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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

EBD 05 OBADIAS para 04/11/2012 CPAD


LIÇÃO 05 OBADIAS – O PRINCÍPIO DA RETRIBUIÇÃO.
EBD 04.11.2012. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A SOBERANIA DE DEUS.
II – O LIVRO DE OBADIAS.
III – EDOM, O PROFANO.
IV – A RETRIBUIÇÃO DIVINA.


Em tempo: Esta lição nos permite estudar os profetas menores e entre eles, OBADIAS. Um livro cuja mensagem, tem como endereço, os Edomitas. Os Edomitas, não são um povo comum, acompanham a vida de Israel por serem descendente de Esau. A rixa começou no ventre de Rebeca, Gn 25:22 “E os filhos lutavam dentro dela...” no verso 23 “E o Senhor lhe disse: Duas nações há no teu ventre...” e continuou o Senhor a dizer que dois povos se dividiriam das entranhas de Rebeca. A vida de Esaú e Jacó, sempre foi muito conflitante e culminou com o direito da primogenitura, vendido por Esau a Jacó.
Gn, 36:8 Portanto, Esaú habitou nas montanhas de Seir; Esaú é Edom.
A última referência que temos desse povo, repousa em sobre Herodes que era Edomeu.

I – A SOBERANIA DE DEUS.
Freqüentemente, leio discussões ou afirmações sobre o pensamento de Armínio como de Calvino. Considero-os válido às Escolas Teológicas, pois, tudo aquilo que influenciou a nossa geração, teve origem nas influentes palavras desses ministros. Vamos pensar, nós.
Deus é soberano o que significa que não precisa de conselheiros. Quando Deus agiu soberanamente sobre as nações, sentenciando-as pelas desobediências, exerceu-o de maneira plena. Em se tratando de pessoas, lembremo-nos que toda desobediência, na antiga aliança, foi devidamente sentenciada, nem Abraão conseguiu demover o Senhor de julgar Sodoma e Gomorra. Nesta dispensação, JESUS está entre o homem e Deus.


II – O LIVRO DE OBADIAS.
2.1 O contexto histórico, basta uma rápida leitura, considerando o que o autor escreve a respeito.

2.2 Estrutura e mensagem.

Toda mensagem se dirige básica e diretamente para Edom  que sempre se comportou como uma pedra no sapato de Israel. Tinha chegado a hora do acerto de contas e aí vemos, como Deus é paciente.

2.3 Posição no Cânon.
Considere-se o texto do autor.

III – EDOM, O PROFANO.
O termo profano em relação à Esau, encontramos no Livro de Hebreus 12:16 por ter vendido a sua primogenitura em troca de um prato de lentilhas ou um guisado feito por Jacó. Perguntar se tudo isso era plano de Deus? Tenho certeza que não, Quando um individuo tem no seu coração algo de mal, está sempre alimentando o prejuízo do seu semelhante e nesta dispensação, tanto bons quanto ruins, tem a mesma oportunidade de alcançar o perdão de Deus em Cristo.

3.2 O Deus soberano.
Nada demoveria Deus de julgar as ações de Edom, nisto está o exercício da sua soberania.

3.3 Preparativos do assédio a Edom.
O assédio ou cerco a Edom, se deu com o aviso do profeta: “Temos ouvido...” indicando um colegiado de profetas que certamente já tinham prevenido Edom, pregando contra ela. Deus nada fez sem prevenir as nações.

3.4 O rebaixamento de Edom.
Eis que te fiz pequeno.
O autor fala do recurso retórico existente na linguagem hebraica, que trata de um acontecimento futuro como se já tivesse cumprido.
Nesse caso, penso que temos aí, as ações sob a presciência de Deus em razão da própria vida de Esau. “Eis que te fiz pequeno...” não significando que Deus tenha sido o responsável pela vida insólita desse povo.

3.5 O orgulho leva a ruína.
O orgulho pela segurança que a topografia parecia garantir a Edom, mostra como pessoas também colocam a sua segurança na riqueza. Em qualquer situação, ninguém escapa da ação soberana de Deus.


IV – A RETRIBUIÇÃO DIVINA.
O principio da retribuição sofreu uma parada temporária com o advento do Messias. Ao término dessa dispensação e após o arrebatamento da igreja, Deus julgará tanto as nações quanto as pessoas que, primeiro no caso das nações, não deram de beber a Israel e no caso de pessoas, pelo endurecimento de coração diante da mensagem salvadora do Evangelho.

4.2 O castigo de Edom.
O autor cita o princípio da semeadura. Esse princípio funciona como uma lei moral permanente, independendo da ação de Deus em muitos casos. A nação ou o homem em particular, é responsável pelo que semeia e muitas vezes essa semeadura, traz como retorno o mal.

4.3 Esau e Jacó.
Os nomes Sião e Jacó indicam Jerusalém e Judá respectivamente e José, o reino do norte.
Para entender bem este tópico e o que o autor quer dizer, precisa conhecer bem a história do povo de Israel.
Hebron foi a primeira capital do reino de Israel, transferido para Jerusalém após a conquista da fortaleza de Sião, lugar dos Jebuseus. Jerusalém que estava edificada em Sião, passou a representar não apenas a capital política de Israel, mas, a capital espiritual do Reino de Israel, onde o Messias esperado pelos judeus, restabelecerá, o reino e a unidade do povo. Graças a Deus que nós conhecemos bem e como tudo isto acontecerá. Quanto a Jacó, representa todas as promessas e bênçãos dirigidas por Deus ao patriarca, portanto, Jacó e Sião estão ligados pelas mesmas promessas. O povo escolhido por Deus e de Deus.
Apesar dos Edomeus terem sido absorvidos pelo povo de Israel, os povos que ocupam hoje as terras palestinas, possuem raízes em Esau.

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