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terça-feira, 19 de junho de 2012

EBD13 A FORMOSA JERUSALÉM


LIÇÃO 13 – A FORMOSA JERUSALÉM.
Para o dia 24/06/2012.
PONTOS A ESTUDAR:
I – O QUE É A JERUSALÉM CELESTE.
II – AS CARACTERÍSTICAS DA NOVA JERUSALÉM.
III – O PERFEITO ESTADO ETERNO. 

Em tempo: A última lição do trimestre, fecha o precioso estudo com chave de ouro, ao explicar a moradia dos salvos. Confesso que temos assuntos na bíblia, inacabados do ponto de vista literário e teológico, certamente, o autor, Deus, assim o quis.
Quando isto acontece, a única coisa que podemos fazer é conjecturas a respeito do tema. O que vou escrever a seguir é fruto das minhas indagações a respeito da eternidade.
Começo falando sobre a igreja do Senhor. Hoje todos nós os salvos, formamos um só corpo em cristo, iremos para a mesma habitação celeste na primeira ressurreição dos mortos e juntos, julgaremos o mundo. Termina o Milênio e conforme as palavras de Pedro, o céu que agora existe está entesourado para ser fundido como elemento no fogo e Deus fará novos céus e nova terra, IIPd 3:7-13 Ap.21.
Para mim, pessoalmente, seremos visto como conjunto, como igreja somente até o fim do milênio completando-se o governo de Cristo. A partir daí, no estabelecimento de novos céus e nova terra, voltaremos à individualidade, habitando em casas, agora feitas pelo próprio Senhor, em um mundo em que nunca mais se falará de violência e isto, para toda eternidade.


I – O QUE É A JERUSALÉM CELESTE.
1.1 Mais sublime que os céus.
O autor deixa muito próximo e inclusivo o novo céu e a nova terra para receber a igreja por considerar que este céu é insuficiente para receber a noiva do cordeiro. Penso que este trecho, precisaria de maior esclarecimento visto que, os céus que agora existem e sua expansão foge a nossa compreensão matemática. Já recebe a cidade santa, que acolherá a igreja, a noiva do Cordeiro. Não parecendo ter qualquer relação com o novo céu e a nova terra, para habitação dos justos e após o milênio.

1.2 A casa de meu Pai.
É a promessa do Senhor que declara, há muitas moradas. Jo 14:2.

1.3  A nova Jerusalém.
Dizem que uma certa igreja é a igreja mãe e agora achamos a verdadeira mãe em Gl. 4:26, a que é mãe de todos nós que cremos no Senhor. É preciso muito cuidado para não criar figura onde não existe, sendo isto pura vaidade. Apenas pela descrição bíblica, não conseguimos estabelecer uma grandeza para essa cidade.

II – AS CARACTERÍSTICAS DA NOVA JERUSALÉM.
2.1 É um lugar real.
O capítulo 21 do Apocalipse, descreve o lugar que impressiona como também impressiona saber que o rio da água da vida dessa cidade, sarará as nossas águas no milênio. Ez. 47:7-9 e Ap. 22.

2.2 Arquitetura.
Nenhuma das maravilhas deste mundo serve de comparação para a beleza arquitetônica da cidade e sua forma geométrica.

2.3 Formato.
A cidade na forma plana era um quadrado perfeito e considerando as medidas de altura fornecidas, a descreve como um cubo perfeito. Hoje, impressionam-se com as medidas das pirâmides do Egito e elas nem se comparam com a cidade celestial.

2.4 Materiais.
Será a primeira vez em toda história que em toda uma cidade, não se verá igrejas nem pregadores pedindo contribuições. Esta cidade será o santuário do próprio Deus e o nosso conhecimento será pleno.


III – O PERFEITO ESTADO ETERNO.
3.1 Um governo perfeito.
A nossa mente voa na imaginação quanto a forma de governo dessa cidade, bem, podemos descansar porque não existe na terra qualquer sistema econômico ou regime político comparável. O governo será exercido pelo próprio Deus e aqui, quando falo em Deus, refiro-me a pessoa de JESUS também. Disse ele, eu e o pai somos um Jo 10:30 que retoma a glória que tinha com o pai antes da fundação do mundo Jo 17:24.

3.2 Habitantes perfeitos.
Pela primeira vez na história, teremos uma cidade cujos habitantes não são bebedores de cerveja, nem mulherengos e nem divididos em classes sociais. A cidade dos justos e justificados em Cristo.


3.3 Conhecimento perfeito.
Com todas as descrições bíblica acerca do homem com Cristo, após a morte, ainda restam algumas visões humanas a respeito, dadas a nossa limitação de compreender, todavia, dispensadas as fragilidades da mente humana, o conhecimento de Deus será pleno. Não teremos escolas teológicas para aprendizado. Estaremos eternamente diante do Criador, agora sim, em estado de perfeição.

3.4 Comunhão perfeita.
Considere o texto do autor e só quero acrescentar o que a minha fé recomenda: Não tenho qualquer dúvida quanto a similaridade que nos permita conhecer uns aos outros mesmo em corpos celestes.

3.5 Amor perfeito.
Ficam dispensados todos os sentimentos que envolvem o ser humano, todavia, não dispensados, o amor,  ao novo ser, pois Deus, não sendo humano, tem na sua essência o amor.

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