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segunda-feira, 3 de setembro de 2012

EBD INVEJA, UM GRAVE PECADO para 09/09/2012

LIÇÃO 11 INVEJA, UM GRAVE PECADO.
EBD 09/09/2012.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A INVEJA NO PRINCÍPIO DO MUNDO.
II – A INVEJA E SUA CONSEQUÊNCIA.
III – A DESTRUIÇÃO ADVINDA DA MALDADE.



Em tempo: Considero a inveja, um dos mais perversos dos sentimentos calados no coração e na alma do ser humano, prejuízo apenas para quem o possua. Cristo liberta o homem desse e de outros sentimentos ruins e danosos. Como a inveja interfere na vida dos outros? Apenas pelo comportamento do invejoso. O invejoso não tem alcance na vida de terceiros, salvo se, esse terceiro estiver muito próximo e se deixar levar pelo jogo da inveja; se isso acontece, perigo a vista e o melhor caminho é mostrar a verdade para o invejoso ou afastar-se o quanto possível.
O problema do invejoso é ignorar a sua capacidade de realizar e contentar-se com o que tem e estar sempre vendo nos outros, potencial maior que o seu.


I – A INVEJA NO PRINCÍPIO DO MUNDO.
Os sentimentos comuns nos seres humanos tais e quais, vistos e sentidos, vieram à luz com a queda do homem no Eden. Originalmente, o homem criado a imagem e semelhança de Deus não portavam sentimentos e vícios ruins. A igreja Católica com seus dogmas classificou os sete pecados capitais e entre eles, a inveja: Vaidade, inveja, ira, preguiça, avareza, gula e luxúria. O reconhecimento ou a classificação se deu com o papa Gregório I e mais tarde, no século XVII teólogos e entre eles, São Tomás de Aquino, referendaram essa classificação. Não há muito o que discutir sobre isso porquanto, todos os vícios da natureza humana, tem origem nesses sentimentos. Para saber-se quanto a origem deles, basta considerar o texto de Isaias 14:12-20 e veremos aí, o pai de todas as mazelas humanas.
Eu penso que Cristo nos libertou desses sentimentos, no sentido de reforçar nossas defesas pela sua Palavra, porém, eles estão intrinsecamente filiados a natureza carnal. Certamente Paulo o apóstolo do Senhor, tenha entendido isso e dito: “Subjugo o meu corpo e o reduzo a servidão...”  ICo 9:27.
O autor da lição fala em I.2 sobre a maldade como ação maligna, assim, podemos compreender que a maldade é a consequência da inveja para destruir aqueles a quem o invejoso vê como um obstáculo ou sombra na sua carreira e vida.

II – A INVEJA E SUA CONSEQUÊNCIA.
2.1 Na vida de Caim.
Em Caim, temos o exemplo do que escrevemos acima, a inveja pela aceitação da oferta de Abel em prejuízo da sua, por culpa dele mesmo, gerou no coração de Caim um ódio que só se aplacaria com a morte de Abel e assim, executou o seu mau intento.

2.2 Na vida dos irmãos de José.
Tremenda lição de vida e o importante disso tudo é que a inveja e o ódio dos seus irmãos foram responsáveis pelos prejuízos na vida de José e de seu pai, porém, fica para nós uma grande lição que Deus está a monitorar, todas as ações humanas e pronto a proteger os que ele ama, os que têm por filho.

2.3 Na vida do crente.
Alguém pode perguntar se um crente convertido pode ter inveja; certamente que não, mas, há os que não conseguem controlar esse sentimento e aí, vai depender da intensidade em sua vida. O invejoso fica sempre amargurado e são os que causam divisões na igreja, pulam etapas para alcançar o ministério e por vezes não tem limites para afastar do seu caminho os que para ele, parecem ser um impedimento. Guarde-nos o Senhor disso tudo, pois quando a inveja apenas corrói por dentro sem causar danos a quem quer que seja, tenho certeza que Deus será complacente, mas, quando ela se projeta no sentido de causar danos, fico com as palavras de João, o apóstolo do Senhor quando diz: “Qualquer que odeia seu irmão é homicida e vós sabeis que nenhum homicida tem a vida eterna permanecente nele.” IJo 3:15

III – A DESTRUIÇÃO ADVINDA DA MALDADE.
 3.1 No âmbito familiar.
Quando se fala em família, certamente o peso maior não é para pais e filhos e sim parentes, estes sim, podem levar grandes problemas para o lar, não ignorando que às vezes, entre irmãos possa haver qualquer manifestação e por isso, temos grandes exemplos na Bíblia.

3.2 No trabalho.
Como vivi grande parte da minha vida dentro de empresas e sofri muitos ataques por esse sentimento, posso recomendar o que segue:
a)   Nunca confie demasiadamente nos “amigos”.
b)   Nunca se deleite em elogios por conta dos seus acertos.
c)   Nunca facilite, abrindo o coração para falar tudo o que sabe em relação à empresa e pessoas.
d)   Nunca esqueça que a vida na empresa é uma corrida constante para atingir metas e é o que chamamos de capitalismo selvagem e nessa corrida, muitos traspassam os limites da sobriedade e da boa convivência.

3.3 Na igreja.
Só posso começar com “rssssss” 46 anos comendo caviar, já vi de tudo e já passei por coisas das quais, nunca havia pensado em passar, daí, só posso repetir o que acima escrevi sobre empresas, ressalvando:     
a)   Muitas pessoas dizem não gostar de fazer negócios com crentes e eu nunca me furtei disso, mas, sempre aviso: Há crentes e crentes.
b)   Devido a muita proximidade, os cuidados devem ser redobrados.
c)  
d)   Não podemos nos esquecer que em todas as áreas da vida, a presença do ser humano mistura sonhos com realidade.

Nunca houve uma época tão difícil para a igreja como a que vivemos hoje. Em todo tempo houve problemas dessa ordem, a inveja que mata e quer dominar o meio. Lembremo-nos de Diótrefes e aprendamos uma lição: O homem carrega no seu intimo todos os sentimentos desagradáveis, enquanto permanecer sob o controle do Espírito de Deus, nada de prejudicial será lançado contra o semelhante e muito pelo contrário, um homem ou mulher guiados por Deus, saberão ser úteis e praticantes das obras que glorificam o nome do Senhor.

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