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sábado, 22 de outubro de 2011

EBD/CPAD LÇ4 - COMO ENFRENTAR OPOSIÇÃO A OBRA DE DEUS

PONTOS A ESTUDAR:
1 – OPOSIÇÃO FERRENHA
2 – A CRÍTICA DOS ADVERSÁRIOS.
3 – A GUERRA CONTRA OS EDIFICADORES.


1 . OPOSIÇÃO FERRENHA.
1.1 – A ira dos adversários.
Nunca sabemos em qual coração, - daqueles que nos cercam – está depositada a ira contra nós e o que impede que ela se manifeste. Pura questão de conveniência. Quem sabe o dia em que você que sempre disse sim, resolver dizer não, prepare-se por que o ataque vem. Outro motivo comum é alguém ver em você um obstáculo aos interesses.
1.2 – A falsa acusação.
Quereis rebelar-vos contra o rei? Por mais prudente que você seja, sempre haverá alguém tentando desestabiliza-lo. Não considero bom, confiar demasiadamente em quem te acaricia com a mão direita sem que vejas o que há na esquerda. Temos um bom exemplo do que Acabe e Jezabel foram capazes contra Nabote, IRs Cap. 21.
1.3 Resposta a insinuação caluniosa.
Se existe algo importante na vida de um líder de grupo, por menor que seja, é obedecer as orientações e manter-se dentro delas, na medida do possível. Duas coisas importantes, o comentador faz referência no texto: a) Tinha cartas e alvarás reais b) Confiava em Deus.  Algo que se espera de um auxiliar de trabalho é a coragem e a fidelidade. Ao receber uma incumbência. Que  não corra por conta de “caras feias”. Assim fez Neemias.

2. A CRÍTICA DOS ADVERSÁRIOS.
2.1 O conteúdo das críticas.
A arma de Sambalate é a mesma utilizada para desqualificar pessoas e fazer baixar a auto estima, todavia, o recomendável é que diante das críticas, avalie-se o quanto é verdade e o quanto há de mentira.

2.2 Oposição ao culto a Deus.
Permitir-se-lhes-á isto?
É preciso muito cuidado no trato das questões, quando a crítica é dirigida, diretamente a você e com isto, não se porte  de maneira orgulhosa, rejeitando-a e quando são publicadas no corredor da igreja, causando mal estar geral. Mexeu com o povo, o obreiro deve buscar as razões e providenciar que esse fermento não levede a massa.
2.3 Crítica à união.
Sempre me encantei com o texto de Jo 13:35 em que posso associar a palavra “amor” com “união”. Sempre foi tão comum aquela máxima que a união faz a força; Não somente isto, a união é a maior prova que a vida da igreja é gerenciada pelo Senhor e nós cooperamos com ele reforçando a unidade com ações que dignifiquem o evangelho, na sua vila, no seu bairro e na sua cidade.


3. A GUERRA CONTRA OS EDIFICADORES.
3.1 Os inimigos se uniram.
Quando é para atrapalhar, até Herodes manda flores a Poncio Pilatos (não procure na bíblia).
Há pessoas que não se aceitam, mas, quando é para prejudicar a vida do pastor e da igreja, as faturas telefônicas e o cafezinho ficam mais caros no orçamento.
3.2 Oração e vigilância.
“Porém nós oramos ao nosso Deus e pusemos uma guarda contra eles, de dia e de noite.”
Nem precisa explicar que temos aqui, duas forças operando em conjunto. Deus disse a Moisés “Por que clamas a mim? Dize aos filhos de Israel que marchem” Ex.14:15.
Nesse item o comentador, faz referência sobre os cuidados, em casa, na igreja, com os filhos, com o uso da televisão e da internet e recomendamos que a melhor maneira de conhecer por onde andam, não é impedindo o uso da televisão ou outra mídia, mas, sutilmente, acompanhando-os e sem animosidades, construir debates sadios acerca de qualquer assunto que esteja em voga no momento.

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