ser um coração abnegado, Deus nunca deixará de confirmar sua presença, quando a igreja é norteada pelos princípios que vivenciaram os crentes da igreja primitiva. Isto é o que precisamos urgentemente rever e aplicar em nossos corações para que o mundo veja a glória de Cristo na sua igreja.


Um comentário:

  1. A Paz de Cristo Jesus,

    Navegando pela net, cheguei até aqui, conheci seu blog e o que mais me interessou nele foram as mensagens... edificantes, esclarecedoras e abençoadas...

    Parabéns!!!

    Que o Senhor vos abençoe e vos guarde!

    Em Cristo,

    ***Lucy***

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