Tradução deste blog

sábado, 13 de outubro de 2012

EBD/CPAD A FIDELIDADE NO RELACIONAMENTO COM DEUS 14/10/12

LIÇÃO 02 OSEIAS – A FIDELIDADE NO RELACIONAMENTO COM DEUS. EBD 14.10.2012. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – O LIVRO DE OSEIAS.
II – O MATRIMÔNIO.
III – A LINGUAGEM DA RECONCILIAÇÃO.
IV O BANIMENTO DA IDOLATRIA EM ISRAEL.


Em tempo: A linguagem usada por Deus com Oséias é muito interessante e precisa que seja compreendida, do ponto de vista de um grande desabafo de Deus pela infidelidade do seu povo. As palavras de Deus dadas a Oséias, nos faz compreender que o amor de Deus para com o seu povo Israel, foi algo imensurável, assim como foi o amor de Deus para conosco, declarado em João 3:16.
Qual a diferença entre nós e eles.
Israel era tratado como povo de Deus no pleno sentido da palavra, nação de Deus, no sentido natural e esposa de Deus no sentido figurado.
Nós, fomos gerados de novo, formando um corpo. Se 10, 20 30 ou mais igrejas caírem, isso não muda a natureza desse corpo formado por pessoas que resistem ao pecado.
O que Deus queria através de Oséias e do desafio dele casar-se com mulher prostituta era para mostrar o quanto Deus estava ressentido com os filhos da promessa.
Assim, entendemos que a linguagem é toda ela, simbólica e metafórica, todavia, tão forte que parece real ou alguma coisa tem de real?
Na condição de pastor, quando cuidamos de uma igreja e com pureza, damos o melhor alimento, querendo o bem estar espiritual do povo e esse povo, não reage de maneira positiva, ficamos muito tristes, creio ser este o sentimento de Deus em relação a Israel.
Apesar de haver entre os judeus, homens e mulheres absolutamente sinceros  cujo entendimento está fechado para compreender o que aconteceu há pouco mais de 2000 atrás, causa-nos espécie que um povo que aguarda o Messias, tenha se ocidentalizado tanto para permitir em Jerusalém, a cidade do grande Deus, passeatas gays e movimentos musicais que em nada diferem dos nossos, com conteúdo, apelativamente sexual em suas manifestações.

I – O LIVRO DE OSEIAS.
1.1        O Contexto histórico e estrutura.
Não há o que comentar relativo aos itens 1.1 e 1.2 por tratar-se de informações históricas do período ministerial de Oseias, cabendo ao professor, dar conhecimento ao aluno, sempre há os que se interessam pelo aspecto histórico e geográfico.

1.3        Mensagem.
A mensagem transmitida por Oseias ao povo de Israel, não é diferente das dos demais profetas, exceto, pelo estilo, porém, a decadência do povo, foi denunciada pelos demais profetas. Chamamos a atenção para o mesmo tipo de advertência em questão de estilo, como a que lemos em Ezequiel 22, 23 e principalmente o capítulo 16 a meretriz e as abominações de Jerusalém entre outros.
Estudando a história do povo que não dá para separar da história religiosa e espiritual, a decadência começou pela rejeição ao governo teocrático. Samuel já tinha dado falado ao povo com respeito as transformações e a partir do período regencial, a vida do povo foi cheia de altos e baixos, mais baixo que altos.

II – O MATRIMÔNIO.
2.1 Etimologia. (Estudo do sentido e origem das palavras).
Deus fala de casamento com Israel em Oséias 2 como forma de atrair o seu povo e afasta-los do romance vivido com os baalins. O autor fala desse casamento mostrando que tem o mesmo significado de bodas ou leito conjugal. Em relação a Israel, Deus quer atrair e segurar o seu povo como quem atrai uma mulher tornando-a esposa, segura pelo dever matrimonial e seus valores.

2.2 Simbolismo. (Elementos ou figuras usadas para representar algo).
Intimidade, amor e beleza são elementos que dão vida ao casamento, reciprocidade é o que se espera dessa relação e vínculo. Será que Israel seria reciproco com o seu Deus? O tempo mostrou que não, Israel cresceu os olhos para nações pagãs e seus cultos idolátricos.

2.3 A ordem divina para o casamento de Oseias.
O autor diz parecer uma contradição, Deus, Santo e Justo, determinar que o profeta se case com mulher de prostituição, alegando que “temos” dificuldade em aceita-la, mas, qualquer interpretação contra o caráter literal do texto é forçada.
Não posso dizer que cada um, dê a interpretação que achar razoável  à questão do casamento de Oseias com uma prostituta por ordem de Deus.
Ficção e realidade se fundem para dar ideia do propósito de Deus em demonstrar através do profeta como é difícil ter uma esposa em quem não se possa confiar abertamente. Assim era a relação de Israel com Deus. Deus não podia agradar-se de quem vivia no caminho, nua e despojada, em tempos de amores, Ez 16.


III – A LINGUAGEM DA RECONCILIAÇÃO.
3.1 O casamento restaurado.
A lição trata de algo específico com Israel, mas, aproveito para pedir ao Senhor que restaure os casamentos abalados, lembrando que a linguagem deve imitar a de Deus, linguagem amorosa e convincente.
Do ponto de vista da atuação da igreja nesta dispensação, precisamos urgentemente rever nossos valores e aprendermos a praticar conquistas humanas, com linguagem amorosa.

3.2 O Vale de Acor e a porta de esperança.
Nos lugares de terror, Deus aplainará os caminhos para que sejam conhecidos como  “porta de esperança”. 
Vale dizer que todo o que é nascido do Espírito, sabe exatamente qual é a esperança do crente, dispensando as buscas incessantes através do homem por melhor que seja. Infelizmente, os homens tem tomado o lugar de Deus. Não o glorificam quando procurados, o fato de se aproveitarem da projeção para enriquecimento prova o que dizemos.

3.3 A reconciliação.
A sentença de divórcio será anulada, assim como para os gentios, havia o que se chamou de “plenitude dos tempos” na Bíblia, para Israel essa plenitude não tardará a ocorrer, quando o Senhor voltar das bodas com a sua igreja, o Senhor provará para o mundo todo, o tamanho do seu amor por aquela nação.

IV O BANIMENTO DA IDOLATRIA EM ISRAEL.
A restauração de Israel contempla uma verdadeira limpeza que Deus fará não apenas nessa nação, mas, no mundo todo.
Fala-se muito em idolatria e via de regra, apontamos o dedo para os católicos e a razão está na adoração das imagens de escultura, todavia, não estamos tão isentos assim, pois, qualquer tipo de dedicação exacerbada, caracteriza-se por uma forma de idolatria e damos alguns exemplos:
-Valorizar pregadores e cantores, seguindo-os e aplaudindo-os sem  lembrar-se que eles nada possuem, tudo é do Senhor, é idolatria ao homem.
-Culto ao corpo caracterizado pela excessiva preocupação e investimentos na busca de aperfeiçoar sua estima como forma de agradar socialmente, é uma forma de idolatria.
-Dedicar afeto excessivo aos filhos, não se importando com as regras Bíblicas que tratam do dever de amar a Deus sobre todas as coisas, também é idolatria, como, amando nossos filhos, sem crer na providência de Deus de garantir um futuro certo para eles.
-Amar o emprego e o empregador, esquecendo-se que Deus é Deus da provisão, há idolatria nisso.
O fim do baalismo, será geral e os crentes devem se antecipar fazendo essa limpeza em suas vidas e em suas casas, como exemplo para os que estão de fora.


Nenhum comentário:

Postar um comentário