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sexta-feira, 30 de março de 2012

EBD01ABR APOCALIPSE, A REVELAÇÃO DE JESUS CRISTO


LIÇÃO 01 – APOCALIPSE, A REVELAÇÃO DE JESUS CRISTO.
Para o dia 01/04/2012.
PONTOS A ESTUDAR:
I – O LIVRO DO APOCALIPSE
II – AUTORIA, DATA E LOCAL
III – APOCALIPSE, O LIVRO PROFÉTICO DO N TESTAMENTO.
IV – A LEITURA DO APOCALIPSE.


Em tempo: Dando início ao estudo sobre as 7 cartas dirigidas às igrejas situadas na Asia, chamada de Asia menor, península anatoliana, entre o continente asiático e a Europa, região banhada pelo mar Negro e o mar Mediterraneo, que corresponde hoje a porção asiática da Turquia. Nessa região povos como os hititas, os frígios e os lídios entre outros, se estabeleceram aí e nessa região, a igreja abriu suas filiais, principalmente pela pregação de Paulo em suas viagens missionárias. As igrejas da Ásia foram o foco das atenções de Paulo e agora no Apocalipse, o Senhor trata diretamente com essas igrejas, tema da lição. O estudo dessas cartas, a princípio, pode parecer insignificante, como se tivéssemos pouca coisa para falar, todavia, ao falar sobre elas, projetamos o assunto para cobrir as igrejas do presente século para encontrarmos as semelhanças nos assuntos abordados para cada uma.
A Ásia maior, corresponde a 1/3 do nosso planeta sendo os dois principais países em população e território, a Índia e a China, sem deixar de lado, o Japão, pela sua importância econômica no contexto mundial.

I – O LIVRO DO APOCALIPSE
Para falar sobre as cartas, o autor optou por falar inicialmente sobre o livro e sua estrutura.
1.1 Apocalipse, o único livro profético
O autor admite que o Apocalipse é o único livro profético do novo testamento, porem, completa que hajam profecias nos demais livros.
Quanto à natureza, diríamos que na verdade, é o único, pelo seu conteúdo que a partir do capítulo 4, deixa a particularidade das igrejas para tratar dos acontecimentos mundiais, da segunda vinda de Cristo, das nações, do milênio e por fim, da eternidade com novos céus e nova terra.

1.2 Um livro de advertências e consolações.
Neste tópico, o autor ensina que o Apocalipse, não trata apenas dos acontecimentos futuros, ele exorta, consola e adverte com relação a posição em que temos que estar, quando todas as coisas começarem a acontecer. Entre tantas, temos duas importantíssimas advertências, na sua conclusão, Capítulo 22 sobre possíveis acréscimos ou subtração de textos que entendemos, estenda-se a toda Bíblia, mas, principalmente “as palavras desta profecia..”. Podemos nos assegurar que não se trata de aumentar ou diminuir o texto apenas, mas, forçar a interpretação para confundir ou acomodar preceitos humanos, coloca o homem sob julgamento e maldição.

II – AUTORIA, DATA E LOCAL.
2.1-3 João, filho de Zebedeu, escreveu o quarto evangelho que leva o seu nome, três epístolas universais e o Apocalipse. A melhor alcunha dada a João, particularmente, é a de discípulo amado. Com a fidelidade comprovada ao acompanhar o Senhor em todas as etapas do seu julgamento, nas mãos de Anás, Caifás, Pilatos e o interrogatório de Herodes. Sobre ele, pesa uma palavra do Senhor, em resposta a uma indagação de Pedro, certamente referindo-se a João: “Seu eu quero que ele fique até que eu venha que te importa? Quanto a ti, segue-me” Jo. 21:21-22. Certamente essa volta se referia ao encontro do Senhor glorificado, com João na Ilha, para as revelações conhecidas. Local, Patmos, data: 90 a 96 d.C.

III – APOCALIPSE, O LIVRO PROFÉTICO DO N TESTAMENTO.
3.1 Tema do Apocalipse.
Revelação de Jesus Cristo. No Evangelho segundo escreveu Mateus, começando pelo lamento sobre Jerusalém, capítulo 23:37, Jesus dá início ao sermão profético, cujos acontecimentos, se projetam sobre o apocalipse, lá, envolvidos por visões, imagens, símbolos e figuras. Vale lembrar que o mundo, hoje globalizado, desacreditou muitos teólogos modernos, que ganharam dinheiro produzindo livros, cujo conteúdo, hoje não oferece qualquer sentido, diante da movimentação econômica e política mundial, para abrir a porta ao anti cristo. O mundo político está se reconstruindo para dar apoio ao mal e isso é inevitável. O mundo é como uma criança em fase de crescimento.

3.2 Divisões do Apocalipse.
Há muitas considerações a respeito, veja o que o autor comenta a respeito. Particularmente, prefiro simplificar as coisas de três formas:
1)   Advertência as igrejas de ontem e de hoje., culminando com o arrebatamento da igreja, Cap. 4:1 João vê uma porta aberta nos céus e a voz como de trombeta que lhe disse: “Sobe aqui e te mostrarei o que deve acontecer depois destas coisas”. Sinaliza perfeitamente o chamado da igreja para que as demais coisas aconteçam, sem a sua presença.
2)   As revelações propriamente ditas, as movimentações nos céus e na terra, os selos e as trombetas, anunciando todo o mal contra este mundo incrédulo, os flagelos.
3)   O anúncio e queda da grande Babilônia, o júbilo no céu pela vitória de Cristo e da sua Igreja, a prisão de Satanás e a glória futura.

3.3 Objetivos do Apocalipse.
Considere-se o que diz o autor. Como o assunto leva a outros entendimentos, fica claro que o objetivo do Apocalipse, começa corrigindo as distorções doutrinárias das igrejas da Asia e por extensão, as igrejas do presente século e alertar para a brevidade da vinda do Senhor, marcada por diversos acontecimentos. Um alerta geral, mostrando que não podemos nos descuidar. O sinais, são um indício da sua vinda.

IV – A LEITURA DO APOCALIPSE.
4.1-3 Produção de livros, a leitura das escrituras e a liturgia da Palavra.
O autor, traça um perfil da produção de livros no período apostólico, não havendo uma imprensa com escala industrial para produzir livros, sabe-se da dificuldade em ter uma parte de qualquer deles, do novo testamento, inclusive para uso nas igrejas, diferente da situação de hoje em que o grande número de editoras lançam no mercado, não somente bíblias, mas, também, livros diversos, sobre assuntos a ela ligados. Alguns, de bons a ótimos e outros, pura exploração literária, incluindo-se aí, os que difundem verdadeiras  heresias.
O autor recomenda a leitura da Bíblia, como retorno a liturgia da palavra.
Em grande parte das igrejas, não se tem qualquer respeito a leitura bíblica, aquela, da abertura do culto. Muitos aproveitam para entrar e sair, como fazem também nos momentos de oração.

Conclui o autor que ninguém menospreze o Apocalipse, alegando tratar-se de um livro difícil e enigmático, todavia, principalmente aos pregadores andarilhos, que não se apeguem no texto, para pregar o que ele não quer dizer. Já vimos muito desses acontecimentos em nossos púlpitos.


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