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terça-feira, 5 de junho de 2012

O PREGADOR E O MESTRE DE MÚSICA (texto corrigido e atualizado em 06/06)


O PREGADOR E O MESTRE DE MÚSICA.
SP2012JUN.
Qual a relação entre o pregador e o mestre de música. Se pensarmos rapidamente não perceberemos qualquer semelhança, dadas as funções e as ferramentas de trabalho de cada um. A bem da verdade, a semelhança quanto a forma de produzir, é muita e é sobre isso que pretendo, segundo a graça de Deus, mostrar, assim, nenhum tele-pastor, vai nos desafiar a contrapor-se aos seus ensinamentos, por considera-lo absolutamente e indiscutivelmente certo.

“Porque, se a trombeta der sonido incerto, quem se prepara para a batalha?” ICo 14:8.
1.       O instrumento deve estar afinado assim como o pregador.
2.       O mestre de música precisa ser criativo assim como o pregador.
3.       No caso do sagrado, o mestre de música precisa estar e permanecer sob a graça assim como o pregador.
4.       A mensagem deve ter sentido para o raciocínio humano assim como a música.

Recentemente o tele-pastor Silas Malafaia, resolveu pregar sobre a doutrina da prosperidade, pela ótica bíblica, segundo ele e desafiava qualquer outro a censurar a sua pregação. Até aí, nada de mais. Milhares de pregações são produzidas pelas mais diferentes mentes e há até livros com pregações ou mensagens, a disposição de quem não tem muita graça.

Nossos ouvidos, quando a disposição do Espírito de Deus, possuem uma afinação celestial para saber quando uma pregação está realmente afinada com os céus e com a palavra de Deus escrita no livro que tanto amamos e chamamos de Bíblia Sagrada, como os mestres, nas matérias musicais estão afinados para perceber quando uma nota está dissonante.

Dois ou mais pregadores, podem usar o mesmo texto bíblico e pregarem a mesma verdade assim como os mestres de música, podem alternar  a mesma letra musical e dar-lhe a roupagem que mais interesse, em matéria de melodia, harmonia e ritmo, sem alterar o sentido da mensagem musical e isso ocorre muito nessa área.

Na pregação, o pregador também pode modular sua mensagem, de acordo com seus objetivos, se puro ou impuro, sem ferir a hermenêutica.Como há andamentos musicais, até nisso encontramos semelhança, pois a movimentação sobre o púlpito bem como a impostação de voz, visam alcançar metas. 

A doutrina da prosperidade pode ser aplicada com bons e maus propósitos.
Não se pode firmar um ensinamento bíblico e dá-lo como verdadeiro, apenas pela preservação da hermenêutica. É preciso considerar o conjunto dos ensinamentos bíblicos para determinadas matérias.

Dou como exemplo a própria doutrina da prosperidade:
“Dai e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordante vos deitará no vosso regaço...” Lc. 6:38 (Não deixe de observar  a importância do pronome “vos” para perguntar que é esse “vos”.

“E todo aquele que tiver deixado casas,( ...) por amor ao meu nome, receberá cem vezes tanto e herdarão a vida eterna” Mt. 19:29

“O pão nosso de cada dia nos dá hoje” Mt. 6:11.

“...Mas, buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão acrescentadas” Mt.6:33 Obs. Estas coisas você as tem, lendo o texto completo e em momento algum, a Bíblia nos lança no conformismo da vida. Todos nós temos o direito de nos lançarmos em busca das oportunidades.

Desafio qualquer igreja que tenha nos seus celeiros, gente dizimista fiel, como tem nas Assembleias de Deus, fidelíssimos, leiam a minha matéria, “O DÍZIMO DA IRMÃ MARIAZINHA”  no blog “http://www.prgenivaldo.blogspot.com. Dizimistas fieis, assalariados de todas as áreas da produção, que passam necessidade e não deixam de entregar o seu dízimo. Vivem felizes e nunca mudaram o estilo de vida para o que prometem hoje nos púlpitos e na televisão, mas, os tele-evangelistas e notáveis pastores mudaram e muito.

2 comentários:

  1. Caríssimo Pastor, bom dia.
    Sei da dificuldade de tratar um tema complexo e polêmico em espaço tão reduzido. Mais uma vez o parabenizo por abordá-lo de forma segura e respeitosa.
    Permita-me apenas aprofundar um pouco a passagem de Lc 6:38 citada, a qual está contida em um dos mais lindos textos bíblicos, que é comumente chamado de sermão do monte ou sermão da montanha (Lc 6:17-49).
    No mesmo texto há a advertência no verso 24 - "Mas ai de vós ricos! Porque já tendes a vossa consolação". Neste sentido acho que se esta passagem é utilizada para falar de prosperidade material, a abordagem não só contém erro conceitual, como também má-fé.
    Na passagem Jesus exorta a se abandonar os conceitos de sucesso e prosperidade desse mundo e alerta: "pois com a mesma medida com que medirdes também vos medirão de novo." Isto porque estamos sendo medidos pelo conceito da misericórdia, do desapego, do emprestar sem esperar paga.
    Não entendo como sendo uma doutrina de enriquecimento.
    Um forte abraço e que Nosso Senhor Jesus Cristo o abençoe muitíssimo, inclusive, com todos os bens necessários ao próspero irmão.
    Washington

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    1. Amado Washington, grato pela boa lembrança, isso nos dá a perceber que a riqueza sendo também um bem adquirido, coloca o adquirente numa posição de conforto natural que Deus já não se preocupa muito com ele e passa a dar maior atenção ao pobre, porquanto, o rico já está consolado com o que tem. Esse pensamento, sempre me fez atentar para os que nada tem, dentro da igreja, estes sim, precisam da consolação de Deus e dos pastores.

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