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sexta-feira, 21 de setembro de 2012

EBD13 A VERDADEIRA MOTIVAÇÃO DO CRENTE para Domingo 23/09/2012


LIÇÃO 13 A VERDADEIRA MOTIVAÇÃO DO CRENTE.
EBD 23/09.2012. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A VERDADEIRA MOTIVAÇÃO DO CRENTE.
II – NÃO FOMOS CHAMADOS PARA A FAMA.
III O ANONIMATO NÃO É SINÔNIMO DE DERROTA.



Em tempo: Motivação é quase uma palavra de ordem nesse mundo sofrido e descrente de tudo e de muitos, por conta da corrupção plantada na política, nas artes, na cultura na economia e até, infelizmente, na religião. O que nos faz motivados é saber que ainda há decência em muitos homens públicos, em governantes e em homens religiosos, pois, do contrário, seria o caos total. Tirando essas questões que enchem as páginas dos jornais, a nossa motivação é saber que temos o nosso nome escrito no livro da vida, é saber que nos momentos mais difíceis, contamos com o socorro de Deus que nunca nos desampara nem lança em rosto as nossas fraquezas. Para o homem comum, a motivação só existe com dinheiro e fama e sem dúvida, é exatamente esse o foco do comentador.

INTRODUÇÃO: Procurei todo sentido para motivação, definição e aplicação. Encontrei vários principalmente quanto à raiz da palavra, do latim, “motivus”, que significa mover ou movimento; motivação é muito mais que isto. Motivação é a palavra mais usada nas grandes empresas para discutir produção, no comércio, para manter as vendas aquecidas, nas instituições financeiras, as metas e assim por diante. Para mim, a melhor definição para motivação é: Manter animado ou manter em movimento. O que o autor apresenta na introdução é a percepção de que tudo o que o mundo apresenta para motivar, está preso a conceitos materialistas e da grande preocupação do ser e do ter, portanto, questões totalmente contrárias ao anonimato e a simplicidade promovida pelo Evangelho, pois, motivação está sempre ligado ao envolvimento coletivo e a publicidade do nome que se pretenda evidenciar.



I – A VERDADEIRA MOTIVAÇÃO DO CRENTE.
Penso que ao ministrar essa lição, o professor deve tomar cuidado para não se exceder em ideias que mantém o crente paralisado quando deve buscar as mesmas oportunidades que outros mortais, pois, assim fui ensinado na minha juventude e por anos, isso me manteve engessado. Quando pude avaliar melhor a questão, passei a promover motivação entre os jovens, mostrando-lhes a necessidade do preparo à luta.
1.1        O crente fiel dispensa a vaidade.
Em determinadas profissões a aparência é importante, pois, do contrário, suspeitarão que você seja uma pessoa mal sucedida na profissão que escolheu. A sobriedade é a palavra que caracteriza um seguidor de Jesus. Andar com bonito carro, roupas de fino corte nem sempre combina com o santo propósito de viver em comunhão numa igreja onde milhares de pessoas, vivem na base da pirâmide social e não conseguem uma aproximação, pois, o luxo, na maioria dos casos, nos separa do órfão e das pessoas carentes, via de regra, enche o coração do seu possuidor. Um coração cheio da graça de Deus está sempre motivado a tudo, principalmente a valorizar o próximo.

1.2        O crente fiel não deseja o primeiro lugar.
Novamente alerto para que não se misture a questão das conquistas sociais com a postura singela que deve caracterizar o crente verdadeiro.

1.3        O crente fiel não se porta soberbamente.
Um texto que me serviu e serve de deleite para essa questão e sempre funcionou como freio de mão está em Pv. 16:18 “A soberba precede a ruína e a altivez do espírito precede a queda”.
Feliz o crente que busca estar sempre  motivado pela Palavra de Deus.

II – NÃO FOMOS CHAMADOS PARA A FAMA.
Excelente, o texto do autor que você professor deve ler diante da classe com calma e reflexão.

2.1 O que é fama.
O meu pensamento é que a fama é inevitável na vida do homem público quer seja na vida civil ou pastoral, como pregador ou escritor; o que precisa é tomar cuidado para não cair no erro de Nabucodonozor, leia Dn. 4:30 ou como o príncipe na  visão de Isaias 14:13, “Como caíste do céu oh estrela da manhã, filha da alva...”. Outro (mau) exemplo foi o rei Ezequias, veja IICr 32:25.

2.2 O problema.
Recomendo que o professor leia este tópico, na lição, com calma e reflexão, considerando a importância do texto do autor.
Tudo nesse mundo é pura ilusão e infelizmente muitos de nós só percebem isso, quando na velhice, as forças faltam e querem nos entubar em um hospital qualquer. Pensemos bem.


III O ANONIMATO NÃO É SINÔNIMO DE DERROTA.
3.1 A verdadeira sabedoria.
Há professores que desprezam o texto proposto na lição e se insurgem com explicações nada convincentes e muitas vezes descontextualizados daquilo que deveriam ensinar. Considere isto.
Tendo trabalhado numa empresa do ramo imobiliário por quase vinte anos e diante de muitos elogios pela minha atuação, sentia profunda tristeza quando deveria estar alegre. Achei a explicação em Pv. 1:10 “Filho meu, se os pecadores com blandícias te quiserem tentar, não consintas”; noutra versão temos: “... Se quiserem te atrair com agrados...”, ou com elogios baratos.

3.2 A simplicidade.
A coisa mais bonita é o homem crescer em popularidade ou profissionalismo, mas, manter a simplicidade sempre em alta. Glorificar a Cristo em todos os momentos, não deixar que nada ocupe o coração, não se afastando de quem realmente merece glória, JESUS.

3.3 O equilíbrio.
Não tente provar nada para ninguém, seja o que você é.
Isso está no texto 3.3. O maior mal deste século e tem destruído muitas vidas, está na busca incessante de ser e lutar para ser o que outros são.
O equilíbrio é uma grande virtude que deve acompanhar a nossa vida em qualquer circunstância.

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