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sábado, 30 de junho de 2012

EBD 01/07/12 NO MUNDO TEREIS AFLIÇÕES


LIÇÃO 01 – NO MUNDO TEREIS AFLIÇÕES.
EBD 01/07/2012.
PONTOS A ESTUDAR:
I – AS AFLIÇÕES DO TEMPO PRESENTE.
II – POR QUE O CRENTE SOFRE.
III – O CREESCIMENTO E A PAZ NAS AFLIÇÕES.

1 – Antes de tudo, peço desculpas aos leitores pela demora na publicação da primeira lição deste trimestre. Para compensar, espero já publicar a lição do próximo Domingo: A Enfermidade na Vida do Crente.

Em tempo: Que assunto importante para este tempo. É preciso ter muita sensibilidade para entender o conjunto de ensinamentos da Palavra de Deus e para compreender as questões voltadas às nossas dificuldades como é preciso ser sensível à voz de Deus para compreender o que é sofrimento pela causa do Evangelho e o que resulta da nossa teimosia. Tentaremos o melhor possível.
  
I – AS AFLIÇÕES DO TEMPO PRESENTE.
No mundo tereis aflições. Tal e qual a sentença no Eden: “...por quanto és pó em pó te tornarás.
No Eden a sentença imutável pela desobediência e no texto de Jo 16:33 a advertência também imutável pela escolha em servir a Cristo.
Advertência porque as lutas decorrem em parte da nossa escolha e o mundo, inimigo de Deus é também o nosso inimigo, significa que Deus não nos sentenciou a sofrer pelo seu nome.

1.1        De ordem natural.
No tocante as calamidades naturais pelo desarranjo da natureza, provocada pelo homem e que tanto os injustos quanto os justos sofrem, qualquer escape concedido por Deus, chamamos de milagre e os milagres acontecem na vida de pessoas isoladamente para glória do Senhor. Nas serras fluminenses, muitos testemunhos foram dados pelo grande livramento do Senhor, porém, isso não é regra geral.

1.2        De ordem econômica.
Não dá para mensurar e dizer qual calamidade é mais devastadora; por que se alguém é vitimado em uma catástrofe, as de ordem econômica, vai matando aos poucos, pressionando o individuo e sua família. Não poder dar assistência à família é um grande flagelo também, predito no Apocalipse, na visão do cavalo amarelo, Ap. 6:8, sendo a fome, um dos flagelos.

1.3        De ordem física.
 Hoje em um programa de televisão, ouvia especialistas tratarem de problemas de labirintite e disseram que há mais de 200 causas dessa doença, além de câncer, hepatite, hipertensão arterial, depressão e obesidade entre outras. É possível o cristão desenvolver qualquer tipo de doença e nesse terreno, há os céticos que afirmam que o crente em Jesus, não pode ser vítima de qualquer dessas doenças.
Desde a queda do homem, no Edem, o homem ficou sujeito as doenças e a morte. A velhice traz consigo, muitas perturbações de ordem física e emocional.
Isaque experimentou a velhice e com ela, a deficiência visual, Gn.27.


II – POR QUE O CRENTE SOFRE.
2.1 A queda.
Rm 8:22 citado pelo autor, em cujo texto Paulo declara que toda criatura geme e está com dores de parto até agora, retrata a desordem física da qual o homem tem sido vítima.

2.2 A degeneração humana.
A degeneração da raça humana tem no corpo, o principal alvo de perdas: Visão, audição, olfato, mastigação, massa óssea e internamente, a ineficiência dos órgãos vitais, coração, pulmão, rins, fígado e as defesas do organismo, não obstante, vacinas e qualidade de vida, tem prolongado a vida do individuo. Essa degeneração, Paulo chamou de corrupção do homem exterior.  IICor 4:16 “...ainda que o homem exterior se corrompa, contudo,  o interior se renova de dia em dia”.

2.3 O novo nascimento e o sofrimento.
Muito interessante o comentário do autor neste tópico, incluindo a frase de Agostinho de Hipona, (Hipona, cidade onde foi Bispo) também conhecido como Santo Agostinho, o entendimento que os desejos que habitam em nós geram lutas interiores e prova do nosso amor a Deus.
No novo nascimento, resgatamos uma parte do Edem, porém, não resgatamos a eternidade, que só se dará na vinda do Senhor, nem tampouco a perfeição do corpo material e a morte é a maior prova disso.

III – O CRESCIMENTO E A PAZ NAS AFLIÇÕES.
O texto acima já sugere que temos paz NAS aflições e não DAS aflições.

3.1 A soberania divina na vida do crente.
Conforme o autor, a soberania divina na vida do crente, garante o acompanhamento de Deus em todas as nossas movimentações, menciona o vaso na mão do oleiro.
A soberania divina na vida do crente e as consequências da vida no tocante a sua finalização, mostra que Deus, não está disposto a mudar o curso da história porque aceitamos a Jesus, porém, nos garante a paz que o mundo não conhece mesmo em tremenda aflição.

3.2 Tudo coopera para o bem.
Para o bem daqueles que amam a Deus e são chamados pelo seu decreto, à nova vida em Cristo. As aflições nos fortalecem interiormente, quando aprendemos a tirar proveito das lutas e nas lutas.

3.3 Desfrutando a paz do Senhor.
Não dá para não lembrar de Jó, dado para nós como escola de vida e submissão a vontade de Deus.
“Ainda que ele me mate, nele esperarei”  Jó 13:15 nem tão pouco esquecer a oração de Habacuque em Hc 3:17 em que ele declara que pode faltar tudo mas ele continuaria se alegrando no Senhor.

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