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sábado, 1 de dezembro de 2012

EBD CPAD - HABACUQUE, A SOBERANIA DIVINA SOBRE AS NAÇÕES


LIÇÃO 09 HABACUQUE – A SOBERANIA DIVINA SOBRE AS NAÇÕES.
EBD 02.12.2012. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – O LIVRO DE HABACUQUE.
II – HABACUQUE E A SITUAÇÃO DO PAÍS.
III – A RESPOSTA DIVINA.
IV – DEUS RESPONDE PELA SEGUNDA VEZ.



Em tempo: Quando escrevemos sobre alguém cuja biografia não deixa muitos sinais, procuramos desdobrar sua vida pelos escritos, assim como as referências a Enoque são poucas, mas, o suficiente para deixar entrever um homem que tinha compromisso com Deus e confiava de forma absoluta no Senhor; assim é, HABACUQUE.
O último capítulo é um verdadeiro hino de fé, um salmo declarando a grandeza de Deus e o poder, capazes de nos tranquilizar em quaisquer circunstâncias.

I – O LIVRO DE HABACUQUE.
1.1        Contexto histórico.
A contemporaneidade do profeta com outros, mostra que em todos os cantos de Israel, já divida, Deus fez conhecer a sua palavra e advertências. Nos dias atuais, erram os que querem errar, pois, não apenas nas igrejas, mas, na imprensa escrita e nas mídias eletrônicas, as advertências são constantes.

1.2        Vida Pessoal.
Recomendo atenção ao texto introdutório da lição.
O texto nos leva a crer que Habacuque era um homem e profeta que tinha intimidade com os escritos sagrados e que saíra de detrás das letras para falar a Casa de Judá; deixa transparecer a sua habilidade como escritor e cantor, mais ainda, um coração entregue a Deus.

1.3        Estrutura da mensagem.
O comentário do autor é preciso.
O peso dado ao profeta em forma de diálogo lembra a relação de Deus com Abraão, na destruição de Sodoma e Gomorra. “Matarás o justo com o ímpio?” Deus é soberano e diante da rebeldia, não precisaria trocar sentimentos com os seus fieis.


II – HABACUQUE E A SITUAÇÃO DO PAÍS.
2.1 O Clamor de Habacuque.
Representa o mesmo clamor dos crentes, hoje, diante de tanta maldade, violência e corrupção. O Salmo 73 nos dá uma resposta precisa, ainda que no caso em tela, não era o pecado pessoal, mas, o pecado da nação que estava em julgamento. O povo era um reflexo do Estado.

2.2 A descrição do pecado.
Perceba-se que nos demais profetas menores, o clamor apontava para a ausência de justiça. Quando os juízes estão vendidos aos governantes.

2.3
O Colapso da justiça.
Há no mundo, pessoas boas e más, justas e injustas, todavia, com estas, fica mais fácil definir uma linha de conduta, porém, quando o Estado é corrupto, quem poderá escapar? É preciso ter cuidado pois Deus, continua o mesmo Deus zeloso. O que mudou de fato, foi a dispensação para que em Cristo, haja arrependimento dos governantes como do povo.


III – A RESPOSTA DIVINA.
3.1 O juízo divino é anunciado.
O fato de Deus usar uma nação ímpia para castigar Judá como usou o Egito para propósitos semelhantes, mostra que Deus mantém controle sobre as vontades, respeitando o arbítrio. Deus não se deixa escarnecer.

3.2 Os caldeus e a questão ética.
Deus é inquestionável nas suas decisões, todavia, permite que seus filhos sinceros, estabeleçam diálogo com ele, voltamos a lembrar a decisão de destruir Sodoma e Gomorra e a comunicação feita a Abraão. Não há conceito de ética para o conselho de Deus como não
Há regras elaboradas para sua ação. Operando Deus, quem impedirá?


IV – DEUS RESPONDE PELA SEGUNDA VEZ.
4.1 A espera de Habacuque.
Devemos ter a mesma atitude do profeta. Deus não nos deixa sem resposta.

4.2 A visão.
Muito interessante o comentário do autor. Há muitas vozes no mundo de hoje e poucos ouvidos para ouvir o que realmente Deus quer falar ao seu povo.

4.3 O justo viverá da fé.
Chegamos ao clímax da lição; muito bom quando reconhecemos que sem fé é impossível agradar a Deus Hb 11:6, assim o profeta como os demais profetas, sabiam que podiam falar a Palavra de Deus com ousadia, pois, nunca seriam decepcionados.
Para Jeremias o Senhor disse: Eu velo sobre as minhas palavras para cumpri-la.


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