Tradução deste blog

domingo, 11 de dezembro de 2011

EBD/CPD LIÇÃO 12 – AS CONSEQUÊNCIAS DO JUGO DESIGUAL.

Três pontos são estudados nesta lição:
1)   O CASAMENTO NO ANTIGO TESTAMENTO.
2)   O CASAMENTO MISTO NO TEMPO DE NEEMIAS.
3)   RESPONSABILIDADE MINISTERIAL ACERCA DO CASAMENTO.
Considerações iniciais: A questão do jugo desigual já foi abordado na lição de nr. 8 O Compromisso com a Palavra de Deus. Nesta lição o autor nos desafia a estudarmos o assunto mais profundamente e que Deus abençoe os professores  nesta abordagem, quando vivemos tempo em que muitos jovens desafiam o poderíamos chamar de “sorte” não no sentido de sortilégio, mas, no sentido de: Acertamos?
1)   O CASAMENTO NO ANTIGO TESTAMENTO.
1.1        A natureza do casamento.
Cada pastor ao oficiar uma cerimônia de casamento, tem o seu sermão alinhavado, que pode iniciar com qualquer outra leitura bíblica, todavia, sempre inicio com a leitura de Gênesis 2:23-24. No verso 23 Adão reconhece a origem da mulher e a valoriza como parte de si mesmo; o verso 24 sugere que o próprio Adão, firmou esta sentença: “Portanto, deixará o homem, o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher e serão ambos uma carne”. Perceba-se que o homem, entendeu rapidamente o propósito divino ao colocar diante dele tão gentil criatura.
Afirmar que o casamento é à base da sociedade. O continuísmo da espécie humana, não é tendência religiosa, pois, se não fossem a união entre casais, nem estaríamos discutindo estes assuntos nem o PL 122.
Outra questão que o autor aborda neste ponto é a dissolução, repetindo Mt.19:6b em que se dá o que convencionamos chamar de lei da exceção: A não ser por causa de relações ilícitas (adultério).

1.2        Casamentos proibidos.
O autor faz lembrar a ordem de Deus ao seu povo, (grife os pontos importantes do texto, para apresenta-los aos alunos e abrir uma breve discussão). Lembre o descuido de Salomão em ter-se casado com mulheres estranhas ao concerto e suas más consequências. Por todas as nossas experiências, a probabilidade de um moço ou moça que desobedeceu flagrantemente a Palavra de Deus para escolher um cônjuge não cristão, ter uma vida tranquila é muito pequena. Não vale o risco, todavia, conhecemos a compaixão de Deus e quanto a isso, nos calamos e esperamos sempre para ver os resultados que desejamos, que sejam bons, estamos na graça.
2. O CASAMENTO MISTO NO TEMPO DE NEEMIAS.
2.1 A constatação do erro.
Leia o texto, grife os pontos importantes tais como: Os judeus estavam caindo no mesmo pecado de Salomão, sabiam que Deus era contra, grife também o texto de Dt. 7:3-4 na lição.
Podem estar certos que essa mistura que temos hoje na igreja, manifestada nas festas de casamento onde; a bebida rola, as músicas mundanas acompanhadas de danças e folguedos nada cristão, tem sido fruto da desobediência.
2.2 As consequências do casamento misto.
Causas encontradas neste ponto, vejamos se há alguma semelhanças:
-Perda de identidade.
-Alternância de linguagem, meio/hebraico meio/asdodita.
-Influência cultural dadas na criação, pois, as mães não tinham compromisso com o Deus de Israel.
-Introdução de costumes pagãos nos cultos de Israel.

HOJE – Na maioria dos aniversários de crentes, até a oração fica travada, não achamos sentido, pois a festa é regada com músicas mundanas, os filhos relutam em aceitar as coisas reconhecidamente puras.

3. A RESPONSABILIDADE MINISTERIAL ACERCA DO CASAMENTO.
3.1. O jugo desigual.
Considerar o conselho de Paulo ao escrever à igreja de Coríntios no capítulo 6:14-15 Peça principalmente aos jovens para cada um, falar em poucas palavras, o que pensam do texto.
3.2 As consequências do jugo desigual.
-Falta de referência para os filhos.
-Apostasia (negar a fé genuinamente bíblica).

É preciso ter cautela, pois existem ensinadores que sugerem que o cristão deixe o cônjuge não crente; isto contraria a Palavra de Deus, leia com os alunos, ICo 7:12-13. Cada um deve levar a sua cruz. Não estamos dizendo que ele ou ela seja uma cruz, nos referimos a vida factual ou os fatos da vida.

O divórcio tem crescido em nosso meio e chegou aos púlpitos de algumas igrejas. Há pastores que postulam o divórcio e discutir esta questão, muitas vezes encenada pela soberba e pela vaidade é assunto que demanda mais tempo que o momento nos propicia. Todavia, alertamos que já não se restringe a questão da infidelidade conjugal e quando esta é a razão, uma pá de suspeitas é lançada sobre as verdadeiras razões que deram causa. Somente Deus tem a posse da verdade.




Nenhum comentário:

Postar um comentário